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Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
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Categoria: Artigos

Especial Meio Ambiente: Montadoras investem na produção de carros elétricos!

Entre os dias 1 e 5 de junho, é comemorada a Semana Mundial do Meio Ambiente. Esse é o momento de chamar atenção da população para a preservação do patrimônio natural. Além de fazer nossa parte, sabemos que inovações tecnológicas são fundamentais para contribuir com a diminuição da poluição no planeta não é mesmo, galera? Neste post, vamos falar de ideias que tem ganhado cada vez mais força no mercado automobilístico: os carros elétricos!

Você sabia que, apesar de parecer super moderna, a ideia de ter veículos movidos a energia elétrica é bem antiga? O primeiro modelo foi feito no século XIX, naquela época, além dos altos preços, a velocidade dos veículos era bem inferior aos dos carros normais. Por isso, a ideia acabou não ganhando tanta força e não fez sucesso no mercado automobilístico. 😕

Em 2018, a União Europeia começou um maior incentivo para a produção dos chamados “carros verdes”. O pontapé inicial foi um acordo proposto pelo bloco europeu, que tinha como meta reduzir em 37,5% as emissões de dióxido de carbono (CO2) feitas por automóveis, até 2030. Uma das medida para atingir esse objetivo foi o incentivo para produção de carros mais eficientes e ecológicos.

No início desse ano, os investimentos em carros elétricos chegaram a US$ 300 bi. Incrível, né? Esse dinheiro deve ser investido ao longo de 10 anos pela Volkswagen e pela China, que lideram esse cenário e são motivados pelas políticas governamentais que incentivam a redução de emissão de gás carbônico. Para vocês terem uma noção, a segunda maior investidora é a empresa Daimler, que separou US$ 42 bilhões para a produção de carros elétricos. A Volkswagen pretende fechar 2025 com 15 milhões de automóveis elétricos, incluindo 50 modelos puramente elétricos e 30 híbridos. Produção em massa de carros mais ecológicos! 💚

Agora é com você! O que tem feito para contribuir com o meio ambiente? Quais são as iniciativas bacanas que tem visto por aí? Conta pra gente aqui nos comentários! Afinal de contas, construir um planeta melhor é uma responsabilidade de todos!

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Especial Maio Amarelo: ações regionais chegam a escola para disseminar #bonsexemplos

As iniciativas ligadas ao Maio Amarelo estão acontecendo em todo o país e, diante de tantos números que assustam, nada melhor que boas notícias, não é? Com o intuito de promover a conscientização e educação no trânsito, escolas municipais e estaduais de diversos estados serão palco de diversas ações ao longo deste mês para chamar atenção dos pequenos e torna-los embaixadores de boas atitudes. Quer conhecer algumas? Então se liga no post de hoje!

Em Santarém, no Pará, 21 escolas irão receber ações 😱

No município de Santarém (PA), a Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito (SMT), através da Divisão de Educação no Trânsito, promoverá ações em escolas para crianças e adolescentes durante todo o mês. Serão 21 instituições, do ensino fundamental ao médio, que irão receber palestras, atividades lúdicas, recreação e distribuição de material informativo, com o objetivo de informar e conscientizar para que, no futuro, esses jovens sejam pessoas mais conscientes no trânsito.

Em São Paulo, alunos visitaram a Rede Lucy Montoro

O Instituto Lucy Montoro, conhecido por tratar e cuidar de pessoas com deficiência física que estão passando por reabilitação, foi o centro da visita de estudantes das redes de ensino estadual. Os alunos participaram de games interativos e vivências para alertar sobre as consequências dos acidentes e o perigo da mistura de drogas, álcool e direção. Além disso, os alunos ainda ouviram um depoimento de uma vítima de acidente de trânsito, que enfatizou o discurso do cuidado nas vias e a importância da inclusão das pessoas com deficiência.

No Rio, escolas de Cabo Frio recepcionam ações de educação! 🚘

Durante todo o mês de maio, os agentes civis municipais de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, irão promover ações do projeto “Por mais paz no trânsito” nas escolas. Com o intuito de apresentar o tema às crianças de forma lúdica, os guardas civis levaram para as escolas elementos cenográficos como faixa de pedestres, carrinhos e semáforos. Tudo para tornar o aprendizado mais prático e simples.

Educação e conscientização nas escolas contribui para o tema desse ano 😉

A campanha do Maio Amarelo, que em 2019 tem como tema “No trânsito, o sentido é a vida”, está promovendo a #MeOuça, incentivando que os adultos ouçam mais os conselhos das crianças na hora de dirigir. Promover ações de conscientização no trânsito em escolas é ainda mais importante para a formação dos pequenos.

No site do Maio Amarelo você pode conferir outras iniciativas que apoiam a campanha. 😊

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Maio amarelo 2019: no trânsito, o sentido é a vida

O Maio Amarelo é um movimento que surgiu no Brasil e a cada ano conquista adeptos em todo o mundo. O foco da iniciativa é despertar a sociedade para a inaceitável violência no trânsito, que deixa milhares de mortos todos os dias. Este ano, o tema da campanha é: “No trânsito, o sentido é a vida”. O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre poder público e a sociedade. A intenção é colocar em pauta o tema da segurança viária e contribuir para que todos reflitam sobre as causas da violência no trânsito e estimular a sociedade a participar ativamente.

Acompanhando o sucesso de outros movimentos como Outubro Rosa e Novembro Azul – os quais tratam, respectivamente, dos temas câncer de mama e próstata – o Maio Amarelo encoraja a promoção de atividades voltadas a conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão em seus deslocamentos diários no trânsito. Portanto, é um movimento que pertence a sociedade, a cada indivíduo.

Todos podem fazer parte e colaborar. Por isso, o Maio Amarelo é um movimento, uma ação e não uma campanha. Cada cidadão, entidade, empresa, poder público, pode utilizar o laço do maio amarelo em suas ações de conscientização, tanto no mês de maio como, na medida do possível, durante o ano inteiro.

Conheça essa iniciativa brasileira que está conquistando todo mundo, clicando aqui e participe!

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Maio Amarelo: conheça a campanha nacional de 2019

Somente no ano passado, mais de 328 mil indenizações do Seguro DPVAT foram pagas a vítimas de acidentes de trânsito e seus beneficiários em todo país. O cenário da violência do trânsito ainda preocupa, pessoal e, por isso, o Maio Amarelo chega a sua sexta edição com o tema “No trânsito, o sentido é a vida”, que lembra a responsabilidade de motoristas, ciclistas, motociclistas e pedestres na redução de acidentes e na preservação de vidas. Quer saber mais sobre esse importante movimento? Fique ligado no nosso post!

Atenção à violência

O Maio Amarelo foi instaurado a partir de uma resolução da Assembleia-Geral das Nações Unidas, baseada em estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS), que definiu o período entre 2011 e 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito. A campanha deste ano tem como mote #MeOuça, estimulando os adultos a ouvirem mais os conselhos dados pelas crianças, refletindo um comportamento mais seguro no trânsito. Você pode conferir o vídeo clicando aqui. As crianças aparecem lembrando comportamentos simples, que muitas vezes, na correria do dia a dia, são esquecidos. Entre os exemplos estão obedecer à sinalização, utilizar equipamentos de segurança e não dirigir após consumo de álcool. Todos super importantes para mudarmos a realidade do trânsito, não é mesmo galera?

Mobilização Nacional

Para celebrar o lançamento da campanha nacional, o Ministério da Infraestrutura vai promover, na próxima quarta-feira, dia 8, uma cerimônia de abertura das atividades do Maio Amarelo. Estão previstas atividades para reforçar a importância do movimento, como a assinatura de um acordo com o lançamento do Programa Educa, iniciativa de educação no trânsito voltada a alunos do ensino fundamental das redes pública e privada. O evento contará também com a presença dos diretores-presidentes dos Detrans dos 26 estados e Distrito Federal, que apresentarão as ações desenvolvidas em cada um dos seus estados. Durante todo o mês de maio, a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e diversos órgãos públicos do país estarão iluminados na cor amarela, que representa a atenção na sinalização de advertência no trânsito e simboliza o movimento.

O que achou da campanha do Maio Amarelo desse ano? Curtiu? Conta pra gente e aproveita para compartilhar a ideia de um trânsito mais seguro! 😊


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Motoristas sob os efeitos de drogas precisam ser contidos

Motoristas sob os efeitos de drogas precisam ser contidos

Desde que o exame toxicológico de larga janela começou a ser exigido para motoristas profissionais em 2016, o Brasil passou a contar com uma nova arma para desestimular o consumo de drogas. Nos dois primeiros anos de aplicação do exame, dois milhões de motoristas somente das categorias C, D e E, habilitados a dirigir vans, ônibus e caminhões, deixaram de renovar a carteira de habilitação, em grande parte, por serem usuários de drogas. Para voltar a dirigir precisam comprovar que deixaram o vício.

O teste, chamado de “exame do cabelo”, detecta o uso regular de drogas nos últimos 90 dias. Por isso, motoristas que consomem entorpecentes constantemente, evitam a realização do exame. No caso dos profissionais, o uso de substâncias ilícitas é comum para suportar as longas jornadas, reflexo da exploração da categoria. Além desses 2 milhões que não renovaram a CNH, mais de 100 mil fizeram o teste e foram flagrados. O resultado é que caíram os acidentes nas rodovias e áreas urbanas envolvendo veículos pesados, especialmente porque o número de motoristas de ônibus e caminhões dirigindo sob efeitos de substâncias psicoativas diminuiu. No caso dos ônibus, isso significa mais segurança para milhares de brasileiros que usam o transporte público diariamente.

Entretanto, uma matéria veiculada em uma das maiores emissoras do país revelou outro grupo de usuários que não tinham sido flagrados até hoje: os taxistas. Como Porto Alegre passou a exigir o exame toxicológico desses profissionais, muitos deixaram de apresentar o teste e perderam a autorização de transportar passageiros. Alguns falsificaram documentos, apresentando exame negativo de outros motoristas. As autoridades descobriram, mas o caso confirmou que taxistas em todo o país deveriam passar pelo mesmo controle, pois fazem transporte público. Assim como os mototaxistas e até mesmo os motofretistas.

As drogas estão cada vez mais presentes na sociedade, mas são e serão sempre incompatíveis com a direção segura.


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#Curiosidades: Saiba um pouco sobre os seguros pelo mundo

Se tem um tema que dominamos por aqui é o do mercado de seguros. 😉 Além do nosso DPVAT, muitos são os tipos oferecidos, como auto, residencial, saúde, e muitos outros já bem conhecidos. Se você não tem um desses, pelo menos já ouviu falar. Mas você sabia que existem alguns inusitados ou até mesmo com características bem específicas e diferentes da maioria? Vem com a gente conferir um pouco dessas opções! 🙂

Um seguro para os cãezinhos... perigosos
É isso mesmo: um seguro para cães perigosos, galera! Ele leva a sigla SOCAP (Seguro Obrigatório para Cães Perigosos) e já existe no Peru desde 2001. De acordo com a norma, os donos de cães considerados perigosos devem contratar um seguro de responsabilidade civil contra os danos que os seus animais podem causar a terceiros. Esse é o requisito básico para obter a licença de propriedade do bichinho! 🙂 A cobertura do seguro é anual e o benefício é para cada vítima.

Mas a gente sabe que lendo tudo isso, bate aquela curiosidade: o que é considerado um cão perigoso? De acordo com a lei que regula o regime jurídico de cães no Peru, são classificados dessa forma todos os animais da raça canina, híbrida ou cruzada American Pitbull Terrier; os que foram adestrados para lutas ou que tenham participado de alguma; e os que tenham antecedentes de agressividade contra as pessoas. 😮

Em caso de alguma ocorrência ou dano, o dono do cão deve comunicar à seguradora, por escrito, bem como à delegacia policial mais próxima, para que as investigações sejam iniciadas. 🙂 Já conhecia essa categoria de seguro?

Bolsa mais do que protegida
É, galera! Infelizmente, a violência está em todo lugar e são muitos os casos de assalto e furtos em todo o país. Pensando nisso, algumas empresas criaram o Seguro Bolsa Protegida, que dá direito à indenização para reposição de itens que costumamos carregar no dia a dia, como carteira, telefone celular, óculos de sol ou de grau, cosméticos, e perfumes.

Esse tipo de seguro tem se tornado cada vez mais comum e já é oferecido por, pelo menos, seis instituições financeiras e redes de lojas no Brasil. E há uma vantagem: ele costuma ter baixo custo! Na maioria dos casos, por uma mensalidade em torno de R$10 é possível garantir uma cobertura de até R$1.000 por pertences roubados ou furtados. Ah! Todos exigem o boletim de ocorrência, viu?! 😉

Seguro casamento: e por que não?
Um seguro para casamento sim, galera! Cada vez mais popular nos Estados Unidos, ele tem o objetivo de pagar despesas caso a cerimônia não possa ser realizada, seja por motivos de doença ou alguma catástrofe natural. 🙂

E como ele funciona? O que ele cobre? Deixa que a gente te explica! 😉 Ele cobre incidentes como incêndios, explosões, desabamento da estrutura montada e outros acidentes no espaço alugado para o evento, problemas com som, iluminação e decoração, danos no vestido da noiva, entre outras situações. Ah, e tem mais! O seguro para casamento também inclui cobertura para acidentes pessoais que possam ocorrer durante a festa de casamento.

Só lembrando...
Você não achou que a gente não ia falar um pouquinho sobre o Seguro DPVAT neste post, não é? O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de via Terrestre (DPVAT) foi criado em 1974 e é um seguro pago pelos proprietários de veículos do Brasil. 🙂

O Seguro DPVAT tem várias peculiaridades: tem como finalidade amparar todas as vítimas de acidentes de trânsito em território nacional, seja motorista, passageiro ou pedestre, sem necessidade de apuração de culpa. Ou seja, todo mundo recebe, até quem não tem veículo. São três tipos de cobertura previstas em Lei: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e suplementares (DAMS).

E para dar entrada? Além de ser gratuito e precisa da ajuda de terceiros. Basta reunir a documentação correta e completa e levá-la a um dos nossos pontos de atendimento espalhados pelo Brasil ou dar entrada diretamente pelo aplicativo “Seguro DPVAT”, disponível na Apple Store ou Google Play. 😉

É seguro para tudo que a gente possa imaginar, não é mesmo? Isso porque não falamos dos mais exóticos, mas esses a gente deixa para outro post! 😉 Curtiu? Comenta e compartilha com os amigos! Até a próxima!



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Saiba mais sobre a evolução das placas de trânsito no Brasil

Se tem um assunto que não sai da boca dos brasileiros quando o assunto é trânsito são as Placas Mercosul. De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a nova placa já está presente em mais de 900 mil veículos no país. Mas você sabia que esta é a quinta vez que o modelo é mudado desde que foi criado, em 1901? Para entender melhor esse “troca-troca”, o post de hoje vai levar você por uma viagem pelos sistemas de placas de veículos que já foram adotados no Brasil. Bora? ;

Lá nos primórdios...
O primeiro sistema de placas brasileiras surgiu lááá em 1901, e foi usado por 40 anos. O modelo era bem diferente: podia ser das cores preta ou vermelha com caracteres brancos, e apenas uma sequência básica de números de 1 a 99999 precedida pelas letras P, para veículo particular, ou A, para veículo de aluguel. As sinalizações eram emitidas pelas prefeituras. Por isso, poderia facilmente haver placas iguais em cada um dos municípios brasileiros. Curioso, né?

A fase das placas numéricas...
A partir de 1941, o sistema evoluiu: as placas continuaram a ser emitidas pelos municípios com sequência numérica simples, mas a categoria do veículo era representada por... cores! Ou seja, a placa laranja, com números pretos, era usada por veículos particulares, e a vermelha, com números brancos, por veículos de aluguel e/ou frete. O nome do município de registro e a sigla do Estado foram incluídos no topo da placa para diferenciar os carros por localidade. Ah, e tinham também as placas traseiras! Elas possuíam só a sigla do Estado e a sequência de números. As placas de motos seguiram o mesmo estilo, mas eram ovais, e não retangulares.

...E das alfanumérica
Aí, em 1969, entraram as letras. As placas passaram a combinar um par de letras seguido por quatro números para veículos de quatro ou mais rodas, e três números para veículos de duas ou três rodas. Foi nesse momento que as placas finalmente passaram a ser registradas pelo Estado, e não mais pelo município. Assim, as combinações de letras eram distribuídas por região administrativa, evitando a repetição de placas dentro do estado. Ou seja, acabou a confusão! 🙂

O período do registro nacional
Esse é o sistema que usamos até hoje, galera! Ele começou a ser implementado em 1990, no Paraná, e foi sendo adotado aos poucos em cada Estado até ser totalmente implementado em 1999. As placas passaram a adotar um prefixo de três letras e uma sequência de quatro números – valendo também para motos – aumentando o número de combinações possíveis para mais de 150 milhões. E a cor? Mudou também! As placas passaram a ter o fundo cinza com caracteres pretos para veículos particulares e vermelho com caracteres brancos para veículos de aluguel. 😉

Chegamos em 2018... e vieram as Placas Mercosul
A última parada da nossa viagem é a Placa Mercosul, que surgiu a partir de um acordo entre o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) com os países do Mercosul com o objetivo de criar um sistema unificado entre esses países. E você já deve ter visto o novo modelo por aí: são brancas, com uma tarja azul na parte superior, onde fica o nome do país no qual o carro está registrado, e uma combinação alfanumérica com quatro letras e três números. As placas têm também a bandeira do Estado e o brasão de armas da cidade onde o veículo é registrado, com as categorias diferenciadas por cor dos caracteres. De acordo com o Ministério de Infraestrutura, a nova placa já está em vigor em sete Estados: Rio de Janeiro, o primeiro a adotar o modelo; Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, unidades da federação que migraram para o formato em dezembro de 2018.

Você imaginava que as placas teriam tanta história para contar? Bacana, né?! Então, curta, comente e compartilhe com os amigos! 🙂 Até a próxima! 😉




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Defeito de fabricação coloca em risco até quem não tem carro

No caso da indústria automobilística, montadora ou importadora, recall é quando proprietários de determinados veículos são convocados para que seja feita a checagem de um defeito grave que coloca em risco a vida dos ocupantes do veículo e demais pessoas. São defeitos do sistema de direção, freio, suspensão, motores que desligam inesperadamente e carros que aceleram sozinhos, entre outros.

Há poucos dias, uma matéria publicada pelo jornal Extra, do Rio de Janeiro, alertava que 56% dos proprietários de veículos com airbag da marca Takata não compareceram às concessionárias para fazer o devido reparo. Isto significa, só no Brasil, dois milhões de veículos circulando com risco de que o sistema abra inesperadamente, causando acidentes.

Lembramos, então, do livro, publicado há mais de 15 anos, intitulado “Recall: o que as montadoras não contam”, quando identificamos que, pelo menos 4 milhões de carros circulavam com defeito por não aderirem aos recalls. Na média, cerca de 50% dos proprietários não atendem à convocação. Em parte, por desleixo, porque tomam ciência, mas não levam o veículo na concessionária. Mas, na maioria dos casos, os proprietários sequer sabem que há um defeito grave. Os anúncios feitos pelas montadoras são limitados a poucos veículos de comunicação, apenas para atender ao código de defesa do consumidor.

Entretanto, o defeito de fabricação de um veículo não é apenas uma questão de consumo que envolve o risco de outras pessoas que circulam pelas ruas e estradas. Quando um ônibus tem um defeito grave, passageiros e demais usuários das vias não tem nenhuma relação de consumo com o fabricante ou concessionária que vendeu o veículo. Porém, podem morrer por causa do defeito.

Ciente de que há muito o que corrigir nos comunicados recall, no índice de comparecimento dos proprietários, além de investigações necessárias para identificar os defeitos graves, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) está trabalhando para aperfeiçoar esse sistema, ao menos de veículos e autopeças. Portanto, façam o recall sempre que necessário. Afinal, se dois milhões de proprietários não comparecem a convocação para a revisão de um item tão importante, que é o airbag, a situação é inaceitável. Recall é, acima de tudo, questão de segurança no trânsito.

Gostou do artigo? Clique aqui para conhecer o site do SOS Estradas, um programa que visa reduzir os acidentes e aumentar a segurança nas rodovias.



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Carnaval vai deixar, pelo menos, 300 mortos e 3 mil feridos nas estradas

No Carnaval de 2018, somente nas rodovias federais, 103 pessoas morreram e 24 ficaram feridas. Se considerarmos o somatório dos mortos e dos feridos nos acidentes das rodovias estaduais, o número de vítimas dobrou. Infelizmente, já podemos estimar o total de mortos e feridos que teremos nas rodovias brasileiras neste Carnaval. Em apenas 5 dias de folia, o número de vítimas fatais será entre 180 e 240 pessoas, e o de feridos, entre 2.800 e 3.300. Destes últimos, cerca de 20% costumam ser graves. A conta mortal será de, pelo menos, 300 óbitos.

É costume que a mídia fique mais focada nas mortes divulgadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), que devem variar entre 90 e 110 mortos. Com exceção do Estradas.com.br, praticamente ninguém faz um levantamento do total das vítimas considerando as vias federais e estaduais somadas. Quanto à estimativa de quantas pessoas que efetivamente morrem em decorrência do total dos acidentes, não temos o menor prazer em acertar anualmente essas previsões. Pelo contrário, lamentamos profundamente que isso ocorra. Mas o fato é que a sociedade parece anestesiada com esses números. É como se aceitássemos as mortes nesses períodos como inevitáveis. Depois do Carnaval, ficamos esperando o balanço das mortes no feriado da Páscoa, e assim passamos o ano contabilizando mortos e feridos.

Quem sabe o novo governo consiga mudar essa realidade. Mas, para isso, precisa conscientizar o alto escalão. Para aqueles que acreditam que as campanhas educativas vão mudar esse quadro, lamentamos informar que mudanças pela educação demoram décadas, e que nesse entretempo, continuaremos a enterrar as vítimas e produzir inválidos. Além do mais, quem tem habilitação já conhece as regras e já foi educado. O que funciona, de fato, é aplicar a lei com máximo rigor, punir os infratores, dar condições de trabalho para as polícias rodoviárias, e mostrar para a sociedade que as mortes no trânsito são inaceitáveis. Essa é a mensagem que o governo precisa passar.

E, por favor, é hora de parar com o discurso sobre a indústria da multa. O que temos é uma fábrica de infratores, cujo produto final são vidas de brasileiros perdidas todos os anos. É o “Bloco da Morte”, que desfila nas estradas e deixa um rastro de destruição. Não faça parte dessas estatísticas. Dirija com cuidado, seja paciente, respeite às normas, use o cinto de segurança, jamais viaje cansado, e transporte as crianças conforme a lei determina.

Gostou do artigo? Clique aqui para conhecer o site do SOS Estradas, um programa que visa reduzir os acidentes e aumentar a segurança nas rodovias.


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#DPVATEmNúmeros: um alerta sobre o trânsito durante o Carnaval

Dados do Seguro DPVAT mostram que, nos últimos cinco anos, os índices de acidentes de trânsito no período carnavalesco (de sexta-feira de Carnaval até a quarta-feira de Cinzas) têm diminuído. No ano passado, foram cerca de 3.200 acidentes já indenizados pelo Seguro DPVAT. Lá em 2014, esses números eram bem maiores e superavam os 10 mil. 😮 Mas o que podemos fazer para que eles sigam cada vez menores para este e os próximos anos? Separamos alguns destaques para refletirmos juntos. Vamos conferir? :)

O perfil dos condutores
Ahhh... os jovens!  Infelizmente, os condutores na faixa etária entre 18 e 34 anos lideram o ranking como principais vítimas no trânsito durante o Carnaval de 2018: 50% dos acidentes envolviam os mais novos. Outro ponto observado é que, nos acidentes ocorridos durante o Carnaval de 2018, 76% das indenizações pagas a motoristas foram para homens. Os números também mostram que quem está no volante é o tipo de vítima mais recorrente no Carnaval. É, galera, os condutores foram responsáveis por 65% das indenizações pagas entre 2014 e 2018. Por isso, aquelas dicas de sempre: usar o cinto de segurança, respeitar os limites de velocidade e, claro, não pegar no volante depois de consumir bebida alcoólica são atitudes que podem salvar a sua vida e a de milhares de pessoas. ❤

Um alerta aos motociclistas
É, galera! Se formos avaliar pelo tipo de veículo, a motocicleta aparece como o a maior causa dos acidentes nos últimos cinco anos. Só em 2018, foram 2.440 indenizações (cerca de 76% do total), sendo 81% das vítimas, motociclistas. Em 2014, esse número era ainda mais assustador: superava a marca de 8 mil indenizações! Vale ressaltar que usar o capacete e a roupa adequada, além de ter atenção redobrada aos pedestres, são fundamentais para trafegar nas ruas nesse período.

E os pedestres, hein?
Achou que não íamos falar dos foliões? Afinal de contas, eles são o centro das atenções nesse período por serem muitos pelas ruas desse Brasil. De acordo com os nossos dados, foram 1.627 indenizações pagas para acidentes envolvendo pedestres em 2014. Apesar do número ter caído para 439 em 2018, ainda é muita coisa, né? Então, já sabe: nada de andar pela rua distraído ou olhando o celular. 😉

Uma volta pelo Brasil
A gente sabe que as maiores festas de Carnaval se concentram no Nordeste e no Sudeste, e são justamente essas regiões que lideram o ranking de indenizações nos últimos cinco anos. Juntas, elas ultrapassaram a média de 2 mil casos indenizados! Já a Região Sul, totalizou 589 indenizações pagas, seguido por Centro-Oeste e o Norte, que concentram 294 indenizações.

Dias e horários com mais acidentes
A folia começa muito antes, mas o maior índice de acidentes entre 2014 e 2018 aconteceu nos sábados e domingos de Carnaval: foram mais de 40% das ocorrências. No ano passado, o período do anoitecer e parte da manhã foram os de maior número de acidentes, responsáveis por 22% e 24% das indenizações pagas, respectivamente.

O que não faltou foi número por aqui, né? É graças a eles que podemos entender melhor o universo do trânsito brasileiro e, claro, sinalizar onde é preciso investir ainda mais em conscientização e prevenção. Curtiu? Então deixe seu comentário por aqui e compartilhe com seus amigos!

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