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Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
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Arquivos mensais: Setembro 2017

Álcool e direção. Até quando?

Você sabia que o álcool reduz o tempo de reação das pessoas entre 15 e 25%? Os números são de uma pesquisa realizada pelo Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (Cpes), da Fundação Escola Nacional de Seguros (Funenseg). Essa mesma instituição realizou um estudo que aponta que, se a Lei Seca não existisse, a violência no trânsito teria abatido no asfalto cerca de 6 mil brasileiros em 2016. Parece assustador, né?

Dados do Boletim Estatístico de agosto da Seguradora Líder mostram que, só nesse mês, foram pagas 37.934 indenizações para casos de morte, invalidez permanente e despesas médico-hospitalares decorrentes de acidentes de trânsito no Brasil. Esse número é 8% maior do que o registrado no mesmo mês de 2016.

Tem muita gente morrendo por causas diversas, como imprudência, uso do celular, má conservação dos veículos e ainda pela mistura do álcool com a direção. A frase “Se dirigir, não beba” soa como mantra por aí, mas ainda é pouco utilizada na prática. Que tal mudarmos esse cenário?

Veja outras tristes curiosidades citadas na pesquisa:

  • -    Nos países em desenvolvimento, 10% das mortes por acidentes de trânsito ocorrem na faixa etária dos 5 a 44 anos e são concentradas nas classes mais educadas de renda média e alta;
  • -    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o quarto país com mais mortes decorrentes de acidentes de trânsito, ficando atrás apenas da China, Índia e Nigéria. Vocês já viram o trânsito da Índia? Pois é. Dói estarmos tão próximos deles nesse quesito;
  • -    89 países têm leis abrangentes para o fator associação de bebida alcoólica e direção. No Brasil, a concentração de álcool no sangue precisa ser inferior a 0,05 g/dl.
  • -    Em 16 anos de duração, a Guerra do Vietnã teve um número menor de mortos americanos do que os acidentados fatais decorrentes do trânsito em um ano no Brasil. Muito triste, né?

São tantas opções de transporte para usar depois da saideira: metrô, trem, ônibus, Uber, táxi, BRT, bicicleta, barco... e até voltar para casa a pé! Pense que uma caminhadinha longa pode ser mais vantajosa que uma voltinha de carro depois de beber. ;)

Para saber mais sobre os efeitos da bebida e direção e outras curiosidades sobre o tema, você pode acessar a pesquisa do Cpes clicando aqui. Por aqui, a gente vai dando aquela dica esperta: se dirigir, não beba! ;)

Este conteúdo é de propriedade da Seguradora Líder-DPVAT. A reprodução é autorizada desde que contenha a citação da fonte original: www.viverseguronotransito.com.br

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A evolução do Seguro DPVAT ao longo dos anos

Você sabia que nem sempre o Seguro DPVAT foi do jeito que o conhecemos hoje? É isso mesmo! Desde sua criação, em 1974, ele passou por uma série de aperfeiçoamentos para que pudesse ser o que é hoje: um seguro abrangente, social, de ampla cobertura e que contempla o pagamento de indenizações a qualquer pessoa acidentada no trânsito, independente de culpa.

Bem no comecinho, as condições para que a vítima de trânsito pudesse ter acesso ao benefício eram bem diferentes. Para receber o seguro, o beneficiário, se fosse pedestre, tinha que identificar a seguradora contratada pelo motorista causador do acidente para conseguir a indenização. Imagina a trabalheira que dava!

Uma outra curiosidade é que, até 1986, era adotado um modelo de livre escolha, com a venda de seguros sendo intermediada por corretoras. Devido ao grande nível de inadimplência, o que comprometia a finalidade social e o caráter universal do Seguro DPVAT, esse modelo não teve muito sucesso. Além disso, como os proprietários tinham a possibilidade de escolher por qual seguradora iriam contratar o seguro, as campanhas de arrecadação simplesmente não existiam. Dessa forma, menos recursos eram destinados para a área de saúde e educação no trânsito, já que 45% do que é pago hoje pelo proprietário de veículo na contratação do Seguro vai direto para o Sistema Único de Saúde, o SUS, e 5% vai para o DENATRAN.

Somente em 2007 o formato de consórcio que existe até os dias de hoje começou a funcionar, com a Seguradora Líder centralizando as operações administrativas e judiciais do Seguro DPVAT. Essa novidade permitiu mais unidade à gestão do Seguro e agilidade no atendimento à população.

Hoje, quando um acidente de trânsito acontece, sabemos exatamente a quem procurar para pedir a indenização. São mais de 8 mil pontos oficiais de atendimento em todos os municípios brasileiros, que incluem corretores parceiros, seguradoras, Correios e PROCONs. Tudo isso para assegurar que o benefício chegue para quem precisa dele de fato. Que alívio!

Se precisar acionar o Seguro DPVAT, clique aqui para ver a lista de postos e documentos necessários. Em caso de dúvidas, você pode falar com a gente por aqui ou acessar as outras redes sociais da Seguradora Líder. ;)

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Você está preparado para deixar seu carro em casa hoje?

O carro é essencial na vida de muitas pessoas, mas será que ele está sendo bem utilizado? Comemorado hoje, 22 de setembro, o Dia Mundial Sem Carro foi criado para trazer à tona essa questão e mostrar que formas alternativas de mobilidade existem e que, além de mais limpas para o meio ambiente, também podem ser mais saudáveis para as pessoas. Afinal, quem não gosta quando, aos fins de semana, grandes avenidas são abertas para as pessoas fazerem caminhadas, andarem de bicicleta, patins ou skate?

O fato é que as grandes cidades já não têm mais como alargar ou criar novas ruas para desengarrafar o trânsito. Dessa forma, os congestionamentos crescem na mesma medida que o número de carros e, o que deveria ser uma solução para a mobilidade urbana, vira um problema difícil de resolver. Todos gostariam de ter o seu carro por comodidade ou necessidade, mas, se isso acontecesse, ninguém mais sairia do lugar.

No Dia Mundial Sem Carro, o mundo inteiro é convidado a repensar seus hábitos de locomoção. Será que seu trajeto diário poderia ser feito de bike, de skate ou de transporte público? Se o carro for muito necessário mesmo, será que rola uma carona solidária, para transportar outras pessoas que fazem um caminho parecido com o seu?

É importante termos em mente que os problemas de mobilidade urbana não são apenas do governo: cada um pode fazer um pouquinho para melhorar a vida de todos. O meio ambiente agradece também pela redução dos gases de efeito estufa que são lançados na atmosfera do planeta todos os dias. Já os ouvidos são gratos pela redução da poluição sonora causada pelos automóveis. Vamos juntos ajudar a transformar a realidade nas ruas? Deixe seu carro na garagem e aproveite o Dia Mundial sem Carro para construir novas perspectivas da sua cidade!

Av. Paulista em um Domingo de sol

O que você acha do Dia Mundial Sem Carro? Tem ideias para desafogar o trânsito? Compartilha sua opinião com a gente aqui nos comentários!

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E você? Como se reinventa?

Amanhã (21/09), será comemorado o Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência, uma importante data que nos faz refletir sobre a busca por novos caminhos e ações de inclusão social. Segundo o último boletim da Seguradora Líder-DPVAT, divulgado hoje, mais de 27 mil pessoas receberam indenizações por invalidez permanente decorrente de acidentes de trânsito, somente em agosto de 2017. Mas será que todos estão inseridos no mercado de trabalho? No cenário atual do país, as oportunidades estão cada vez mais enxutas, mas os números são otimistas: dados do Ministério do Trabalho indicam crescimento de 32% de Portadores de Deficiência no mercado, em pesquisa realizada em 2016. Que bacana, não é?

Para Giselle Oliveira, funcionária da Coordenação de Logística da Seguradora Líder-DPVAT, o caminho foi árduo, mas inspirador. Quando tinha 12 anos, ela sofreu um acidente de trânsito que resultou em todas as costelas quebradas, perfurações em diversos órgãos, uma sequela na perna e pouca esperança nas primeiras semanas. Passado o trauma inicial, Giselle voltou a ir à escola sozinha, recuperou a autoconfiança e começou a reescrever uma história que serve de inspiração para muita gente. “Sempre lutei e tive que ser muito forte para tentar superar de novo. O trauma pode levar a vida toda, o medo paralisa”, comenta Giselle.

Giselle passou por diversos empregos até aceitar sua deficiência. Sofria com dores em atividades em que precisava subir muitas escadas ou ficar em pé por muito tempo. “O meu choque de realidade foi quando um médico de uma das empresas onde trabalhei me examinou e disse que eu tinha que estar no quadro de pessoas com deficiência. Na Seguradora Líder-DPVAT, eu comecei em 2015. Hoje, já aceito minha dificuldade e como eu sou”, desabafa.

Na época do acidente, Giselle soube do Seguro DPVAT através de uma psicóloga e, além de trabalhar na empresa que administra o seguro hoje, também foi beneficiária. “Precisei do seguro lá atrás e hoje trabalho para ele. O mundo dá voltas. Meus tratamentos de psicologia e fisioterapia foram pagos com a indenização do DPVAT. Se hoje consigo me expressar bem, ter superado esse trauma e ter feito fisioterapia, foi grande parte graças ao seguro”, afirma.

Giselle tem uma história inspiradora não só para portadores de deficiência, mas para qualquer pessoa que enfrente uma dificuldade na vida. E você conhece outra boa história de beneficiários do DPVAT? Conta aqui nos comentários! Quem sabe também não rende uma matéria por aqui.  :)

Este conteúdo é de propriedade da Seguradora Líder-DPVAT. A reprodução é autorizada desde que contenha a citação da fonte original: www.viverseguronotransito.com.br 

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Vamos fazer um pacto?

A Semana Nacional do Trânsito de 2017 começa e os números de acidentes continuam alarmantes. Você sabia que apenas no mês de julho foram pagas 3,6 mil indenizações por mortes no trânsito? Esse número é 42% maior do que o do mesmo período do ano passado e, por incrível que pareça, não é o mais assustador. Somente no mês de julho, foram pagas 24.964 indenizações por invalidez permanente. Das 33.720 indenizações pagas pela Seguradora Líder-DPVAT e em julho, 1.608 estão relacionadas a crianças e adolescentes, o que totaliza 5% . Os números são do Boletim Estatístico Extra da Seguradora Líder-DPVAT e podem ser conferidos na íntegra neste link.

Os motociclistas ainda são as principais vítimas de acidentes. Avaliando o mesmo período, dos 2.003 motoristas que receberam o Seguro DPVAT no mês de julho, 1.292 eram motociclistas. O número corresponde a 65% das indenizações pagas a este tipo de vítima no período. A região Sudeste concentrou a maior incidência dos acidentes com vítimas fatais (35%), seguida pelo nordeste (34%). Para não fazer parte dessa estatística, que tal sermos a mudança que queremos ver no trânsito? Confira algumas dicas que preparamos para você:

  •   >> Entrou no veículo, a atenção maior é no trânsito. Nada de dar aquela espiadinha no celular, hein? A gente sabe que é tentador, mas nenhuma mensagem é mais importante que a sua vida e a de outras pessoas, não é verdade?
  •   >> Regra básica da autoescola: Só se dá a partida depois de colocar o cinto de segurança. E isso vale para os passageiros do banco de trás também.
  •   >> Se tem criança no carro, não esqueça da cadeirinha e fique atento ao uso adequado dela. Ah, a cadeirinha vai mudando de acordo com o peso da criança.
  •   >> Se gentileza gera gentileza, no trânsito ela poupa vidas e brigas desnecessárias.
  •   >> Ah, e não esqueça da seta. Ela ajuda a preparar o motorista de trás e pode evitar batidas feias. É tão rapidinho e evita tantas coisas ruins. Não custa nada, né?

Seguindo essas dicas (que todo mundo já sabe, mas não custa lembrar), a gente já muda um pouco as estatísticas. Vamos fazer esse pacto para o próximo ano? Depois conta aqui para gente qual hábito ruim você tinha no trânsito e mudou. Pode inspirar outras pessoas e ajudar muito a transformar esse cenário. Vamos juntos? Em caso de dúvidas, conte com a gente! ;)

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UniLíder: Seguradora Líder investe em educação corporativa para seus colaboradores

Você sabe o que é uma universidade corporativa? Apesar do nome remeter a imagem de um campus, onde se forma em cursos como Direito e Medicina, por exemplo, essa universidade é focada no desenvolvimento dos colaboradores de uma empresa e tem como objetivo melhorar as técnicas para o desenvolvimento organizacional. A criação dessas universidades é uma tendência entre as companhias brasileiras. Uma pesquisa divulgada pela consultoria Deloitte mostrou que o número de empresas com equipes dedicadas à educação corporativa aumentou 42% em 2016, em relação ao levantamento de 2014. No mesmo período, o número de organizações que têm universidades corporativas cresceu 14%.

Para a Seguradora Líder, investir em seus colaboradores é investir em agentes transformadores na vida de quem foi impactado pelo trânsito. Com a UniLíder, os colaboradores podem planejar a sua carreira e formação, pensando sempre em prestar o melhor serviço como gestores do Seguro DPVAT. Essa iniciativa acaba de completar um ano, com mais de 4 mil horas de treinamentos online e 500 turmas presenciais direcionadas aos seus mais de 700 colaboradores e parceiros.

A plataforma apresenta 27 cursos, abordando o leque de temas que fazem parte do trabalho realizado pela Seguradora Líder-DPVAT: português, com o professor Pasquale, combate à fraude e segurança da informação são alguns dos assuntos tratados nas aulas.

“Com as capacitações da UniLíder, queremos tornar os nossos profissionais ainda mais preparados. Ter uma plataforma com diversos cursos disponíveis melhora o nosso atendimento final e faz com que o Seguro DPVAT, cada vez mais, chegue a quem de fato precisa”, afirma Ismar Tôrres, diretor-presidente da Seguradora Líder-DPVAT.

  

Você conhece outros exemplos de universidades corporativas de sucesso? Conta para gente aqui nos comentários! ;)

Este conteúdo é de propriedade da Seguradora Líder-DPVAT. A reprodução é autorizada desde que contenha a citação da fonte original: www.viverseguronotransito.com.br 

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DPEM e DPVAT: semelhantes, mas com destinos bem diferentes

Com os naufrágios ocorridos recentemente no Pará e na Bahia, muito se falou sobre o DPEM (Seguro Obrigatório de Embarcações ou por sua Carga) ou lamentou-se a falta dele. Segundo o Ministério da Saúde, nos últimos 10 anos, 1.200 pessoas morreram por afogamento, em decorrência de acidentes com embarcações. Sem o seguro, famílias e vítimas ficaram desamparadas no momento em que mais precisavam.

Em agosto deste ano, quando esses acidentes ocorreram, muitos elogiaram a gestão da Seguradora Líder-DPVAT e sugeriram que o DPEM seguisse os mesmos moldes de gestão para o seguro de embarcações. Essa sugestão parece estar ganhando força. Esta semana, a Presidência da República encaminhou ao Ministério dos Transportes uma solicitação feita pelo gestor de seguros Nelson Uzêda para a elaboração de um Projeto de Lei que passaria para a Seguradora Líder-DPVAT a gestão de todos os seguros obrigatórios, como os aéreos, terrestres e aquaviários. A justificativa de Uzêda é que, dessa forma, estes seguros teriam uma gestão mais eficiente.

Mas você sabe quais são as semelhanças e diferenças entre o DPVAT e o DPEM e por que tiveram destinos tão diferentes? Abaixo, listamos cincoinformações que você precisa saber sobre os dois seguros. Confira!

  1. 1. O DPEM foi normatizado pela Lei 8.374, de 30 de dezembro de 1991, e era obrigatório para todos os proprietários de embarcações – nacionais ou estrangeiras, destinadas ao tráfego marítimo, fluvial ou lacustre, dotadas ou não de propulsão própria. O Seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre ou por sua Carga a Pessoas Transportadas ou Não) foi criado em 1974 e, em 2008, passou a ser administrado pela Seguradora Líder-DPVAT, para facilitar o acesso da população ao Seguro;

  2. 2. A finalidade do DPEM era garantir cobertura a pessoas transportadas ou não, inclusive os proprietários, tripulantes e/ ou condutores das embarcações e a seus beneficiários dependentes. O Seguro DPVAT tem a mesma função e beneficia motoristas, passageiros ou pedestres, independentemente do número de envolvidos, incluindo estrangeiros que estejam em território nacional;

  3. 3. Ambos os seguros indenizam, independentemente de comprovação da culpa do condutor;

  4. 4. O DPEM não é mais comercializado desde o primeiro semestre de 2016, por não ser considerado lucrativo para as seguradoras. Já o Seguro DPVAT conta com 79 seguradoras consorciadas e 57 seguradoras acionistas.
  5. 5. O Seguro DPVAT custeia parte da manutenção da Saúde Pública e da Política Nacional de Trânsito: 45% da arrecadação é repassado diretamente ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) e 5% vai para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), para a realização de campanhas e outras iniciativas no âmbito da Política Nacional de Trânsito. O DPEM, infelizmente, não tinha esta função.

E você? Conhece outras semelhanças e curiosidades sobre esses seguros? Conta pra gente aqui nos comentários! :)

Este conteúdo é de propriedade da Seguradora Líder-DPVAT. A reprodução é autorizada desde que contenha a citação da fonte original: www.viverseguronotransito.com.br 

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Aproveite bem o feriado sendo cuidadoso no trânsito

Nada como aproveitar um feriadão, como este do dia 7 de setembro, Dia da Independência, para pegar o carro e viajar com a família e amigos. Seja o destino a praia, a montanha ou a fazenda, poder sair da rotina e tirar alguns dias para relaxar é maravilhoso. Mas, tão bom quanto ir, é poder voltar para casa sem transtornos, com as energias renovadas e boas recordações. Não é mesmo?

Para isso acontecer, é preciso, literalmente, conseguir voltar!

Todos os anos, em estradas por todo o Brasil, pessoas morrem, ficam inválidas ou feridas em acidentes de trânsito, segundo os levantamentos da Seguradora Líder-DPVAT. Uma verdadeira tragédia sobre rodas para milhares de famílias que passam por um trauma quando deveriam estar curtindo um momento feliz.

Uma pesquisa realizada em 2015 pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que apenas 50,2% da população afirma sempre usar o cinto quando estão no banco traseiro de carro, van ou táxi. Ou seja, quase metade não usa. Ainda de acordo com o levantamento, 79,4% das pessoas com 18 anos ou mais dizem sempre usar o item de segurança no banco da frente.

Usar o cinto atrás é, certamente, tão importante quanto na frente!

Ao utilizar o cinto de segurança no banco de trás, o passageiro também está protegendo o motorista e o carona. Isso porque as freadas são muito bruscas e, dependendo da velocidade de uma batida, o peso da pessoa pode ser multiplicado em até 40 vezes. Por exemplo, uma pessoa de 70 quilos ficaria com o peso de um animal como um hipopótamo, esmagando as pessoas do banco da frente, em um acidente.

Todo o cuidado nas estradas é necessário para que seu fim de semana seja incrível. Verifique seu carro ou moto (óleo, faróis, pisca alerta), use os equipamentos de segurança, transporte as crianças e animais da forma correta e lembre-se: se for dirigir, não beba. Tudo isso é essencial para que seu feriadão tenha também um final feliz.

Independente do que for fazer, aproveite os dias de folga, e viva seguro no trânsito. ;)

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Kombi completa 60 anos de fabricação no Brasil

Há 60 anos, a Volkswagen fabricou seu primeiro veículo no Brasil: uma Kombi. Desde então, uma longa história de amor entre os brasileiros e esse automóvel foi construída. Seja como meio de transporte ou fonte de renda (locomoção escolar, feira móvel), a Kombi é uma “mão na roda”, concorda? Mesmo fora de linha há três anos, muitas delas podem ser vistas por aí, inclusive nas telinhas de cinema. No último sábado, dia 2 de setembro, foi celebrado o Dia Nacional da Kombi. Que tal aproveitarmos para relembrar as peripécias da famosa “perua”, que tanto roda por esse país? Acompanhe com a gente!

1) Nascimento da Kombi

A primeira Kombi da Volkswagen produzida no Brasil saiu da linha de montagem da fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP) no dia 2 de setembro de 1957. Foi o primeiro modelo da marca produzido aqui, com 50% das peças e componentes fabricados no país.

Crédito: Divulgação Volkswagen.

2) Linha de montagem

De setembro de 1957 até janeiro de 2014, quando o veículo saiu de linha, mais de 1 milhão de unidades da Kombi haviam sido produzidas somente no Brasil.

Crédito: Divulgação Volkswagen.

3) Komborgânica

Além de ser um meio de transporte nas cidades, a Kombi foi um veículo pensado, desde o início, para ser usado no campo. Um projeto atual bem bacana é o Komborgânica. Batizada de Nika, essa Kombi é uma feira móvel de produtos orgânicos, que circula por São Paulo levando os produtos direto da fazenda para a mesa das pessoas. Veja mais no site deles aqui. Crédito: www.facebook.com/komborganica/

4) Inspiração para filmes

Em sua carreira, a Kombi já fez sucesso também na telona. Um dos filmes mais queridos foi a Pequena Miss Sunshine. Neste longa, uma família muito desajeitada sai em viagem em uma Kombi amarela com vários defeitos para levar a filha em um concurso de beleza.

Crédito: Little Miss Sunshine_© 2006 Twentieth Century Fox

5) Nova Kombi: 2014 x 2022

A última edição da Kombi foi lançada em janeiro de 2014, mas a Volkswagen já anunciou que trabalha em uma nova versão desse veículo adorado por tanta gente. E olha só, a Kombi do futuro vai contar com motor elétrico e uma autonomia de quase 500 quilômetros sem recarga. Legal e sustentável!

Crédito: Divulgação Volkswagen

Você também tem uma história bacana sobre a Kombi? Conta pra gente nos comentários! :D

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