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Viver Seguro no Trânsito

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Categoria: Legislação

Acidentes com motocicletas já respondem por 77% das indenizações do DPVAT

No final de julho (27), celebramos o Dia do Motociclista. Entretanto, o balanço da Seguradora Líder sobre os pagamentos de indenizações do primeiro semestre de 2019 para essa categoria de veículos, com os recursos do DPVAT, não deixam motivos para comemorações. A motocicleta foi o veículo com maior número de indenizações nos primeiros seis meses deste ano, concentrando 77% de todos os sinistros pagos no período. Foram mais de 119 mil indenizações pagas somente com acidentes envolvendo motos, sendo 71% delas, 84.557 para cobertura de invalidez permanente.

Os motociclistas foram as maiores vítimas das indenizações pagas no ano de 2019: dos 88 mil motoristas indenizados, 78.480 eram motociclistas. Quando analisada somente a cobertura por morte, foram 7.130 benefícios contabilizados. As vítimas de acidente envolvendo motocicletas são, em sua maioria, jovens em idade economicamente ativa. No período citado, as vítimas entre 18 e 34 anos, concentraram 49% dos acidentes fatais e 52% dos acidentes com sequelas permanentes. São números que pioram ano após ano e que, agora, ainda podem ser engrossados com as novas alternativas sob duas rodas como, por exemplo, os patinetes elétricos.

O estimulo ao uso de motocicletas é fruto da carência de transporte público, em particular no interior das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país e foi provocado por um grande equívoco quando, durante a promulgação do Código de Trânsito Brasileiro, em 1997, foi vetada a proibição de motocicletas circularem no corredor, ou seja, entre veículos. Isso estimulou o uso das motos e, inicialmente, o fenômeno da expansão da frota de motocicletas aconteceu nos grandes centros mas, em pouco tempo, os fabricantes perceberam o potencial do interior e, infelizmente, não é possível identificar nenhuma tendência de redução dos acidentes com moto, ao contrário, enquanto a indústria fatura, nossos jovens morrem ou ficam inválidos em decorrências dos acidentes e falta de fiscalização.

Precisamos estimular campanhas educativas dramáticas, mostrando as reais consequências dos acidentes com motocicletas, com a participação das vítimas e seus familiares, para que, principalmente, os jovens reflitam e entendam que invalidez e morte não estão distantes das duas rodas.


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Caminhoneiros continuam morrendo por falta do uso de cinto de segurança

No mês passado, um caminhoneiro de 24 anos perdeu o controle do caminhão e tombou na BR 153, na região dos Campos Gerais do Paraná. Como estava sem o cinto de segurança, ele foi projetado para o lado da janela do carona, rompendo o vidro. Além disso, a carreta tombou sobre o seu corpo. Em outro acidente na BR 163, trecho entre Nova Mutum e Lucas do Rio Verde (MT), dois caminhões colidiram em 26 de junho. O carreteiro sem cinto foi arremessado para fora do veículo e não resistiu aos ferimentos e o outro, apesar do tombamento do seu caminhão, sobreviveu sem nenhum ferimento e atribuiu o ocorrido ao fato de estar utilizando o cinto de segurança.

Segundo estudos da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, o uso do cinto de segurança pode reduzir em até 70% as mortes e lesões graves, mas infelizmente muitos caminhoneiros ainda teimam em não usar. Essa é a categoria que mais morre no exercício da profissão, mas muitos resistem ao utilizar o cinto.

O mesmo ocorre com muitos profissionais que vivem atrás do volante, inclusive taxistas, que muitas vezes dirigem sem usar o cinto. Quem é condutor profissional, tem obrigação em usar o cinto de segurança e fazer com que seus passageiros também usem. Além do mais, a utilização do item, também pode evitar acidente. Numa manobra de risco na estrada ou área urbana, o cinto retém o corpo do motorista junto ao assento, o que permite manter o controle do veículo. Com o corpo solto no banco, o condutor perde facilmente a condição de dirigir.

Apesar de todos os avanços tecnológicos, o cinto de segurança de três pontos inventado pelo engenheiro sueco Nils Bohlin há 60 anos, continua sendo o equipamento que mais salva vidas. Só não usa quem não dá o devido valor a ela.


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Saiba mais sobre regras de acessibilidade no trânsito para pessoas com deficiência

Você sabe como funcionam as leis de trânsito para pessoas com deficiência no Brasil? Além da garantia da acessibilidade e inclusão por meio de legislações, respeitar as limitações do próximo é um ato essencial para viver em sociedade. Neste post, vamos mostrar um pouco do funcionamento das principais regras que visam a inclusão de todos. Acompanhe!

PCDs podem tirar habilitação?

Sim! Pessoas com deficiência que desejam tirar a Carteira Nacional de Habilitação devem recorrer aos Centros de Formação de Condutores, que oferecem as tecnologias necessárias para permitir o aprendizado. Todo o material utilizado em aulas teóricas precisa estar disponível com legendas e tradução em libras. Além disso, autoescolas com frota igual ou superior a dez veículos deverão ter, pelo um menos, um deles adaptado para pessoas com deficiência, com transmissão automática, direção servo-assistida, comandos manuais de acelerador e freio e inversão do pedal de acelerador.

Estacionamento e vagas para deficientes

A vaga especial é um direito assegurado por Lei Federal: 2% do total de vagas precisam estar disponíveis para veículos com credencial e serem próximas ao acesso de pedestres. E fique esperto! Para quem ainda burla essa lei, as consequências são severas. O veículo pode ser removido e o motorista multado como infração grave!

Compra de veículos com isenção de impostos

A isenção também é prevista por lei e é válida para pessoas que possuem o laudo da Receita Federal, assinado por dois médicos credenciados ao SUS (Sistema Único de Saúde). Dependendo da situação, a economia pode chegar a 30%. Algumas montadoras já possuem versões de seus carros adaptados para PCSs, com mudanças nos pedais e volante.

Esses são só alguns dos direitos das pessoas com deficiência no trânsito brasileiro, mas muitas outras regras, além da empatia, são necessárias para que a sociedade possa conviver em segurança. Você já conhecia essas regras? Sabe de mais alguma? Conta pra gente nos comentários como você faz sua parte para garantir a acessibilidade de todos no dia a dia!


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Proteja-se: não esqueça de usar capacete!

O grande número de acidentes de trânsito envolvendo motocicletas em todo Brasil é assustador. Em 2018, somente por morte, foram pagas 18.955 indenizações pagas familiares das vítimas. No total, foram mais de 246 mil indenizações. Além dos cuidados na hora da direção, que outras medidas de segurança são necessárias para mudar essa realidade? Neste post do Viver Seguro no Trânsito, vamos falar um pouco sobre a importância do uso do capacete. Um item fundamental que pode amenizar ou evitar as consequências dos acidentes nas vias.

Utilização prevista por lei!

O Código de Trânsito Brasileiro define a obrigatoriedade do uso de capacete de segurança para condutores e passageiros transportados em motocicletas, motonetas e ciclomotores, independentemente da distância do trajeto percorrido ou da potência do veículo. Não usar capacete, além de colocar a vida em risco, é considerado uma infração gravíssima e pode resultar em multas e até mesmo suspensão direta do direito de conduzir. 😱

Além de ser obrigatório, o item precisa seguir algumas regras impostas pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A primeira regra é que o capacete precisa ter óculos de proteção ou viseira que estejam entre os padrões cristal, fumê ou light. É necessário ainda que o item contenha adesivos retro refletivos na parte frontal, lateral e traseira e, por fim, um selo do Inmetro que garanta a qualidade do material utilizado.

Segurança a todo momento, para todos!

As motos são as primeiras a serem lembradas quando o assunto é capacete né, galera? Mas vale lembrar que existem outros meios de transporte em que a utilização é de extrema importância para que acidentes com graves consequências sejam evitados. É o caso do patinete, por exemplo que, apesar de não possuir uma lei nacional, em alguns estados já é possível notar uma movimentação em torno da regulamentação desses veículos e na inclusão da utilização do capacete como item obrigatório. Além dos patinetes, as bicicletas também fazem parte do trânsito e a utilização do item de segurança é fundamental para a preservação da vida. 🛴

Menosprezar situações que parecem simples podem gerar graves riscos. No trânsito, na prática de esportes radicais, para trabalhos que precisam de proteção individual e até mesmo durante aquele passeio de final de semana, não subestime a vida: use capacete!


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ONU lança manual de segurança para motociclistas

Só no Brasil, os números de acidentes de trânsito envolvendo motocicletas são alarmantes. Apesar de representarem apenas 27% da frota nacional, essa categoria de veículos foi responsável por 75% das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT. O cenário brasileiro é apenas um exemplo de um problema mundial. Tanto que a Organização das Nações Unidas (ONU) desenvolveu o documento “Segurança de veículos motorizados de duas e três rodas: um manual de segurança para gestores e profissionais da área”. Neste post, vamos dar alguns detalhes sobre essa iniciativa. Fique ligado!

A partir dos números de fabricação de motocicletas, que cresce anualmente em muitos países, inclusive no Brasil, a ONU percebeu que era preciso incentivar a criação de políticas públicas específicas para os motociclistas. Foi então que nasceu o manual, produzido com o objetivo de atingir os locais onde os números de acidentes com motos, são altos. No Brasil, o governo paulista foi um dos primeiros a receber o documento, que foi produzido pela Agência de Saúde da ONU.

O material foi produzido para setores que tem como responsabilidade elaborar políticas de segurança viária. A partir da boa implementação das orientações do manual, o objetivo é atingir motociclistas, engenheiros, policiais, profissionais de saúde pública e educadores para prevenir e controlar a quantidade de acidentes envolvendo veículos de duas rodas que resultem em lesões. 🛵

Como o manual foi feito para os usuários desta categoria de veículos de todo o mundo, a ONU aconselha adaptações locais de acordo com a realidade da cidade, estado ou país. O conteúdo do material fornece desde sugestões básicas de combate ao excesso de velocidade, utilização de itens de segurança e perigos da combinação de álcool e direção até questionamentos mais específicos como os riscos das lesões ocasionadas pelos acidentes envolvendo motos.

O manual em português foi lançado em janeiro deste ano e pode ser encontrado, de forma gratuita, clicando aqui.

É motociclista ou conhece alguém que é? Compartilhe esse material! Quem sabe você não ajuda a prevenir e diminuir acidentes no território brasileiro?

😉

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No carro, lugar de criança é na cadeirinha!

Você conhece as regras para transporte de crianças? Tem dúvidas? Para te ajudar, preparamos um post especial com dicas sobre o uso obrigatório dos equipamentos de segurança para os pequenos! Muito mais que evitar multas, a utilização desses dispositivos é fundamental para a redução das vítimas infantis em acidentes de trânsito. Os números do Seguro DPVAT mostram que, só em 2018, foram pagas mais de 14,6 mil indenizações a crianças e adolescentes entre 0 e 17 anos. Então pessoal, fiquem ligados! 👀

Colo não é o bastante?

Ainda tem muita gente por aí que acredita que segurar firme o filho no colo é o bastante para protege-lo. Mas esse é um grande engano! Você sabia que um carro, que se envolve em um acidente a uma velocidade média de 50km/h, projeta o peso dos ocupantes com força 50x maior? Se a criança pesa 5kg, durante a colisão esse peso chega a 50kg! Bem difícil alguém conseguir segurar, ainda mais durante esse momento de tensão, não é galera?

É lei!

Por esse e outros motivos de segurança que o uso da cadeirinha virou lei. Ignorar o transporte correto de crianças no carro gera multas e penalidades. A “Lei da Cadeirinha”, como ficou conhecida a Resolução 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), está em vigor no Brasil desde 2008. A norma dispõem sobre as regras para o transporte seguro de crianças menores de 10 anos em veículos. Pensando nisso, preparamos uma listinha com os tipos de cadeirinha exigidos.

0 a 1 ano: Para essa idade, é recomendado o bebê conforto. E fique atento: A forma correta de instalação é virada para o banco de trás, protegendo ainda mais em caso de choque frontal entre veículos.

1 a 4 anos: Para essa idade, a cadeirinha é o dispositivo adequado. Virada para frente, no mesmo sentido dos passageiros, sempre no banco de trás!

A partir dos 4 anos: Para essa idade, já é permitido o uso do assento de elevação para a utilização do cinto de segurança do carro. É imprescindível que o dispositivo não fique no pescoço da criança, para que não machuque em caso de impacto.

Ah, não se esqueça de seguir as instruções certinhas de instalação! Curtiu o post? Conta pra gente aqui nos comentários, sua participação é super importante!



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#BonsExemplos: Salvador é única cidade brasileira a cumprir meta da ONU

A gente adora ver #BonsExemplos por aí para que possamos divulgar iniciativas que valem a pena serem notadas! Uma delas é a de para Salvador, única cidade brasileira que já cumpriu a meta das Organização das Nações Unidas (ONU), dentro da Década de Ação pela Segurança no Trânsito, de reduzir em 50% o número de vítimas fatais em acidentes de trânsito. Quer saber mais? Continue ligado no nosso post! 🙌

Qual é a meta proposta pelas Organização das Nações Unidas?
É o seguinte: A ONU propôs que algumas cidades adotassem pacotes de medidas que reduzissem o tráfego e, consequentemente, o número de mortes no trânsito em 50%, em um período que começou em 2011 e vai até 2020. Como resposta, o Brasil lançou o Projeto Vida no Trânsito (PVT) que visa prevenir e vigiar os incidentes nas vias, incentivando, por exemplo, a conscientização de não misturar álcool com direção, velocidade inadequada, entre outros fatores de riscos que podem causar acidentes. 🚗

E quais foram os resultados de Salvador?
Após a implementação do projeto na capital baiana, que conta com mais de um milhão de habitantes, os resultados superaram as expectativas. Em 2017, antes do prazo estipulado pela ONU, Salvador apresentou 116 mortes em acidentes de trânsito, número que, em 2013, chegou a 239. 😱 Isso tudo foi possível graças ao pacote de medidas adotado pela Transalvador, órgão responsável por gerir o transido na cidade baiana. Nesse pacote, foram adotadas metas de melhorias na engenharia do trânsito, projetos e ações para modernização das vias, além de melhorias na sinalização. A consequência foi a redução do tráfego e ocorrências de acidentes em determinadas vias.

O sucesso da operação é resultado de iniciativas que incluíam diversos setores como saúde, medicina do trabalho, educação para o trânsito e transportes terrestres. Esse tipo de incentivo, mais uma vez, mostra-se de extrema importância diante dos resultados apresentados pela cidade.

As iniciativas não podem parar!
Por enquanto, apenas Salvador cumpriu com as metas estabelecidas pela ONU. Isso significa que é preciso continuar investindo em projetos de conscientização da população brasileira e políticas públicas para a redução da violência no trânsito. Por aqui, também procuramos fazer a nossa parte. Uma das iniciativas é a disponibilização periódica dos nossos dados estatísticos para que eles se tornem insumos para essas iniciativas.

É sempre bom ouvir notícias boas né, galera? Tem alguma coisa boa pra compartilhar com a gente por aqui? Vai lá nos comentários e conta pra gente. Sua opinião é super importante!


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Operação Lei Seca comemora 10 no Rio de Janeiro

Criada em 2008 pelo deputado federal Hugo Leal, a Lei Seca se tornou um importante instrumento de prevenção de acidentes e educação no trânsito no Estado do Rio de Janeiro com o lançamento, há 10 anos, da Operação Lei Seca. Gerando conhecimento e conscientização, a iniciativa ajudou a diminuir a presença de motoristas alcoolizados no trânsito e, consequentemente, o número de vítimas de acidentes. Fique ligado aqui no nosso post e saiba mais sobre os benefícios e ganhos que a Operação trouxe para o estado! 💖

Investimentos que geram resultados no trânsito:
Com as ações realizadas em diversas vias do estado, grande parte dos motoristas passaram a se conscientizar e passaram a perceber que álcool e direção, realmente, não combinam. Dados da Secretaria de Estado de Governo mostram que, desde o início das operações, mais de 3,6 milhões de motoristas foram abordados em cerca de 22 mil blitzes. A redução na quantidade de motoristas dirigindo sob o efeito de bebidas alcoólicas nesse período chegou a 50%. 😱

Enquanto o número de infratores diminuiu, a punição passou a pesar um pouco mais no bolso dos motoristas: a multa é de R$ 2.934,70 para os condutores pegos em flagrante. Além disso, passou também a ser penalizado quem se recusa a soprar o bafômetro.

E o que todos esses dados querem dizer?
E nós aqui do Seguro DPVAT ajudamos a comprovar que a Operação Lei Seca dá resultado! De acordo com os nossos números, em 2008 foram pagas 5.173 indenizações para acidentes de trânsito com vítimas fatais no estado do Rio de Janeiro, número que caiu 53% em relação a 2018, quando foram pagas 2.547 indenizações por morte :o

A conscientização continua...
É claro que os acidentes de trânsito causados pela ingestão de bebidas alcoólicas ainda preocupam e, por isso, a Operação Lei Seca investe em ações não apenas à noite. Além de mais horas nas ruas, a campanha deve aderir, posteriormente, a equipamentos que permitam detectar, também, o uso de drogas entorpecentes.

Galera, é importante se conscientizar de que álcool e direção não são uma boa combinação e que vidas podem ser poupadas se cada um fizer sua parte. Certo? Conta pra gente sua opinião sobre o assunto aqui nos comentários. Ela é muito importante para nós! 😉


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#DPVATExplica – Como declarar o Seguro DPVAT no Imposto de Renda

Ahhh, o início de ano! ❤ Época de férias, verão, Carnaval e... de fazer a Declaração Anual do Imposto de Renda (IR)! E muitas são as dúvidas que cercam esse momento. 😆 Mas como #EstamosAquiParaVocê, preparamos um conteúdo para responder a seguinte pergunta: como declarar a indenização recebida do #SeguroDPVAT na hora de acertar as contas com o Leão? Vem com a gente! 😉

Primeiramente...
É preciso entender: todo valor que você recebe como compensação por alguma perda precisa ser informado no Imposto de Renda. Nesse quesito, entram as indenizações pagas por seguradoras, como é o caso do Seguro DPVAT, ou provenientes de ações judiciais, por exemplo. 🙂

É benefício isento que fala?
É isso mesmo! O valor da indenização do Seguro DPVAT é um rendimento isento, ou seja, você não precisa pagar nenhum imposto sobre o ganho. E como o próprio nome diz, essa informação deve ser incluída na linha 26 (Outros) na parte de “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” do Imposto de Renda, de acordo com o que determina o Decreto nº 3.000/1999 e na Instrução Normativa RFB Nº 1.500/2014, Art. 11. 👍

Lembrando que...
Além do Seguro DPVAT, também entram nesse quesito itens como rendimento da caderneta de poupança, indenização de seguro por roubo e seguro-desemprego. Ah, e é sempre bom anotar: os valores das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT são de R$ 13.500 em caso de morte, até R$13.500 para invalidez permanente, e de até R$ 2.700 para reembolso de despesas médico-hospitalares, o DAMS.

Anotou tudo direitinho?! Agora é só preencher sua Declaração e ficar em dia! 🙂 E já sabe: suas dúvidas podem gerar outros posts, tipo esse. Deixe seu comentário e compartilhe nas redes sociais. 🙂 Até a próxima!


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Saiba mais sobre a evolução das placas de trânsito no Brasil

Se tem um assunto que não sai da boca dos brasileiros quando o assunto é trânsito são as Placas Mercosul. De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a nova placa já está presente em mais de 900 mil veículos no país. Mas você sabia que esta é a quinta vez que o modelo é mudado desde que foi criado, em 1901? Para entender melhor esse “troca-troca”, o post de hoje vai levar você por uma viagem pelos sistemas de placas de veículos que já foram adotados no Brasil. Bora? ;

Lá nos primórdios...
O primeiro sistema de placas brasileiras surgiu lááá em 1901, e foi usado por 40 anos. O modelo era bem diferente: podia ser das cores preta ou vermelha com caracteres brancos, e apenas uma sequência básica de números de 1 a 99999 precedida pelas letras P, para veículo particular, ou A, para veículo de aluguel. As sinalizações eram emitidas pelas prefeituras. Por isso, poderia facilmente haver placas iguais em cada um dos municípios brasileiros. Curioso, né?

A fase das placas numéricas...
A partir de 1941, o sistema evoluiu: as placas continuaram a ser emitidas pelos municípios com sequência numérica simples, mas a categoria do veículo era representada por... cores! Ou seja, a placa laranja, com números pretos, era usada por veículos particulares, e a vermelha, com números brancos, por veículos de aluguel e/ou frete. O nome do município de registro e a sigla do Estado foram incluídos no topo da placa para diferenciar os carros por localidade. Ah, e tinham também as placas traseiras! Elas possuíam só a sigla do Estado e a sequência de números. As placas de motos seguiram o mesmo estilo, mas eram ovais, e não retangulares.

...E das alfanumérica
Aí, em 1969, entraram as letras. As placas passaram a combinar um par de letras seguido por quatro números para veículos de quatro ou mais rodas, e três números para veículos de duas ou três rodas. Foi nesse momento que as placas finalmente passaram a ser registradas pelo Estado, e não mais pelo município. Assim, as combinações de letras eram distribuídas por região administrativa, evitando a repetição de placas dentro do estado. Ou seja, acabou a confusão! 🙂

O período do registro nacional
Esse é o sistema que usamos até hoje, galera! Ele começou a ser implementado em 1990, no Paraná, e foi sendo adotado aos poucos em cada Estado até ser totalmente implementado em 1999. As placas passaram a adotar um prefixo de três letras e uma sequência de quatro números – valendo também para motos – aumentando o número de combinações possíveis para mais de 150 milhões. E a cor? Mudou também! As placas passaram a ter o fundo cinza com caracteres pretos para veículos particulares e vermelho com caracteres brancos para veículos de aluguel. 😉

Chegamos em 2018... e vieram as Placas Mercosul
A última parada da nossa viagem é a Placa Mercosul, que surgiu a partir de um acordo entre o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) com os países do Mercosul com o objetivo de criar um sistema unificado entre esses países. E você já deve ter visto o novo modelo por aí: são brancas, com uma tarja azul na parte superior, onde fica o nome do país no qual o carro está registrado, e uma combinação alfanumérica com quatro letras e três números. As placas têm também a bandeira do Estado e o brasão de armas da cidade onde o veículo é registrado, com as categorias diferenciadas por cor dos caracteres. De acordo com o Ministério de Infraestrutura, a nova placa já está em vigor em sete Estados: Rio de Janeiro, o primeiro a adotar o modelo; Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, unidades da federação que migraram para o formato em dezembro de 2018.

Você imaginava que as placas teriam tanta história para contar? Bacana, né?! Então, curta, comente e compartilhe com os amigos! 🙂 Até a próxima! 😉




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