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Viver Seguro no Trânsito

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Arquivos mensais: Dezembro 2019

Está na hora de você escolher de que lado está

A importância das leis de trânsito, a conscientização dos motoristas e a punição para os infratores sempre são temas de discussão e ganham ainda mais notoriedade em momentos com aumento do número de acidentes, como o fim de ano. Dificilmente, o motorista que nunca teve uma multa grave estará envolvido em um acidente com vítimas fatais. Mas, na maioria absoluta, quando verificamos o histórico dos assassinos do trânsito lá estão diversas multas graves e gravíssimas. Muitos desses irresponsáveis conseguem fugir da punição, deixando um rastro de morte para trás e sem serem identificados. Outros, mesmo quando a culpa é evidente, conseguem protelar as condenações e garantir a prescrição ou penas alternativas.

Como se a dor dos familiares que perderam seus entes queridos pudesse ser paga com um punhado de quilo de feijão, como sempre compara Fernando Diniz, presidente da ONG Trânsito Amigo, que perdeu seu filho num acidente de trânsito causado por alguém que jamais foi punido. Assim como Diniz, cerca de 40 mil famílias choram seus mortos no trânsito todos os anos, conforme atestam os números de indenizações pagas pelo Seguro DPVAT na cobertura de morte.

Muitos dos que atacam as punições aos infratores alegam que precisamos de educação no trânsito e não punições. Sim, a educação no trânsito deve ser constantemente ampliada e propagada. Mas é preciso também lembrar que quem tem habilitação foi preparado e passou pela formação nas autoescolas, recebendo orientações sobre limites de velocidade, os locais em que a ultrapassagem é permitida, significado das sinalizações, etc.

Na Suécia, um dos povos mais educados do mundo, a tolerância com os infratores é zero. Na sociedade brasileira, é preciso assumir em que lado está da segurança do trânsito, e da preservação da vida, e aproveitar o novo ano para uma nova postura no trânsito.


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Beneficiários podem enviar documentos pendentes pelo site da Seguradora Líder

Os beneficiários que precisam entregar documentos que estão pendentes do seu pedido de indenização do Seguro DPVAT já podem fazer isso de forma prática e sem sair de casa! Legal né? Acompanhe o post do blog do Viver Seguro no Trânsito e saiba mais sobre essa nova iniciativa da Seguradora Líder para agilizar e simplificar o processo de análise e liberação dos pedidos do seguro de acidente de trânsito.

Como fazer?

O novo recurso para envio de documentação já está disponível no site da Seguradora Líder e pode ser encontrado clicando aqui. Para acessar, tenha em mãos o número do CPF e o número do sinistro.

Fique atento!

No primeiro acesso, fique atento a todas as orientações que aparecem na mensagem explicativa assim que a página abre no seu dispositivo! Toda a documentação pendente deverá ser enviada de uma única vez. Também é necessário seguir às orientações quanto ao formato e limite de tamanho de cada arquivo. Todos devem estar com a extensão em *pdf e a soma dos arquivos não pode ultrapassar os 128 MB.

Além disso, para poder concluir o envio de documentação nos pedidos de indenização pela cobertura de morte, é necessário que o material de todos os beneficiários previstos na cobertura, sejam enviados de uma única vez.

Não deixe de ler todas as orientações para que o envio seja feito corretamente e seu pedido consiga ser analisado de forma mais rápida. 😉


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Austrália lança câmera inteligente que permite identificar condutor com celular ao volante

Quando uma novidade tecnológica em benefício da segurança no trânsito é lançada em algum lugar do mundo, logo compartilhamos por aqui. ;) Muito se fala sobre os perigos de misturar celular e direção, certo? Mas ainda há quem não respeite a lei e dê aquela espiadinha nas mensagens e ligações enquanto dirige. Foi pensando nesses condutores que o estado de Nova Gales do Sul, na Austrália, saiu na frente e implantou uma Inteligência Artificial nos radares. A tecnologia permite identificar e multar motoristas que utilizam celulares enquanto dirigem. :o

O software é um dos pioneiros em identificar o uso indevido de celular ao volante. Ao todo, o sistema contará com 45 câmeras de alta definição capazes de detectar comportamentos suspeitos ao volante como, por exemplo, segurar o celular. Após coletadas, as imagens serão revisadas por um profissional para verificar a veracidade da infração.

As autoridades governamentais decidiram pela instalação do sistema após identificarem mais de 100 mil motoristas usando celulares no trânsito em apenas seis meses de monitoramento. Os novos radares custarão mais de R$ 250 milhões e a tecnologia deve ser adotada por outros estados da Austrália nos próximos meses. A expectativa é que a utilização das câmeras inteligentes reduza em até 30% as mortes no trânsito nos próximos dois anos. Muito bacana, né?

O costume de usar o smartphone enquanto dirige no Brasil não é muito diferente da Austrália, e é uma das principais causas de acidentes de trânsito no país. Pelo Código de Trânsito Brasileiro, não é permitido dirigir com apenas uma mão (com exceção de casos em que o condutor vai mudar de marcha, acionar equipamentos do veículo ou realizar sinais regulamentares de braço). A ação é considerada infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, e perda de 7 pontos na carteira de habilitação.

Já pensou se a moda dos radares com inteligência artificial pega por aqui? O que você achou dessa medida? Deixe sua opinião! ;)

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Credibilidade das estatísticas das vítimas de trânsito correm risco

Ao propor o fim do DPVAT, o Governo deixa o país sem a única fonte independente e confiável para sabermos quantos mortos, feridos e inválidos temos no Brasil em decorrência dos acidentes de trânsito. Como os números do DPVAT são baseados em indenizações pagas para os familiares dos mortos ou para as próprias vítimas, são os dados mais próximos da realidade. Inclusive, a metodologia é a mesma em todo o território nacional, permitindo identificar tendências, inclusive por tipo de condutores.

Foi por meio dos dados do Seguro DPVAT que ficou evidente o surgimento de uma geração de inválidos em decorrência de acidentes envolvendo motocicletas: descobrimos que mais de 70% das indenizações por invalidez permanente são pagas há anos aos condutores de motos, veículos que representam ¼ da frota nacional.

Pelos números fornecidos pelo seguro obrigatório sabemos sexo, faixa etária das vítimas fatais e feridas. Nem mesmo os dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nos permitem um histórico seguro pois, desde 2015, somente são registrados os acidentes com vítimas, e muitas das ocorrências com lesões leves não são registradas. Em outros casos, as vítimas desenvolvem complicações após o acontecimento e os que aparentemente não apresentam nenhuma lesão, podem, até mesmo, morrer, algum tempo depois do acidente.

Portanto, com o possível fim do DPVAT, ficaremos sem importantes dados de uma fonte independente.


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