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Viver Seguro no Trânsito

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Categoria: Dicas

Patinetes elétricos: a nova febre das cidades brasileiras!

Você com certeza já cruzou com alguém andando de patinetes elétricos pelas ruas das cidades ou ouviu falar sobre essa nova febre da mobilidade individual urbana. As opções de aluguel de patinetes elétricos chegaram a, pelo menos, 13 cidades brasileiras e andam dividindo opiniões entre as pessoas sobre a utilização em ciclovias e calçadas.

Quer saber como alugar?

Para ter acesso a um deles, basta acessar os aplicativos oferecidos pelas empresas fornecedoras dos patinetes elétricos, disponível para todas as plataformas. O custo do serviço varia de acordo com a operadora. Mas é muito importante lembrar que, de acordo com as regras do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), é preciso se manter dentro dos limites de velocidade, de 6km/h em calçadas, e 20 km/h em ciclovias.

Quais são os cuidados a serem tomados?

A ideia de se deslocar rapidamente tem conquistado muitos adeptos, pessoal, mas por ainda não contarem com regulamentação, os patinetes também têm provocado reações negativas. A falta de leis e a rara utilização de equipamentos de segurança são alguns dos fatores que fazem com que os números de acidentes tenham aumentado.

Siga as dicas de segurança!

Os patinetes elétricos não servem apenas como lazer, mas também, como uma ótima opção para os deslocamentos do dia a dia. Para que os pontos positivos prevaleçam sobre os negativos, são necessárias algumas medidas de segurança para evitar os acidentes. Separamos, por aqui, algumas dicas disponibilizadas. Dá só uma olhada:

- Não se esqueça dos equipamentos de segurança! Os capacetes indispensáveis durante todo o trajeto.

- Semáforos? Os patinetes também devem obedecer as sinalizações de trânsito.

- Segure firme! Use os patinetes sempre com as duas mãos sobre o guidão.

- Selfies? Nada de fotos e vídeos enquanto estiver em movimento.

- Nada de crianças! É preciso ter idade mínima de 18 anos para usar o equipamento.

- A preferência de passagem é sempre do pedestre.

- Não use fones de ouvido! É preciso estar atento a tudo que acontece a sua volta.

- Não apoie mochilas, bolsas ou sacolas no guidão.

- E claro: se beber, não ande de patinete!

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Feriado da Semana Santa: seja prudente nas estradas!

É só a Semana Santa chegar que a galera já começa a planejar viagem, né? Independentemente do destino, o cuidado precisa estar sempre presente! Se você pretende pegar a estrada para aproveitar o feriado, fique ligado nesse post sobre os dados e siga com atenção as nossas dicas! 😉

Em 2018, foram registradas 2.121 ocorrências em todo o Brasil 😱

Ficou assustado? Pois é, esse é o número de acidentes ocorridos entre os dias 19 e 23 de abril do ano passado, já indenizados pelo Seguro DPVAT. Do total, 1.196 ocorrências resultaram em algum tipo de invalidez permanente e 393 foram vítimas fatais. Assim como no total registrado durante o ano, os homens foram as principais vítimas durante o feriado prolongado e a faixa etária mais atingida foi a dos jovens de 18 a 24 anos (529 casos) de 25 a 34 anos (528 casos).

Vale lembrar que as vítimas e beneficiários podem dar entrada no pedido do Seguro DPVAT em até 3 anos após o acidente, ou seja, esses números ainda podem aumentar.

Atenção nunca é demais!

Por isso, ao pegar seu veículo para encarar as estradas brasileiras, tenha em mãos todos os documentos atualizados e cheque todos os itens de segurança. E não esqueça: a prudência é indispensável, principalmente em vias movimentadas. Cabe a cada indivíduo construir um trânsito mais seguro para todos! 😁

Vai viajar? Então, se liga! 👀

1) Verifique itens importantes do veículo. Pneus, para-brisas, sistema elétrico, freios, nível da água no radiador, luzes, e equipamentos como: macaco, triângulo, chave de roda e ferramentas. Essa revisão é extremamente necessária para quem pretende pegar a estrada.

2) Viagens de longa distância exigem paradas para comer e descansar. O alongamento de pernas, braços, coluna são importantes para o bem-estar do motorista. Esse tipo de cuidado, faz a diferença.

3) Não esqueça de manter os documentos de habilitação e do carro sempre juntos! Em hipótese alguma saia de casa sem eles!



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Confira algumas dicas para dias chuvosos

Dias de chuva pedem cuidados no trânsito

Um trânsito mais seguro depende das iniciativas dos condutores, certo pessoal? É por isso que, nesses tempos de chuva, a atenção nas ruas e à manutenção do veículo devem ser redobradas! Neste post do Viver Seguro no Trânsito, vamos falar um pouco mais sobre esses cuidados. Dá só uma olhada 😉

Chuva é sinônimo de estradas mais perigosas!

Um dos principais problemas enfrentados pelos condutores é a diminuição da aderência dos pneus devido as poças de água formadas e claro, a dificuldade na hora de enxergar. Nesses momentos, diminuir a velocidade e ligar o farol é a primeira medida a ser tomada. É essencial, também, que os freios estejam funcionando perfeitamente. Esses são passos fundamentais para evitar acidentes.

Fique esperto!

- Procure manter uma distância segura do veículo a sua frente.

- Observe sempre se os seus pneus estão em bom estado de conservação.

- O limpador de para-brisas está funcionando? É fundamental que a borracha limpadora esteja em perfeito estado!

- Está dirigindo, a chuva está ficando mais intensa e as ruas enchendo? Pare em um lugar seguro e espere o melhor momento para retomar a viagem. Segurança em primeiro lugar!

Somente em 2018, o Seguro DPVAT pagou mais de 328 mil indenizações por acidentes de trânsito, então o cuidado nas ruas é de extrema importância. Não deixe de seguir todas as dicas para ajudar em um trânsito melhor! Tem mais alguma dica que você gostaria de ter visto por aqui? Conta pra gente nos comentários. Sua participação é fundamental!




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No carro, lugar de criança é na cadeirinha!

Você conhece as regras para transporte de crianças? Tem dúvidas? Para te ajudar, preparamos um post especial com dicas sobre o uso obrigatório dos equipamentos de segurança para os pequenos! Muito mais que evitar multas, a utilização desses dispositivos é fundamental para a redução das vítimas infantis em acidentes de trânsito. Os números do Seguro DPVAT mostram que, só em 2018, foram pagas mais de 14,6 mil indenizações a crianças e adolescentes entre 0 e 17 anos. Então pessoal, fiquem ligados! 👀

Colo não é o bastante?

Ainda tem muita gente por aí que acredita que segurar firme o filho no colo é o bastante para protege-lo. Mas esse é um grande engano! Você sabia que um carro, que se envolve em um acidente a uma velocidade média de 50km/h, projeta o peso dos ocupantes com força 50x maior? Se a criança pesa 5kg, durante a colisão esse peso chega a 50kg! Bem difícil alguém conseguir segurar, ainda mais durante esse momento de tensão, não é galera?

É lei!

Por esse e outros motivos de segurança que o uso da cadeirinha virou lei. Ignorar o transporte correto de crianças no carro gera multas e penalidades. A “Lei da Cadeirinha”, como ficou conhecida a Resolução 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), está em vigor no Brasil desde 2008. A norma dispõem sobre as regras para o transporte seguro de crianças menores de 10 anos em veículos. Pensando nisso, preparamos uma listinha com os tipos de cadeirinha exigidos.

0 a 1 ano: Para essa idade, é recomendado o bebê conforto. E fique atento: A forma correta de instalação é virada para o banco de trás, protegendo ainda mais em caso de choque frontal entre veículos.

1 a 4 anos: Para essa idade, a cadeirinha é o dispositivo adequado. Virada para frente, no mesmo sentido dos passageiros, sempre no banco de trás!

A partir dos 4 anos: Para essa idade, já é permitido o uso do assento de elevação para a utilização do cinto de segurança do carro. É imprescindível que o dispositivo não fique no pescoço da criança, para que não machuque em caso de impacto.

Ah, não se esqueça de seguir as instruções certinhas de instalação! Curtiu o post? Conta pra gente aqui nos comentários, sua participação é super importante!



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#DPVATExplica – Como declarar o Seguro DPVAT no Imposto de Renda

Ahhh, o início de ano! ❤ Época de férias, verão, Carnaval e... de fazer a Declaração Anual do Imposto de Renda (IR)! E muitas são as dúvidas que cercam esse momento. 😆 Mas como #EstamosAquiParaVocê, preparamos um conteúdo para responder a seguinte pergunta: como declarar a indenização recebida do #SeguroDPVAT na hora de acertar as contas com o Leão? Vem com a gente! 😉

Primeiramente...
É preciso entender: todo valor que você recebe como compensação por alguma perda precisa ser informado no Imposto de Renda. Nesse quesito, entram as indenizações pagas por seguradoras, como é o caso do Seguro DPVAT, ou provenientes de ações judiciais, por exemplo. 🙂

É benefício isento que fala?
É isso mesmo! O valor da indenização do Seguro DPVAT é um rendimento isento, ou seja, você não precisa pagar nenhum imposto sobre o ganho. E como o próprio nome diz, essa informação deve ser incluída na linha 26 (Outros) na parte de “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” do Imposto de Renda, de acordo com o que determina o Decreto nº 3.000/1999 e na Instrução Normativa RFB Nº 1.500/2014, Art. 11. 👍

Lembrando que...
Além do Seguro DPVAT, também entram nesse quesito itens como rendimento da caderneta de poupança, indenização de seguro por roubo e seguro-desemprego. Ah, e é sempre bom anotar: os valores das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT são de R$ 13.500 em caso de morte, até R$13.500 para invalidez permanente, e de até R$ 2.700 para reembolso de despesas médico-hospitalares, o DAMS.

Anotou tudo direitinho?! Agora é só preencher sua Declaração e ficar em dia! 🙂 E já sabe: suas dúvidas podem gerar outros posts, tipo esse. Deixe seu comentário e compartilhe nas redes sociais. 🙂 Até a próxima!


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#DPVATEmNúmeros: um alerta sobre o trânsito durante o Carnaval

Dados do Seguro DPVAT mostram que, nos últimos cinco anos, os índices de acidentes de trânsito no período carnavalesco (de sexta-feira de Carnaval até a quarta-feira de Cinzas) têm diminuído. No ano passado, foram cerca de 3.200 acidentes já indenizados pelo Seguro DPVAT. Lá em 2014, esses números eram bem maiores e superavam os 10 mil. 😮 Mas o que podemos fazer para que eles sigam cada vez menores para este e os próximos anos? Separamos alguns destaques para refletirmos juntos. Vamos conferir? :)

O perfil dos condutores
Ahhh... os jovens!  Infelizmente, os condutores na faixa etária entre 18 e 34 anos lideram o ranking como principais vítimas no trânsito durante o Carnaval de 2018: 50% dos acidentes envolviam os mais novos. Outro ponto observado é que, nos acidentes ocorridos durante o Carnaval de 2018, 76% das indenizações pagas a motoristas foram para homens. Os números também mostram que quem está no volante é o tipo de vítima mais recorrente no Carnaval. É, galera, os condutores foram responsáveis por 65% das indenizações pagas entre 2014 e 2018. Por isso, aquelas dicas de sempre: usar o cinto de segurança, respeitar os limites de velocidade e, claro, não pegar no volante depois de consumir bebida alcoólica são atitudes que podem salvar a sua vida e a de milhares de pessoas. ❤

Um alerta aos motociclistas
É, galera! Se formos avaliar pelo tipo de veículo, a motocicleta aparece como o a maior causa dos acidentes nos últimos cinco anos. Só em 2018, foram 2.440 indenizações (cerca de 76% do total), sendo 81% das vítimas, motociclistas. Em 2014, esse número era ainda mais assustador: superava a marca de 8 mil indenizações! Vale ressaltar que usar o capacete e a roupa adequada, além de ter atenção redobrada aos pedestres, são fundamentais para trafegar nas ruas nesse período.

E os pedestres, hein?
Achou que não íamos falar dos foliões? Afinal de contas, eles são o centro das atenções nesse período por serem muitos pelas ruas desse Brasil. De acordo com os nossos dados, foram 1.627 indenizações pagas para acidentes envolvendo pedestres em 2014. Apesar do número ter caído para 439 em 2018, ainda é muita coisa, né? Então, já sabe: nada de andar pela rua distraído ou olhando o celular. 😉

Uma volta pelo Brasil
A gente sabe que as maiores festas de Carnaval se concentram no Nordeste e no Sudeste, e são justamente essas regiões que lideram o ranking de indenizações nos últimos cinco anos. Juntas, elas ultrapassaram a média de 2 mil casos indenizados! Já a Região Sul, totalizou 589 indenizações pagas, seguido por Centro-Oeste e o Norte, que concentram 294 indenizações.

Dias e horários com mais acidentes
A folia começa muito antes, mas o maior índice de acidentes entre 2014 e 2018 aconteceu nos sábados e domingos de Carnaval: foram mais de 40% das ocorrências. No ano passado, o período do anoitecer e parte da manhã foram os de maior número de acidentes, responsáveis por 22% e 24% das indenizações pagas, respectivamente.

O que não faltou foi número por aqui, né? É graças a eles que podemos entender melhor o universo do trânsito brasileiro e, claro, sinalizar onde é preciso investir ainda mais em conscientização e prevenção. Curtiu? Então deixe seu comentário por aqui e compartilhe com seus amigos!

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Cuidados com o trânsito durante o Carnaval

Faltam poucos dias para o início oficial do Carnaval, um dos períodos do ano mais amados pelos brasileiros! ♥ Seja caindo na folia ou pegando a estrada, a regra é clara, pessoal: com o aumento do trânsito de veículos, motoristas e pedestres precisam ter atenção redobrada. Os números não mentem e comprovam a imprudência, galera. No mesmo período do ano passado, o Seguro DPVAT indenizou mais de três mil vítimas de acidentes de trânsito em todo o país. 🙁 De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram 1.600 pessoas autuadas por embriaguez ao volante, 4.517 pelo não uso de cinto de segurança, e 690 multas por falta de uso de capacete. E o que podemos fazer para mudar esse cenário? Separamos algumas ações indispensáveis e que podem colaborar muito para a sua segurança no trânsito. 😉 Vem com a gente!

Para quem vai...
Não tem outro jeito, pessoal. Antes de viajar, é mais do que necessário fazer aquela revisão bacana no veículo. Isso já evita riscos ou inconvenientes no meio do trajeto e, claro, acidentes de trânsito. A principal dica: procure uma oficina com antecedência e, se possível, de confiança. E peça para darem uma olhada naqueles itens básicos de sempre: freios, suspensão, injeção eletrônica, carga de bateria, faróis e lanternas, palhetas dos limpadores, entre outros que você ache necessário.

Outra coisa fundamental é a organização pré-viagem! Tudo na vida exige um planejamento prévio, e na hora de viajar não seria diferente, né? E isso vai muito além da escolha do destino ou do melhor caminho para chegar até ele. Muitos motoristas se esquecem desse pequeno detalhe que faz uma grande diferença para o veículo e para quem dirige. Verificar se a habilitação é condizente com o veículo que você vai conduzir; checar se toda a documentação está regular, e se o condutor está em condições emocionais de dirigir fazem parte dessa organização para qualquer viagem mais longa. A quantidade de combustível necessária e a condição das estradas do caminho também precisam ser considerados.

E para quem fica...
Se você estará a pé pelos bloquinhos da cidade, esse recado também é para você! Pedestres devem se manter atentos e procurar atravessar a rua utilizando as faixas ou passarela. Se estiver com crianças, segure-as pelas mãos, principalmente próximo a ruas e avenidas mais movimentadas. Se precisar falar ao celular, seja por mensagem, ou por telefone, não faça isso enquanto estiver caminhando. Afinal, você precisa estar atento aos demais foliões e, claro, aos veículos que podem passar por você. 😉

Bebeu e vai dirigir? Essa aí é furada e já está mais do avisada, galera! Não é porque é período de festa que pode misturar álcool e direção. Essa é a causa de muitos acidentes nesse período. Além de infração grave, é um ato de irresponsabilidade que expõe pessoas inocentes a riscos desnecessários e danos irreversíveis.

Aliás, aposte no transporte público! Além de não pegar longos congestionamentos, você evita possíveis danos ao seu veículo. Caso você tenha ingerido qualquer quantidade de bebida alcoólica, não assuma a direção do veículo de jeito nenhum! Você pode eleger o motorista da rodada entre os seus amigos ou chamar um táxi ou motorista por aplicativo. E por falar nisso, não é porque você é o passageiro que não vai se proteger, né? Ao entrar no carro, já coloque o cinto de segurança.

E aí, curtiram nossas dicas? Então, anote tudo e curta muito esse Carnaval com segurança!


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Volta às aulas: todo cuidado é pouco no trânsito

O período das férias escolares chegou ao fim e, ao contrário do que muitos pensam, esse também é um período que exige bastante cuidado e atenção no trânsito. Além de te explicar o porquê, vamos dar uma porção de dicas para esse momento. Ficou curioso para conferir? Então, é só continuar acompanhando o nosso post! ;)

Acidentes de trânsito são a principal causa de morte de crianças e adolescentes no Brasil
De acordo com a ONG Criança Segura, atualmente, os acidentes de trânsito são a principal causa de morte de crianças e adolescentes com idades de cinco a 14 anos no Brasil. Todos os anos, cerca de 3,7 mil crianças dessa faixa etária morrem e outras 113 mil são hospitalizadas em consequência de acidentes de trânsito no país. E se a gente te contasse que, ainda de acordo com essa ONG, do total dessas mortes, 36% ocorreram quando as crianças estavam na condição de ocupantes de veículo e 30% foram devido a atropelamentos? A ONG Criança Segura monitora regularmente os dados relacionados a acidentes com crianças que acontecem no Brasil, usando a plataforma de dados do Ministério da Saúde, o Datasus.

Mas por que as crianças e adolescentes estão tão vulneráveis?
Isso acontece porque seus corpos são mais frágeis e ainda estão em desenvolvimento, galera. Devido a pequena estatura, por exemplo, elas não enxergam por cima de carros estacionados e também ficam escondidas do campo de visão dos motoristas. Além disso, o campo de visão dos pequenos é mais estreito que o dos adultos e, por isso, muitas vezes eles não veem um carro se aproximando, sendo incapazes de avaliar corretamente a distância. Isso se torna muito mais relevante quando analisamos o período de volta às aulas, onde, naturalmente, mais crianças circulam pelas ruas, não é mesmo?

O que fazer para mudar essa realidade, especialmente no período de volta às aulas?
A resposta é simples: prevenção. Por isso, para evitar situações de perigo, é preciso redobrar a atenção, diminuindo a velocidade ao se aproximar de escolas, respeitando as leis e a sinalização, além da preferência dos pedestres na faixa. A gente aproveita para reforçar que o cuidado também deve partir dos próprios estudantes, viu? Atitudes simples, mas que fazem toda a diferença, como embarcar e desembarcar sempre pelo lado da calçada, não se distrair com o uso do celular nas ruas, atravessar as vias preferencialmente na faixa de pedestres e menores de 10 anos andarem sempre acompanhados de adultos são alguns dos exemplos.

Ah, para os papais, volta às aulas é o momento de não deixar a gentileza de lado, viu? Que tal, na hora de deixar ou buscar o seu filho na porta da escola, parar o carro um pouco mais distante da entrada e ir a pé para evitar a fila dupla e atrapalhar outros motoristas? Fica a dica! ;)

E aí, gostou do nosso post de hoje? Então, que tal compartilhar com todo mundo que você conhece? Afinal, construir um trânsito mais seguro na volta às aulas é responsabilidade de todos nós! Nos vemos no próximo post aqui do Blog Viver Seguro no Trânsito. Até lá! ;)


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#DPVATExplica: entenda quais são as diferenças entre a invalidez permanente parcial e total

Responsável por cerca de 70% dos pedidos do Seguro DPVAT, mais de 3 milhões de indenizações foram pagas por invalidez permanente nos últimos dez anos. Mas você sabia que ela pode ser dividida, de acordo com a sua gravidade, entre total e parcial? E, para contar um pouco mais sobre os tipos de invalidez e mais detalhes sobre essa cobertura, preparamos mais uma edição do #DPVATExplica! Confira. ❤

O que é considerado invalidez permanente para fins de indenização do Seguro DPVAT?
A invalidez permanente é a perda ou a redução da funcionalidade de um membro ou órgão. A indenização do Seguro DPVAT pode ser pleiteada quando a sequela é resultado de um acidente causado por veículo automotor de via terrestre e é permanente, galera. Para isso, é preciso que, no momento da alta médica, seja comprovado que a recuperação ou reabilitação da área afetada é inviável. Outra observação importante é que a invalidez permanente pode ser total ou parcial, sendo subdivida em parcial completa ou incompleta, conforme a extensão das perdas anatômicas ou funcionais.

Quais são as diferenças entre invalidez parcial e total?
Os casos de invalidez parcial são aqueles em que o acidentado de trânsito perde ou tem a capacidade de realizar algumas de suas atribuições reduzida, mas nem todas são comprometidas. Os exemplos mais comuns são membros ou órgãos debilitados. Se a vítima, por exemplo, perde a visão de um olho permanentemente após um acidente de trânsito, esta é encaixada como invalidez parcial. Já se, no mesmo acidente, a vítima perder a visão dos dois olhos, a invalidez é considerada total. Lembrando que as sequelas devem ser permanentes, como explicamos aqui em cima!

Como se dá o cálculo do valor da indenização por tipo de invalidez permanente?
Para fins de indenização pelo Seguro DPVAT, o cálculo do valor da indenização por invalidez permanente se dá dependendo da gravidade da lesão, ou seja, se esta é total ou parcial, a partir da tabela prevista na Lei 6.194/74, que instituiu o Seguro. Dessa forma, nos casos de invalidez permanente total, o valor da indenização será de 100% do Limite Máximo de Indenização (LMI) em vigor, ou seja, de R$ 13.500 e, nos casos de invalidez permanente parcial, o valor da indenização corresponderá ao percentual do segmento corporal com perda anatômica/funcional previsto diretamente na tabela sobre o Limite Máximo de Indenização (LMI) em vigor. ;)

Qual a documentação solicitada para dar entrada no pedido?
Assim como nas demais coberturas, o principal documento para dar entrada no pedido de indenização do Seguro DPVAT por invalidez permanente é o Boletim de Ocorrência (B.O), galera. Outro documento importante é o Laudo Conclusivo do IML, que se faz necessário para atestar a invalidez permanente e qualificar o tipo e o grau das lesões físicas ou psíquicas sofridas pela vítima. Você confere as demais documentações no site da Seguradora Líder clicando aqui. Anotou? ;)

E aí, tem alguma dúvida sobre a indenização por invalidez permanente que a gente não abordou aqui em cima? Então, não esquece de deixar para a gente aqui nos comentários. Respondemos rapidinho! ;) Nos vemos na próxima edição do #DPVATExplica!


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#DPVATExplica a diferença entre bilhete e boleto do Seguro DPVAT

Para a grande maioria dos proprietários de veículos do Brasil, os primeiros meses do ano marcam os vencimentos do pagamento do prêmio do Seguro DPVAT. Um dos pontos que pode gerar dúvida na hora da quitação é o custo de R$ 4,15 referente ao “bilhete”, que a gente te conta agora que não tem relação com os conhecidos boletos. Vamos nessa? ;)

Diferença entre boleto e bilhete
Enquanto o boleto é a guia emitida e utilizada para pagamento do Seguro DPVAT, o bilhete é o que formaliza a contratação do Seguro DPVAT e é emitido junto ao Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), aquele que todo proprietário recebe quando o veículo passa pelo licenciamento, procedimento anual e obrigatório que autoriza o veículo a circular livremente pelas vias. ;)

Qual a finalidade do “custo do bilhete”?
O valor de R$ 4,15 do “custo do bilhete” faz parte do valor do Seguro DPVAT e tem como finalidade produzir os formulários de CRV (Certificado de Registro de Veículo) e CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo), emitidos junto ao Bilhete do Seguro DPVAT, e fornecidos a todos os DETRANs. Cabe a cada Estado a personalização (impressão dos dados variáveis, como, por exemplo: o nome do proprietário, marca, modelo do veículo, etc) e a entrega desses documentos aos proprietários de veículo no ato do licenciamento anual. ;)

O que regulamenta esse custo?
O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que regula os valores do Seguro DPVAT, estabeleceu o valor correspondente ao custo da emissão e da cobrança da apólice ou do bilhete do DPVAT. É importante falarmos também que a emissão e a cobrança da apólice do bilhete, foi fixada inicialmente, em 2009, no valor de R$ 3,90 e reajustada para R$ 4,15 em 2011, por meio da Resolução CNSP 215/2010, que permanece vigente até hoje. ;)

Como faço para emitir o boleto do Seguro DPVAT?
Basta acessar a sessão “Saiba como Pagar” do site da Seguradora Líder, clicando aqui, e conferir a regra de pagamento de acordo com o seu Estado. A gente aproveita para afirmar que não há desconto para pagamento antecipado do Seguro DPVAT, viu? ;)



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