Ir para conteúdo principal Ir para menu principal Ir para menu do rodapé Ir para menu Categoria Ir para menu Arquivo
Logon

Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
Início do conteúdo

Arquivos mensais: Dezembro 2017

Até 2020, pelo menos 400 mil brasileiros vão morrer no trânsito

No último mês de dezembro, foi aprovado no Congresso o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS) com metas de redução de índice de mortos no trânsito por grupo de habitantes e por grupo de veículos.

Todas as propostas para reduzir acidentes são importantes, mas devemos recordar que não são inéditas. Nos anos 90, por exemplo, tivemos o Programa de Redução de Acidentes (PARE) e, na década seguinte, foram divulgados vários estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) sobre os custos dos acidentes de trânsito.

Em 2011, o Brasil foi signatário de uma Resolução da ONU cuja intenção era reduzir as mortes pela metade até 2020. Era a chamada “Década de Ação pela Segurança no Trânsito”. Antes da assinatura dessa Resolução, no ano de 2010, 42.844 pessoas morreram em decorrência dos acidentes, o que significa que, para atingir essa meta, precisamos reduzir as mortes de 42 mil pessoas por ano para 21.000. Entretanto, considerando os dados das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT até novembro de 2017, fecharemos este ano com mais de 42 mil mortes. Aliás, os dados do Seguro não são referentes somente aos acidentes de 2017, mas também revelam a curva de crescimento que, infelizmente, confirma que o Brasil não cumprirá as metas da ONU.

É fato: falta muito para as propostas saírem do papel e chegarem ao mundo real. Nas rodovias federais, por exemplo, a Polícia Rodoviária Federal tem o mesmo efetivo de 1994 e vai ficar ainda menor com a antecipação das aposentadorias e falta de concursos. Nem mesmo a padronização das estatísticas de acidentes, o país conseguiu. No caso das rodovias federais, a PRF criou um padrão, mas cada polícia rodoviária estadual tem sua própria metodologia.

Portanto, o problema brasileiro não é falta de planos, muito menos de legislação, afinal, a nossa é uma das melhores do mundo. Nem mesmo podemos alegar falta de recursos, pois uma pequena redução de acidentes significa bilhões de economia para o país. O que falta é execução, cumprir metas, aplicação rigorosa da lei e a sociedade brasileira assumir que reduzir a violência no trânsito tem que ser uma prioridade.


Afinal, de 2011 até 2020, período da Década da ONU, pelo menos 400 mil brasileiros terão morrido no trânsito e cerca de 4 milhões serão vítimas de invalidez permanente. Será que esses números não são suficientes para entendermos o tamanho do problema?


Gostou do artigo? Clique aqui para conhecer o site do SOS Estradas, um programa que visa reduzir os acidentes e aumentar a segurança nas rodovias.

Continuar lendo

Enfrente seu medo de dirigir

Você tem medo de dirigir ou conhece alguém que tenha? Então, fique ligadinho no nosso post. Por ser um ato complexo e que envolve diversas competências cognitivas, além de habilidades e atitudes, dirigir requer do motorista um nível considerável de maturidade emocional e capacidade intelectual, as quais lhe permitam interpretar estímulos e reagir estrategicamente enquanto conduz seu veículo. Sabe o que isso quer dizer? É bem simples: que as barreiras do medo devem ser transpassadas para que a pessoa se sinta confortável e pronta para dirigir.

Inerente a todo ser humano, o medo não é de todo ruim, sabia? Através dele, o indivíduo passa a ter mais cautela e cuidado. O medo se torna um problema quando paralisa uma pessoa, tornando-se, então, patológico e necessitando, dessa forma, de um tratamento especial. Mas não é para desanimar, viu? Qualquer pessoa pode ser capaz de desenvolver bem sua habilidade de conduzir um veículo, se aperfeiçoando através da prática.

Confira algumas dicas que separamos para você enfrentar o medo de dirigir:

Não pense muito. Se você tem medo de dirigir, certamente vai pensar muito antes de tomar a decisão de enfrentar o medo. Por isso, é importante apenas se sentir determinado e tomar a atitude. Desvie dos pensamentos negativos e catastróficos para que assim você não se boicote.

Se for a primeira vez que você decide iniciar o processo de aprendizagem, procure cercar-se de pessoas que te apoiem, te incentivem e que te ajudem a superar seus medos. Pessoas que nos fazem sentir bem são propulsoras e coadjuvantes do nosso sucesso. ;)

Seja resiliente e não desista fácil. Se errar, continue tentando, pois somente através do erro que você aprenderá e se aperfeiçoará.

Acredite em você! Como você pode acreditar que vai falhar se você tem toda capacidade possível para lidar com essa nova situação? E mesmo se não conseguir de primeira, poderá tentar outra vez e tentar quantas vezes for necessário, até sentir-se seguro. ;)

Aprenda a superar os pensamentos sabotadores! Se ainda bater aquela dúvida, tenha em mente todos os benefícios que você mesmo terá em dirigir. Faça uma lista de vantagens:

- Autonomia;

- Possibilidade de realizar viagens e passeios;

- Liberdade, em poder sair quando e como quiser;

-Qualidade de vida;

- Possibilidade de concorrer a cargos ou concursos que exijam ou necessitem de CNH.

Se mesmo assim você estiver com dificuldade de enfrentar seus medos, busque ajuda profissional! Existem psicólogos especializados que te ajudarão a trabalhar a questão. Outra dica é mudar de autoescola, às vezes um novo professor ou instituição proporcionará uma nova experiência, com resultados positivos. Tenha perto de você pessoas queridas, que queiram seu bem e te ajudem a passar por esse desafio.

Conhece alguém que já passou por isso? É você mesmo? Comenta aqui embaixo para a gente. ;)


Continuar lendo

Desenvolvimento urbano sustentável: solução para o trânsito

cidades-sustentaveis.png

Encontrar soluções para a crise da mobilidade urbana é um dos principais desafios do poder público nos dias de hoje, não é mesmo? Diariamente, a população enfrenta horas de deslocamento devido ao trânsito. A cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, já enfrenta três horários de pico todos os dias, segundo uma pesquisa feita pela Secretaria Estadual de Transporte. Além da manhã e do fim do dia, os cariocas também passaram a enfrentar o horário do rush no trânsito também ao meio-dia, período de almoço e de saída e entrada das escolas.

Uma possível explicação para esse fato é que o uso do transporte individual aumentou. O carro, que antes era utilizado por 25,8% da população, passou a ser opção para 28,5%. Já o transporte coletivo, que era a alternativa para 74,2% das pessoas, teve queda e passou a ser opção para 71,5%.

Além disso, quando questionados pelo IBOPE, a maioria dos moradores de São Paulo (80%) que utilizam o automóvel em seus deslocamentos diários indicaram que deixariam de utilizar o carro se tivessem uma "melhor alternativa de transporte".

Em termos práticos, um automóvel ocupa oito vezes mais espaço para transportar uma pessoa do qualquer outro modal. Por isso, a WRI Cidades Sustentáveis, uma organização que atua em soluções para desenvolvimento urbano inclusivo e sustentável, acredita que a saída para garantir a eficiência da mobilidade urbana é a diversificação. É fundamental, ainda, o incentivo ao transporte ativo – a pé e bicicleta – para que todos de fato ocupem seus espaços na cidade e saiam do uso privado através do transporte coletivo.

Pensando nisso, separamos aqui algumas dicas que todo mundo pode adotar. Confira! ;)

- Caso sua cidade conte com ciclovias, que tal optar pelo transporte em duas rodas?

- Para trajetos mais curtos, uma caminhada, além de mais saudável, contribui bastante com o trânsito.

- Vai de carro? Ofereça carona para quem trabalha com você ou para seus vizinhos e contribua para a diminuição do número de carros nas ruas.

- Se você entra no trabalho em um horário de rush, que tal sair alguns minutos mais cedo e evitar circular em horários mais movimentados?

Ideias e propostas existem e diferentes investimentos podem ser feitos nas cidades a fim de contribuir com a mobilidade. Melhorias nas ciclovias, diversidade e qualidade de modais disponíveis nos grandes centros urbanos estão entre as iniciativas que podem aumentar a qualidade de vida da população. Enquanto isso, cada um de nós pode ajudar o planeta evitando usar o carro e substituindo nossos hábitos por atitudes mais saudáveis e sustentáveis.

E você, como vai para o trabalho, por exemplo? Compartilhe com a gente as suas experiências. ;)


Continuar lendo

Redes sociais contribuem para um trânsito melhor

De janeiro a novembro de 2017, mais de 355 mil pessoas foram indenizadas nas 3 coberturas (morte, invalidez permanente, total ou parcial e despesas médicas) do Seguro DPVAT. Se levarmos em consideração apenas os casos de morte, que cresceram 24% em relação ao mesmo período de 2016, os números chegam a 37.492 mil indenizações!  Um dado bastante preocupante, não é, pessoal? E ainda tem mais: o Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, com cerca de 47 mil mortes por ano.

Diante das estatísticas, novas maneiras de ampliar a conscientização e fazer a diferença estão sendo utilizadas e, hoje em dia, contam com uma grande aliada: a internet. Com o alcance das redes sociais, campanhas impactam milhares de pessoas no mundo, refletindo, posteriormente, em ações positivas no trânsito. Um exemplo bem interessante foi a criação do Movimento Maio Amarelo, com a proposta de debater os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, estimular cada cidadão a adotar um comportamento mais seguro e responsável. O movimento incluiu peças em diferentes formatos, como por exemplo, a personalização das páginas pessoais na rede social Facebook adotando o twibbon nas fotos de capa e de perfil, com a hashtag “Minha escolha faz a diferença no trânsito”.

Sem campanhas de conscientização, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito até 2020. Por isso, elas são tão importantes! ;) Outro exemplo de bom uso da internet para a construção de um trânsito melhor são as ações do Detran que chamam a atenção de famosos infratores nas redes sociais. A atriz Débora Nascimento, por exemplo, gravou um desabafo em seu perfil no Instagram, enquanto dirigia o seu carro e o órgão não perdeu tempo. Horas depois, a instituição, em seu perfil no Facebook, deu um puxão de orelha na atriz: "Desabafar é preciso, mas fazer isso no celular enquanto dirige é muito perigoso. Isso porque você divide a atenção entre o celular e o trânsito à sua frente. E, num piscar de olhos, um acidente pode acontecer".

Recentemente, o mesmo aconteceu com o clipe “Vai Malandra”, da cantora Anitta. Aproveitando a oportunidade, o Detran-RJ postou no Twitter um gif chamando a atenção para cena onde a cantora aparece na garupa de uma moto, usando um capacete. "Malandra que é malandra só vai de capacete", diz o texto do post. E é verdade, não é mesmo? Segundo informações do órgão, esse tipo de ação com famosos alcança mais de 760 mil pessoas nas redes sociais. Eles também salientam que os posts nas redes sociais procuram tratar o tema de forma mais leve e bem-humorada.

As campanhas online servem como um reforço para conscientizar a todos que os condutores têm grandes responsabilidades nas mãos. Elas geralmente são bem impactantes e devem mesmo ser assim, pois o resultado pode ser visto na prática com menos acidentes e um trânsito mais seguro. E você, lembra de algum outro exemplo legal? Compartilhe nas redes sociais e com a gente também. ;)


Continuar lendo

Condução agressiva, perigo constante

A direção agressiva, também conhecida como direção ofensiva, é um motivo de preocupação no trânsito do mundo inteiro. Infelizmente, esse é um comportamento comum que, segundo a Associação Americana de Veículos Automotores, está presente em 56% dos acidentes de trânsito. Atitudes como não respeitar o limite de proximidade do carro da frente, ultrapassar pela direita, avançar o sinal vermelho e trafegar pelo acostamento, muitas vezes, resultam em brigas e acidentes.

Em termos gerais, a direção agressiva pode ser definida como “operar um veículo automotor de forma egoísta, impaciente ou agressiva, de maneira pouco segura e que afeta diretamente outros motoristas”. Por esse motivo, é importante termos muita prudência e atenção. ;)

Um estudo realizado nos Estados Unidos pela Foundation for Traffic Safety, em 2014, mostrou que cerca de 80% dos motoristas americanos apresentam comportamento agressivo ao volante. Dirigir muito próximo aos outros veículos, gritar, buzinar, gesticular, fechar o carro da frente ou sair para confrontar a outra pessoa foram alguns dos principais comportamentos relatados nessa pesquisa, realizada com mais de dois mil motoristas americanos.

Este estudo destacou como esse tipo de comportamento é cada vez mais predominante no trânsito e é uma ameaça bastante séria para a segurança nas estradas. Mais de 78% dos entrevistados relataram como haviam pelo menos apresentado um comportamento agressivo no último ano. A gente espera que você não se reconheça nesses tipos de comportamentos.

No Brasil, foi realizada uma pesquisa similar assinada pelas Faculdades Integradas Pitágoras, de Montes Claros (MG), que elenca alguns resultados parecidos sobre as causas de agressividade no trânsito. A avaliação comprovou que, se um motorista comete um erro ou uma violação, as justificativas, normalmente, são as seguintes: o ambiente físico permite que o faça sem danificar o seu veículo e a si mesmo; a fiscalização do cumprimento das normas não está sendo feita de forma adequada ou o ambiente social do trânsito permite ou até incentiva tal comportamento.

O estresse no trânsito é um problema real e bastante presente, mas temos que sempre manter em mente que a segurança é prioridade. Reforçar a formação dos condutores e realizar um esforço para elevar o nível de tolerância e a empatia devem ser enfatizados para que se minimize o caráter agressivo e a coletividade do trânsito não seja prejudicada. Devemos dirigir de forma defensiva, por nós e pelos outros, ou seja, com atenção ao tráfego, aos outros veículos e condutores, evitando provocar e/ou se envolver em acidentes. E você, tem feito a sua parte para termos um trânsito melhor? ;)


Continuar lendo

Em todas as épocas do ano, precisamos cuidar uns dos outros no trânsito

Nos próximos dias, milhões de brasileiros vão pegar a estrada para passar o Natal em família ou celebrar o Ano Novo com amigos e parentes. É tempo de alegria, de compartilhar, abraços fortes e desejos de felicidade. É também época de renovar promessas e estabelecer novos objetivos.

Dentro desse pacote de resoluções do Ano Novo, é importante que os brasileiros incluam respeitar as normas de trânsito, seja como pedestres, motoristas ou passageiros. Esse compromisso é pelo bem comum, tão esquecido na correria do mundo moderno.

Para entender o tamanho da nossa missão, basta pensar quantas pessoas vão passar o Natal longe dos seus entes queridos ou lembrar deste ano como o ano da ausência em função de um acidente que levou um ente querido. Para quem perde um filho, pai, irmão, esposa, mãe para a violência no trânsito, as festas de fim de ano são muitas vezes um momento de dor que vai na contramão da felicidade contagiante de tantos que os cercam.

Neste período, quando observamos um acidente grave na estrada, sabemos que tem gente esperando pelas vítimas que não vão chegar para aquele abraço apertado de Natal ou que estarão ausentes da festa de final de ano. Os que ficam esperando por quem não chega, não fazem parte das estatísticas, mas também são vítimas: são sequelados da dor, mutilados de coração.

Quando entendermos que todos que compartilham as ruas e estradas conosco são únicos e essenciais para alguém, com certeza podemos abrir mão das leis de trânsito, porque teremos a certeza que todos irão conviver pacificamente nas avenidas e rodovias.

Que cada quilômetro percorrido neste final de ano e em todos os outros, seja um trajeto feito de felicidade, animação e, principalmente, respeito ao próximo.

Gostou do artigo? Clique aqui para conhecer o site do SOS Estradas, um programa que visa reduzir os acidentes e aumentar a segurança nas rodovias.

Continuar lendo

A cobertura do futuro

Um novo tipo de seguro vem crescendo nos últimos tempos, principalmente depois da multiplicação de ameaças de hackers globais e a maior rigidez da legislação sobre proteção de dados em mercados como o europeu. E aí, já adivinhou do que estamos falando? Estamos falando do ciberseguro, um tipo de cobertura que protege empresas em casos de invasões cibernéticas e vazamentos de informações. O setor está em alta e a expectativa é que, em dois anos, o volume de prêmios pagos salte de apenas R$ 2 milhões para R$ 100 milhões. Surpreendente, não é mesmo?

Mas você sabe exatamente qual é a cobertura do ciberseguro? Ele protege desde a responsabilidade civil por danos causados a clientes até a equipe de negociação com os chamados “sequestradores” virtuais de dados, bem como o eventual resgate, que é pago em bitcoins. Essa força-tarefa tecnológica é posta em operação entre 24 e 48 horas após o ataque, segundo as seguradoras.

Para entender o contexto, essa necessidade de um novo tipo de proteção surgiu impulsionada pelo vírus WannaCry, que atingiu mais de cem países em maio desse ano e provocou prejuízo global estimado em US$ 8 bilhões. Este é considerado o principal catalisador da necessidade de seguro entre as empresas brasileiras. Somente no país, a estimativa é que já tenham sido emitidas entre 60 e 100 apólices, a maioria em 2017. A primeira procura veio de multinacionais, que já têm esse tipo de cobertura no exterior e, como prevê a legislação brasileira, precisam de uma apólice local para estarem cobertas no país.

O mais interessante é que cada ciberseguro de empresa é diferente. Tradicionalmente, ele é adquirido por aquelas que se preocupam com a perda de dados de clientes, como bancos e varejistas, por exemplo.

Ciberseguros no mundo

Os ataques cibernéticos são uma das principais preocupações das empresas em todo o mundo. Na Espanha, por exemplo, as seguradoras, através da patronal Unespa, buscam maneiras para enfrentar o risco de ataques cibernéticos. Entre as ações está a criação de um pool de seguradoras e o possível envolvimento do Consórcio de Compensação de Seguros nesta cobertura para repartir os riscos e diluir as possíveis perdas da cobertura dos ataques cibernéticos.

Como o mercado de seguros cibernéticos é recente, há uma limitação da oferta das entidades e das coberturas, uma vez que não há estatísticas ou históricos de sinistralidade que permitam calcular os preços adequados e uma previsão das possíveis indenizações futuras. No entanto, os ciberseguros já são realidade e uma tendência. E você, já conhecia os ciberseguros? Compartilhe com a gente a sua opinião sobre o assunto. ;)




Continuar lendo

50 anos da regulamentação do DPVAT: o seguro do trânsito brasileiro

Você já sabe que o DPVAT, seguro administrado pela Seguradora Líder, tem caráter social e ampara todas as vítimas de acidentes de trânsito em todo o Brasil, não é? Mas você sabia que em dezembro comemoramos 50 anos da regulamentação do seguro? Isso mesmo! 😉

Há meio século, em dezembro de 1967, foi regulamentada a obrigatoriedade do Seguro de Responsabilidade Civil dos Proprietários de Veículos Automotores de Vias Terrestres, hoje conhecido como Seguro DPVAT – Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre. Desde a assinatura do decreto, o DPVAT passou a ser pago por todos os proprietários de veículos automotores, uma única vez ao ano, junto com o IPVA, ou até o licenciamento, no caso de veículos isentos do imposto.

Hoje em dia, ele representa uma importante fonte de receita para a União e, por aqui, temos muito orgulho disso! \o/ Do total arrecadado, 45% são repassados diretamente ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) e ao Sistema Único de Saúde (SUS), a fim de fazer frente aos custos de procedimentos médico-hospitalares decorrentes da assistência a vítimas de acidentes; e 5% são repassados ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), para a realização de campanhas e outras iniciativas no âmbito da Política Nacional de Trânsito. Os 50% restantes constituem o montante efetivamente destinado à Seguradora Líder-DPVAT, para o pagamento de indenizações, despesas operacionais e administrativas derivadas da operação do seguro obrigatório.

Como a gente quer que você conheça tudo sobre o Seguro DPVAT, que tal falarmos um pouco sobre as suas coberturas? O Seguro oferece cobertura para ocorrências que resultem em morte, invalidez permanente (total ou parcial) e despesas médico-hospitalares decorrentes de acidentes de trânsito. A indenização é paga em até 30 (trinta) dias após a entrega da documentação completa. O pedido de indenização pode ser realizado gratuitamente em um ponto oficial de atendimento pelo próprio demandante ou seus familiares e você pode fazer tudo sozinho! A proteção é assegurada por um período de até 3 anos a partir da data de registro do acidente. 😉

Vale lembrar que o seguro é oferecido independente de culpa no acidente: se houver uma vítima, ela será beneficiada, por isso, o DPVAT é tão importante. Esse é um instrumento de proteção social que beneficia todos os brasileiros.


Continuar lendo

Dicas para quem vai pegar a estrada nos feriados do final de ano

O fim de ano já chegou e muita gente aproveita essa oportunidade para pegar a estrada com os amigos ou com a família. Porém, antes de partir, é importante verificar as condições do seu veículo, como o estado dos pneus, dos limpadores de parabrisa, das luzes, do óleo, dos freios e se a documentação do carro está em dia.

O horário escolhido para fazer as viagens também é muito importante para garantir a segurança: o ideal é pegar a estrada de dia, evitando os horários de pico. Além disso, o motorista deve estar sempre descansado e se programar para fazer paradas a cada 2h de direção, com o objetivo de se alongar e recuperar seus reflexos. Outra dica está na bagagem, que deve estar sempre acomodada de forma adequada, já que o excesso de peso compromete a segurança do condutor.

As crianças também devem estar acomodadas na cadeirinha, conforme a sua idade. Mas não é só para elas que o cinto de segurança é obrigatório: demais ocupantes também devem utilizá-lo, inclusive aqueles que viajam de ônibus.

Nunca viaje com mais pessoas do que a capacidade do seu veículo e tenha sempre água, biscoitos e frutas dentro do seu carro. É comum, quando acidentes param a estrada, sentir fome e sede dentro de um veículo, uma situação nada agradável, principalmente quando se viaja com crianças a bordo.

Outro fator que pode gerar incômodo é dirigir com os vidros abertos. É importante mantê-los fechados, ainda que o veículo não tenha ar-condicionado, afinal, insetos e pedras podem invadir o carro inesperadamente e ferir o condutor ou tirar a sua atenção, causando acidentes.

Respeite a sinalização da estrada e somente ultrapasse quando for permitido e houver visibilidade. Outras dicas válidas nesse momento: viajar sempre com os faróis acesos, respeitar o limite de velocidade, nunca usar o celular ao volante e jamais dirigir sob o efeito de álcool ou drogas, além de deixar o acostamento sempre livre.

Nas rodovias concedidas, procure ter sempre a mão o telefone 0800 para solicitar socorro ou obter informações. Anote também o telefone das polícias rodoviárias. No caso de rodovias federais, o número é sempre 191.

Por fim, aproveite ao máximo a viagem e lembre-se que o importante é chegar com segurança, independentemente do tempo que isso leve.

Gostou do artigo? Clique aqui para conhecer o site do SOS Estradas, um programa que visa reduzir os acidentes e aumentar a segurança nas rodovias.


Continuar lendo

O futuro do transporte

A tecnologia tem cada vez mais se aprimorado para facilitar a nossa vida, não é mesmo? E isso não poderia ser diferente quando o assunto é transporte público. Todos os anos, países investem em ações que aliam tecnologia e mobilidade urbana para maior conforto dos usuários nas grandes cidades.

Em países como França, Espanha e Alemanha, os meios de transporte automatizados, por exemplo, já são uma realidade, garantindo um salto de qualidade. Iniciativas como essas refletem no aumento da capacidade da frota, menor tempo de espera, maior segurança na operação e diminuição no impacto ambiental. 😉

No Brasil, essa realidade ainda é um pouco diferente e temos muitos pontos a melhorar. Segundo o Instituto Akatu, o país deixa de gerar R$ 90 bilhões por ano com a perda de produtividade dos trabalhadores que passam, pelo menos, meia hora por dia no trânsito. Esse montante é equivalente a 2,5% do PIB. :O Já o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que os moradores das nove maiores regiões metropolitanas do país gastam, em média, 1 hora e 22 minutos por dia no transporte coletivo. A tecnologia poderia ser uma maneira de resolver o problema e encontrar soluções para o nosso sistema de transporte público.

Pensando nisso, vamos conhecer juntos algumas das tendências de mobilidade? \o/

Direção automatizada

Os trens e metrôs operados remotamente por meio de softwares de controle, conhecidos como sistemas driverless, já são uma realidade. Essa automação possibilita programar a velocidade e o intervalo dos trens conforme a necessidade e até determinar o tempo de abertura das portas, pessoal. A tecnologia oferece mais conforto, rapidez e segurança aos usuários.

Em Paris, na França, o metrô é um bom exemplo dos benefícios desse modelo. Inaugurada em 1900, a linha 1, a mais tradicional da cidade, concluiu a migração de sistema em 2013. Com a mudança, os intervalos entre um trem e outro foram reduzidos de 105 segundos para 85 segundos – o que permitiu aumentar a capacidade de passageiros em quase 50%. Como os trens estão perfeitamente sincronizados, a necessidade de fazer paradas bruscas é menor, reduzindo o consumo de energia em 15%. Bem legal, não é?

Planejamento em tempo real

Programas de análise de dados em tempo real têm transformado a rotina do trânsito ao redor do mundo. Os sistemas de monitoramento permitem mudar os padrões do tráfego, reprogramando o intervalo dos semáforos para aliviar congestionamentos. Em Berlim, por exemplo, já é realidade a utilização de um sistema que cruza informações fornecidas por órgãos oficiais para fazer cálculos de curto prazo e assim informar os usuários sobre a situação do trânsito no momento. As informações são exibidas nas paradas de trens e ônibus, estacionamentos públicos e displays espalhados pela cidade.

Conexão com o usuário

O acesso a celulares com mais tecnologia tem tornado os usuários mais conectados, o que abre caminho para sistemas que permitem ao cidadão acompanhar o trânsito nas cidades.

Já existem cidades com sistemas de mobilidade inteligente, onde aplicativos são capazes de mostrar o panorama geral em tempo real da rede de transporte. É o caso de Barcelona, na Espanha, onde o órgão responsável pelos serviços de transporte urbano na cidade implantou um sistema de gestão que calcula o tempo percorrido por ônibus e trens e mantém essa informação permanentemente atualizada e acessível nos sete aplicativos de que dispõem. Com a ferramenta, 90% dos ônibus conseguem cumprir seu horário, mais que o dobro da média de 10 anos atrás. Os passageiros, por sua vez, contam com estimativas de tempo mais precisas para planejar sua viagem, o que aumenta a comodidade.

E você? Qual o seu sonho de consumo tecnológico para ajudar na mobilidade do dia a dia? Conta para a gente aqui nos comentários. 😉


Continuar lendo

Página 1 de 2
12