Ir para conteúdo principal Ir para menu principal Ir para menu do rodapé Ir para menu Categoria Ir para menu Arquivo
Logon

Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
Início do conteúdo

Categoria: Legislação

Vencimentos da cota única do IPVA são prorrogados em 7 estados

O cenário mundial tem mudado drasticamente nos últimos meses diante da pandemia de Coronavírus (COVID-19) e, aqui no Brasil, sentimos cada vez mais os impactos. Na última semana, alguns Estados divulgaram, por meio de suas Secretarias de Fazenda, mudanças nos prazos de pagamento da cota única do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2020.

Para os proprietários de veículos dos Estados do Amapá, Goiás, Maranhão e Mato Grosso, as datas da cota única do IPVA sofreram mudanças e, por isso, houve também prorrogação do prazo de pagamento do Seguro DPVAT. Confira abaixo as mudanças de acordo com o Estado:

Amapá: O vencimento para todas as placas e categorias de veículos passou para o dia 15 de abril.

Goiás: Sofreram alteração somente os finais de placa 1, 2, 3, 4 e 5, e agora, os proprietários destes veículos tem até o dia 6 de agosto para quitar o IPVA e o Seguro DPVAT.

Maranhão: Os vencimentos foram alterados para diferentes datas do mês de maio, de acordo com os finais de placa.

Mato Grosso: Sofreram alteração somente os finais de placa 4, 5, 6 e 7. Para os dois primeiros, os proprietários de veículos passam a ter até o dia 29 de maio para quitar a cota única e o Seguro DPVAT, enquanto para os dois últimos, o vencimento passou para o dia 28 de junho.

Rondônia: Sofreram alteração somente os finais de placa 1, 2 e 3, e agora, os proprietários destes veículos tem até o dia 30 de abril para quitar o IPVA e o Seguro DPVAT. Já os veículos com placa final 4 têm até o último dia útil de maio para quitar o pagamento.

Piauí: O vencimento para todas as placas e categorias de veículos passou para o dia 30 de junho.

Roraima: os vencimentos começam em 30 de junho e encerram em 30 de dezembro, a depender do final de placa de cada veículo.

As informações já estão atualizadas no site da Seguradora Líder e você pode conferir informando a sua UF, final da sua placa e categoria. Clique aqui e saiba mais. ;)

Tem mais alguma dúvida sobre o Pagamento do Seguro DPVAT? É só comentar que a gente te responde!

Continuar lendo

Novos itens de segurança tornam-se obrigatórios para carros 0km


Itens de segurança são essenciais para diminuir os impactos causados pelos acidentes de trânsito. Recentemente, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) editou duas novas resoluções para a fabricação de carros 0 km, que tem, como objetivo, auxiliar ainda mais neste propósito. Ficou curioso para saber quais são as novas regras? Acompanhe o nosso post! ;)

Novas exigências podem parecer exagero, mas muitos dos itens básicos que garantem segurança hoje em dia tornaram-se obrigatórios há pouco tempo no Brasil. É o caso do retrovisor do lado direito, por exemplo, que até 1998 era opcional em alguns veículos populares; a terceira luz de freio (brake light) que passou a ser exigência somente em 2009; e também os airbags e os freios ABS, determinados somente em 2014. 😱

Para este ano, duas novas exigências passam a valer, fazendo com que as montadoras adicionem itens para cumprir as regras. A primeira delas, que já está valendo, é o controle de estabilidade, um sistema que impede que o veículo saia da trajetória original, auxiliando motoristas em curvas mais fechadas e pistas molhadas.

Além disso, passa a ser obrigatória a presença de cintos de segurança de três pontos e encosto de cabeça para todos os assentos de veículos. A norma obriga também estabelece que carros e utilitários ofereçam ao menos um ponto de fixação Isofix para cadeirinhas infantis.

E aí, o que achou dessas mudanças? Conta pra gente aqui nos comentários!


Continuar lendo

Usar o cinto não custa nada, mas não usá-lo pode custar sua vida

Uma pesquisa realizada este ano nas rodovias paulistas mostrou que 27% dos passageiros de automóveis em bancos traseiros não usam cintos de segurança. O equipamento é de uso obrigatório e a falta do cinto é uma das principais causas de mortes e ferimentos graves em acidentes de trânsito. Nos bancos dianteiros, o levantamento mostrou que 94% dos motoristas e 91% dos passageiros usam o cinto.

O uso do equipamento por passageiros de ônibus nas linhas rodoviárias é baixo: em média, menos de 10% utilizam. Caminhoneiros também resistem. É possível ver inúmeros vídeos feitos pelos próprios condutores, postados na internet, sem o uso do cinto de segurança. Sem contar que muitos deles transportam ajudantes e, até mesmo, familiares sem o uso do item.

Estudos realizados por entidades de ortopedistas no Brasil e no mundo já identificaram que a utilização do cinto de segurança reduz em até 70% o risco de mortes e graves lesões. Além do mais, a lei determina que todos os ocupantes do veículo façam uso do equipamento.

Somente nas rodovias federais brasileiras, mais de 60 mil pessoas morreram em acidentes nos últimos 10 anos e cerca de 600 mil ficaram feridas. No Brasil, mais de 40 mil pessoas morrem em acidentes de trânsito todos os anos, conforme revelam os números de indenizações pela cobertura de morte do Seguro DPVAT.

Portanto, temos todos os dados e informações para que façamos uso do equipamento que, até hoje, mais salvou vidas no trânsito: o cinto de segurança. A utilização desse item, além de proteger os ocupantes em casos de acidente, pode evitar que ele ocorra. Em uma freada brusca, o passageiro do banco traseiro, terá seu corpo projetado, muitas vezes, nas costas do motorista, que poderá perder o controle do veículo, colidir, sair da pista ou capotar.

Usar o cinto não custa nada, mas não usá-lo pode custar sua vida e de quem você mais ama.

Continuar lendo

Está na hora de você escolher de que lado está

A importância das leis de trânsito, a conscientização dos motoristas e a punição para os infratores sempre são temas de discussão e ganham ainda mais notoriedade em momentos com aumento do número de acidentes, como o fim de ano. Dificilmente, o motorista que nunca teve uma multa grave estará envolvido em um acidente com vítimas fatais. Mas, na maioria absoluta, quando verificamos o histórico dos assassinos do trânsito lá estão diversas multas graves e gravíssimas. Muitos desses irresponsáveis conseguem fugir da punição, deixando um rastro de morte para trás e sem serem identificados. Outros, mesmo quando a culpa é evidente, conseguem protelar as condenações e garantir a prescrição ou penas alternativas.

Como se a dor dos familiares que perderam seus entes queridos pudesse ser paga com um punhado de quilo de feijão, como sempre compara Fernando Diniz, presidente da ONG Trânsito Amigo, que perdeu seu filho num acidente de trânsito causado por alguém que jamais foi punido. Assim como Diniz, cerca de 40 mil famílias choram seus mortos no trânsito todos os anos, conforme atestam os números de indenizações pagas pelo Seguro DPVAT na cobertura de morte.

Muitos dos que atacam as punições aos infratores alegam que precisamos de educação no trânsito e não punições. Sim, a educação no trânsito deve ser constantemente ampliada e propagada. Mas é preciso também lembrar que quem tem habilitação foi preparado e passou pela formação nas autoescolas, recebendo orientações sobre limites de velocidade, os locais em que a ultrapassagem é permitida, significado das sinalizações, etc.

Na Suécia, um dos povos mais educados do mundo, a tolerância com os infratores é zero. Na sociedade brasileira, é preciso assumir em que lado está da segurança do trânsito, e da preservação da vida, e aproveitar o novo ano para uma nova postura no trânsito.


Continuar lendo

Austrália lança câmera inteligente que permite identificar condutor com celular ao volante

Quando uma novidade tecnológica em benefício da segurança no trânsito é lançada em algum lugar do mundo, logo compartilhamos por aqui. ;) Muito se fala sobre os perigos de misturar celular e direção, certo? Mas ainda há quem não respeite a lei e dê aquela espiadinha nas mensagens e ligações enquanto dirige. Foi pensando nesses condutores que o estado de Nova Gales do Sul, na Austrália, saiu na frente e implantou uma Inteligência Artificial nos radares. A tecnologia permite identificar e multar motoristas que utilizam celulares enquanto dirigem. :o

O software é um dos pioneiros em identificar o uso indevido de celular ao volante. Ao todo, o sistema contará com 45 câmeras de alta definição capazes de detectar comportamentos suspeitos ao volante como, por exemplo, segurar o celular. Após coletadas, as imagens serão revisadas por um profissional para verificar a veracidade da infração.

As autoridades governamentais decidiram pela instalação do sistema após identificarem mais de 100 mil motoristas usando celulares no trânsito em apenas seis meses de monitoramento. Os novos radares custarão mais de R$ 250 milhões e a tecnologia deve ser adotada por outros estados da Austrália nos próximos meses. A expectativa é que a utilização das câmeras inteligentes reduza em até 30% as mortes no trânsito nos próximos dois anos. Muito bacana, né?

O costume de usar o smartphone enquanto dirige no Brasil não é muito diferente da Austrália, e é uma das principais causas de acidentes de trânsito no país. Pelo Código de Trânsito Brasileiro, não é permitido dirigir com apenas uma mão (com exceção de casos em que o condutor vai mudar de marcha, acionar equipamentos do veículo ou realizar sinais regulamentares de braço). A ação é considerada infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, e perda de 7 pontos na carteira de habilitação.

Já pensou se a moda dos radares com inteligência artificial pega por aqui? O que você achou dessa medida? Deixe sua opinião! ;)

Continuar lendo

Credibilidade das estatísticas das vítimas de trânsito correm risco

Ao propor o fim do DPVAT, o Governo deixa o país sem a única fonte independente e confiável para sabermos quantos mortos, feridos e inválidos temos no Brasil em decorrência dos acidentes de trânsito. Como os números do DPVAT são baseados em indenizações pagas para os familiares dos mortos ou para as próprias vítimas, são os dados mais próximos da realidade. Inclusive, a metodologia é a mesma em todo o território nacional, permitindo identificar tendências, inclusive por tipo de condutores.

Foi por meio dos dados do Seguro DPVAT que ficou evidente o surgimento de uma geração de inválidos em decorrência de acidentes envolvendo motocicletas: descobrimos que mais de 70% das indenizações por invalidez permanente são pagas há anos aos condutores de motos, veículos que representam ¼ da frota nacional.

Pelos números fornecidos pelo seguro obrigatório sabemos sexo, faixa etária das vítimas fatais e feridas. Nem mesmo os dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nos permitem um histórico seguro pois, desde 2015, somente são registrados os acidentes com vítimas, e muitas das ocorrências com lesões leves não são registradas. Em outros casos, as vítimas desenvolvem complicações após o acontecimento e os que aparentemente não apresentam nenhuma lesão, podem, até mesmo, morrer, algum tempo depois do acidente.

Portanto, com o possível fim do DPVAT, ficaremos sem importantes dados de uma fonte independente.


Continuar lendo

Já conhece as lombofaixas?

Atravessar a rua é muito mais seguro quando utilizamos a faixa de pedestres, passarelas e respeitamos a sinalização de trânsito. Você já ouviu falar da faixa elevada? Conhecida como lombofaixa, elas não são uma exclusividade brasileira e já são utilizadas em países como Inglaterra, Alemanha, Holanda. Quer saber mais? Acompanhe o nosso post.😉

Para quem ainda não conhece, a faixa de travessia elevada nada mais é que uma junção da faixa de pedestres com uma “lombada”, expressão que faz alusão ao redutor de velocidade. O objetivo para a instalação dessa opção é que os motoristas deem prioridade aos pedestres no momento da travessia, fazendo com que, além de sinalização, haja um fator para diminuição da velocidade.

Cidades que já vem sendo #BonsExemplos ;)

Algumas cidades estão investindo na implementação das lombofaixas como medida de intervenção para a melhoria da acessibilidade e da segurança no trânsito do município. Um dos exemplos é Araraquara, no interior de São Paulo, que irá realizar, em novembro, uma campanha para abordar a questão das faixas elevadas como solução para ampliar a visibilidade dos pedestres e reduzir a velocidade dos veículos. Bacana né?

Outro município paulista que também está apostando na mesma solução é Mogi das Cruzes. Foram instaladas 15 lombofaixas em diversos pontos da cidade.

E você? Já viu alguma lombofaixa na sua cidade? Conta pra gente aqui nos comentários!


Continuar lendo

Lei do cinto de segurança completa 22 anos

A lei que torna obrigatório o uso do cinto de segurança por motoristas e passageiros em todo o território nacional completou 22 anos nesta segunda-feira, dia 23/09. A iniciativa é fundamental para a redução do número de vítimas fatais em acidentes e evita ferimentos mais graves causados pelas colisões. No entanto, muitos ainda insistem em não cumprir a regra, pessoal. De acordo com os números do Seguro DPVAT, nos últimos 10 anos, foram pagas mais de 3,4 milhões de indenizações a motoristas e passageiros vítimas de acidentes de trânsito no país. Destes, cerca de 324 mil morreram.

Estatísticas garantem que passageiros que usam corretamente o cinto de segurança têm menos risco de sofrerem lesões graves e mais chances de sobreviverem a um acidente. Mesmo diante dos fatos, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE, 24% das pessoas admitem não usar o cinto no banco traseiro. Um levantamento realizado pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) sobre o uso do cinto de segurança nas rodovias revelou também que 70% das vítimas de acidentes morreram sem o item. Ainda de acordo com o estudo, 53% dos passageiros que viajam no banco traseiro, 15% dos passageiros no banco dianteiro e 13% dos motoristas não usam cinto de segurança.

E não é só isso! Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostram que a falta do cinto de segurança é a terceira infração mais comum nas rodovias brasileiras 😦. Só em 2018, a PRF multou 170 mil pessoas por não usarem o item. No primeiro trimestre de 2019, foram 42 mil, mais do que no mesmo período de 2018.

Deixamos aqui um importante alerta: em uma batida entre veículos com velocidade a apenas 40 km/h, sem o cinto, o motorista pode ser arremessado contra o para-brisas ou para fora do carro. O mesmo pode acontecer com o passageiro, inclusive no banco de trás. Por isso, ao entrar no carro, certifique-se de usar o cinto e lembrar os passageiros de fazerem o mesmo. Além disso, a não utilização do item acarreta em multa e perda de pontos na carteira. Segurança sempre em primeiro lugar!


Continuar lendo

Saiba mais sobre as mudanças para obtenção da CNH

Entrou em vigor, no último dia 16/09, a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que altera as regras para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e as exigências para dirigir ciclomotores. Neste post do Viver Seguro no Trânsito, falamos um pouco das mudanças implementadas. Fique atento!

Para os interessados em tirar a CNH na categoria B (carros), não há mais a exigência do uso dos simuladores, então, eles voltam a ser facultativos nas autoescolas. Com isso, o número de horas/aula cai de 25 para 20, quantidade exigida antes da adoção do equipamento. Apenas no Rio Grande do Sul as aulas em simulador foram mantidas, por meio de uma limitar do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).

Já os interessados em conduzir ciclomotores de até 50 cilindradas, as "cinquentinhas", não precisarão fazer aulas para realizarem as provas prática e teórica, durante um ano. As aulas só passarão a ser obrigatórias em caso de reprovação. A partir de setembro de 2020, a exigência das aulas volta, porém com um número reduzido de horas: de 20 para 5. Além disso, durante o exame prático, o candidato poderá utilizar seu próprio ciclomotor, desde que o mesmo tenha, no máximo, 5 anos de uso.

Curtiu saber das mudanças? Fique ligado nos posts do blog Viver Seguro no Trânsito e mantenha-se sempre informado. Não esquece de comentar aqui embaixo o que você achou das últimas mudanças implementadas 😉

Continuar lendo

Acidentes com motocicletas já respondem por 77% das indenizações do DPVAT

No final de julho (27), celebramos o Dia do Motociclista. Entretanto, o balanço da Seguradora Líder sobre os pagamentos de indenizações do primeiro semestre de 2019 para essa categoria de veículos, com os recursos do DPVAT, não deixam motivos para comemorações. A motocicleta foi o veículo com maior número de indenizações nos primeiros seis meses deste ano, concentrando 77% de todos os sinistros pagos no período. Foram mais de 119 mil indenizações pagas somente com acidentes envolvendo motos, sendo 71% delas, 84.557 para cobertura de invalidez permanente.

Os motociclistas foram as maiores vítimas das indenizações pagas no ano de 2019: dos 88 mil motoristas indenizados, 78.480 eram motociclistas. Quando analisada somente a cobertura por morte, foram 7.130 benefícios contabilizados. As vítimas de acidente envolvendo motocicletas são, em sua maioria, jovens em idade economicamente ativa. No período citado, as vítimas entre 18 e 34 anos, concentraram 49% dos acidentes fatais e 52% dos acidentes com sequelas permanentes. São números que pioram ano após ano e que, agora, ainda podem ser engrossados com as novas alternativas sob duas rodas como, por exemplo, os patinetes elétricos.

O estimulo ao uso de motocicletas é fruto da carência de transporte público, em particular no interior das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país e foi provocado por um grande equívoco quando, durante a promulgação do Código de Trânsito Brasileiro, em 1997, foi vetada a proibição de motocicletas circularem no corredor, ou seja, entre veículos. Isso estimulou o uso das motos e, inicialmente, o fenômeno da expansão da frota de motocicletas aconteceu nos grandes centros mas, em pouco tempo, os fabricantes perceberam o potencial do interior e, infelizmente, não é possível identificar nenhuma tendência de redução dos acidentes com moto, ao contrário, enquanto a indústria fatura, nossos jovens morrem ou ficam inválidos em decorrências dos acidentes e falta de fiscalização.

Precisamos estimular campanhas educativas dramáticas, mostrando as reais consequências dos acidentes com motocicletas, com a participação das vítimas e seus familiares, para que, principalmente, os jovens reflitam e entendam que invalidez e morte não estão distantes das duas rodas.


Continuar lendo

Página 1 de 4
1234