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Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
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Categoria: Legislação

Operação Lei Seca comemora 10 no Rio de Janeiro

Criada em 2008 pelo deputado federal Hugo Leal, a Lei Seca se tornou um importante instrumento de prevenção de acidentes e educação no trânsito no Estado do Rio de Janeiro com o lançamento, há 10 anos, da Operação Lei Seca. Gerando conhecimento e conscientização, a iniciativa ajudou a diminuir a presença de motoristas alcoolizados no trânsito e, consequentemente, o número de vítimas de acidentes. Fique ligado aqui no nosso post e saiba mais sobre os benefícios e ganhos que a Operação trouxe para o estado! 💖

Investimentos que geram resultados no trânsito:
Com as ações realizadas em diversas vias do estado, grande parte dos motoristas passaram a se conscientizar e passaram a perceber que álcool e direção, realmente, não combinam. Dados da Secretaria de Estado de Governo mostram que, desde o início das operações, mais de 3,6 milhões de motoristas foram abordados em cerca de 22 mil blitzes. A redução na quantidade de motoristas dirigindo sob o efeito de bebidas alcoólicas nesse período chegou a 50%. 😱

Enquanto o número de infratores diminuiu, a punição passou a pesar um pouco mais no bolso dos motoristas: a multa é de R$ 2.934,70 para os condutores pegos em flagrante. Além disso, passou também a ser penalizado quem se recusa a soprar o bafômetro.

E o que todos esses dados querem dizer?
E nós aqui do Seguro DPVAT ajudamos a comprovar que a Operação Lei Seca dá resultado! De acordo com os nossos números, em 2008 foram pagas 5.173 indenizações para acidentes de trânsito com vítimas fatais no estado do Rio de Janeiro, número que caiu 53% em relação a 2018, quando foram pagas 2.547 indenizações por morte :o

A conscientização continua...
É claro que os acidentes de trânsito causados pela ingestão de bebidas alcoólicas ainda preocupam e, por isso, a Operação Lei Seca investe em ações não apenas à noite. Além de mais horas nas ruas, a campanha deve aderir, posteriormente, a equipamentos que permitam detectar, também, o uso de drogas entorpecentes.

Galera, é importante se conscientizar de que álcool e direção não são uma boa combinação e que vidas podem ser poupadas se cada um fizer sua parte. Certo? Conta pra gente sua opinião sobre o assunto aqui nos comentários. Ela é muito importante para nós! 😉


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#DPVATExplica – Como declarar o Seguro DPVAT no Imposto de Renda

Ahhh, o início de ano! ❤ Época de férias, verão, Carnaval e... de fazer a Declaração Anual do Imposto de Renda (IR)! E muitas são as dúvidas que cercam esse momento. 😆 Mas como #EstamosAquiParaVocê, preparamos um conteúdo para responder a seguinte pergunta: como declarar a indenização recebida do #SeguroDPVAT na hora de acertar as contas com o Leão? Vem com a gente! 😉

Primeiramente...
É preciso entender: todo valor que você recebe como compensação por alguma perda precisa ser informado no Imposto de Renda. Nesse quesito, entram as indenizações pagas por seguradoras, como é o caso do Seguro DPVAT, ou provenientes de ações judiciais, por exemplo. 🙂

É benefício isento que fala?
É isso mesmo! O valor da indenização do Seguro DPVAT é um rendimento isento, ou seja, você não precisa pagar nenhum imposto sobre o ganho. E como o próprio nome diz, essa informação deve ser incluída na linha 26 (Outros) na parte de “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” do Imposto de Renda, de acordo com o que determina o Decreto nº 3.000/1999 e na Instrução Normativa RFB Nº 1.500/2014, Art. 11. 👍

Lembrando que...
Além do Seguro DPVAT, também entram nesse quesito itens como rendimento da caderneta de poupança, indenização de seguro por roubo e seguro-desemprego. Ah, e é sempre bom anotar: os valores das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT são de R$ 13.500 em caso de morte, até R$13.500 para invalidez permanente, e de até R$ 2.700 para reembolso de despesas médico-hospitalares, o DAMS.

Anotou tudo direitinho?! Agora é só preencher sua Declaração e ficar em dia! 🙂 E já sabe: suas dúvidas podem gerar outros posts, tipo esse. Deixe seu comentário e compartilhe nas redes sociais. 🙂 Até a próxima!


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Saiba mais sobre a evolução das placas de trânsito no Brasil

Se tem um assunto que não sai da boca dos brasileiros quando o assunto é trânsito são as Placas Mercosul. De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a nova placa já está presente em mais de 900 mil veículos no país. Mas você sabia que esta é a quinta vez que o modelo é mudado desde que foi criado, em 1901? Para entender melhor esse “troca-troca”, o post de hoje vai levar você por uma viagem pelos sistemas de placas de veículos que já foram adotados no Brasil. Bora? ;

Lá nos primórdios...
O primeiro sistema de placas brasileiras surgiu lááá em 1901, e foi usado por 40 anos. O modelo era bem diferente: podia ser das cores preta ou vermelha com caracteres brancos, e apenas uma sequência básica de números de 1 a 99999 precedida pelas letras P, para veículo particular, ou A, para veículo de aluguel. As sinalizações eram emitidas pelas prefeituras. Por isso, poderia facilmente haver placas iguais em cada um dos municípios brasileiros. Curioso, né?

A fase das placas numéricas...
A partir de 1941, o sistema evoluiu: as placas continuaram a ser emitidas pelos municípios com sequência numérica simples, mas a categoria do veículo era representada por... cores! Ou seja, a placa laranja, com números pretos, era usada por veículos particulares, e a vermelha, com números brancos, por veículos de aluguel e/ou frete. O nome do município de registro e a sigla do Estado foram incluídos no topo da placa para diferenciar os carros por localidade. Ah, e tinham também as placas traseiras! Elas possuíam só a sigla do Estado e a sequência de números. As placas de motos seguiram o mesmo estilo, mas eram ovais, e não retangulares.

...E das alfanumérica
Aí, em 1969, entraram as letras. As placas passaram a combinar um par de letras seguido por quatro números para veículos de quatro ou mais rodas, e três números para veículos de duas ou três rodas. Foi nesse momento que as placas finalmente passaram a ser registradas pelo Estado, e não mais pelo município. Assim, as combinações de letras eram distribuídas por região administrativa, evitando a repetição de placas dentro do estado. Ou seja, acabou a confusão! 🙂

O período do registro nacional
Esse é o sistema que usamos até hoje, galera! Ele começou a ser implementado em 1990, no Paraná, e foi sendo adotado aos poucos em cada Estado até ser totalmente implementado em 1999. As placas passaram a adotar um prefixo de três letras e uma sequência de quatro números – valendo também para motos – aumentando o número de combinações possíveis para mais de 150 milhões. E a cor? Mudou também! As placas passaram a ter o fundo cinza com caracteres pretos para veículos particulares e vermelho com caracteres brancos para veículos de aluguel. 😉

Chegamos em 2018... e vieram as Placas Mercosul
A última parada da nossa viagem é a Placa Mercosul, que surgiu a partir de um acordo entre o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) com os países do Mercosul com o objetivo de criar um sistema unificado entre esses países. E você já deve ter visto o novo modelo por aí: são brancas, com uma tarja azul na parte superior, onde fica o nome do país no qual o carro está registrado, e uma combinação alfanumérica com quatro letras e três números. As placas têm também a bandeira do Estado e o brasão de armas da cidade onde o veículo é registrado, com as categorias diferenciadas por cor dos caracteres. De acordo com o Ministério de Infraestrutura, a nova placa já está em vigor em sete Estados: Rio de Janeiro, o primeiro a adotar o modelo; Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, unidades da federação que migraram para o formato em dezembro de 2018.

Você imaginava que as placas teriam tanta história para contar? Bacana, né?! Então, curta, comente e compartilhe com os amigos! 🙂 Até a próxima! 😉




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#BonsExemplos: O que está sendo feito para reduzir os acidentes de trânsito no país?


De acordo com dados da Seguradora Líder, de janeiro a novembro de 2018, foram pagas mais de 290 mil indenizações em todo o país. É fato, pessoal: os números só comprovam como pequenas atitudes, como exceder o limite de velocidade, dirigir sem cinto de segurança, avançar no sinal vermelho, e estacionar em local não permitido, podem ser algumas das razões para esse dado ainda ser tão alarmante. 😟

A boa notícia é que tem muita ação bacana sendo implementada no país voltada à educação e conscientização, prevenção de mortes e outros danos causados pelos acidentes de trânsito. Vamos conferir algumas delas? 😉

Diagnóstico das rodovias
Já falamos sobre a Operação Rodovida por aqui, mas a ideia é tão bacana que fazemos questão de reforçar, galera! Realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), tem o objetivo de intensificar a fiscalização no trânsito em períodos de maior circulação de veículos nas rodovias federais.

A PRF fez uma análise mais profunda dos acidentes que acontecem nas estradas do país, levando em conta a frequência, os horários e as causas dessas ocorrências. Assim, ficou mais fácil garantir que a fiscalização seja intensificada nestes percursos para coibir práticas perigosas como ultrapassagens irregulares, excesso de velocidade, consumo de álcool, atropelamento de pedestres e trânsito irregular de motocicletas. A próxima operação acontece no período do Carnaval, entre 22 de fevereiro e 9 de março de 2019. 😉

Mãos à obra
Sabiam que existe o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, o PNATRANS? É, galera! Essa sigla foi acrescentada ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e propõe um grande desafio aos órgãos de trânsito, transporte, saúde, justiça e educação pelos próximos dez anos: reduzir, no mínimo, pela metade o índice nacional de mortes nas rodovias! As metas foram determinadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e tem como objetivos melhorar a mobilidade urbana, promover a convivência harmoniosa entre condutores, pedestres e ciclistas, e, claro, preservar vidas, já que o trânsito é umas das principais causas de mortes de pessoas no mundo. 😟

“Drogômetro” em ação
É isso mesmo que você está pensando! Se a fiscalização foi intensificada pela Lei Seca, a tendência é o cerco se fechar ainda mais para os condutores infratores, galera. É que o Governo Federal quer atuar também para detectar o uso de outros tipos de drogas no trânsito. A ideia é verificar, por meio da saliva, a presença de entorpecentes. Esse tipo de fiscalização já é feita em países como Estados Unidos, França e Itália, mas, por aqui, ainda não há prazos para a implantação do “drogômetro”. E a gente seque de olho! 😉

Lupa nos transportes
Outra parceira importante nas fiscalizações de trânsito é a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). Por meio de fiscalizações nos serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros, a agência verifica se as empresas cumprem as normas técnicas previstas na legislação. 😊

Ufa, tem muita coisa sendo feita né, pessoal? Ainda bem! E você? Sabe de alguma ação bacana para reduzir acidentes de trânsito no seu Estado, município ou bairro, e quer compartilhar com a gente? Escreva aqui nos comentários! 😉 Juntos vamos mais longe, né? Até a próxima!😊


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Quais são os custos dos acidentes de trânsito?

Os acidentes de trânsito estão entre as principais causas de morte no mundo, além de serem apontados como um grande problema de saúde pública. No Brasil, especificamente, os acidentes de trânsito geram custos sociais, ambientais, psicológicos e uma alta demanda de leitos hospitalares. E como isso te afeta diretamente? Explicamos tudo no post de hoje. Confere só! ;)

Perdas de R$ 199 bilhões em decorrência de acidentes de trânsito em 2017
Um estudo do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), da Escola Nacional de Seguros, com base nos indicadores do Seguro DPVAT, revela que os acidentes graves ocorridos no trânsito brasileiro em 2017 provocaram um impacto econômico de R$ 199 bilhões, ou seja, 3,04% do Produto Interno Bruto (PIB).

Esse valor equivale ao que seria gerado pelo trabalho das vítimas, caso os acidentes não tivessem ocorrido. De acordo com os dados do Seguro DPVAT usados no estudo, somente em 2017, os acidentes de trânsito mataram mais de 41 mil pessoas em todo o País e deixaram inválidas de forma permanente, afastando da atividade econômica que exerciam ou poderiam exercer, outras 284 mil. A maior atenção, no entanto, tem que ser dada aos motociclistas: em 2017, a maior parte das indenizações pagas, 74%, foi destinada a eles, apesar desse tipo de veículo representar apenas 27% da frota nacional. A gente nem precisa dizer que isso é bem triste, não é, galera? 

O que o custo dos acidentes de trânsito representa
Na prática, se as despesas de R$ 199 bilhões tivessem sido evitadas, esse montante poderia ter sido empregado em:

  • 22 mil novos hospitais, com 250 leitos, UTI e unidade de traumatismos graves;
  • 570 mil novas escolas;
  • 185 mil quilômetros de novas rodovias;
  • 60 mil quilômetros de novas ferrovias.

Seguro DPVAT em dia, um ato de cidadania
Os acidentes de trânsito impactam bastante a vida pessoal e econômica das pessoas, seja por afastamento do trabalho, perda de renda para a família ou custos com hospitalização. E é nesse ponto que o Seguro DPVAT entra, pessoal: mantê-lo em dia é muito mais do que regularizar o seu veículo, é garantir o amparo de todos os brasileiros no trânsito em caso de morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médico-hospitalares (DAMS), minimizando os custos. Depois dessa, vale sim ou com certeza manter o seu Seguro em dia? ;)

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Após 21 anos, 70% das vítimas de acidentes de trânsito ainda morrem sem cinto de segurança

Companheiro indispensável de qualquer saída motorizada, você sabia que a regulamentação da obrigatoriedade do uso do cinto de segurança completou 21 anos este mês? É isso aí! \o/ Mas você também sabia que, ainda hoje, 70% das vítimas de acidentes de trânsito morrem sem cinto de segurança? Essa triste realidade foi constatada em pesquisa realizada pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) sobre o uso do cinto de segurança nas rodovias divulgada recentemente e, hoje, vamos te deixar por dentro de todos os detalhes. Confere só!

Um abraço que salva vidas: saiba mais sobre a importância do uso do cinto de segurança
Antes de falarmos sobre a pesquisa, precisamos te contar o porquê o cinto de segurança ser um item indispensável na sua viagem! Você sabia que, em caso de colisão, ele impede que seu corpo se choque contra o volante, painel e para-brisas e que, até mesmo, seja projetado para fora do carro? E se a gente te contasse que, se você não usar o cinto de segurança no banco traseiro, em caso de colisão, poderá ser arremessado sobre o motorista e o carona com uma força 50 vezes maior do que o seu peso? Depois dessas informações, vale sim ou com certeza não esquecer de usar o cinto na próxima vez que entrar em um veículo? ;)

Ausência do cinto traz resultados preocupantes
Lembra da pesquisa da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP), que a gente falou no início desse post? Pois é, além de mostrar que 70% das vítimas de trânsito ainda morrem sem cinto de segurança, ela também trouxe outros números preocupantes, galera. Um deles foi que 53% dos passageiros que viajam no banco traseiro, 15% dos passageiros no banco dianteiro e 13% dos motoristas não usam cinto de segurança. Depois desses resultados, a gente vê que não é à toa que o não uso do cinto está elencado entre os principais fatores de risco à segurança viária no Plano Global da ONU, não é mesmo? :(

Mais de 213 mil multas somente em 2017
Você sabia que a falta do cinto de segurança gerou 213.356 infrações nas rodovias federais em 2017? É isso mesmo, galera. :( Os dados, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), vão além: 143.913 foram pela falta de uso do dispositivo pelo condutor e 69.443 pelos passageiros. A penalidade para o motorista quando um passageiro é flagrado sem o cinto de segurança é a mesma quando o próprio condutor está sem ele: uma infração grave sujeita à multa no valor de R$ 195,23, retenção do veículo até colocação do cinto pelo infrator e 5 pontos na carteira. É bom ficar de olho!

O que está sendo feito para mudar essa realidade?
Como por aqui também falamos de ações de prevenção e educação com o objetivo de conscientizar motoristas, tendo como base os dados do estudo, a ARTESP elaborou uma série de ações educativas. Uma delas foi o desenvolvimento de um simulador de impacto. Ao passar pela experiência do simulador, a pessoa vivenciava a força do impacto de uma batida a 5 km/h e, mesmo com baixa velocidade, o objetivo foi ampliar a sensibilidade para a importância do uso do cinto de segurança. Bem legal! ♥

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#DPVATExplica: Sabe a diferença entre Seguro DPVAT, IPVA e Licenciamento?

Para que possam andar pelas ruas e estradas desse Brasil com toda a documentação em dia, os proprietários de veículos tem que encarar siglas como DPVAT, IPVA e questões como o licenciamento. Mas vocês sabem a diferença entre cada um deles? Se não, fique ligado aqui que vamos esclarecer cada uma delas no primeiro #DPVATExplica do ano. Estão preparados? Então, vamos nessa! ;)

Seguro DPVAT

O Seguro por Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, também conhecido como DPVAT, é um seguro obrigatório, de responsabilidade da Seguradora Líder, que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, envolvendo morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas, ocorridos com veículos automotores em todo o território nacional. Ao contrário do que muitos pensam, os calendários do Seguro DPVAT acompanham o vencimento da cota única ou da primeira parcela do IPVA. Somente no caso de veículos isentos desse imposto é que o vencimento acompanhará o momento do licenciamento anual. Anota aí! ;)

IPVA

Já o IPVA, sigla para Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, é um imposto anual recolhido pela Receita Estadual, cotado a partir do preço de mercado do veículo e se aplica apenas para os veículos de circulação terrestre. De responsabilidade da Secretaria de Fazenda de cada estado, a data de pagamento varia de acordo com o dígito final de cada placa e seu preço e porcentagem variam de acordo com o estado correspondente. As únicas semelhanças do IPVA com o Seguro DPVAT estão no pagamento anual e na data do vencimento, já que, como te mostramos aqui em cima, o seguro do acidente de trânsito acompanha a data de vencimento desse imposto. Vale ficar de olho, hein! ;)

Licenciamento

Além do IPVA e do Seguro DPVAT, existe uma outra taxa para a qual os proprietários de veículos devem atentar: é o licenciamento, galera. Procedimento anual e obrigatório que autoriza o veículo a circular livremente pelas vias, ele é de responsabilidade do DETRAN de cada estado e atesta que o automóvel se encontra em conformidade com as normas de segurança e ambiental para o setor automotivo. Ah, e algo muito importante, galera: é no momento do licenciamento que o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), documento de porte obrigatório, é emitido. E tem mais: o motorista que dirige sem o CRLV, mesmo que tenha quitado o Seguro DPVAT e o IPVA, está sujeito a multa, apreensão do veículo e perda de 3 pontos na CNH. :O

Enquanto o IPVA é um imposto fixo sobre a propriedade do veículo, o Seguro DPVAT é a garantia de proteção em caso de acidentes de trânsito e o licenciamento é uma autorização que garante que seu veículo possa continuar a trafegar livremente pelas ruas e estradas. E aí, conseguiu entender direitinho? Então, que tal compartilhar esse post com todo mundo que você conhece, hein? Esperamos por você aqui embaixo nos comentários. ;)


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Veja o que muda na lei de trânsito em 2019


Estamos sempre em busca de novidades envolvendo o trânsito para deixar você, nosso leitor, atualizado. Por isso, no post de hoje, vamos falar das principais mudanças nas leis de trânsito para 2019. Um spoiler: elas não atingem somente carros e motos, mas também os ciclistas e pedestres. E aí, ficou curioso para saber quais são? É só continuar acompanhando o nosso post. 😉

O futuro é digital, até nos documentos

A exemplo das placas Mercosul, a implantação do CRLVe – versão digital do documento que comprova o licenciamento anual dos veículos – passou de 2018 para 2019. Os Detrans de todo o país têm até o dia 30 de junho de 2019 para disponibilizar o serviço através do aplicativo. Agora, na hora de dirigir, o motorista pode optar por levar consigo o documento que preferir: a versão digital do CRLVe ou a física, ambos com mesmo valor legal.

E sabia que o CRLVe tem a ver com o Seguro DPVAT? Sim! Afinal, esse documento só é expedido após a quitação dos débitos relativos a tributos, encargos e multas de trânsito e ambientais vinculados ao veículo, incluindo o pagamento do DPVAT. Depois dessa informação, vale sim ou com certeza manter o seu Seguro em dia? Confira as regras do seu estado clicando aqui. 👏

Multas para pedestres e ciclistas

Também prevista para ser iniciada no ano passado, a aplicação de multas para pedestres e ciclistas que andarem fora das áreas permitidas (como no meio da rua ou fora da faixa de pedestres) foi adiada para 1º de março de 2019. A partir dessa data, se flagrado, o pedestre poderá pagar multa de R$ 44,19, enquanto o ciclista deverá arcar com R$ 130,16.

Placas do Mercosul

Depois de alguns adiamentos, a data estipulada é 30 de junho deste ano para que Detrans dos Estados e Distrito Federal se adequem. Atenção: a nova placa só precisará ser adotada para o primeiro emplacamento e, para aqueles que tiverem a placa antiga, no caso da troca de município ou propriedade. 😉

Obrigatoriedade de freios ABS e CBS para motos

Desde 2016, as fabricantes de motocicletas são obrigadas a incluir freio ABS ou CBS, sistemas capazes de evitar que as rodas sejam bloqueadas numa freada mais brusca, em parte das unidades novas. Desde o dia 1º de janeiro, no entanto, essa exigência pulou de 60% para 100% do total de motos novas fabricadas ou importadas para o Brasil. Bem legal, não é? 👍

E aí, curtiu ficar por dentro das principais novidades no trânsito brasileiro para 2019? Então, é só continuar ligadinho aqui no Blog Viver Seguro no Trânsito para se manter bem informado. Ah, e não esquece de contar para a gente aqui nos comentários o que você achou. Nos vemos no próximo post! 😉



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Semana Nacional de Trânsito: por dentro do Dia Nacional do Trânsito

Nessa última semana preparamos conteúdos muito especiais aqui para o blog. E, hoje, para comemorar o Dia Nacional do Trânsito e encerrar a nossa série sobre a Semana Nacional de Trânsito, reunimos nesse post algumas curiosidades sobre o assunto, como os cuidados que você deve ter, os tipos mais comuns e como agir em caso de acidentes. Ficou curioso? Então, é só continuar acompanhando. Boa leitura! ☺

Mas, afinal, o que é o trânsito?

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) diz que o trânsito é o espaço onde acontece o movimento de pessoas, de veículos e de animais, com o objetivo de obter um deslocamento ou transporte de determinada carga, de forma que a operação de carga/descarga também é parte integrante do que se entende por trânsito. Então, não é exagero quando falamos que o pedestre, o passageiro e o motorista são parte do trânsito, não é mesmo? 😉

Nós somos o trânsito: os cuidados que você deve ter

Nem precisamos dizer que você tem um papel fundamental para tornar o trânsito um lugar cada vez mais seguro, especialmente em uma realidade onde os dados, divulgados no Boletim Especial "Semana Nacional de Trânsito", nos mostram que, nos últimos dois anos, mais de 560 mil acidentes ocorreram e foram indenizados pelo Seguro DPVAT. Pensando nisso, separamos algumas dicas para você ter ainda mais cuidado. Confere só!

- Os maiores cuidam dos menores: respeito ao pedestre é necessário, afinal, fora dos nossos veículos, todos somos pedestres;

- Alô, pedestre, sua segurança também depende de você! Na hora de atravessar, opte sempre pelas faixas de pedestres ou passarelas;

- De olho no cinto de segurança! Independente da distância e da idade, todos os ocupantes do veículo devem usar o cinto, inclusive no banco traseiro;

- Respeito é bom e todo mundo gosta! A gentileza melhora a convivência no trânsito, por isso, respeite as vagas reservadas para idosos e deficientes;

- Ande dentro dos limites de velocidade! E vale reduzi-la em frente em áreas escolares ou lugares de grande concentração de pedestres.

Você sabe quais são os tipos de acidentes de trânsito mais comuns no Brasil?

Ao falar sobre os cuidados que devemos ter no trânsito, é impossível não mencionar os acidentes, mas você sabe quais são os tipos mais frequentes no Brasil? De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura (DNIT), são a colisão traseira, o abalroamento (choque violento) no mesmo sentido, a saída da pista, o abalroamento transversal, o choque com um objeto fixo, a capotagem e a colisão frontal. Depois dessa informação, que tal refletirmos sobre o que podemos fazer para tornar o trânsito um local mais seguro? 😉

Como devo agir em caso de acidentes de trânsito?

Por mais que você tome uma série de cuidados, às vezes os acidentes acontecem. Nessas horas, muitas pessoas acabam ficando nervosas. Por isso, além de tentar manter a calma, algumas dicas podem ajudar a contornar essa situação. Dá só uma olhada no passo a passo bem bacana que preparamos para você. 👇

Primeiro passo: retire os veículos da via para não obstruí-la e causar outro acidente;

Segundo passo: sinalize o local com o triângulo de forma adequada. Depois, se houver vítimas, ligue para o serviço de resgate;

Terceiro passo: não deixe de registrar o Boletim de Ocorrência, especialmente se o acidente envolver vítimas ou causar danos ao patrimônio público.

E aí, curtiu nossas dicas? Conta para a gente aqui nos comentários o que você achou e não se esqueça de compartilhar esse post nas suas redes sociais, viu? Nos vemos em breve! =)



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Semana Nacional de Trânsito: os 21 anos da criação do Código de Trânsito Brasileiro

O Código de Trânsito Brasileiro, também conhecido como CTB, não é só aquele livro que você aprende nas aulas teóricas da autoescola e usa para saber mais sobre multas ou punições. Ele é muito mais que isso! Criado em 1997, através desse documento os condutores são, minimamente, preparados para as situações inesperadas do cotidiano, como acidentes e batidas. Sabia disso? 😊

Se não sabia, não tem problema. 😉 Nesse post, vamos te contar todos os detalhes do Código Brasileiro de Trânsito (CTB), além de falar sobre as principais mudanças que aconteceram desde sua criação, há 21 anos. Ficou curioso? É só rolar a matéria para baixo e conferir! 👇

Afinal, o que é o Código Brasileiro de Trânsito (CTB)?

Sancionado pela Lei nº 9.503, de 1997, o CTB é um documento baseado na Constituição Federal, que define as atribuições das autoridades de trânsito brasileiras e estabelece normas de conduta, infrações, crimes e penalidades para os motoristas. A partir dos direitos dos cidadãos, ele também fala sobre a responsabilidade do Estado em garantir um bom funcionamento do trânsito, bem como o papel de seus órgãos de regulamentação e fiscalização.

Ao todo são 20 capítulos que disponibilizam todas as informações do universo do trânsito brasileiro que falam não só sobre os acidentes ou habilitações dos condutores, mas também sobre um sistema integrado, que contempla até mesmo os modelos de carros que circulam pelas ruas, o papel dos pedestres, dentre outros. Ufa! Bastante informação, não é? 🧐

Mas por que é importante conhecer as leis de trânsito?

Conhecer as leis de trânsito vai muito além de evitar multas e infrações: nos permite entender o universo do trânsito, sabendo que a segurança deve vir sempre em primeiro lugar. Afinal, não é exagero falar que, se um motorista evita todas as infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro, as chances de se envolver em um acidente serão bastante reduzidas, quase nulas.

Ficar por dentro do CTB se torna ainda mais importante quando o próprio número de indenizações do Seguro DPVAT nos mostra que os acidentes de trânsito representam uma realidade bastante expressiva no Brasil. De acordo com o Boletim Especial Semana Nacional de Trânsito, por exemplo, somente em 2017, mais de 245.371 acidentes ocorreram e já foram indenizados. Esse número é aproximadamente 15 vezes superior ao das vítimas do Tsunami no Japão, em 2011. 😱

Desde sua criação, o Código Brasileiro de Trânsito sofreu alguma alteração?

Sim, galera! Apesar do texto original ter sido criado há mais de 20 anos, ele é constantemente atualizado por outras Leis, para que as regras fiquem mais claras ou até mesmo, mais rigorosas. A mais recente delas é a Lei nº 13.281/2016, que trouxe novidades em relação aos valores das multas, o tempo de suspensão da CNH e sobre os novos limites de velocidade em rodovias de pista dupla que não contam com sinalização. De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), essas alterações proporcionaram muito mais segurança no dia a dia do brasileiro, além de mais praticidade, já que também foi criado um sistema eletrônico de distribuição de multas. 😌

Fatos curiosos presentes no Código Brasileiro de Trânsito

Algumas situações curiosas também são previstas no Código Brasileiro de Trânsito (CTB), como os itens obrigatórios que o ciclista deve usar na bicicleta e o fato que jogar água nos pedestres, além de ser falta de educação, também é considerado infração média. Depois dessa informação, vale ou não vale redobrar sua atenção?

Como é a legislação de trânsito fora do Brasil?

Podemos dizer que ela é, no mínimo, curiosa e varia de acordo com a cultura de cada país. Na França, por exemplo, é exigido a cada cidadão um bafômetro dentro do carro e, antes de pegar no volante, é necessário realizar o teste e dirigir com uma espécie de "comprovante de não embriaguez". Achou diferente? E se a gente te contasse que, na Bulgária, trafegar com o carro sujo é considerado infração sujeita à multa? Verdade seja dita, depois desses exemplos, as leis brasileiras parecem ser bem mais amenas, não é mesmo? 😂

Por aqui, a gente acredita que, conhecendo melhor o Código Brasileiro de Trânsito, você não apenas evita receber multas e eventuais infrações, mas também se torna um motorista melhor. Por essa razão, queremos te convidar a separar um tempinho para conferir a íntegra desse importante documento, clicando aqui . Ah, não deixe de contar para a gente o que você achou desse post nos comentários, viu? 😁


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