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  • #DPVATExplica: entenda quais são as diferenças entre a invalidez permanente parcial e total

    Responsável por cerca de 70% dos pedidos do Seguro DPVAT, mais de 3 milhões de indenizações foram pagas por invalidez permanente nos últimos dez anos. Mas você sabia que ela pode ser dividida, de acordo com a sua gravidade, entre total e parcial? E, para contar um pouco mais sobre os tipos de invalidez e mais detalhes sobre essa cobertura, preparamos mais uma edição do #DPVATExplica! Confira. ❤

    O que é considerado invalidez permanente para fins de indenização do Seguro DPVAT?
    A invalidez permanente é a perda ou a redução da funcionalidade de um membro ou órgão. A indenização do Seguro DPVAT pode ser pleiteada quando a sequela é resultado de um acidente causado por veículo automotor de via terrestre e é permanente, galera. Para isso, é preciso que, no momento da alta médica, seja comprovado que a recuperação ou reabilitação da área afetada é inviável. Outra observação importante é que a invalidez permanente pode ser total ou parcial, sendo subdivida em parcial completa ou incompleta, conforme a extensão das perdas anatômicas ou funcionais.

    Quais são as diferenças entre invalidez parcial e total?
    Os casos de invalidez parcial são aqueles em que o acidentado de trânsito perde ou tem a capacidade de realizar algumas de suas atribuições reduzida, mas nem todas são comprometidas. Os exemplos mais comuns são membros ou órgãos debilitados. Se a vítima, por exemplo, perde a visão de um olho permanentemente após um acidente de trânsito, esta é encaixada como invalidez parcial. Já se, no mesmo acidente, a vítima perder a visão dos dois olhos, a invalidez é considerada total. Lembrando que as sequelas devem ser permanentes, como explicamos aqui em cima!

    Como se dá o cálculo do valor da indenização por tipo de invalidez permanente?
    Para fins de indenização pelo Seguro DPVAT, o cálculo do valor da indenização por invalidez permanente se dá dependendo da gravidade da lesão, ou seja, se esta é total ou parcial, a partir da tabela prevista na Lei 6.194/74, que instituiu o Seguro. Dessa forma, nos casos de invalidez permanente total, o valor da indenização será de 100% do Limite Máximo de Indenização (LMI) em vigor, ou seja, de R$ 13.500 e, nos casos de invalidez permanente parcial, o valor da indenização corresponderá ao percentual do segmento corporal com perda anatômica/funcional previsto diretamente na tabela sobre o Limite Máximo de Indenização (LMI) em vigor. ;)

    Qual a documentação solicitada para dar entrada no pedido?
    Assim como nas demais coberturas, o principal documento para dar entrada no pedido de indenização do Seguro DPVAT por invalidez permanente é o Boletim de Ocorrência (B.O), galera. Outro documento importante é o Laudo Conclusivo do IML, que se faz necessário para atestar a invalidez permanente e qualificar o tipo e o grau das lesões físicas ou psíquicas sofridas pela vítima. Você confere as demais documentações no site da Seguradora Líder clicando aqui. Anotou? ;)

    E aí, tem alguma dúvida sobre a indenização por invalidez permanente que a gente não abordou aqui em cima? Então, não esquece de deixar para a gente aqui nos comentários. Respondemos rapidinho! ;) Nos vemos na próxima edição do #DPVATExplica!