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Viver Seguro no Trânsito

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  • Transportes de baixo carbono ajudam cidades a se desenvolver de maneira sustentável

    Pesquisadores de todo o mundo trabalham constantemente na busca de soluções para amenizar o impacto ao meio ambiente causado pelo transporte, setor responsável por altos índices de poluição. O objetivo é encontrar maneiras para que a população mundial se locomova, gastando menos dinheiro e tempo. Neste sentido, a mobilidade de baixo carbono tem mostrado muitos benefícios sociais e econômicos, como aponta estudo feito pelo grupo de trabalho de transporte Low Emissions Development Strategies Global Partnership’s.

    Para celebrar a Semana Mundial do Meio Ambiente, vamos mostrar algumas cidades que já estão sentindo os impactos positivos dessa escolha, como Guangzhou, na China, que têm um histórico de superlotação no sistema de locomoção. Com a implantação do Bus Rapid Transit (BRT), feita em 2010, a cidade chega a economizar anualmente cerca de US$ 14 milhões, principalmente por conta dos cortes de custos com operações, e reduzir 86 mil toneladas de gás carbônico. O município de Lagos, na Nigéria, também adotou a alternativa com sucesso e conseguiu minimizar em 6% os custos de transporte para famílias mais pobres, conciliando isso com oportunidades sociais e econômicas para esse grupo. Na cidade de Ahmedabad, localizada na Índia, o foco na segurança e no acesso para pedestres e ciclistas fez com que o BRT, implantado em 2009, elevasse o nível do primeiro quesito para 79%, mesmo transportando mais de 140 mil passageiros por dia. Em Estocolmo, na Suécia, uma das saídas encontradas pelas autoridades para reduzir o consumo de combustíveis fósseis e a poluição atmosférica foi a taxação do congestionamento em horários de picos em zonas propensas a sofrerem com isso. Entre as vantagens da ação, está o estímulo aos cidadãos para utilizarem o transporte público ao invés do privado, representando 9% de aumento no uso do coletivo e cerca de 18% menos engarrafamentos nas ruas. Com a receita gerada, a cidade investe em pistas de bicicleta e linhas de ônibus. Outro local que faz diferente e alcança resultados alinhados à sustentabilidade é Paris, que possui um sistema de compartilhamento de bicicletas, conhecido como Vélib, com frota de cerca de 20 mil “magrelas” e mais de mil estações na capital francesa. Até agora, a iniciativa criou 400 empregos para os jovens da cidade, que são grande parte dos desempregados do local. Desde que o Vélib foi lançado, o número de ciclistas aumentou 70% nas ruas parisienses, o que contribuiu para a diminuição das emissões em mais de 32 mil toneladas de dióxido de carbono por ano. Fontes: The City Fix Brasil