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Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
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Categoria: Seguro DPVAT

Dia Continental do Seguro – Conheça essa história!

Você sabia que maio é o mês em que se comemora o Dia Continental do Seguro? É isso aí! Essa é uma data que existe há 71 anos e pode passar despercebida para muitos, mas tem um objetivo muito importante: ressaltar os benefícios dos seguros em diversos ramos! Para saber mais sobre essa história, confira o post de hoje!

Tudo começou lá no México, na 2ª Conferência Hemisférica de Seguros, em 1948, quando 14 de maio foi escolhido para homenagear a primeira conferência, que aconteceu em Nova York! A data ficou então conhecida como o Dia do Seguro Continental e é comemorada, principalmente, no continente Americano, como forma de conscientizar a população. O importante é convidar a sociedade a pensar sobre a importância de se ter um seguro. Afinal de contas, imprevisto acontecem, não é mesmo?

O DPVAT é um seguro criado por lei em 1974 e é uma importante ferramenta social para auxiliar às vítimas de acidente de trânsito, oferecendo cobertura por três naturezas de danos pessoais: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas (DAMS). Além disso, 45% do total arrecadado pelo Seguro DPVAT vão para o Sistema Único de Saúde (SUS), para auxiliar o custeio do tratamento das vítimas de acidentes de trânsito e outros 5% para o Denatran, para programas de prevenção de acidentes.

Em janeiro, explicamos em uma postagem aqui do blog a importância de manter o Seguro DPVAT em dia. Clique aqui para conferir.

Agora a gente quer te ouvir! Você possui mais algum outro seguro para patrimônio, acontecimentos ou outra segmentação? Conta pra gente aqui nos comentários!


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Feriado da Semana Santa: seja prudente nas estradas!

É só a Semana Santa chegar que a galera já começa a planejar viagem, né? Independentemente do destino, o cuidado precisa estar sempre presente! Se você pretende pegar a estrada para aproveitar o feriado, fique ligado nesse post sobre os dados e siga com atenção as nossas dicas! 😉

Em 2018, foram registradas 2.121 ocorrências em todo o Brasil 😱

Ficou assustado? Pois é, esse é o número de acidentes ocorridos entre os dias 19 e 23 de abril do ano passado, já indenizados pelo Seguro DPVAT. Do total, 1.196 ocorrências resultaram em algum tipo de invalidez permanente e 393 foram vítimas fatais. Assim como no total registrado durante o ano, os homens foram as principais vítimas durante o feriado prolongado e a faixa etária mais atingida foi a dos jovens de 18 a 24 anos (529 casos) de 25 a 34 anos (528 casos).

Vale lembrar que as vítimas e beneficiários podem dar entrada no pedido do Seguro DPVAT em até 3 anos após o acidente, ou seja, esses números ainda podem aumentar.

Atenção nunca é demais!

Por isso, ao pegar seu veículo para encarar as estradas brasileiras, tenha em mãos todos os documentos atualizados e cheque todos os itens de segurança. E não esqueça: a prudência é indispensável, principalmente em vias movimentadas. Cabe a cada indivíduo construir um trânsito mais seguro para todos! 😁

Vai viajar? Então, se liga! 👀

1) Verifique itens importantes do veículo. Pneus, para-brisas, sistema elétrico, freios, nível da água no radiador, luzes, e equipamentos como: macaco, triângulo, chave de roda e ferramentas. Essa revisão é extremamente necessária para quem pretende pegar a estrada.

2) Viagens de longa distância exigem paradas para comer e descansar. O alongamento de pernas, braços, coluna são importantes para o bem-estar do motorista. Esse tipo de cuidado, faz a diferença.

3) Não esqueça de manter os documentos de habilitação e do carro sempre juntos! Em hipótese alguma saia de casa sem eles!



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#DPVATExplica – Como declarar o Seguro DPVAT no Imposto de Renda

Ahhh, o início de ano! ❤ Época de férias, verão, Carnaval e... de fazer a Declaração Anual do Imposto de Renda (IR)! E muitas são as dúvidas que cercam esse momento. 😆 Mas como #EstamosAquiParaVocê, preparamos um conteúdo para responder a seguinte pergunta: como declarar a indenização recebida do #SeguroDPVAT na hora de acertar as contas com o Leão? Vem com a gente! 😉

Primeiramente...
É preciso entender: todo valor que você recebe como compensação por alguma perda precisa ser informado no Imposto de Renda. Nesse quesito, entram as indenizações pagas por seguradoras, como é o caso do Seguro DPVAT, ou provenientes de ações judiciais, por exemplo. 🙂

É benefício isento que fala?
É isso mesmo! O valor da indenização do Seguro DPVAT é um rendimento isento, ou seja, você não precisa pagar nenhum imposto sobre o ganho. E como o próprio nome diz, essa informação deve ser incluída na linha 26 (Outros) na parte de “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” do Imposto de Renda, de acordo com o que determina o Decreto nº 3.000/1999 e na Instrução Normativa RFB Nº 1.500/2014, Art. 11. 👍

Lembrando que...
Além do Seguro DPVAT, também entram nesse quesito itens como rendimento da caderneta de poupança, indenização de seguro por roubo e seguro-desemprego. Ah, e é sempre bom anotar: os valores das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT são de R$ 13.500 em caso de morte, até R$13.500 para invalidez permanente, e de até R$ 2.700 para reembolso de despesas médico-hospitalares, o DAMS.

Anotou tudo direitinho?! Agora é só preencher sua Declaração e ficar em dia! 🙂 E já sabe: suas dúvidas podem gerar outros posts, tipo esse. Deixe seu comentário e compartilhe nas redes sociais. 🙂 Até a próxima!


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Cuidados com o trânsito durante o Carnaval

Faltam poucos dias para o início oficial do Carnaval, um dos períodos do ano mais amados pelos brasileiros! ♥ Seja caindo na folia ou pegando a estrada, a regra é clara, pessoal: com o aumento do trânsito de veículos, motoristas e pedestres precisam ter atenção redobrada. Os números não mentem e comprovam a imprudência, galera. No mesmo período do ano passado, o Seguro DPVAT indenizou mais de três mil vítimas de acidentes de trânsito em todo o país. 🙁 De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram 1.600 pessoas autuadas por embriaguez ao volante, 4.517 pelo não uso de cinto de segurança, e 690 multas por falta de uso de capacete. E o que podemos fazer para mudar esse cenário? Separamos algumas ações indispensáveis e que podem colaborar muito para a sua segurança no trânsito. 😉 Vem com a gente!

Para quem vai...
Não tem outro jeito, pessoal. Antes de viajar, é mais do que necessário fazer aquela revisão bacana no veículo. Isso já evita riscos ou inconvenientes no meio do trajeto e, claro, acidentes de trânsito. A principal dica: procure uma oficina com antecedência e, se possível, de confiança. E peça para darem uma olhada naqueles itens básicos de sempre: freios, suspensão, injeção eletrônica, carga de bateria, faróis e lanternas, palhetas dos limpadores, entre outros que você ache necessário.

Outra coisa fundamental é a organização pré-viagem! Tudo na vida exige um planejamento prévio, e na hora de viajar não seria diferente, né? E isso vai muito além da escolha do destino ou do melhor caminho para chegar até ele. Muitos motoristas se esquecem desse pequeno detalhe que faz uma grande diferença para o veículo e para quem dirige. Verificar se a habilitação é condizente com o veículo que você vai conduzir; checar se toda a documentação está regular, e se o condutor está em condições emocionais de dirigir fazem parte dessa organização para qualquer viagem mais longa. A quantidade de combustível necessária e a condição das estradas do caminho também precisam ser considerados.

E para quem fica...
Se você estará a pé pelos bloquinhos da cidade, esse recado também é para você! Pedestres devem se manter atentos e procurar atravessar a rua utilizando as faixas ou passarela. Se estiver com crianças, segure-as pelas mãos, principalmente próximo a ruas e avenidas mais movimentadas. Se precisar falar ao celular, seja por mensagem, ou por telefone, não faça isso enquanto estiver caminhando. Afinal, você precisa estar atento aos demais foliões e, claro, aos veículos que podem passar por você. 😉

Bebeu e vai dirigir? Essa aí é furada e já está mais do avisada, galera! Não é porque é período de festa que pode misturar álcool e direção. Essa é a causa de muitos acidentes nesse período. Além de infração grave, é um ato de irresponsabilidade que expõe pessoas inocentes a riscos desnecessários e danos irreversíveis.

Aliás, aposte no transporte público! Além de não pegar longos congestionamentos, você evita possíveis danos ao seu veículo. Caso você tenha ingerido qualquer quantidade de bebida alcoólica, não assuma a direção do veículo de jeito nenhum! Você pode eleger o motorista da rodada entre os seus amigos ou chamar um táxi ou motorista por aplicativo. E por falar nisso, não é porque você é o passageiro que não vai se proteger, né? Ao entrar no carro, já coloque o cinto de segurança.

E aí, curtiram nossas dicas? Então, anote tudo e curta muito esse Carnaval com segurança!


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#DPVATExplica: conheça as vantagens do modelo de gestão centralizada do Seguro DPVAT

Vocês já devem ter lido aqui no blog Viver Seguro no Trânsito, o quanto o Seguro DPVAT já foi aperfeiçoado desde a sua criação, em 1974. E uma dessas mudanças aconteceu em 2007, quando foi criado o formato de Consórcio, com a Seguradora Líder concentrando as operações do Seguro. Mas você sabe quais são as vantagens desse modelo? Foi pensando em tirar todas as suas dúvidas que criamos mais essa edição do #DPVATExplica! Vamos nessa? ;)

Por que a criação de um consórcio?
É bem simples, galera! Em 2007, foi construído um modelo de consórcio com uma seguradora líder centralizando as operações administrativas e judiciais do Seguro DPVAT, permitindo mais unidade à gestão e agilidade no atendimento à população. Qualquer seguradora autorizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) a operar no país no segmento de seguros de danos e/ou pessoas pode, facultativamente, aderir ao Consórcio de Operações do Seguro DPVAT, atualmente formado por 73 seguradoras consorciadas.

E o que mudou com esse modelo?
O modelo de operação do Seguro DPVAT vigente até 1986, quando a contratação era feita, diretamente, com Seguradoras e Corretores de livre escolha dos proprietários de veículos, tinha elevada inadimplência e baixa adesão, com milhares de demandas judiciais, tornando lento o processo de indenizações e não permitindo uma ofensiva eficaz contra os fraudadores.

Agora, qualquer vítima de acidentes de trânsito, e seus beneficiários, dê entrada no Seguro DPVAT em qualquer um dos quase 8 mil pontos de atendimento distribuídos pelo Brasil, sem necessidade de identificação dos envolvidos no acidente ou da seguradora responsável pela apólice. A rede de atendimento do Seguro DPVAT conta com agência dos Correios, corretores parceiros, ou uma das seguradoras que faz parte do Consórcio do Seguro DPVAT.

Isso ajudou no combate às fraudes?
Ajudou e muito, pessoal. Isso permitiu a adoção de políticas mais rígidas de combate às fraudes ao Seguro DPVAT. Aqui na Seguradora Líder, temos uma área inteirinha dedicada ao Combate às Fraudes, que é responsável por monitorar os processos envolvendo o pagamento do Seguro DPVAT a fim de detectar irregularidades. Conseguimos checar todos processos e submetê-los a modernas técnicas de verificação.

E aí, gostou da viagem pelo universo do modelo de gestão do Seguro DPVAT? É muita coisa que a gente nem imagina, né? ;) Deixe sua opinião aqui nos comentários. =)


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#DPVATExplica: entenda quais são as diferenças entre a invalidez permanente parcial e total

Responsável por cerca de 70% dos pedidos do Seguro DPVAT, mais de 3 milhões de indenizações foram pagas por invalidez permanente nos últimos dez anos. Mas você sabia que ela pode ser dividida, de acordo com a sua gravidade, entre total e parcial? E, para contar um pouco mais sobre os tipos de invalidez e mais detalhes sobre essa cobertura, preparamos mais uma edição do #DPVATExplica! Confira. ❤

O que é considerado invalidez permanente para fins de indenização do Seguro DPVAT?
A invalidez permanente é a perda ou a redução da funcionalidade de um membro ou órgão. A indenização do Seguro DPVAT pode ser pleiteada quando a sequela é resultado de um acidente causado por veículo automotor de via terrestre e é permanente, galera. Para isso, é preciso que, no momento da alta médica, seja comprovado que a recuperação ou reabilitação da área afetada é inviável. Outra observação importante é que a invalidez permanente pode ser total ou parcial, sendo subdivida em parcial completa ou incompleta, conforme a extensão das perdas anatômicas ou funcionais.

Quais são as diferenças entre invalidez parcial e total?
Os casos de invalidez parcial são aqueles em que o acidentado de trânsito perde ou tem a capacidade de realizar algumas de suas atribuições reduzida, mas nem todas são comprometidas. Os exemplos mais comuns são membros ou órgãos debilitados. Se a vítima, por exemplo, perde a visão de um olho permanentemente após um acidente de trânsito, esta é encaixada como invalidez parcial. Já se, no mesmo acidente, a vítima perder a visão dos dois olhos, a invalidez é considerada total. Lembrando que as sequelas devem ser permanentes, como explicamos aqui em cima!

Como se dá o cálculo do valor da indenização por tipo de invalidez permanente?
Para fins de indenização pelo Seguro DPVAT, o cálculo do valor da indenização por invalidez permanente se dá dependendo da gravidade da lesão, ou seja, se esta é total ou parcial, a partir da tabela prevista na Lei 6.194/74, que instituiu o Seguro. Dessa forma, nos casos de invalidez permanente total, o valor da indenização será de 100% do Limite Máximo de Indenização (LMI) em vigor, ou seja, de R$ 13.500 e, nos casos de invalidez permanente parcial, o valor da indenização corresponderá ao percentual do segmento corporal com perda anatômica/funcional previsto diretamente na tabela sobre o Limite Máximo de Indenização (LMI) em vigor. ;)

Qual a documentação solicitada para dar entrada no pedido?
Assim como nas demais coberturas, o principal documento para dar entrada no pedido de indenização do Seguro DPVAT por invalidez permanente é o Boletim de Ocorrência (B.O), galera. Outro documento importante é o Laudo Conclusivo do IML, que se faz necessário para atestar a invalidez permanente e qualificar o tipo e o grau das lesões físicas ou psíquicas sofridas pela vítima. Você confere as demais documentações no site da Seguradora Líder clicando aqui. Anotou? ;)

E aí, tem alguma dúvida sobre a indenização por invalidez permanente que a gente não abordou aqui em cima? Então, não esquece de deixar para a gente aqui nos comentários. Respondemos rapidinho! ;) Nos vemos na próxima edição do #DPVATExplica!


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Quais são os custos dos acidentes de trânsito?

Os acidentes de trânsito estão entre as principais causas de morte no mundo, além de serem apontados como um grande problema de saúde pública. No Brasil, especificamente, os acidentes de trânsito geram custos sociais, ambientais, psicológicos e uma alta demanda de leitos hospitalares. E como isso te afeta diretamente? Explicamos tudo no post de hoje. Confere só! ;)

Perdas de R$ 199 bilhões em decorrência de acidentes de trânsito em 2017
Um estudo do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), da Escola Nacional de Seguros, com base nos indicadores do Seguro DPVAT, revela que os acidentes graves ocorridos no trânsito brasileiro em 2017 provocaram um impacto econômico de R$ 199 bilhões, ou seja, 3,04% do Produto Interno Bruto (PIB).

Esse valor equivale ao que seria gerado pelo trabalho das vítimas, caso os acidentes não tivessem ocorrido. De acordo com os dados do Seguro DPVAT usados no estudo, somente em 2017, os acidentes de trânsito mataram mais de 41 mil pessoas em todo o País e deixaram inválidas de forma permanente, afastando da atividade econômica que exerciam ou poderiam exercer, outras 284 mil. A maior atenção, no entanto, tem que ser dada aos motociclistas: em 2017, a maior parte das indenizações pagas, 74%, foi destinada a eles, apesar desse tipo de veículo representar apenas 27% da frota nacional. A gente nem precisa dizer que isso é bem triste, não é, galera? 

O que o custo dos acidentes de trânsito representa
Na prática, se as despesas de R$ 199 bilhões tivessem sido evitadas, esse montante poderia ter sido empregado em:

  • 22 mil novos hospitais, com 250 leitos, UTI e unidade de traumatismos graves;
  • 570 mil novas escolas;
  • 185 mil quilômetros de novas rodovias;
  • 60 mil quilômetros de novas ferrovias.

Seguro DPVAT em dia, um ato de cidadania
Os acidentes de trânsito impactam bastante a vida pessoal e econômica das pessoas, seja por afastamento do trabalho, perda de renda para a família ou custos com hospitalização. E é nesse ponto que o Seguro DPVAT entra, pessoal: mantê-lo em dia é muito mais do que regularizar o seu veículo, é garantir o amparo de todos os brasileiros no trânsito em caso de morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médico-hospitalares (DAMS), minimizando os custos. Depois dessa, vale sim ou com certeza manter o seu Seguro em dia? ;)

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#DPVATExplica a diferença entre bilhete e boleto do Seguro DPVAT

Para a grande maioria dos proprietários de veículos do Brasil, os primeiros meses do ano marcam os vencimentos do pagamento do prêmio do Seguro DPVAT. Um dos pontos que pode gerar dúvida na hora da quitação é o custo de R$ 4,15 referente ao “bilhete”, que a gente te conta agora que não tem relação com os conhecidos boletos. Vamos nessa? ;)

Diferença entre boleto e bilhete
Enquanto o boleto é a guia emitida e utilizada para pagamento do Seguro DPVAT, o bilhete é o que formaliza a contratação do Seguro DPVAT e é emitido junto ao Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), aquele que todo proprietário recebe quando o veículo passa pelo licenciamento, procedimento anual e obrigatório que autoriza o veículo a circular livremente pelas vias. ;)

Qual a finalidade do “custo do bilhete”?
O valor de R$ 4,15 do “custo do bilhete” faz parte do valor do Seguro DPVAT e tem como finalidade produzir os formulários de CRV (Certificado de Registro de Veículo) e CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo), emitidos junto ao Bilhete do Seguro DPVAT, e fornecidos a todos os DETRANs. Cabe a cada Estado a personalização (impressão dos dados variáveis, como, por exemplo: o nome do proprietário, marca, modelo do veículo, etc) e a entrega desses documentos aos proprietários de veículo no ato do licenciamento anual. ;)

O que regulamenta esse custo?
O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que regula os valores do Seguro DPVAT, estabeleceu o valor correspondente ao custo da emissão e da cobrança da apólice ou do bilhete do DPVAT. É importante falarmos também que a emissão e a cobrança da apólice do bilhete, foi fixada inicialmente, em 2009, no valor de R$ 3,90 e reajustada para R$ 4,15 em 2011, por meio da Resolução CNSP 215/2010, que permanece vigente até hoje. ;)

Como faço para emitir o boleto do Seguro DPVAT?
Basta acessar a sessão “Saiba como Pagar” do site da Seguradora Líder, clicando aqui, e conferir a regra de pagamento de acordo com o seu Estado. A gente aproveita para afirmar que não há desconto para pagamento antecipado do Seguro DPVAT, viu? ;)



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Após 21 anos, 70% das vítimas de acidentes de trânsito ainda morrem sem cinto de segurança

Companheiro indispensável de qualquer saída motorizada, você sabia que a regulamentação da obrigatoriedade do uso do cinto de segurança completou 21 anos este mês? É isso aí! \o/ Mas você também sabia que, ainda hoje, 70% das vítimas de acidentes de trânsito morrem sem cinto de segurança? Essa triste realidade foi constatada em pesquisa realizada pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP) sobre o uso do cinto de segurança nas rodovias divulgada recentemente e, hoje, vamos te deixar por dentro de todos os detalhes. Confere só!

Um abraço que salva vidas: saiba mais sobre a importância do uso do cinto de segurança
Antes de falarmos sobre a pesquisa, precisamos te contar o porquê o cinto de segurança ser um item indispensável na sua viagem! Você sabia que, em caso de colisão, ele impede que seu corpo se choque contra o volante, painel e para-brisas e que, até mesmo, seja projetado para fora do carro? E se a gente te contasse que, se você não usar o cinto de segurança no banco traseiro, em caso de colisão, poderá ser arremessado sobre o motorista e o carona com uma força 50 vezes maior do que o seu peso? Depois dessas informações, vale sim ou com certeza não esquecer de usar o cinto na próxima vez que entrar em um veículo? ;)

Ausência do cinto traz resultados preocupantes
Lembra da pesquisa da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP), que a gente falou no início desse post? Pois é, além de mostrar que 70% das vítimas de trânsito ainda morrem sem cinto de segurança, ela também trouxe outros números preocupantes, galera. Um deles foi que 53% dos passageiros que viajam no banco traseiro, 15% dos passageiros no banco dianteiro e 13% dos motoristas não usam cinto de segurança. Depois desses resultados, a gente vê que não é à toa que o não uso do cinto está elencado entre os principais fatores de risco à segurança viária no Plano Global da ONU, não é mesmo? :(

Mais de 213 mil multas somente em 2017
Você sabia que a falta do cinto de segurança gerou 213.356 infrações nas rodovias federais em 2017? É isso mesmo, galera. :( Os dados, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), vão além: 143.913 foram pela falta de uso do dispositivo pelo condutor e 69.443 pelos passageiros. A penalidade para o motorista quando um passageiro é flagrado sem o cinto de segurança é a mesma quando o próprio condutor está sem ele: uma infração grave sujeita à multa no valor de R$ 195,23, retenção do veículo até colocação do cinto pelo infrator e 5 pontos na carteira. É bom ficar de olho!

O que está sendo feito para mudar essa realidade?
Como por aqui também falamos de ações de prevenção e educação com o objetivo de conscientizar motoristas, tendo como base os dados do estudo, a ARTESP elaborou uma série de ações educativas. Uma delas foi o desenvolvimento de um simulador de impacto. Ao passar pela experiência do simulador, a pessoa vivenciava a força do impacto de uma batida a 5 km/h e, mesmo com baixa velocidade, o objetivo foi ampliar a sensibilidade para a importância do uso do cinto de segurança. Bem legal! ♥

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#DPVATExplica: Sabe a diferença entre Seguro DPVAT, IPVA e Licenciamento?

Para que possam andar pelas ruas e estradas desse Brasil com toda a documentação em dia, os proprietários de veículos tem que encarar siglas como DPVAT, IPVA e questões como o licenciamento. Mas vocês sabem a diferença entre cada um deles? Se não, fique ligado aqui que vamos esclarecer cada uma delas no primeiro #DPVATExplica do ano. Estão preparados? Então, vamos nessa! ;)

Seguro DPVAT

O Seguro por Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, também conhecido como DPVAT, é um seguro obrigatório, de responsabilidade da Seguradora Líder, que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, envolvendo morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas, ocorridos com veículos automotores em todo o território nacional. Ao contrário do que muitos pensam, os calendários do Seguro DPVAT acompanham o vencimento da cota única ou da primeira parcela do IPVA. Somente no caso de veículos isentos desse imposto é que o vencimento acompanhará o momento do licenciamento anual. Anota aí! ;)

IPVA

Já o IPVA, sigla para Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, é um imposto anual recolhido pela Receita Estadual, cotado a partir do preço de mercado do veículo e se aplica apenas para os veículos de circulação terrestre. De responsabilidade da Secretaria de Fazenda de cada estado, a data de pagamento varia de acordo com o dígito final de cada placa e seu preço e porcentagem variam de acordo com o estado correspondente. As únicas semelhanças do IPVA com o Seguro DPVAT estão no pagamento anual e na data do vencimento, já que, como te mostramos aqui em cima, o seguro do acidente de trânsito acompanha a data de vencimento desse imposto. Vale ficar de olho, hein! ;)

Licenciamento

Além do IPVA e do Seguro DPVAT, existe uma outra taxa para a qual os proprietários de veículos devem atentar: é o licenciamento, galera. Procedimento anual e obrigatório que autoriza o veículo a circular livremente pelas vias, ele é de responsabilidade do DETRAN de cada estado e atesta que o automóvel se encontra em conformidade com as normas de segurança e ambiental para o setor automotivo. Ah, e algo muito importante, galera: é no momento do licenciamento que o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), documento de porte obrigatório, é emitido. E tem mais: o motorista que dirige sem o CRLV, mesmo que tenha quitado o Seguro DPVAT e o IPVA, está sujeito a multa, apreensão do veículo e perda de 3 pontos na CNH. :O

Enquanto o IPVA é um imposto fixo sobre a propriedade do veículo, o Seguro DPVAT é a garantia de proteção em caso de acidentes de trânsito e o licenciamento é uma autorização que garante que seu veículo possa continuar a trafegar livremente pelas ruas e estradas. E aí, conseguiu entender direitinho? Então, que tal compartilhar esse post com todo mundo que você conhece, hein? Esperamos por você aqui embaixo nos comentários. ;)


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