Sign In
Início do conteúdo
​​​​
​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​Home

Notícias​

​​​ ​

Leia o artigo do Diretor de Relações Institucionais da Seguradora Líder-DPVAT, Carlos Guerra, para o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito

Publicado em quarta-feira, 23 de novembro de 2016

*Por Carlos Guerra

De 2005 a 2015, mais de 435.853 mil pessoas faleceram por acidentes no Brasil, segundo dados da Seguradora Líder-DPVAT. Se juntarmos o número de vítimas desse período, teríamos um cemitério quase do tamanho de uma cidade como Niterói (RJ). No domingo, 20 de novembro, Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito, façamos uma breve pausa para lembrar de todos que morreram por causa de acidentes com veículos e pensar o que cada um de nós pode fazer para evitar outras tragédias.

O trânsito é perigoso por sua própria natureza. Veículos novos podem se locomover em alta velocidade, dando a impressão aos passageiros que a rapidez está baixa por tamanha estabilidade e tecnologia. Entretanto, se uma batida contra o asfalto a 40 quilômetros por hora já é capaz de fazer um estrago enorme a um ser humano, nem precisamos nos esforçar muito para pensar o quanto somos frágeis dentro de um veículo a 130 por hora. Mesmo sabendo que tal velocidade não é permitida no Brasil, é comum vermos carros e motos nesse ritmo em rodovias.

Qual é a saída para essa guerra silenciosa e apolítica que acontece todos os dias no trânsito? Definitivamente, não podemos retroceder e negar os benefícios que a sociedade e a economia têm com as facilidades de locomoção que a evolução tecnológica nos permite hoje. A ciência, aliás, é uma aliada que agora trabalha para tornar os veículos mais seguros, econômicos e sustentáveis. A saída possível para essa situação é a educação. Sempre ela, aparecendo como a base para formação de uma sociedade mais equilibrada e pacífica.

Sem a educação, nenhum avanço tecnológico será capaz de frear a violência que acontece todos os dias no trânsito. Por isso, a partir de agora, todos estão convidados a adotar uma nova postura que garanta mais segurança e menos barbárie. Qualquer cidadão, motorista, passageiro ou pedestre, pode colaborar fazendo a sua parte.

Os motoristas conduzem especial responsabilidade. É importante entender que as leis de trânsito foram pensadas e aplicadas para proteger a vida. Respeitá-las em sua totalidade é fundamental, por isso o pedestre tem prioridade. O que está em jogo não é só a integridade de quem segura o volante, mas também de todos que estão em sua volta.

O pedestre também tem papel importante. Ele deveria seguir as leis de trânsito, mas muitas pessoas desconhecem princípios básicos como atravessar nas faixas, usar passarelas e andar na calçada. Os ciclistas, que integram cada vez mais o sistema de transporte nas cidades, podem contribuir andando pela ciclovia, usando equipamentos de segurança, lanternas e coletes luminosos, sinalizando e respeitando faixas de trânsito e os sentidos das vias.

O passageiro também pode ajudar bastante, não desviando a atenção do condutor e usando cinto de segurança, por exemplo. O passageiro nunca deve pedir para descer fora do ponto de ônibus.

São inúmeras as ações que cada um pode fazer para evitar acidentes, mas precisa ter em mente o respeito à vida como essência. Através da educação e mudança de atitude, os brasileiros poderão mudar este cenário trágico. O Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito serve para nos mostrar o quanto somos frágeis e valiosos. Faça sua parte por um trânsito mais seguro.

*Carlos Guerra, Diretor de Relações Institucionais da Seguradora Líder-DPVAT.

​​​ ​

​Mais notícias​


​​