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Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
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Categoria: Notícias

Austrália lança câmera inteligente que permite identificar condutor com celular ao volante

Quando uma novidade tecnológica em benefício da segurança no trânsito é lançada em algum lugar do mundo, logo compartilhamos por aqui. ;) Muito se fala sobre os perigos de misturar celular e direção, certo? Mas ainda há quem não respeite a lei e dê aquela espiadinha nas mensagens e ligações enquanto dirige. Foi pensando nesses condutores que o estado de Nova Gales do Sul, na Austrália, saiu na frente e implantou uma Inteligência Artificial nos radares. A tecnologia permite identificar e multar motoristas que utilizam celulares enquanto dirigem. :o

O software é um dos pioneiros em identificar o uso indevido de celular ao volante. Ao todo, o sistema contará com 45 câmeras de alta definição capazes de detectar comportamentos suspeitos ao volante como, por exemplo, segurar o celular. Após coletadas, as imagens serão revisadas por um profissional para verificar a veracidade da infração.

As autoridades governamentais decidiram pela instalação do sistema após identificarem mais de 100 mil motoristas usando celulares no trânsito em apenas seis meses de monitoramento. Os novos radares custarão mais de R$ 250 milhões e a tecnologia deve ser adotada por outros estados da Austrália nos próximos meses. A expectativa é que a utilização das câmeras inteligentes reduza em até 30% as mortes no trânsito nos próximos dois anos. Muito bacana, né?

O costume de usar o smartphone enquanto dirige no Brasil não é muito diferente da Austrália, e é uma das principais causas de acidentes de trânsito no país. Pelo Código de Trânsito Brasileiro, não é permitido dirigir com apenas uma mão (com exceção de casos em que o condutor vai mudar de marcha, acionar equipamentos do veículo ou realizar sinais regulamentares de braço). A ação é considerada infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, e perda de 7 pontos na carteira de habilitação.

Já pensou se a moda dos radares com inteligência artificial pega por aqui? O que você achou dessa medida? Deixe sua opinião! ;)

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Da violência no trânsito não escapam nem as crianças

No início da tarde do dia 12 de outubro, quando o Brasil celebrava Nossa Senhora Aparecida, padroeira do país, e as crianças comemoravam o seu dia, um acidente na rodovia Presidente Dutra revelou mais uma faceta dramática da violência no trânsito. Uma família viajava na região de Porto Real, próximo de Resende, estado do Rio de Janeiro, quando um caminhoneiro invadiu a pista contrária e colidiu com um automóvel em que estavam 4 adultos e um bebê de apenas 1 mês. Os pais viajavam para apresentar o recém-nascido para familiares e foram surpreendidos com a violenta colisão que matou todos os ocupantes do automóvel e o caminhoneiro, um total de seis vítimas fatais. O que levou o caminhoneiro a invadir a pista contrária está sendo investigado, entretanto, essa tragédia rodoviária mostra o quão frágeis somos todos, no trânsito. Principalmente as crianças que muitas vezes, sequer tem consciência do que seja um veículo.

Segundo dados da Seguradora Líder, que administra o Seguro DPVAT, até setembro desse ano 9.865 crianças e adolescentes entre 0 e 17 anos foram indenizados em função de acidentes em todo o país, ou seja, uma média de 36 vítimas por dia. Cerca de 70% ou 6.933 das indenizações foram pagas por invalidez permanente, ou seja, crianças que iniciam a vida inválidos. Outros 1.431 sinistros foram concedidos por mortes no trânsito. Mas quantas pessoas foram efetivamente atingidas por esses supostos acidentes? Afinal, muitos familiares dessas crianças não aparecem nas estatísticas, porque não estavam envolvidos nos acidentes, mas sofrem de uma dor que não há indenização que pague.

Como um avô ou avó que acaba de conhecer um neto vai se sentir ao saber que ele morreu com apenas 1 mês de vida ou ficou inválido? Por isso insistimos que é necessário conhecer as histórias que estão por trás das ocorrências. A imprensa poderia contribuir mais contando esses dramas, não para chocar, mas para fazer refletir. Noticiar apenas o acidente e os mortos, é pouco. Não dar dimensão do problema é muito menos do drama decorrente que chamamos de acidente.

Precisamos aprender com as tragédias, inclusive para que elas não se repitam, caso contrário, continuaremos tratando a morte no trânsito como fatalidade, como marcos quilométricos que deixamos para trás na longa estrada que esperamos percorrer, mas que para muitos, inclusive, crianças, numa curta viagem, uma rápida passagem pela vida.


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A vida sobre duas rodas também merece respeito

A morte de um engenheiro em Belo Horizonte, que deixou dois filhos e sofreu traumatismo craniano após queda enquanto conduzia um patinete elétrico, é mais um alerta para a sociedade sobre os riscos da proliferação dos transportes alternativos em duas rodas, sem o uso de equipamentos de segurança e regulamentação mínima. Somente na capital mineira, já foram atendidas mais de 100 pessoas após acidentes envolvendo patinetes.

Outras ocorrências vêm se multiplicando com usuários em suas velozes e pesadas bicicletas elétricas em todo país. Sem falar em ciclistas que transportam refeições e outros produtos em enormes mochilas. No Rio de Janeiro, são milhares de jovens que circulam sem nenhum respeito às normas de trânsito em bicicletas improvisadas, a serviço de empresas de entrega. Trafegam no meio dos veículos, na contramão, invadem calçadas, naturalmente sem nenhum treinamento e/ou capacete. Colocam suas vidas em risco e, muitas vezes, dos pedestres.

Tudo isso amplia o leque de vítimas de acidentes sobre duas rodas. Nos últimos dez anos, o Seguro DPVAT pagou 3,2 milhões de indenizações por ocorrências envolvendo motocicletas e ciclomotores. Deste total, quase 200 mil pessoas morreram e 2,5 milhões ficaram com algum tipo de invalidez permanente. Os números ainda mostram que, na última década, os benefícios destinados a vítimas de acidentes com motos e as “cinquentinhas” representam cerca de 72% do total de pagamentos efetuados pelo seguro obrigatório (4,5 milhões). Entre 2009 e 2018, as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT cresceram 28%.

São dados que não podem mais ser ignorados pelas autoridades e sociedade. Estamos há décadas patinando na adoção de medidas para evitar acidentes com veículos em duas rodas. Enquanto protelamos, as pessoas morrem ou ficam com sequelas. Decisões eficientes precisam ser tomadas para evitar que pessoas circulem em veículos de duas rodas sem respeitar normas rígidas de trânsito e segurança.


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Dia do Idoso: Seguro DPVAT indenizou mais de 200 mil vítimas acima de 65 anos na última década

No dia 1º de outubro, o Dia do Idoso é celebrado como uma oportunidade de valorizar a faixa etária e refletir sobre os cuidados necessários para quem tem mais de 65 anos. Quando o recorte é feito nos dados do trânsito, os números não são animadores 😔 De acordo com os nossos números, mais de 201 mil indenizações foram pagas a vítimas de acidentes de trânsito com mais de 65 anos, entre os anos de 2009 e 2018.

A análise dos dados do Seguro DPVAT mostram que cerca de 60% das vítimas idosas estavam na condição de pedestres no momento do acidente e os automóveis foram responsáveis pela maior parte das colisões, somando 49% dos benefícios. Além disso, cerca de 55% dos idosos indenizados pelo Seguro DPVAT, nos últimos dez anos, ficaram com algum tipo de sequela permanente. Mais de 55 mil benefícios foram pagos a familiares de vítimas fatais na terceira idade, enquanto a cobertura por reembolso de despesas médicas e hospitalares alcançou cerca de 35 mil indenizações. 😱

Em relação aos veículos, as motocicletas foram as principais responsáveis pelas indenizações pagas pelo Seguro DPVAT e somaram mais de 78 mil benefícios concedidos. Os acidentes com ônibus, micro-ônibus e vans tiveram mais de 12 mil pagamentos, enquanto os com caminhões e pick-ups concentraram mais de 11 mil sinistros.

Entre os dados regionais, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul foram os que mais apresentaram idosos indenizados pelo Seguro DPVAT na última década. Já Distrito Federal, Roraima e Amapá registraram as menores estatísticas.


Se você faz parte desse grupo ou conhece alguém que seja, lembre-se de não andar próximo ao meio-fio, peça ajuda sempre que precisar, seja pra atravessar a rua ou se locomover em transportes públicos, e não tenha pressa! Saber as limitações é essencial para evitar riscos desnecessários ;)


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Semana Nacional do Transito – Conheça o mapa das indenizações por morte

No contexto da Semana Nacional de Trânsito lançamos o Relatório Especial – 10 anos – Taxa de Mortalidade no Trânsito como te contamos no post anterior. No documento, apresentamos um novo indicador que traz os rankings de pagamento de indenizações por morte considerando o cruzamento proporcional à população no ano da análise.

Em relação aos números apresentados, a Região Centro-Oeste lidera o ranking em 2018 com 23 indenizações por morte pagas a cada 100 mil habitantes. O Nordeste vem logo em seguida, com 21, e o Norte, com 20.

O cenário é diferente do que era apresentado em 2009, quando a Região Sul liderava o ranking, com 38 indenizações por morte pagas a cada 100 mil habitantes, com o Centro-Oeste em segundo lugar, com 33 a cada 100 mil, e o Norte com 30.

No recorte por Estados, o Tocantins (38) aparece no topo da lista das indenizações em 2018. O Piauí (34) aparece em segundo lugar e Mato Grosso (33) fecha o ranking. Quando comparado com 2009, o líder do indicador era o Acre, que tinha 279 indenizações pagas a cada 100 mil habitantes. O estado apresentou importante evolução nos números da segurança do trânsito, já que em 2018 o índice caiu para 12. O top 3 de 2009 também contava com Mato Grosso (41) e Santa Catarina (41).

O indicador apresenta uma perspectiva diferente da que leva em consideração apenas os pagamentos realizados pelo Seguro DPVAT. E aí, o que achou desses números? Você também pode conhecer os números dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal clicando aqui.


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Semana Nacional de Trânsito: Relatório Estatístico mostra mortalidade nos últimos 10 anos

Para marcar a Semana Nacional do Trânsito, estamos lançando um Relatório Estatístico Especial, mostrando a taxa de mortalidade do trânsito brasileiro nos últimos 10 anos. Entre os muitos dados citados no documento, um dos que chama mais atenção é o perfil das vítimas mais atingidas. Para conferir mais detalhes, continue acompanhando o nosso post ;)

Os dados reunidos dos últimos 10 anos de pagamento de indenizações do Seguro DPVAT por morte apontam que 229.882 pagamentos foram por acidentes que tiveram os condutores como vítima. Desse total, os casos que envolviam motociclistas representaram cerca de 62,4% do total de ocorrências envolvendo vítimas fatais de acordo com o Seguro DPVAT. Já os motoristas de automóveis receberam 28,53% dos sinistros pagos na cobertura analisada.

Assim como mostrado em relatórios estatísticos anteriores, os pedestres seguem como a segunda categoria mais indenizada por morte. Foram 159.982 benefícios concedidos para esse perfil nos últimos 10 anos. Os passageiros foram os menos atingidos, somando 94.270 indenizações pagas pelo Seguro DPVAT.

Para conferir o Relatório Especial na íntegra, clique aqui.

Continua acompanhando o nosso especial da Semana Nacional de Trânsito! Nesta sexta-feira, 20/09, vamos falar um pouco mais sobre os dados estatísticos do último boletim da Seguradora Líder.


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Semana Nacional de Trânsito: ciclistas e pedestres são o foco da campanha do Denatran

De 18 a 25 de setembro, a Semana Nacional do Trânsito é mais um importante momento para todo o país refletir sobre como ter um trânsito mais seguro. Essa iniciativa está prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), e será marcado por ações da sociedade, instituições públicas e privadas, associações e organizações não governamentais e por todos os órgãos de trânsito, federais, estaduais, distritais e municipais.

Dentro do contexto dessa mobilização, uma campanha nacional foi lançada pelo Ministério da Infraestrutura e Denatran tendo como foco os ciclistas e pedestres. Com o mote “No trânsito, dê sentido à vida”, as peças estarão em outdoors, busdoors, cartazes e mobiliários urbanos. O objetivo é incentivar a reflexão da sociedade com situações cotidianas de atenção e cuidados que pedestres, ciclistas e motoristas devem ter na preservação da vida e no respeito às regras de trânsito.

De acordo com dados do Seguro DPVAT, nos últimos 10 anos, 485.191 indenizações foram pagas por morte. Só os pedestres representaram 33% do total.

Quer ficar por dentro do que vai rolar na Semana Nacional do Transito? Então fique ligado no blog Viver Seguro no Trânsito. Mais publicações especiais para marcar essa importante mobilização estão vindo por aí. Não perca! ;)

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Saiba mais sobre as mudanças para obtenção da CNH

Entrou em vigor, no último dia 16/09, a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que altera as regras para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e as exigências para dirigir ciclomotores. Neste post do Viver Seguro no Trânsito, falamos um pouco das mudanças implementadas. Fique atento!

Para os interessados em tirar a CNH na categoria B (carros), não há mais a exigência do uso dos simuladores, então, eles voltam a ser facultativos nas autoescolas. Com isso, o número de horas/aula cai de 25 para 20, quantidade exigida antes da adoção do equipamento. Apenas no Rio Grande do Sul as aulas em simulador foram mantidas, por meio de uma limitar do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).

Já os interessados em conduzir ciclomotores de até 50 cilindradas, as "cinquentinhas", não precisarão fazer aulas para realizarem as provas prática e teórica, durante um ano. As aulas só passarão a ser obrigatórias em caso de reprovação. A partir de setembro de 2020, a exigência das aulas volta, porém com um número reduzido de horas: de 20 para 5. Além disso, durante o exame prático, o candidato poderá utilizar seu próprio ciclomotor, desde que o mesmo tenha, no máximo, 5 anos de uso.

Curtiu saber das mudanças? Fique ligado nos posts do blog Viver Seguro no Trânsito e mantenha-se sempre informado. Não esquece de comentar aqui embaixo o que você achou das últimas mudanças implementadas 😉

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As 10 cidades com mais trânsito no mundo

Ficar horas preso no engarrafamento para chegar ao destino é uma realidade que muitos brasileiros enfrentam diariamente, não é mesmo, galera? Trânsito é assunto sério, e em diversas partes, os congestionamentos representam um grave problema de mobilidade urbana. Mas você arriscaria um palpite de quais são as cidades com os piores trânsitos do mundo? Neste post do blog Viver Seguro no Trânsito você fica sabendo!

Em uma pesquisa realizada pela INRIX, uma consultoria especializada em mobilidade urbana, mais de 200 cidades em 38 países tiveram o trânsito analisado e estudado durante o ano passado. Apesar de considerarmos o trânsito brasileiro caótico, não é uma das nossas cidades que ocupa o primeiro lugar do ranking. Moscou, na Rússia, lidera o ranking desde 2017, com 210 horas em aglomerações de veículos. Isso significa mais de oito dias perdidos em engarrafamentos. Assustador, não é mesmo?

Apesar de não estar no topo da tabela, o Brasil marca presença no ranking com duas cidades, São Paulo e Rio de Janeiro que ocupam, respectivamente o quinto e o sétimo lugar. Em relação a América Latina, Bogotá, na Colômbia, ocupa o terceiro lugar, com 272 horas de congestionamento.

Para elaboração do ranking, além das horas de congestionamento, outros fatores são analisados como: atividade e densidade do local; pois as cidades tendem a se desenvolver em torno dos meios de transporte mais utilizados em cada período do dia. Além disso, o índice chamado de Global Traffic Scorecard, usa dois anos de dados históricos para fornecer uma comparação ano a ano de congestionamentos e mobilidade.

Confira o ranking:

1. Moscou, Rússia (210 horas)

2. Istambul, Turquia (157 horas)

3. Bogotá, Colômbia (272 horas)

4. Cidade do México, México (218 horas)

5. São Paulo, Brasil (154 horas)

6. Londres, Reino Unido (227 horas)

7. Rio de Janeiro, Brasil (199 horas)

8. Boston, EUA (164 horas)

9. São Petersburgo, Rússia (200 horas)

10. Roma, Itália (254 horas)

Curtiu a curiosidade? No site, também é possível conferir a tabela completa feita anualmente com mais informações. Para conferir, basta clicar aqui.


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Programa Recomeço completa 1 ano

Você já conhece o Programa Recomeço? A iniciativa da Seguradora Líder que tem o objetivo de dar apoio aos beneficiários do Seguro DPVAT na reinserção no mercado de trabalho após a recuperação do acidente de trânsito está completando 1 ano de lançamento! Neste post especial do blog Viver Seguro no Trânsito, vamos falar sobre os avanços do Programa e como você pode participar ou ajudar alguém a conquistar uma nova oportunidade.

Como funciona o Programa Recomeço?

O Programa Recomeço conta com uma Plataforma Digital, disponível em www.seguradoralider.com.br/recomeco, que permite a disponibilização de vagas pelas empresas parceiras e o cadastramento dos interessados em uma nova oportunidade de emprego. Mas fiquem atentos pessoal: é preciso ser beneficiário do Seguro DPVAT para se cadastrar no Portal de Oportunidades e se candidatar às vagas. Um ano depois do lançamento do programa, 32 empresas estão cadastradas e mais de 570 beneficiários com currículo ativo na plataforma virtual do Recomeço. As empresas devem enviar em e-mail para recomeco@seguradoralider.com.br manifestando o desejo de se tornarem parceiras.

Qualificação Profissional

O programa também já formou duas turmas em cursos de qualificação profissional ministrados na Escola Nacional de Seguros (ENS). Beneficiários do Rio de Janeiro e São Paulo já tiveram as esperanças e expectativas renovadas para sua recolocação no mercado de trabalho. O conteúdo programático incluia temas como atendimento ao cliente; conceitos básicos de seguros; língua portuguesa; orientação profissional; matemática financeira; rotinas administrativas e informação básica. Ao todo, foram 84h de formação.

História de Recomeço

Janilson Júnior foi um dos participantes da turma-piloto de 2018 e conseguiu a sua recolocação por meio do projeto, integrando a área Jurídica da Seguradora Líder Atualmente com 33 anos, foi vítima de dois acidentes de trânsito – um aos 9 anos de idade e outro em 2010 – que provocaram sequelas permanentes. “Antes do programa, estava sem expectativas, por estar fora do mercado de trabalho. Agora, sinto que posso voltar a sonhar e concluir a faculdade de Administração, que interrompi no 6º período”, afirma ele.

Conhece alguém que gostaria de participar ou uma empresa que quer ser parceira do Programa Recomeço? Marca ele aqui no post!

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