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Viver Seguro no Trânsito

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Arquivos mensais: Março 2019

Operação Lei Seca comemora 10 no Rio de Janeiro

Criada em 2008 pelo deputado federal Hugo Leal, a Lei Seca se tornou um importante instrumento de prevenção de acidentes e educação no trânsito no Estado do Rio de Janeiro com o lançamento, há 10 anos, da Operação Lei Seca. Gerando conhecimento e conscientização, a iniciativa ajudou a diminuir a presença de motoristas alcoolizados no trânsito e, consequentemente, o número de vítimas de acidentes. Fique ligado aqui no nosso post e saiba mais sobre os benefícios e ganhos que a Operação trouxe para o estado! 💖

Investimentos que geram resultados no trânsito:
Com as ações realizadas em diversas vias do estado, grande parte dos motoristas passaram a se conscientizar e passaram a perceber que álcool e direção, realmente, não combinam. Dados da Secretaria de Estado de Governo mostram que, desde o início das operações, mais de 3,6 milhões de motoristas foram abordados em cerca de 22 mil blitzes. A redução na quantidade de motoristas dirigindo sob o efeito de bebidas alcoólicas nesse período chegou a 50%. 😱

Enquanto o número de infratores diminuiu, a punição passou a pesar um pouco mais no bolso dos motoristas: a multa é de R$ 2.934,70 para os condutores pegos em flagrante. Além disso, passou também a ser penalizado quem se recusa a soprar o bafômetro.

E o que todos esses dados querem dizer?
E nós aqui do Seguro DPVAT ajudamos a comprovar que a Operação Lei Seca dá resultado! De acordo com os nossos números, em 2008 foram pagas 5.173 indenizações para acidentes de trânsito com vítimas fatais no estado do Rio de Janeiro, número que caiu 53% em relação a 2018, quando foram pagas 2.547 indenizações por morte :o

A conscientização continua...
É claro que os acidentes de trânsito causados pela ingestão de bebidas alcoólicas ainda preocupam e, por isso, a Operação Lei Seca investe em ações não apenas à noite. Além de mais horas nas ruas, a campanha deve aderir, posteriormente, a equipamentos que permitam detectar, também, o uso de drogas entorpecentes.

Galera, é importante se conscientizar de que álcool e direção não são uma boa combinação e que vidas podem ser poupadas se cada um fizer sua parte. Certo? Conta pra gente sua opinião sobre o assunto aqui nos comentários. Ela é muito importante para nós! 😉


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#Curiosidades: Saiba um pouco sobre os seguros pelo mundo

Se tem um tema que dominamos por aqui é o do mercado de seguros. 😉 Além do nosso DPVAT, muitos são os tipos oferecidos, como auto, residencial, saúde, e muitos outros já bem conhecidos. Se você não tem um desses, pelo menos já ouviu falar. Mas você sabia que existem alguns inusitados ou até mesmo com características bem específicas e diferentes da maioria? Vem com a gente conferir um pouco dessas opções! 🙂

Um seguro para os cãezinhos... perigosos
É isso mesmo: um seguro para cães perigosos, galera! Ele leva a sigla SOCAP (Seguro Obrigatório para Cães Perigosos) e já existe no Peru desde 2001. De acordo com a norma, os donos de cães considerados perigosos devem contratar um seguro de responsabilidade civil contra os danos que os seus animais podem causar a terceiros. Esse é o requisito básico para obter a licença de propriedade do bichinho! 🙂 A cobertura do seguro é anual e o benefício é para cada vítima.

Mas a gente sabe que lendo tudo isso, bate aquela curiosidade: o que é considerado um cão perigoso? De acordo com a lei que regula o regime jurídico de cães no Peru, são classificados dessa forma todos os animais da raça canina, híbrida ou cruzada American Pitbull Terrier; os que foram adestrados para lutas ou que tenham participado de alguma; e os que tenham antecedentes de agressividade contra as pessoas. 😮

Em caso de alguma ocorrência ou dano, o dono do cão deve comunicar à seguradora, por escrito, bem como à delegacia policial mais próxima, para que as investigações sejam iniciadas. 🙂 Já conhecia essa categoria de seguro?

Bolsa mais do que protegida
É, galera! Infelizmente, a violência está em todo lugar e são muitos os casos de assalto e furtos em todo o país. Pensando nisso, algumas empresas criaram o Seguro Bolsa Protegida, que dá direito à indenização para reposição de itens que costumamos carregar no dia a dia, como carteira, telefone celular, óculos de sol ou de grau, cosméticos, e perfumes.

Esse tipo de seguro tem se tornado cada vez mais comum e já é oferecido por, pelo menos, seis instituições financeiras e redes de lojas no Brasil. E há uma vantagem: ele costuma ter baixo custo! Na maioria dos casos, por uma mensalidade em torno de R$10 é possível garantir uma cobertura de até R$1.000 por pertences roubados ou furtados. Ah! Todos exigem o boletim de ocorrência, viu?! 😉

Seguro casamento: e por que não?
Um seguro para casamento sim, galera! Cada vez mais popular nos Estados Unidos, ele tem o objetivo de pagar despesas caso a cerimônia não possa ser realizada, seja por motivos de doença ou alguma catástrofe natural. 🙂

E como ele funciona? O que ele cobre? Deixa que a gente te explica! 😉 Ele cobre incidentes como incêndios, explosões, desabamento da estrutura montada e outros acidentes no espaço alugado para o evento, problemas com som, iluminação e decoração, danos no vestido da noiva, entre outras situações. Ah, e tem mais! O seguro para casamento também inclui cobertura para acidentes pessoais que possam ocorrer durante a festa de casamento.

Só lembrando...
Você não achou que a gente não ia falar um pouquinho sobre o Seguro DPVAT neste post, não é? O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de via Terrestre (DPVAT) foi criado em 1974 e é um seguro pago pelos proprietários de veículos do Brasil. 🙂

O Seguro DPVAT tem várias peculiaridades: tem como finalidade amparar todas as vítimas de acidentes de trânsito em território nacional, seja motorista, passageiro ou pedestre, sem necessidade de apuração de culpa. Ou seja, todo mundo recebe, até quem não tem veículo. São três tipos de cobertura previstas em Lei: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e suplementares (DAMS).

E para dar entrada? Além de ser gratuito e precisa da ajuda de terceiros. Basta reunir a documentação correta e completa e levá-la a um dos nossos pontos de atendimento espalhados pelo Brasil ou dar entrada diretamente pelo aplicativo “Seguro DPVAT”, disponível na Apple Store ou Google Play. 😉

É seguro para tudo que a gente possa imaginar, não é mesmo? Isso porque não falamos dos mais exóticos, mas esses a gente deixa para outro post! 😉 Curtiu? Comenta e compartilha com os amigos! Até a próxima!



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#DPVATExplica – Como declarar o Seguro DPVAT no Imposto de Renda

Ahhh, o início de ano! ❤ Época de férias, verão, Carnaval e... de fazer a Declaração Anual do Imposto de Renda (IR)! E muitas são as dúvidas que cercam esse momento. 😆 Mas como #EstamosAquiParaVocê, preparamos um conteúdo para responder a seguinte pergunta: como declarar a indenização recebida do #SeguroDPVAT na hora de acertar as contas com o Leão? Vem com a gente! 😉

Primeiramente...
É preciso entender: todo valor que você recebe como compensação por alguma perda precisa ser informado no Imposto de Renda. Nesse quesito, entram as indenizações pagas por seguradoras, como é o caso do Seguro DPVAT, ou provenientes de ações judiciais, por exemplo. 🙂

É benefício isento que fala?
É isso mesmo! O valor da indenização do Seguro DPVAT é um rendimento isento, ou seja, você não precisa pagar nenhum imposto sobre o ganho. E como o próprio nome diz, essa informação deve ser incluída na linha 26 (Outros) na parte de “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” do Imposto de Renda, de acordo com o que determina o Decreto nº 3.000/1999 e na Instrução Normativa RFB Nº 1.500/2014, Art. 11. 👍

Lembrando que...
Além do Seguro DPVAT, também entram nesse quesito itens como rendimento da caderneta de poupança, indenização de seguro por roubo e seguro-desemprego. Ah, e é sempre bom anotar: os valores das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT são de R$ 13.500 em caso de morte, até R$13.500 para invalidez permanente, e de até R$ 2.700 para reembolso de despesas médico-hospitalares, o DAMS.

Anotou tudo direitinho?! Agora é só preencher sua Declaração e ficar em dia! 🙂 E já sabe: suas dúvidas podem gerar outros posts, tipo esse. Deixe seu comentário e compartilhe nas redes sociais. 🙂 Até a próxima!


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Saiba mais sobre a evolução das placas de trânsito no Brasil

Se tem um assunto que não sai da boca dos brasileiros quando o assunto é trânsito são as Placas Mercosul. De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a nova placa já está presente em mais de 900 mil veículos no país. Mas você sabia que esta é a quinta vez que o modelo é mudado desde que foi criado, em 1901? Para entender melhor esse “troca-troca”, o post de hoje vai levar você por uma viagem pelos sistemas de placas de veículos que já foram adotados no Brasil. Bora? ;

Lá nos primórdios...
O primeiro sistema de placas brasileiras surgiu lááá em 1901, e foi usado por 40 anos. O modelo era bem diferente: podia ser das cores preta ou vermelha com caracteres brancos, e apenas uma sequência básica de números de 1 a 99999 precedida pelas letras P, para veículo particular, ou A, para veículo de aluguel. As sinalizações eram emitidas pelas prefeituras. Por isso, poderia facilmente haver placas iguais em cada um dos municípios brasileiros. Curioso, né?

A fase das placas numéricas...
A partir de 1941, o sistema evoluiu: as placas continuaram a ser emitidas pelos municípios com sequência numérica simples, mas a categoria do veículo era representada por... cores! Ou seja, a placa laranja, com números pretos, era usada por veículos particulares, e a vermelha, com números brancos, por veículos de aluguel e/ou frete. O nome do município de registro e a sigla do Estado foram incluídos no topo da placa para diferenciar os carros por localidade. Ah, e tinham também as placas traseiras! Elas possuíam só a sigla do Estado e a sequência de números. As placas de motos seguiram o mesmo estilo, mas eram ovais, e não retangulares.

...E das alfanumérica
Aí, em 1969, entraram as letras. As placas passaram a combinar um par de letras seguido por quatro números para veículos de quatro ou mais rodas, e três números para veículos de duas ou três rodas. Foi nesse momento que as placas finalmente passaram a ser registradas pelo Estado, e não mais pelo município. Assim, as combinações de letras eram distribuídas por região administrativa, evitando a repetição de placas dentro do estado. Ou seja, acabou a confusão! 🙂

O período do registro nacional
Esse é o sistema que usamos até hoje, galera! Ele começou a ser implementado em 1990, no Paraná, e foi sendo adotado aos poucos em cada Estado até ser totalmente implementado em 1999. As placas passaram a adotar um prefixo de três letras e uma sequência de quatro números – valendo também para motos – aumentando o número de combinações possíveis para mais de 150 milhões. E a cor? Mudou também! As placas passaram a ter o fundo cinza com caracteres pretos para veículos particulares e vermelho com caracteres brancos para veículos de aluguel. 😉

Chegamos em 2018... e vieram as Placas Mercosul
A última parada da nossa viagem é a Placa Mercosul, que surgiu a partir de um acordo entre o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) com os países do Mercosul com o objetivo de criar um sistema unificado entre esses países. E você já deve ter visto o novo modelo por aí: são brancas, com uma tarja azul na parte superior, onde fica o nome do país no qual o carro está registrado, e uma combinação alfanumérica com quatro letras e três números. As placas têm também a bandeira do Estado e o brasão de armas da cidade onde o veículo é registrado, com as categorias diferenciadas por cor dos caracteres. De acordo com o Ministério de Infraestrutura, a nova placa já está em vigor em sete Estados: Rio de Janeiro, o primeiro a adotar o modelo; Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, unidades da federação que migraram para o formato em dezembro de 2018.

Você imaginava que as placas teriam tanta história para contar? Bacana, né?! Então, curta, comente e compartilhe com os amigos! 🙂 Até a próxima! 😉




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Defeito de fabricação coloca em risco até quem não tem carro

No caso da indústria automobilística, montadora ou importadora, recall é quando proprietários de determinados veículos são convocados para que seja feita a checagem de um defeito grave que coloca em risco a vida dos ocupantes do veículo e demais pessoas. São defeitos do sistema de direção, freio, suspensão, motores que desligam inesperadamente e carros que aceleram sozinhos, entre outros.

Há poucos dias, uma matéria publicada pelo jornal Extra, do Rio de Janeiro, alertava que 56% dos proprietários de veículos com airbag da marca Takata não compareceram às concessionárias para fazer o devido reparo. Isto significa, só no Brasil, dois milhões de veículos circulando com risco de que o sistema abra inesperadamente, causando acidentes.

Lembramos, então, do livro, publicado há mais de 15 anos, intitulado “Recall: o que as montadoras não contam”, quando identificamos que, pelo menos 4 milhões de carros circulavam com defeito por não aderirem aos recalls. Na média, cerca de 50% dos proprietários não atendem à convocação. Em parte, por desleixo, porque tomam ciência, mas não levam o veículo na concessionária. Mas, na maioria dos casos, os proprietários sequer sabem que há um defeito grave. Os anúncios feitos pelas montadoras são limitados a poucos veículos de comunicação, apenas para atender ao código de defesa do consumidor.

Entretanto, o defeito de fabricação de um veículo não é apenas uma questão de consumo que envolve o risco de outras pessoas que circulam pelas ruas e estradas. Quando um ônibus tem um defeito grave, passageiros e demais usuários das vias não tem nenhuma relação de consumo com o fabricante ou concessionária que vendeu o veículo. Porém, podem morrer por causa do defeito.

Ciente de que há muito o que corrigir nos comunicados recall, no índice de comparecimento dos proprietários, além de investigações necessárias para identificar os defeitos graves, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) está trabalhando para aperfeiçoar esse sistema, ao menos de veículos e autopeças. Portanto, façam o recall sempre que necessário. Afinal, se dois milhões de proprietários não comparecem a convocação para a revisão de um item tão importante, que é o airbag, a situação é inaceitável. Recall é, acima de tudo, questão de segurança no trânsito.

Gostou do artigo? Clique aqui para conhecer o site do SOS Estradas, um programa que visa reduzir os acidentes e aumentar a segurança nas rodovias.



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Carnaval vai deixar, pelo menos, 300 mortos e 3 mil feridos nas estradas

No Carnaval de 2018, somente nas rodovias federais, 103 pessoas morreram e 24 ficaram feridas. Se considerarmos o somatório dos mortos e dos feridos nos acidentes das rodovias estaduais, o número de vítimas dobrou. Infelizmente, já podemos estimar o total de mortos e feridos que teremos nas rodovias brasileiras neste Carnaval. Em apenas 5 dias de folia, o número de vítimas fatais será entre 180 e 240 pessoas, e o de feridos, entre 2.800 e 3.300. Destes últimos, cerca de 20% costumam ser graves. A conta mortal será de, pelo menos, 300 óbitos.

É costume que a mídia fique mais focada nas mortes divulgadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), que devem variar entre 90 e 110 mortos. Com exceção do Estradas.com.br, praticamente ninguém faz um levantamento do total das vítimas considerando as vias federais e estaduais somadas. Quanto à estimativa de quantas pessoas que efetivamente morrem em decorrência do total dos acidentes, não temos o menor prazer em acertar anualmente essas previsões. Pelo contrário, lamentamos profundamente que isso ocorra. Mas o fato é que a sociedade parece anestesiada com esses números. É como se aceitássemos as mortes nesses períodos como inevitáveis. Depois do Carnaval, ficamos esperando o balanço das mortes no feriado da Páscoa, e assim passamos o ano contabilizando mortos e feridos.

Quem sabe o novo governo consiga mudar essa realidade. Mas, para isso, precisa conscientizar o alto escalão. Para aqueles que acreditam que as campanhas educativas vão mudar esse quadro, lamentamos informar que mudanças pela educação demoram décadas, e que nesse entretempo, continuaremos a enterrar as vítimas e produzir inválidos. Além do mais, quem tem habilitação já conhece as regras e já foi educado. O que funciona, de fato, é aplicar a lei com máximo rigor, punir os infratores, dar condições de trabalho para as polícias rodoviárias, e mostrar para a sociedade que as mortes no trânsito são inaceitáveis. Essa é a mensagem que o governo precisa passar.

E, por favor, é hora de parar com o discurso sobre a indústria da multa. O que temos é uma fábrica de infratores, cujo produto final são vidas de brasileiros perdidas todos os anos. É o “Bloco da Morte”, que desfila nas estradas e deixa um rastro de destruição. Não faça parte dessas estatísticas. Dirija com cuidado, seja paciente, respeite às normas, use o cinto de segurança, jamais viaje cansado, e transporte as crianças conforme a lei determina.

Gostou do artigo? Clique aqui para conhecer o site do SOS Estradas, um programa que visa reduzir os acidentes e aumentar a segurança nas rodovias.


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