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Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
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Categoria: Dicas

#DPVATExplica – Como declarar o Seguro DPVAT no Imposto de Renda

Ahhh, o início de ano! ❤ Época de férias, verão, Carnaval e... de fazer a Declaração Anual do Imposto de Renda (IR)! E muitas são as dúvidas que cercam esse momento. 😆 Mas como #EstamosAquiParaVocê, preparamos um conteúdo para responder a seguinte pergunta: como declarar a indenização recebida do #SeguroDPVAT na hora de acertar as contas com o Leão? Vem com a gente! 😉

Primeiramente...
É preciso entender: todo valor que você recebe como compensação por alguma perda precisa ser informado no Imposto de Renda. Nesse quesito, entram as indenizações pagas por seguradoras, como é o caso do Seguro DPVAT, ou provenientes de ações judiciais, por exemplo. 🙂

É benefício isento que fala?
É isso mesmo! O valor da indenização do Seguro DPVAT é um rendimento isento, ou seja, você não precisa pagar nenhum imposto sobre o ganho. E como o próprio nome diz, essa informação deve ser incluída na linha 26 (Outros) na parte de “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” do Imposto de Renda, de acordo com o que determina o Decreto nº 3.000/1999 e na Instrução Normativa RFB Nº 1.500/2014, Art. 11. 👍

Lembrando que...
Além do Seguro DPVAT, também entram nesse quesito itens como rendimento da caderneta de poupança, indenização de seguro por roubo e seguro-desemprego. Ah, e é sempre bom anotar: os valores das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT são de R$ 13.500 em caso de morte, até R$13.500 para invalidez permanente, e de até R$ 2.700 para reembolso de despesas médico-hospitalares, o DAMS.

Anotou tudo direitinho?! Agora é só preencher sua Declaração e ficar em dia! 🙂 E já sabe: suas dúvidas podem gerar outros posts, tipo esse. Deixe seu comentário e compartilhe nas redes sociais. 🙂 Até a próxima!


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#DPVATEmNúmeros: um alerta sobre o trânsito durante o Carnaval

Dados do Seguro DPVAT mostram que, nos últimos cinco anos, os índices de acidentes de trânsito no período carnavalesco (de sexta-feira de Carnaval até a quarta-feira de Cinzas) têm diminuído. No ano passado, foram cerca de 3.200 acidentes já indenizados pelo Seguro DPVAT. Lá em 2014, esses números eram bem maiores e superavam os 10 mil. 😮 Mas o que podemos fazer para que eles sigam cada vez menores para este e os próximos anos? Separamos alguns destaques para refletirmos juntos. Vamos conferir? :)

O perfil dos condutores
Ahhh... os jovens!  Infelizmente, os condutores na faixa etária entre 18 e 34 anos lideram o ranking como principais vítimas no trânsito durante o Carnaval de 2018: 50% dos acidentes envolviam os mais novos. Outro ponto observado é que, nos acidentes ocorridos durante o Carnaval de 2018, 76% das indenizações pagas a motoristas foram para homens. Os números também mostram que quem está no volante é o tipo de vítima mais recorrente no Carnaval. É, galera, os condutores foram responsáveis por 65% das indenizações pagas entre 2014 e 2018. Por isso, aquelas dicas de sempre: usar o cinto de segurança, respeitar os limites de velocidade e, claro, não pegar no volante depois de consumir bebida alcoólica são atitudes que podem salvar a sua vida e a de milhares de pessoas. ❤

Um alerta aos motociclistas
É, galera! Se formos avaliar pelo tipo de veículo, a motocicleta aparece como o a maior causa dos acidentes nos últimos cinco anos. Só em 2018, foram 2.440 indenizações (cerca de 76% do total), sendo 81% das vítimas, motociclistas. Em 2014, esse número era ainda mais assustador: superava a marca de 8 mil indenizações! Vale ressaltar que usar o capacete e a roupa adequada, além de ter atenção redobrada aos pedestres, são fundamentais para trafegar nas ruas nesse período.

E os pedestres, hein?
Achou que não íamos falar dos foliões? Afinal de contas, eles são o centro das atenções nesse período por serem muitos pelas ruas desse Brasil. De acordo com os nossos dados, foram 1.627 indenizações pagas para acidentes envolvendo pedestres em 2014. Apesar do número ter caído para 439 em 2018, ainda é muita coisa, né? Então, já sabe: nada de andar pela rua distraído ou olhando o celular. 😉

Uma volta pelo Brasil
A gente sabe que as maiores festas de Carnaval se concentram no Nordeste e no Sudeste, e são justamente essas regiões que lideram o ranking de indenizações nos últimos cinco anos. Juntas, elas ultrapassaram a média de 2 mil casos indenizados! Já a Região Sul, totalizou 589 indenizações pagas, seguido por Centro-Oeste e o Norte, que concentram 294 indenizações.

Dias e horários com mais acidentes
A folia começa muito antes, mas o maior índice de acidentes entre 2014 e 2018 aconteceu nos sábados e domingos de Carnaval: foram mais de 40% das ocorrências. No ano passado, o período do anoitecer e parte da manhã foram os de maior número de acidentes, responsáveis por 22% e 24% das indenizações pagas, respectivamente.

O que não faltou foi número por aqui, né? É graças a eles que podemos entender melhor o universo do trânsito brasileiro e, claro, sinalizar onde é preciso investir ainda mais em conscientização e prevenção. Curtiu? Então deixe seu comentário por aqui e compartilhe com seus amigos!

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Cuidados com o trânsito durante o Carnaval

Faltam poucos dias para o início oficial do Carnaval, um dos períodos do ano mais amados pelos brasileiros! ♥ Seja caindo na folia ou pegando a estrada, a regra é clara, pessoal: com o aumento do trânsito de veículos, motoristas e pedestres precisam ter atenção redobrada. Os números não mentem e comprovam a imprudência, galera. No mesmo período do ano passado, o Seguro DPVAT indenizou mais de três mil vítimas de acidentes de trânsito em todo o país. 🙁 De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram 1.600 pessoas autuadas por embriaguez ao volante, 4.517 pelo não uso de cinto de segurança, e 690 multas por falta de uso de capacete. E o que podemos fazer para mudar esse cenário? Separamos algumas ações indispensáveis e que podem colaborar muito para a sua segurança no trânsito. 😉 Vem com a gente!

Para quem vai...
Não tem outro jeito, pessoal. Antes de viajar, é mais do que necessário fazer aquela revisão bacana no veículo. Isso já evita riscos ou inconvenientes no meio do trajeto e, claro, acidentes de trânsito. A principal dica: procure uma oficina com antecedência e, se possível, de confiança. E peça para darem uma olhada naqueles itens básicos de sempre: freios, suspensão, injeção eletrônica, carga de bateria, faróis e lanternas, palhetas dos limpadores, entre outros que você ache necessário.

Outra coisa fundamental é a organização pré-viagem! Tudo na vida exige um planejamento prévio, e na hora de viajar não seria diferente, né? E isso vai muito além da escolha do destino ou do melhor caminho para chegar até ele. Muitos motoristas se esquecem desse pequeno detalhe que faz uma grande diferença para o veículo e para quem dirige. Verificar se a habilitação é condizente com o veículo que você vai conduzir; checar se toda a documentação está regular, e se o condutor está em condições emocionais de dirigir fazem parte dessa organização para qualquer viagem mais longa. A quantidade de combustível necessária e a condição das estradas do caminho também precisam ser considerados.

E para quem fica...
Se você estará a pé pelos bloquinhos da cidade, esse recado também é para você! Pedestres devem se manter atentos e procurar atravessar a rua utilizando as faixas ou passarela. Se estiver com crianças, segure-as pelas mãos, principalmente próximo a ruas e avenidas mais movimentadas. Se precisar falar ao celular, seja por mensagem, ou por telefone, não faça isso enquanto estiver caminhando. Afinal, você precisa estar atento aos demais foliões e, claro, aos veículos que podem passar por você. 😉

Bebeu e vai dirigir? Essa aí é furada e já está mais do avisada, galera! Não é porque é período de festa que pode misturar álcool e direção. Essa é a causa de muitos acidentes nesse período. Além de infração grave, é um ato de irresponsabilidade que expõe pessoas inocentes a riscos desnecessários e danos irreversíveis.

Aliás, aposte no transporte público! Além de não pegar longos congestionamentos, você evita possíveis danos ao seu veículo. Caso você tenha ingerido qualquer quantidade de bebida alcoólica, não assuma a direção do veículo de jeito nenhum! Você pode eleger o motorista da rodada entre os seus amigos ou chamar um táxi ou motorista por aplicativo. E por falar nisso, não é porque você é o passageiro que não vai se proteger, né? Ao entrar no carro, já coloque o cinto de segurança.

E aí, curtiram nossas dicas? Então, anote tudo e curta muito esse Carnaval com segurança!


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Volta às aulas: todo cuidado é pouco no trânsito

O período das férias escolares chegou ao fim e, ao contrário do que muitos pensam, esse também é um período que exige bastante cuidado e atenção no trânsito. Além de te explicar o porquê, vamos dar uma porção de dicas para esse momento. Ficou curioso para conferir? Então, é só continuar acompanhando o nosso post! ;)

Acidentes de trânsito são a principal causa de morte de crianças e adolescentes no Brasil
De acordo com a ONG Criança Segura, atualmente, os acidentes de trânsito são a principal causa de morte de crianças e adolescentes com idades de cinco a 14 anos no Brasil. Todos os anos, cerca de 3,7 mil crianças dessa faixa etária morrem e outras 113 mil são hospitalizadas em consequência de acidentes de trânsito no país. E se a gente te contasse que, ainda de acordo com essa ONG, do total dessas mortes, 36% ocorreram quando as crianças estavam na condição de ocupantes de veículo e 30% foram devido a atropelamentos? A ONG Criança Segura monitora regularmente os dados relacionados a acidentes com crianças que acontecem no Brasil, usando a plataforma de dados do Ministério da Saúde, o Datasus.

Mas por que as crianças e adolescentes estão tão vulneráveis?
Isso acontece porque seus corpos são mais frágeis e ainda estão em desenvolvimento, galera. Devido a pequena estatura, por exemplo, elas não enxergam por cima de carros estacionados e também ficam escondidas do campo de visão dos motoristas. Além disso, o campo de visão dos pequenos é mais estreito que o dos adultos e, por isso, muitas vezes eles não veem um carro se aproximando, sendo incapazes de avaliar corretamente a distância. Isso se torna muito mais relevante quando analisamos o período de volta às aulas, onde, naturalmente, mais crianças circulam pelas ruas, não é mesmo?

O que fazer para mudar essa realidade, especialmente no período de volta às aulas?
A resposta é simples: prevenção. Por isso, para evitar situações de perigo, é preciso redobrar a atenção, diminuindo a velocidade ao se aproximar de escolas, respeitando as leis e a sinalização, além da preferência dos pedestres na faixa. A gente aproveita para reforçar que o cuidado também deve partir dos próprios estudantes, viu? Atitudes simples, mas que fazem toda a diferença, como embarcar e desembarcar sempre pelo lado da calçada, não se distrair com o uso do celular nas ruas, atravessar as vias preferencialmente na faixa de pedestres e menores de 10 anos andarem sempre acompanhados de adultos são alguns dos exemplos.

Ah, para os papais, volta às aulas é o momento de não deixar a gentileza de lado, viu? Que tal, na hora de deixar ou buscar o seu filho na porta da escola, parar o carro um pouco mais distante da entrada e ir a pé para evitar a fila dupla e atrapalhar outros motoristas? Fica a dica! ;)

E aí, gostou do nosso post de hoje? Então, que tal compartilhar com todo mundo que você conhece? Afinal, construir um trânsito mais seguro na volta às aulas é responsabilidade de todos nós! Nos vemos no próximo post aqui do Blog Viver Seguro no Trânsito. Até lá! ;)


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#DPVATExplica: entenda quais são as diferenças entre a invalidez permanente parcial e total

Responsável por cerca de 70% dos pedidos do Seguro DPVAT, mais de 3 milhões de indenizações foram pagas por invalidez permanente nos últimos dez anos. Mas você sabia que ela pode ser dividida, de acordo com a sua gravidade, entre total e parcial? E, para contar um pouco mais sobre os tipos de invalidez e mais detalhes sobre essa cobertura, preparamos mais uma edição do #DPVATExplica! Confira. ❤

O que é considerado invalidez permanente para fins de indenização do Seguro DPVAT?
A invalidez permanente é a perda ou a redução da funcionalidade de um membro ou órgão. A indenização do Seguro DPVAT pode ser pleiteada quando a sequela é resultado de um acidente causado por veículo automotor de via terrestre e é permanente, galera. Para isso, é preciso que, no momento da alta médica, seja comprovado que a recuperação ou reabilitação da área afetada é inviável. Outra observação importante é que a invalidez permanente pode ser total ou parcial, sendo subdivida em parcial completa ou incompleta, conforme a extensão das perdas anatômicas ou funcionais.

Quais são as diferenças entre invalidez parcial e total?
Os casos de invalidez parcial são aqueles em que o acidentado de trânsito perde ou tem a capacidade de realizar algumas de suas atribuições reduzida, mas nem todas são comprometidas. Os exemplos mais comuns são membros ou órgãos debilitados. Se a vítima, por exemplo, perde a visão de um olho permanentemente após um acidente de trânsito, esta é encaixada como invalidez parcial. Já se, no mesmo acidente, a vítima perder a visão dos dois olhos, a invalidez é considerada total. Lembrando que as sequelas devem ser permanentes, como explicamos aqui em cima!

Como se dá o cálculo do valor da indenização por tipo de invalidez permanente?
Para fins de indenização pelo Seguro DPVAT, o cálculo do valor da indenização por invalidez permanente se dá dependendo da gravidade da lesão, ou seja, se esta é total ou parcial, a partir da tabela prevista na Lei 6.194/74, que instituiu o Seguro. Dessa forma, nos casos de invalidez permanente total, o valor da indenização será de 100% do Limite Máximo de Indenização (LMI) em vigor, ou seja, de R$ 13.500 e, nos casos de invalidez permanente parcial, o valor da indenização corresponderá ao percentual do segmento corporal com perda anatômica/funcional previsto diretamente na tabela sobre o Limite Máximo de Indenização (LMI) em vigor. ;)

Qual a documentação solicitada para dar entrada no pedido?
Assim como nas demais coberturas, o principal documento para dar entrada no pedido de indenização do Seguro DPVAT por invalidez permanente é o Boletim de Ocorrência (B.O), galera. Outro documento importante é o Laudo Conclusivo do IML, que se faz necessário para atestar a invalidez permanente e qualificar o tipo e o grau das lesões físicas ou psíquicas sofridas pela vítima. Você confere as demais documentações no site da Seguradora Líder clicando aqui. Anotou? ;)

E aí, tem alguma dúvida sobre a indenização por invalidez permanente que a gente não abordou aqui em cima? Então, não esquece de deixar para a gente aqui nos comentários. Respondemos rapidinho! ;) Nos vemos na próxima edição do #DPVATExplica!


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#DPVATExplica a diferença entre bilhete e boleto do Seguro DPVAT

Para a grande maioria dos proprietários de veículos do Brasil, os primeiros meses do ano marcam os vencimentos do pagamento do prêmio do Seguro DPVAT. Um dos pontos que pode gerar dúvida na hora da quitação é o custo de R$ 4,15 referente ao “bilhete”, que a gente te conta agora que não tem relação com os conhecidos boletos. Vamos nessa? ;)

Diferença entre boleto e bilhete
Enquanto o boleto é a guia emitida e utilizada para pagamento do Seguro DPVAT, o bilhete é o que formaliza a contratação do Seguro DPVAT e é emitido junto ao Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), aquele que todo proprietário recebe quando o veículo passa pelo licenciamento, procedimento anual e obrigatório que autoriza o veículo a circular livremente pelas vias. ;)

Qual a finalidade do “custo do bilhete”?
O valor de R$ 4,15 do “custo do bilhete” faz parte do valor do Seguro DPVAT e tem como finalidade produzir os formulários de CRV (Certificado de Registro de Veículo) e CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo), emitidos junto ao Bilhete do Seguro DPVAT, e fornecidos a todos os DETRANs. Cabe a cada Estado a personalização (impressão dos dados variáveis, como, por exemplo: o nome do proprietário, marca, modelo do veículo, etc) e a entrega desses documentos aos proprietários de veículo no ato do licenciamento anual. ;)

O que regulamenta esse custo?
O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que regula os valores do Seguro DPVAT, estabeleceu o valor correspondente ao custo da emissão e da cobrança da apólice ou do bilhete do DPVAT. É importante falarmos também que a emissão e a cobrança da apólice do bilhete, foi fixada inicialmente, em 2009, no valor de R$ 3,90 e reajustada para R$ 4,15 em 2011, por meio da Resolução CNSP 215/2010, que permanece vigente até hoje. ;)

Como faço para emitir o boleto do Seguro DPVAT?
Basta acessar a sessão “Saiba como Pagar” do site da Seguradora Líder, clicando aqui, e conferir a regra de pagamento de acordo com o seu Estado. A gente aproveita para afirmar que não há desconto para pagamento antecipado do Seguro DPVAT, viu? ;)



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Após 21 anos, 70% das vítimas de acidentes de trânsito ainda morrem sem cinto de segurança

Companheiro indispensável de qualquer saída motorizada, você sabia que a regulamentação da obrigatoriedade do uso do cinto de segurança completou 21 anos este mês? É isso aí! \o/ Mas você também sabia que, ainda hoje, 70% das vítimas de acidentes de trânsito morrem sem cinto de segurança? Essa triste realidade foi constatada em pesquisa realizada pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) sobre o uso do cinto de segurança nas rodovias divulgada recentemente e, hoje, vamos te deixar por dentro de todos os detalhes. Confere só!

Um abraço que salva vidas: saiba mais sobre a importância do uso do cinto de segurança
Antes de falarmos sobre a pesquisa, precisamos te contar o porquê o cinto de segurança ser um item indispensável na sua viagem! Você sabia que, em caso de colisão, ele impede que seu corpo se choque contra o volante, painel e para-brisas e que, até mesmo, seja projetado para fora do carro? E se a gente te contasse que, se você não usar o cinto de segurança no banco traseiro, em caso de colisão, poderá ser arremessado sobre o motorista e o carona com uma força 50 vezes maior do que o seu peso? Depois dessas informações, vale sim ou com certeza não esquecer de usar o cinto na próxima vez que entrar em um veículo? ;)

Ausência do cinto traz resultados preocupantes
Lembra da pesquisa da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP), que a gente falou no início desse post? Pois é, além de mostrar que 70% das vítimas de trânsito ainda morrem sem cinto de segurança, ela também trouxe outros números preocupantes, galera. Um deles foi que 53% dos passageiros que viajam no banco traseiro, 15% dos passageiros no banco dianteiro e 13% dos motoristas não usam cinto de segurança. Depois desses resultados, a gente vê que não é à toa que o não uso do cinto está elencado entre os principais fatores de risco à segurança viária no Plano Global da ONU, não é mesmo? :(

Mais de 213 mil multas somente em 2017
Você sabia que a falta do cinto de segurança gerou 213.356 infrações nas rodovias federais em 2017? É isso mesmo, galera. :( Os dados, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), vão além: 143.913 foram pela falta de uso do dispositivo pelo condutor e 69.443 pelos passageiros. A penalidade para o motorista quando um passageiro é flagrado sem o cinto de segurança é a mesma quando o próprio condutor está sem ele: uma infração grave sujeita à multa no valor de R$ 195,23, retenção do veículo até colocação do cinto pelo infrator e 5 pontos na carteira. É bom ficar de olho!

O que está sendo feito para mudar essa realidade?
Como por aqui também falamos de ações de prevenção e educação com o objetivo de conscientizar motoristas, tendo como base os dados do estudo, a ARTESP elaborou uma série de ações educativas. Uma delas foi o desenvolvimento de um simulador de impacto. Ao passar pela experiência do simulador, a pessoa vivenciava a força do impacto de uma batida a 5 km/h e, mesmo com baixa velocidade, o objetivo foi ampliar a sensibilidade para a importância do uso do cinto de segurança. Bem legal! ♥

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#DPVATExplica: Sabe a diferença entre Seguro DPVAT, IPVA e Licenciamento?

Para que possam andar pelas ruas e estradas desse Brasil com toda a documentação em dia, os proprietários de veículos tem que encarar siglas como DPVAT, IPVA e questões como o licenciamento. Mas vocês sabem a diferença entre cada um deles? Se não, fique ligado aqui que vamos esclarecer cada uma delas no primeiro #DPVATExplica do ano. Estão preparados? Então, vamos nessa! ;)

Seguro DPVAT

O Seguro por Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, também conhecido como DPVAT, é um seguro obrigatório, de responsabilidade da Seguradora Líder, que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, envolvendo morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas, ocorridos com veículos automotores em todo o território nacional. Ao contrário do que muitos pensam, os calendários do Seguro DPVAT acompanham o vencimento da cota única ou da primeira parcela do IPVA. Somente no caso de veículos isentos desse imposto é que o vencimento acompanhará o momento do licenciamento anual. Anota aí! ;)

IPVA

Já o IPVA, sigla para Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, é um imposto anual recolhido pela Receita Estadual, cotado a partir do preço de mercado do veículo e se aplica apenas para os veículos de circulação terrestre. De responsabilidade da Secretaria de Fazenda de cada estado, a data de pagamento varia de acordo com o dígito final de cada placa e seu preço e porcentagem variam de acordo com o estado correspondente. As únicas semelhanças do IPVA com o Seguro DPVAT estão no pagamento anual e na data do vencimento, já que, como te mostramos aqui em cima, o seguro do acidente de trânsito acompanha a data de vencimento desse imposto. Vale ficar de olho, hein! ;)

Licenciamento

Além do IPVA e do Seguro DPVAT, existe uma outra taxa para a qual os proprietários de veículos devem atentar: é o licenciamento, galera. Procedimento anual e obrigatório que autoriza o veículo a circular livremente pelas vias, ele é de responsabilidade do DETRAN de cada estado e atesta que o automóvel se encontra em conformidade com as normas de segurança e ambiental para o setor automotivo. Ah, e algo muito importante, galera: é no momento do licenciamento que o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), documento de porte obrigatório, é emitido. E tem mais: o motorista que dirige sem o CRLV, mesmo que tenha quitado o Seguro DPVAT e o IPVA, está sujeito a multa, apreensão do veículo e perda de 3 pontos na CNH. :O

Enquanto o IPVA é um imposto fixo sobre a propriedade do veículo, o Seguro DPVAT é a garantia de proteção em caso de acidentes de trânsito e o licenciamento é uma autorização que garante que seu veículo possa continuar a trafegar livremente pelas ruas e estradas. E aí, conseguiu entender direitinho? Então, que tal compartilhar esse post com todo mundo que você conhece, hein? Esperamos por você aqui embaixo nos comentários. ;)


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Saiba mais sobre os perigos da combinação álcool e direção

Um, dois, três copinhos para refrescar o calor do verão e chegou a hora de ir para casa, dirigindo. Pode falar a verdade: quantas vezes você já viu essa cena? Essa é apenas uma das situações do dia a dia com a perigosa mistura de álcool e direção. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), esse já é um dos cinco principais fatores de risco para a mortalidade no trânsito brasileiro. Mas quais são os riscos de beber e dirigir? Quais as punições? E a Lei Seca? Você confere as respostas para essas perguntas e muito aqui. Continue acompanhando! 😉👍

Entendendo os perigos de beber e dirigir

Pegar o carro para ir para casa após uns tomar umas cervejinhas no happy hour com os amigos não parece nada demais? Mas temos novidades: com apenas 0,02% a 0,05%, o equivalente a um copo de cerveja, há diminuição considerável das funções visuais e da capacidade de fazer duas coisas ao mesmo tempo. Com dois copos, o equivalente a 0,10%, a situação começa a ficar mais séria: há redução da capacidade de ficar na mesma pista da estrada e parar corretamente. Já com três copos, o equivalente a 0,15%, há incapacidade de controlar o veículo e prestar atenção às funções de direção. Impressionante! 😱

Lei Seca, uma década de atuação para tornar o trânsito mais seguro

Quando falamos da mistura bebida e direção, é impossível não lembrar da Lei Seca, nome popular da Lei 11.705/2008, que ficou conhecida por reduzir a tolerância no nível de álcool no sangue de quem dirige. No ano passado, ela completou uma década de atuação com resultados bastante positivos: segundo a Escola Nacional de Seguros (ENS), desde sua implantação, a Lei Seca já poupou 40 mil vidas no trânsito e 235 mil pessoas de ficarem com algum tipo de invalidez permanente. Bem legal, não é? 😉

Punições mais severas para a mistura bebida e direção

Mas não é só a Lei Seca que trouxe punições mais severas para a mistura bebida e direção, galera! A Lei nº 13.546/17, que entrou em vigor no dia 19 de abril, trouxe alterações significativas ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB), aumentando o rigor na punição aos motoristas que conduzirem veículos sob o efeito de álcool ou outras substâncias psicoativas e causarem acidentes. Agora, nos casos de lesões corporais graves ou gravíssimas, aquelas que podem gerar invalidez permanente, a pena passou de 6 meses a 2 anos para de 2 a 5 anos de prisão em regime fechado e, nos casos de homicídio culposo, aquele onde não há intenção de matar, passou de 5 a 8 anos de prisão, também em regime fechado.

Achou que parava por aí? Não mesmo! Outra novidade trazida pela Lei nº 13.546/17 está no fato que não haverá a possibilidade de pagamento de fiança, ocorrendo a suspensão ou proibição do direito de dirigir. A gente nem precisa falar que foi grande passo para reforçar a segurança no trânsito, galera! 😉

Transportes alternativos são opção depois da saideira

Tomar aquela gelada não tem problema se você não pegar o carro, pessoal. Que tal aproveitar essa oportunidade para usar a tecnologia ou o transporte público como solução? Fica a dica: depois da saideira, explore opções como o metrô, trem, ônibus, Uber, táxi, bicicleta para garantir a sua segurança na volta para casa! 😍

Com esse post, queremos te mostrar que o condutor precisa entender que é o responsável por todos que estão no veículo e refletir sobre isso antes de beber. Afinal, a construção de um trânsito mais seguro para todos também é sua responsabilidade! Que tal pensar nisso antes de pegar na direção do carro, hein? =)



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Como pagar o Seguro DPVAT 2019

Chegou a hora de pagar o Seguro DPVAT 2019, galera! Cobrado anualmente junto ao vencimento da cota única ou primeira parcela do IPVA, o seguro garante a sua proteção em caso de acidentes de trânsito envolvendo morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas e suplementares (DAMS). Muito amor envolvido, não é? 😍 Então, para que você mantenha o Seguro DPVAT do seu veículo em dia, preparamos um tutorial para que você fique por dentro de como realizar o pagamento no seu Estado, de forma segura, prática e rápida. Preparado? 3, 2, 1... vamos lá! 😉👍

1. Acesse o site da Seguradora Líder e selecione entre as opções "RJ e pagamento de anos anteriores" ou "Outros estados".

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2. Se você não for do Rio de Janeiro, será direcionado para o nosso mapa. Escolha o seu Estado no menu e confira as instruções de pagamento. Se for necessária a emissão de guia, encontrará o link direcionando para a página correspondente. Em muitos Estados, a emissão é feita nas páginas dos Detrans.

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3. Insira as informações pedidas e gere a guia para o pagamento. Atenção: desde 2013, o número do RENAVAM é formado por 11 dígitos. 😉

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4. Pronto! Agora é só pagar em um dos bancos indicados para o seu Estado. 

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Se você ainda tem dúvidas sobre os valores do Seguro DPVAT para 2019 é possível verificar a tabela, dividida por tipo de categoria, clicando aqui

Lembre-se: ao manter o Seguro DPVAT em dia você não só garante o licenciamento do seu veículo, mas também colabora com a saúde pública brasileira e com campanhas de educação no trânsito e prevenção de acidentes cada vez mais efetivas, já que parte dos recursos são destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Então, que tal dar aquela passadinha lá no nosso site, hein? Qualquer dúvida, estamos aqui para você saber mais! 😉😄



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