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Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
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Feriado da Semana Santa: seja prudente nas estradas!

É só a Semana Santa chegar que a galera já começa a planejar viagem, né? Independentemente do destino, o cuidado precisa estar sempre presente! Se você pretende pegar a estrada para aproveitar o feriado, fique ligado nesse post sobre os dados e siga com atenção as nossas dicas! 😉

Em 2018, foram registradas 2.121 ocorrências em todo o Brasil 😱

Ficou assustado? Pois é, esse é o número de acidentes ocorridos entre os dias 19 e 23 de abril do ano passado, já indenizados pelo Seguro DPVAT. Do total, 1.196 ocorrências resultaram em algum tipo de invalidez permanente e 393 foram vítimas fatais. Assim como no total registrado durante o ano, os homens foram as principais vítimas durante o feriado prolongado e a faixa etária mais atingida foi a dos jovens de 18 a 24 anos (529 casos) de 25 a 34 anos (528 casos).

Vale lembrar que as vítimas e beneficiários podem dar entrada no pedido do Seguro DPVAT em até 3 anos após o acidente, ou seja, esses números ainda podem aumentar.

Atenção nunca é demais!

Por isso, ao pegar seu veículo para encarar as estradas brasileiras, tenha em mãos todos os documentos atualizados e cheque todos os itens de segurança. E não esqueça: a prudência é indispensável, principalmente em vias movimentadas. Cabe a cada indivíduo construir um trânsito mais seguro para todos! 😁

Vai viajar? Então, se liga! 👀

1) Verifique itens importantes do veículo. Pneus, para-brisas, sistema elétrico, freios, nível da água no radiador, luzes, e equipamentos como: macaco, triângulo, chave de roda e ferramentas. Essa revisão é extremamente necessária para quem pretende pegar a estrada.

2) Viagens de longa distância exigem paradas para comer e descansar. O alongamento de pernas, braços, coluna são importantes para o bem-estar do motorista. Esse tipo de cuidado, faz a diferença.

3) Não esqueça de manter os documentos de habilitação e do carro sempre juntos! Em hipótese alguma saia de casa sem eles!



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Confira algumas dicas para dias chuvosos

Dias de chuva pedem cuidados no trânsito

Um trânsito mais seguro depende das iniciativas dos condutores, certo pessoal? É por isso que, nesses tempos de chuva, a atenção nas ruas e à manutenção do veículo devem ser redobradas! Neste post do Viver Seguro no Trânsito, vamos falar um pouco mais sobre esses cuidados. Dá só uma olhada 😉

Chuva é sinônimo de estradas mais perigosas!

Um dos principais problemas enfrentados pelos condutores é a diminuição da aderência dos pneus devido as poças de água formadas e claro, a dificuldade na hora de enxergar. Nesses momentos, diminuir a velocidade e ligar o farol é a primeira medida a ser tomada. É essencial, também, que os freios estejam funcionando perfeitamente. Esses são passos fundamentais para evitar acidentes.

Fique esperto!

- Procure manter uma distância segura do veículo a sua frente.

- Observe sempre se os seus pneus estão em bom estado de conservação.

- O limpador de para-brisas está funcionando? É fundamental que a borracha limpadora esteja em perfeito estado!

- Está dirigindo, a chuva está ficando mais intensa e as ruas enchendo? Pare em um lugar seguro e espere o melhor momento para retomar a viagem. Segurança em primeiro lugar!

Somente em 2018, o Seguro DPVAT pagou mais de 328 mil indenizações por acidentes de trânsito, então o cuidado nas ruas é de extrema importância. Não deixe de seguir todas as dicas para ajudar em um trânsito melhor! Tem mais alguma dica que você gostaria de ter visto por aqui? Conta pra gente nos comentários. Sua participação é fundamental!




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Faixa de pedestre completa 22 anos de existência

Em abril de 1997, a primeira faixa de pedestres era implantada em Brasília, no Distrito Federal. A medida teve como objetivo reduzir os índices de acidentes entre os pedestres que faziam a travessia em vias movimentadas e em que os motoristas raramente respeitavam os limites de velocidade. Por aqui, aproveitamos a data para falar um pouco mais sobre como a faixa de pedestres pode ajudar a salvar vidas no trânsito. Curioso? Então fica ligado no nosso post.

O ato de parar em uma faixa de pedestres, fazer o sinal e esperar que o carro pare para a travessia não está entre as leis previstas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), mas já é um costume nas ruas de diversos estados do país, como nas brasilienses, que reduziu de forma considerável o número de mortes desde a sua implantação. E sabe como tudo começou? Um coronel da Polícia Militar do DF, já falecido, viajou para a Europa e depois deu a sugestão ao Detran. Primeiro, o órgão reduziu o limite de velocidade nas vias, depois, para começar, pintaram 300 faixas no Plano Piloto.

E enquanto pedestres é preciso ter muita atenção pessoal! Só no ano passado foram pagas mais de 91,2 mil indenizações do Seguro DPVAT a esse tipo de vítima. É isso mesmo. Se você ainda não sabia, a gente te explica: o Seguro DPVAT é um direito de motoristas, passageiros e também de pedestres! Isso mesmo! A proteção é garantida para indenizações por mortes, invalidez permanente e o reembolso de despesas médicas e suplementares. Portanto, se você foi vítima de um acidente de trânsito, tem direito a dar entrada no seu pedido, sem apuração de culpa. 😉

Mas não se esqueça! Olhe para os dois lados antes de atravessar, aguarde o veículo parar antes de realizar a travessia e sempre utilize as faixas de pedestres! Curtiu o post? Sabe de uma curiosidade que não foi falada aqui? Manda pra gente aqui pelos comentários!



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No carro, lugar de criança é na cadeirinha!

Você conhece as regras para transporte de crianças? Tem dúvidas? Para te ajudar, preparamos um post especial com dicas sobre o uso obrigatório dos equipamentos de segurança para os pequenos! Muito mais que evitar multas, a utilização desses dispositivos é fundamental para a redução das vítimas infantis em acidentes de trânsito. Os números do Seguro DPVAT mostram que, só em 2018, foram pagas mais de 14,6 mil indenizações a crianças e adolescentes entre 0 e 17 anos. Então pessoal, fiquem ligados! 👀

Colo não é o bastante?

Ainda tem muita gente por aí que acredita que segurar firme o filho no colo é o bastante para protege-lo. Mas esse é um grande engano! Você sabia que um carro, que se envolve em um acidente a uma velocidade média de 50km/h, projeta o peso dos ocupantes com força 50x maior? Se a criança pesa 5kg, durante a colisão esse peso chega a 50kg! Bem difícil alguém conseguir segurar, ainda mais durante esse momento de tensão, não é galera?

É lei!

Por esse e outros motivos de segurança que o uso da cadeirinha virou lei. Ignorar o transporte correto de crianças no carro gera multas e penalidades. A “Lei da Cadeirinha”, como ficou conhecida a Resolução 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), está em vigor no Brasil desde 2008. A norma dispõem sobre as regras para o transporte seguro de crianças menores de 10 anos em veículos. Pensando nisso, preparamos uma listinha com os tipos de cadeirinha exigidos.

0 a 1 ano: Para essa idade, é recomendado o bebê conforto. E fique atento: A forma correta de instalação é virada para o banco de trás, protegendo ainda mais em caso de choque frontal entre veículos.

1 a 4 anos: Para essa idade, a cadeirinha é o dispositivo adequado. Virada para frente, no mesmo sentido dos passageiros, sempre no banco de trás!

A partir dos 4 anos: Para essa idade, já é permitido o uso do assento de elevação para a utilização do cinto de segurança do carro. É imprescindível que o dispositivo não fique no pescoço da criança, para que não machuque em caso de impacto.

Ah, não se esqueça de seguir as instruções certinhas de instalação! Curtiu o post? Conta pra gente aqui nos comentários, sua participação é super importante!



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Volvo lança ideias inovadoras para mercado o automobilístico

Todo mundo sabe que álcool e direção não se misturam. Mas mesmo com ações educativas e fiscalizações, alguns motoristas ainda insistem em cometer essa infração, causando graves ocorrências no trânsito. Dados da Polícia Rodoviária Federal mostram que acidentes causados pela ingestão de álcool antes de pegar a estrada ultrapassaram as 5 mil ocorrências, ficando em 4º lugar no ranking da PRF. Pensando em ajudar a mudar essa realidade, a Volvo se coloca novamente como pioneira do mercado automobilístico. Acompanhe o nosso post para saber mais sobre essa iniciativa ;)

Sensores contra os embriagados
Conhecida por ser a primeira montadora a introduzir o cinto de segurança de três pontos, a Volvo mantem a sua reputação de montadora que coloca a segurança em primeiro lugar surpreendendo ao falar sobre os planos para as próximas décadas. O grande destaque é para o projeto de instalar câmeras e sensores nos carros para monitorar sinais de consumo de álcool ou momentos de distração dos motoristas. A previsão é que a instalação dos dispositivos comece no início do próximo ano. Incrível, não é mesmo? 😱

A ideia foi apresentada em uma entrevista em Gotemburgo, na Suécia, e inclui a emissão de sinais de alerta ao primeiro sinal de embriaguez ou de ações descuidadas na direção. Caso o motorista não obedeça aos avisos, o carro terá autonomia para limitar a velocidade, alertar a necessidade de assistência e até estacionar o carro para que o pior não aconteça.

Referência em segurança
A montadora sueca é realmente uma referência quando o assunto é segurança no trânsito. Há 30 anos, a Volvo iniciou o Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST), com o objetivo de mobilizar a sociedade brasileira para um trânsito mais seguro, a partir de uma visão de Zero Acidentes. É isso aí pessoal! O grupo tem o objetivo de atingir o patamar de zero acidentes envolvendo veículos Volvo :o Outra iniciativa de destaque foi a produção do Atlas da Acidentalidade, uma publicação que reúne informações sobre acidentes em rodovias, utilizado como subsídio para gerenciar riscos de viagens.

A gente espera que cada vez mais montadoras sigam esse exemplo e implementem em seus veículos dispositivos capazes de oferecer mais segurança no trânsito. Curtiu a iniciativa da Volvo? Conhece mais alguma montadora com ideias parecidas com essa? Conta pra gente aqui nos comentários, sua opinião é super importante!


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#BonsExemplos: Salvador é única cidade brasileira a cumprir meta da ONU

A gente adora ver #BonsExemplos por aí para que possamos divulgar iniciativas que valem a pena serem notadas! Uma delas é a de para Salvador, única cidade brasileira que já cumpriu a meta das Organização das Nações Unidas (ONU), dentro da Década de Ação pela Segurança no Trânsito, de reduzir em 50% o número de vítimas fatais em acidentes de trânsito. Quer saber mais? Continue ligado no nosso post! 🙌

Qual é a meta proposta pelas Organização das Nações Unidas?
É o seguinte: A ONU propôs que algumas cidades adotassem pacotes de medidas que reduzissem o tráfego e, consequentemente, o número de mortes no trânsito em 50%, em um período que começou em 2011 e vai até 2020. Como resposta, o Brasil lançou o Projeto Vida no Trânsito (PVT) que visa prevenir e vigiar os incidentes nas vias, incentivando, por exemplo, a conscientização de não misturar álcool com direção, velocidade inadequada, entre outros fatores de riscos que podem causar acidentes. 🚗

E quais foram os resultados de Salvador?
Após a implementação do projeto na capital baiana, que conta com mais de um milhão de habitantes, os resultados superaram as expectativas. Em 2017, antes do prazo estipulado pela ONU, Salvador apresentou 116 mortes em acidentes de trânsito, número que, em 2013, chegou a 239. 😱 Isso tudo foi possível graças ao pacote de medidas adotado pela Transalvador, órgão responsável por gerir o transido na cidade baiana. Nesse pacote, foram adotadas metas de melhorias na engenharia do trânsito, projetos e ações para modernização das vias, além de melhorias na sinalização. A consequência foi a redução do tráfego e ocorrências de acidentes em determinadas vias.

O sucesso da operação é resultado de iniciativas que incluíam diversos setores como saúde, medicina do trabalho, educação para o trânsito e transportes terrestres. Esse tipo de incentivo, mais uma vez, mostra-se de extrema importância diante dos resultados apresentados pela cidade.

As iniciativas não podem parar!
Por enquanto, apenas Salvador cumpriu com as metas estabelecidas pela ONU. Isso significa que é preciso continuar investindo em projetos de conscientização da população brasileira e políticas públicas para a redução da violência no trânsito. Por aqui, também procuramos fazer a nossa parte. Uma das iniciativas é a disponibilização periódica dos nossos dados estatísticos para que eles se tornem insumos para essas iniciativas.

É sempre bom ouvir notícias boas né, galera? Tem alguma coisa boa pra compartilhar com a gente por aqui? Vai lá nos comentários e conta pra gente. Sua opinião é super importante!


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Operação Lei Seca comemora 10 no Rio de Janeiro

Criada em 2008 pelo deputado federal Hugo Leal, a Lei Seca se tornou um importante instrumento de prevenção de acidentes e educação no trânsito no Estado do Rio de Janeiro com o lançamento, há 10 anos, da Operação Lei Seca. Gerando conhecimento e conscientização, a iniciativa ajudou a diminuir a presença de motoristas alcoolizados no trânsito e, consequentemente, o número de vítimas de acidentes. Fique ligado aqui no nosso post e saiba mais sobre os benefícios e ganhos que a Operação trouxe para o estado! 💖

Investimentos que geram resultados no trânsito:
Com as ações realizadas em diversas vias do estado, grande parte dos motoristas passaram a se conscientizar e passaram a perceber que álcool e direção, realmente, não combinam. Dados da Secretaria de Estado de Governo mostram que, desde o início das operações, mais de 3,6 milhões de motoristas foram abordados em cerca de 22 mil blitzes. A redução na quantidade de motoristas dirigindo sob o efeito de bebidas alcoólicas nesse período chegou a 50%. 😱

Enquanto o número de infratores diminuiu, a punição passou a pesar um pouco mais no bolso dos motoristas: a multa é de R$ 2.934,70 para os condutores pegos em flagrante. Além disso, passou também a ser penalizado quem se recusa a soprar o bafômetro.

E o que todos esses dados querem dizer?
E nós aqui do Seguro DPVAT ajudamos a comprovar que a Operação Lei Seca dá resultado! De acordo com os nossos números, em 2008 foram pagas 5.173 indenizações para acidentes de trânsito com vítimas fatais no estado do Rio de Janeiro, número que caiu 53% em relação a 2018, quando foram pagas 2.547 indenizações por morte :o

A conscientização continua...
É claro que os acidentes de trânsito causados pela ingestão de bebidas alcoólicas ainda preocupam e, por isso, a Operação Lei Seca investe em ações não apenas à noite. Além de mais horas nas ruas, a campanha deve aderir, posteriormente, a equipamentos que permitam detectar, também, o uso de drogas entorpecentes.

Galera, é importante se conscientizar de que álcool e direção não são uma boa combinação e que vidas podem ser poupadas se cada um fizer sua parte. Certo? Conta pra gente sua opinião sobre o assunto aqui nos comentários. Ela é muito importante para nós! 😉


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#Curiosidades: Saiba um pouco sobre os seguros pelo mundo

Se tem um tema que dominamos por aqui é o do mercado de seguros. 😉 Além do nosso DPVAT, muitos são os tipos oferecidos, como auto, residencial, saúde, e muitos outros já bem conhecidos. Se você não tem um desses, pelo menos já ouviu falar. Mas você sabia que existem alguns inusitados ou até mesmo com características bem específicas e diferentes da maioria? Vem com a gente conferir um pouco dessas opções! 🙂

Um seguro para os cãezinhos... perigosos
É isso mesmo: um seguro para cães perigosos, galera! Ele leva a sigla SOCAP (Seguro Obrigatório para Cães Perigosos) e já existe no Peru desde 2001. De acordo com a norma, os donos de cães considerados perigosos devem contratar um seguro de responsabilidade civil contra os danos que os seus animais podem causar a terceiros. Esse é o requisito básico para obter a licença de propriedade do bichinho! 🙂 A cobertura do seguro é anual e o benefício é para cada vítima.

Mas a gente sabe que lendo tudo isso, bate aquela curiosidade: o que é considerado um cão perigoso? De acordo com a lei que regula o regime jurídico de cães no Peru, são classificados dessa forma todos os animais da raça canina, híbrida ou cruzada American Pitbull Terrier; os que foram adestrados para lutas ou que tenham participado de alguma; e os que tenham antecedentes de agressividade contra as pessoas. 😮

Em caso de alguma ocorrência ou dano, o dono do cão deve comunicar à seguradora, por escrito, bem como à delegacia policial mais próxima, para que as investigações sejam iniciadas. 🙂 Já conhecia essa categoria de seguro?

Bolsa mais do que protegida
É, galera! Infelizmente, a violência está em todo lugar e são muitos os casos de assalto e furtos em todo o país. Pensando nisso, algumas empresas criaram o Seguro Bolsa Protegida, que dá direito à indenização para reposição de itens que costumamos carregar no dia a dia, como carteira, telefone celular, óculos de sol ou de grau, cosméticos, e perfumes.

Esse tipo de seguro tem se tornado cada vez mais comum e já é oferecido por, pelo menos, seis instituições financeiras e redes de lojas no Brasil. E há uma vantagem: ele costuma ter baixo custo! Na maioria dos casos, por uma mensalidade em torno de R$10 é possível garantir uma cobertura de até R$1.000 por pertences roubados ou furtados. Ah! Todos exigem o boletim de ocorrência, viu?! 😉

Seguro casamento: e por que não?
Um seguro para casamento sim, galera! Cada vez mais popular nos Estados Unidos, ele tem o objetivo de pagar despesas caso a cerimônia não possa ser realizada, seja por motivos de doença ou alguma catástrofe natural. 🙂

E como ele funciona? O que ele cobre? Deixa que a gente te explica! 😉 Ele cobre incidentes como incêndios, explosões, desabamento da estrutura montada e outros acidentes no espaço alugado para o evento, problemas com som, iluminação e decoração, danos no vestido da noiva, entre outras situações. Ah, e tem mais! O seguro para casamento também inclui cobertura para acidentes pessoais que possam ocorrer durante a festa de casamento.

Só lembrando...
Você não achou que a gente não ia falar um pouquinho sobre o Seguro DPVAT neste post, não é? O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de via Terrestre (DPVAT) foi criado em 1974 e é um seguro pago pelos proprietários de veículos do Brasil. 🙂

O Seguro DPVAT tem várias peculiaridades: tem como finalidade amparar todas as vítimas de acidentes de trânsito em território nacional, seja motorista, passageiro ou pedestre, sem necessidade de apuração de culpa. Ou seja, todo mundo recebe, até quem não tem veículo. São três tipos de cobertura previstas em Lei: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e suplementares (DAMS).

E para dar entrada? Além de ser gratuito e precisa da ajuda de terceiros. Basta reunir a documentação correta e completa e levá-la a um dos nossos pontos de atendimento espalhados pelo Brasil ou dar entrada diretamente pelo aplicativo “Seguro DPVAT”, disponível na Apple Store ou Google Play. 😉

É seguro para tudo que a gente possa imaginar, não é mesmo? Isso porque não falamos dos mais exóticos, mas esses a gente deixa para outro post! 😉 Curtiu? Comenta e compartilha com os amigos! Até a próxima!



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#DPVATExplica – Como declarar o Seguro DPVAT no Imposto de Renda

Ahhh, o início de ano! ❤ Época de férias, verão, Carnaval e... de fazer a Declaração Anual do Imposto de Renda (IR)! E muitas são as dúvidas que cercam esse momento. 😆 Mas como #EstamosAquiParaVocê, preparamos um conteúdo para responder a seguinte pergunta: como declarar a indenização recebida do #SeguroDPVAT na hora de acertar as contas com o Leão? Vem com a gente! 😉

Primeiramente...
É preciso entender: todo valor que você recebe como compensação por alguma perda precisa ser informado no Imposto de Renda. Nesse quesito, entram as indenizações pagas por seguradoras, como é o caso do Seguro DPVAT, ou provenientes de ações judiciais, por exemplo. 🙂

É benefício isento que fala?
É isso mesmo! O valor da indenização do Seguro DPVAT é um rendimento isento, ou seja, você não precisa pagar nenhum imposto sobre o ganho. E como o próprio nome diz, essa informação deve ser incluída na linha 26 (Outros) na parte de “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” do Imposto de Renda, de acordo com o que determina o Decreto nº 3.000/1999 e na Instrução Normativa RFB Nº 1.500/2014, Art. 11. 👍

Lembrando que...
Além do Seguro DPVAT, também entram nesse quesito itens como rendimento da caderneta de poupança, indenização de seguro por roubo e seguro-desemprego. Ah, e é sempre bom anotar: os valores das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT são de R$ 13.500 em caso de morte, até R$13.500 para invalidez permanente, e de até R$ 2.700 para reembolso de despesas médico-hospitalares, o DAMS.

Anotou tudo direitinho?! Agora é só preencher sua Declaração e ficar em dia! 🙂 E já sabe: suas dúvidas podem gerar outros posts, tipo esse. Deixe seu comentário e compartilhe nas redes sociais. 🙂 Até a próxima!


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Saiba mais sobre a evolução das placas de trânsito no Brasil

Se tem um assunto que não sai da boca dos brasileiros quando o assunto é trânsito são as Placas Mercosul. De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a nova placa já está presente em mais de 900 mil veículos no país. Mas você sabia que esta é a quinta vez que o modelo é mudado desde que foi criado, em 1901? Para entender melhor esse “troca-troca”, o post de hoje vai levar você por uma viagem pelos sistemas de placas de veículos que já foram adotados no Brasil. Bora? ;

Lá nos primórdios...
O primeiro sistema de placas brasileiras surgiu lááá em 1901, e foi usado por 40 anos. O modelo era bem diferente: podia ser das cores preta ou vermelha com caracteres brancos, e apenas uma sequência básica de números de 1 a 99999 precedida pelas letras P, para veículo particular, ou A, para veículo de aluguel. As sinalizações eram emitidas pelas prefeituras. Por isso, poderia facilmente haver placas iguais em cada um dos municípios brasileiros. Curioso, né?

A fase das placas numéricas...
A partir de 1941, o sistema evoluiu: as placas continuaram a ser emitidas pelos municípios com sequência numérica simples, mas a categoria do veículo era representada por... cores! Ou seja, a placa laranja, com números pretos, era usada por veículos particulares, e a vermelha, com números brancos, por veículos de aluguel e/ou frete. O nome do município de registro e a sigla do Estado foram incluídos no topo da placa para diferenciar os carros por localidade. Ah, e tinham também as placas traseiras! Elas possuíam só a sigla do Estado e a sequência de números. As placas de motos seguiram o mesmo estilo, mas eram ovais, e não retangulares.

...E das alfanumérica
Aí, em 1969, entraram as letras. As placas passaram a combinar um par de letras seguido por quatro números para veículos de quatro ou mais rodas, e três números para veículos de duas ou três rodas. Foi nesse momento que as placas finalmente passaram a ser registradas pelo Estado, e não mais pelo município. Assim, as combinações de letras eram distribuídas por região administrativa, evitando a repetição de placas dentro do estado. Ou seja, acabou a confusão! 🙂

O período do registro nacional
Esse é o sistema que usamos até hoje, galera! Ele começou a ser implementado em 1990, no Paraná, e foi sendo adotado aos poucos em cada Estado até ser totalmente implementado em 1999. As placas passaram a adotar um prefixo de três letras e uma sequência de quatro números – valendo também para motos – aumentando o número de combinações possíveis para mais de 150 milhões. E a cor? Mudou também! As placas passaram a ter o fundo cinza com caracteres pretos para veículos particulares e vermelho com caracteres brancos para veículos de aluguel. 😉

Chegamos em 2018... e vieram as Placas Mercosul
A última parada da nossa viagem é a Placa Mercosul, que surgiu a partir de um acordo entre o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) com os países do Mercosul com o objetivo de criar um sistema unificado entre esses países. E você já deve ter visto o novo modelo por aí: são brancas, com uma tarja azul na parte superior, onde fica o nome do país no qual o carro está registrado, e uma combinação alfanumérica com quatro letras e três números. As placas têm também a bandeira do Estado e o brasão de armas da cidade onde o veículo é registrado, com as categorias diferenciadas por cor dos caracteres. De acordo com o Ministério de Infraestrutura, a nova placa já está em vigor em sete Estados: Rio de Janeiro, o primeiro a adotar o modelo; Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, unidades da federação que migraram para o formato em dezembro de 2018.

Você imaginava que as placas teriam tanta história para contar? Bacana, né?! Então, curta, comente e compartilhe com os amigos! 🙂 Até a próxima! 😉




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