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Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
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  • E você? Como se reinventa?

    Amanhã (21/09), será comemorado o Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência, uma importante data que nos faz refletir sobre a busca por novos caminhos e ações de inclusão social. Segundo o último boletim da Seguradora Líder-DPVAT, divulgado hoje, mais de 27 mil pessoas receberam indenizações por invalidez permanente decorrente de acidentes de trânsito, somente em agosto de 2017. Mas será que todos estão inseridos no mercado de trabalho? No cenário atual do país, as oportunidades estão cada vez mais enxutas, mas os números são otimistas: dados do Ministério do Trabalho indicam crescimento de 32% de Portadores de Deficiência no mercado, em pesquisa realizada em 2016. Que bacana, não é?

    Para Giselle Oliveira, funcionária da Coordenação de Logística da Seguradora Líder-DPVAT, o caminho foi árduo, mas inspirador. Quando tinha 12 anos, ela sofreu um acidente de trânsito que resultou em todas as costelas quebradas, perfurações em diversos órgãos, uma sequela na perna e pouca esperança nas primeiras semanas. Passado o trauma inicial, Giselle voltou a ir à escola sozinha, recuperou a autoconfiança e começou a reescrever uma história que serve de inspiração para muita gente. “Sempre lutei e tive que ser muito forte para tentar superar de novo. O trauma pode levar a vida toda, o medo paralisa”, comenta Giselle.

    Giselle passou por diversos empregos até aceitar sua deficiência. Sofria com dores em atividades em que precisava subir muitas escadas ou ficar em pé por muito tempo. “O meu choque de realidade foi quando um médico de uma das empresas onde trabalhei me examinou e disse que eu tinha que estar no quadro de pessoas com deficiência. Na Seguradora Líder-DPVAT, eu comecei em 2015. Hoje, já aceito minha dificuldade e como eu sou”, desabafa.

    Na época do acidente, Giselle soube do Seguro DPVAT através de uma psicóloga e, além de trabalhar na empresa que administra o seguro hoje, também foi beneficiária. “Precisei do seguro lá atrás e hoje trabalho para ele. O mundo dá voltas. Meus tratamentos de psicologia e fisioterapia foram pagos com a indenização do DPVAT. Se hoje consigo me expressar bem, ter superado esse trauma e ter feito fisioterapia, foi grande parte graças ao seguro”, afirma.

    Giselle tem uma história inspiradora não só para portadores de deficiência, mas para qualquer pessoa que enfrente uma dificuldade na vida. E você conhece outra boa história de beneficiários do DPVAT? Conta aqui nos comentários! Quem sabe também não rende uma matéria por aqui.  :)

    Este conteúdo é de propriedade da Seguradora Líder-DPVAT. A reprodução é autorizada desde que contenha a citação da fonte original: www.viverseguronotransito.com.br