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Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
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Tudo o que você precisa saber sobre a Placa Mercosul

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Você já deve ter se deparado com alguma notícia sobre a placa Mercosul, não é mesmo? A gente também! 😉 Fazendo as contas, o prazo para adesão no Brasil já foi adiado três vezes, chegando até mesmo a ser suspenso por tempo indeterminado. 😫 Mas o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) afirma que o início da implementação será no dia 1 de dezembro. \o/ E, para você já ir se preparando, reunimos tudo o que você precisa saber sobre a placa Mercosul aqui nesse post. Se liga só!😉

Como as placas Mercosul surgiram?

A ideia deste novo modelo é mais antiga do que pensamos, pessoal. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, ela nasceu em 2010 e foi impulsionada pelo Denatran, órgão brasileiro. A ideia era criar um sistema unificado, inspirado no adotado pela União Europeia nos anos 90, que facilitasse a identificação e fiscalização dos veículos dos países que atualmente compõem o Mercosul – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai). As placas já estão sendo usadas na Argentina e no Uruguai. Bem legal, não é? \o/

Quais são as novidades?

Um dos principais pontos a serem destacados é que a nova placa usa a tecnologia a favor da segurança, galera! Composta por uma tarja azul, bandeira do Brasil e outra configuração de letras/números, ela contará com um chip e um código de barras bidimensional (também conhecido como QR Code), o que facilitará a identificação dos veículos roubados ou clonados nos países do Mercosul, por exemplo. As placas também não utilizarão mais o lacre e contarão com marcas d’água com o nome do país e do Mercosul, além de uma tira holográfica, que conterá a identificação do fabricante, a data de fabricação e seu número de série – uma outra forma de evitar falsificação. 😉

A troca da placa é obrigatória para todos os veículos?

Esse ponto costuma gerar muitas dúvidas, pessoal, mas a placa do Mercosul só será obrigatória para carros novos (a partir de 1º de dezembro), transferidos de município ou de proprietário e em outras situações que exigem a troca de placas. Portanto, se você é proprietário de um veículo já emplacado, não precisa se preocupar: você pode circular com o modelo atual sem necessidade de mudança, se este veículo permanecer sob sua propriedade e circulando no mesmo município. Mas, se você quiser trocar a placa, também não tem problema, já que os proprietários de veículos em circulação podem escolher se querem antecipar a mudança ou não. \o/

E qual é o custo disso?

Opa! Esse é outro questionamento que costuma aparecer bastante, galera. Ainda não existe uma definição dos valores das novas placas que, assim como acontece atualmente, serão pagas pelos proprietários de veículos. Mas tem uma novidade bem bacana: de acordo com o Denatran, essa nova resolução padroniza a produção das placas em território nacional, o que pode diminuir o seu custo. 😉 Vale lembrar que, atualmente, os preços das placas variam de estado para estado. Em São Paulo, por exemplo, o par de placas sai por R$ 128,68, além das taxas de vistoria e licenciamento.

Novidade virá primeiro para os cariocas

Alô, cariocas! O Governo do Rio de Janeiro divulgou recentemente que o Rio deverá ser o primeiro estado brasileiro a adotar a placa de automóveis unificada para os países do Mercosul. 😉

Verdade seja dita: a placa Mercosul é uma novidade e tanto! E você já sabe que por aqui, quando tem novidade, a gente está sempre ligadinho, afinal, é nosso papel te deixar por dentro de tudo o que acontece no trânsito brasileiro. Por isso, é muito importante te ouvir: gostou do nosso post ou tem mais alguma curiosidade sobre a placa Mercosul? Deixe seu comentário aqui embaixo. Esperamos por você!


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Um retrato de 10 anos no trânsito

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Em 2008, a Corte Portuguesa comemorava 200 anos da sua chegada às terras brasileiras, o Brasil celebrava 120 anos da abolição da escravatura e nos Estados Unidos, Barack Obama era eleito presidente. Nesse mesmo ano, a Seguradora Líder nascia, com o objetivo de tornar mais fácil o acesso ao Seguro DPVAT para todos os brasileiros. Para contar a história desta última década, lançamos o Boletim Estatístico especial “Dez anos de trânsito”, que consolida os números de pagamento de indenizações e, assim, fornece um importante instrumento para apoiar governos e instituições no planejamento de políticas de educação e ações de segurança no trânsito. Nesse post, te levaremos por uma viagem de 10 anos de história do trânsito brasileiro. Confere só!😉

Mais de 4,5 milhões de indenizações pagas

Entre morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas, 4,5 milhões de pagamentos de indenizações foram pagas pelo Seguro DPVAT em todo o território nacional, número equivalente a pouco mais de 2% do total da população brasileira, pessoal. 😨 Deste total, foram mais de 500 mil mortes e cerca de 3,1 milhões de indenizações por invalidez permanente. Ficou impressionado com os números? A gente também! Então, é hora de pensar: o que podemos fazer juntos para mudar essa realidade, hein?

Jovens são as maiores vítimas do trânsito

Se tem uma tendência que não mudou nesse período de 10 anos foi o fato da faixa etária mais atingida ser a de 18 a 34 anos, considerada economicamente ativa. Em 2008, essa faixa representava 53% das indenizações e, em 2017, apesar de uma pequena queda, a faixa economicamente ativa continuou sendo a mais atingida, com 49% dos pagamentos. 😣

Motocicletas na liderança

Não é de hoje que as motocicletas são responsáveis pela maior parte dos acidentes de trânsito, galera. 😑 Nos últimos dez anos, elas foram responsáveis por 70,45% do total de indenizações pagas, ou seja, dos 4,5 milhões de indenizações pagas neste período, 3 milhões foram destinadas às motocicletas. Assustador! E se a gente te contar que foram mais de 198 mil indenizações pagas por morte e 2,4 milhões por invalidez permanente somente para esse tipo de veículo? Então, galera da motoca, fica a dica: redobrar a atenção no trânsito nunca sai de moda, pessoal!

Evolução das indenizações na Região Nordeste

Em 2008, a Região Nordeste era responsável por apenas 17% das indenizações pelo Seguro DPVAT. Uma década depois, passou a ser a região com maior concentração das indenizações pagas, apesar da sua frota ser a 3ª maior do país, ficando atrás das regiões Sudeste (49% da frota nacional) e Sul (20% da frota nacional).Somente no ano passado, foram 122.468 indenizações pagas para uma frota de 16 milhões de veículos nessa região, galera.

Mais carros nas ruas

Em 2008, o Brasil tinha 189 milhões de habitantes. Em 2017, esse número foi para 207 milhões. Isso quer dizer que, a cada ano, a população brasileira aumentou 1,8 milhão. Se esse número é expressivo, o que dizer dos veículos das ruas? Eles também cresceram, passando de 53 milhões para 94 milhões, um crescimento de cerca de 77%. Com esses números, a gente conclui que existe cerca de 2,2 carros para cada brasileiro, galera. :O

Aumento nos pontos de atendimento

Outro marco bem bacana destes 10 anos foi o aumento de pontos de atendimento, o que permitiu que a Seguradora Líder levasse o Seguro DPVAT para toda a população brasileira, fazendo valer sua importante missão social. ❤ Neste período, a Companhia passou de 552 pontos de atendimento em 2008 para 8.083 no final de 2017, uma variação de 1.364,13%. E sabe o mais legal? Você pode encontrar o mais perto da sua casa lá no nosso site, é só clicar aqui.

Como você pôde ver, em 10 anos, muita coisa mudou, mas os índices de violência no trânsito continuam assustadores. Por isso, queremos te convidar a pensar no que podemos fazer, juntos, para mudar essa realidade tão triste. Então, tem uma ideia bacana ou uma prática que pode colaborar para melhorar o trânsito? Deixe aqui nos comentários.😉



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#DPVATExplica: O que é o número de sinistro?

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Já explicamos por aqui algumas das terminologias mais comuns no mercado segurador, não é mesmo? Como acreditamos que conhecimento nunca é demais, vamos falar um pouco mais sobre um dos termos mais utilizados na hora de dar entrada na indenização do Seguro DPVAT: o número de sinistro. Ficou curioso para saber mais? Então, se liga no post que é hora de mais um #DPVATExplica. 😉

Afinal, o que é o número de sinistro?

A resposta é mais simples do que parece, pessoal. Depois de entregar a documentação em um dos mais de 8 mil pontos de atendimento oficiais da Seguradora Líder, ela será cadastrada no sistema e o seu processo ganhará uma identificação: o “número de sinistro”. Ele é formado pelo ano em que o pedido foi feito e mais seis dígitos (2018/123456).😉

O que acontece depois que você dá entrada no processo?

Depois de receber o comprovante que você deu entrada na indenização do Seguro DPVAT, nós enviamos uma carta para o endereço registrado com todos os dados do seu processo. Através das cartas, você consegue acompanhar a movimentação da sua indenização, como eventuais pendências documentais e até mesmo a efetivação do pagamento da sua indenização. Bem legal, não é?

Outras formas de consultar o seu processo

Temos uma boa notícia para você: as cartas não são a única forma de acompanhar a sua indenização! \o/ Você mesmo consegue fazer a consulta no site da Seguradora Líder clicando aqui. E quer mais uma boa notícia? Essa consulta pode ser feita de diversas formas, mesmo sem o número de sinistro: basta ter em mãos o CPF do beneficiário ou representante legal, saber o tipo de cobertura e as datas do acidente e nascimento da vítima. Agora não tem mais desculpa para não saber todos os detalhes do seu processo, viu? =)

Cuidado com os atravessadores!

Esse é um recadinho que a gente não se cansa de dar, pessoal. Além de não pagar nada para dar entrada no Seguro DPVAT, acompanhar o seu processo de indenização também é um procedimento totalmente gratuito e que pode ser feito sozinho, sem a necessidade de envolvimento de terceiros. Se você tiver alguma dúvida, entra em contato com a gente:

SAC: 0800 022 12 04

Redes sociais:Facebook, Twitter e Instagram

Chat:Atendimento Online

Depois de todas essas informações, você já sabe: ao receber o número do seu sinistro, guarde-o com muito carinho. ❤  Afinal de contas, é ele que vai permitir que você acompanhe o seu processo de indenização. A gente reforça o recado: sua dúvida pode virar um post especial aqui no Blog Viver Seguro no Trânsito. Quer saber como? É só deixar o seu comentário aqui embaixo. Esperamos por você! =)


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No Dia do Seguro, saiba mais sobre as expressões usadas pelo Seguro DPVAT

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Os seguros já fazem parte do cotidiano das pessoas há muito tempo. Você sabia que os primeiros registros da prática de indenizar um bem, por exemplo, datam de 3.000 a 2.000 anos a.C? Pois é! 😨

Para homenagear esse instrumento tão importante de proteção, foi criado o Dia do Seguro e queremos aproveitar esta data para matar a curiosidade sobre algumas das terminologias específicas do mercado, comuns a todos os tipos e que também se aplicam ao DPVAT. Vamos juntos nesta viagem?

Cobertura

Não, não é a de sorvete! No mercado segurador, as coberturas são as garantias de proteção contra o risco de determinado evento como, por exemplo, acidentes, roubos ou furtos. No caso do Seguro DPVAT, o nosso evento são os acidentes de trânsito e, para cobrir os danos decorrentes desses episódios, contamos com três coberturas: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médico-hospitalares (DAMS). E as nossas são para todo mundo, galera: todas as pessoas, transportadas ou não, que sejam vítimas de acidentes de trânsito, estão cobertas pelo Seguro DPVAT. Isso é motivo de muito orgulho por aqui! \o/

Indenização

A indenização de um seguro é o pagamento efetuado para restituição do bem segurado em caso de sinistro. No caso do Seguro DPVAT, é o pagamento realizado em decorrência de um acidente de trânsito que envolva morte, invalidez permanente ou gere despesas médico-hospitalares. Os valores das indenizações do DPVAT são fixados por Lei e pagos individualmente, não importando quantas vítimas estiverem envolvidas no mesmo acidente. Confira abaixo quais são:

Morte: R$ 13.500

Invalidez Permanente: até R$ 13.500

Reembolso de despesas médico-hospitalares (DAMS):até R$ 2.700

Sinistro

É a ocorrência do acontecimento para o qual foi contratada a cobertura. No caso do Seguro DPVAT, a explicação é simples: sinistro é o próprio acidente de trânsito, galera. A gente aproveita a oportunidade para esclarecer uma expressão bastante conhecida caso você já tenha dado entrada no Seguro: o chamado “número de sinistro”. De acordo com a lógica do que significa a terminologia “sinistro”, esse número é o que dá identidade ao seu processo e vai permitir que você consulte o andamento da sua indenização. Então, já sabe: deu entrada no Seguro DPVAT e recebeu o número do sinistro? É para guardar com carinho! ❤

Prêmio

Ao contrário do que parece, o prêmio não é o valor que o segurado recebe quando ocorre o sinistro, mas sim o valor que ele paga à seguradora para receber a cobertura contratada. No caso do Seguro DPVAT, o prêmio varia de acordo com a categoria do veículo e deve ser pago todos os anos, por todos os proprietários de veículos, junto com a cota única ou primeira parcela do IPVA. Em caso de veículos isentos do pagamento do IPVA, o Seguro DPVAT poderá ser pago até a data do licenciamento. A gente aproveita para dar aquele recadinho esperto: manter o Seguro DPVAT em dia, além de ser condição obrigatória para o licenciamento do seu veículo, é um ato de cidadania! ;)

Neste Dia do Seguro, vale o reforço de que estar protegido é muito importante. E, através do Seguro DPVAT, você e mais de 207 milhões de brasileiros têm a proteção necessária em momentos inesperados como os acidentes de trânsito. É muito amor envolvido! ;)

E aí, tem alguma expressão do mercado segurador que você não viu no nosso post e tem curiosidade de saber o que significa? É só deixar nos comentários aqui embaixo. 👇 Esperamos por você!




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Ser mãe é ser o que você quiser ser

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Multitarefa. Essa é uma palavra que podemos, facilmente, atribuir às mães. Elas acordam cedo para levar os filhos à escola, seguem para o trabalho onde permanecem a maior parte do dia e ainda chegam em casa a tempo de brincar, contar histórias e dar aquele jeitinho na casa. Ufa, isso não é para todo mundo, não é mesmo? Por isso, hoje, Dia das Mães, nada mais justo do que fazermos um post dedicado a elas. Se liga só! 😉

Mulheres no volante, sucesso constante

Ser mãe é, acima de tudo, ser mulher. E o Seguro DPVAT confirma: a mulherada está mandando muito bem no trânsito! \o/ Somente de janeiro a abril de 2018, elas foram responsáveis por apenas 25% do total de indenizações pagas neste período, frente a 75% dos homens. De impressionar, galera! :O Então, fica a dica: já passou da hora de desconstruir falas como “mulher no volante, perigo constante”, não é?

Alô, mamãe: você também colabora com o bom exemplo!

O melhor tipo de liderança é pelo exemplo e você, mamãe, deve ficar sempre atenta! Para te ajudar a redobrar a atenção com os pequenos e evitar acidentes, a gente dá algumas dicas. Você sabia que, até os 10 anos, os pequenos devem estar sempre acompanhados por um adulto na hora de atravessar uma rua, que deve ser feita, preferencialmente, na faixa de pedestre? Nessa hora, vale segurar a criança pelo pulso, assim, dificilmente ela irá se soltar. Outra dica é usar sempre a cadeirinha no carro, de acordo com a idade e a estatura da criança. Gostou? 😊

Não se esqueça de você

É instintivo: quando uma mãe percebe algo de errado, a reação imediata é tentar resolver o problema. Isso vale para aqueles momentos em que os filhos brigam no carro, não é mesmo? Com isso, as mães acabam se esquecendo de cuidar de si mesmas. Um estudo da Universidade de Southern Georgia, dos Estados Unidos, afirma que apenas 48% das mães dormem mais do que 7 horas por noite, o mínimo recomendado para uma boa noite de sono, contra 62% das mulheres sem filhos. Vale a pena tirar aquele tempinho off, mamãe!

Nesta data tão especial, a gente lembra o que todas as mães já sabem: ser mãe é ser o que quiser e quando quiser. 😉 De todos nós aqui da Seguradora Líder, um feliz Dia das Mães. ❤



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Idosos no trânsito: todo cuidado é pouco

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Somente em 2017, a Seguradora Líder, responsável pela operação do Seguro DPVAT, pagou 17.323 indenizações para a faixa etária de 65 anos ou mais. 😨 Esse número é da edição especial do boletim estatístico "Dez anos no Trânsito" e nos mostra que, independentemente da nossa idade, a segurança no trânsito deve ser prioridade.

Mas por que essa faixa etária ainda sofre tantos acidentes? Primeiramente, precisamos esclarecer uma coisa: os tempos são outros. Muitos desses adultos, que hoje estão na terceira idade, já viveram uma época bem mais tranquila no trânsito. Um exemplo prático disso é que, somente em dez anos, a frota brasileira quase que dobrou, passando de 53 para 94 milhões de veículos. 😨 Então, além de ter que se adaptar a uma nova realidade, eles têm que lidar com as condições do processo natural do envelhecimento, como o comprometimento da habilidade motora, cognitiva e sensório-perceptiva, pessoal. Para ajudar a elucidar essa questão, nesse post, vamos falar sobre os cuidados que essa faixa etária deve ter no trânsito. Confere só! 😉

Condições que aumentam o risco na direção

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não estabelece um limite de idade para conduzir um veículo automotor, mas estudos indicam que algumas doenças, desenvolvidas na terceira idade, podem atrapalhar o motorista na hora de conduzir, tais como o Mal de Parkinson, por afetar o controle corporal, e até mesmo a diabetes, cujas complicações não controladas podem gerar fadiga, letargia e lentidão. Isso sem contar as doenças cardíacas, cujas manifestações são difíceis de prever e podem acontecer no momento da direção. Dessa forma, além de controlar as doenças através de tratamentos medicamentosos, algumas adaptações no veículo, como direção hidráulica e câmbio automático, são instrumentos importantes de compensação para os motoristas mais velhos no sentido de diminuir seus esforços ao conduzir.

E os idosos pedestres?

Se as condições acima podem atrapalhar o condutor idoso, isso não significa que os pedestres correm menos risco. Segundo pesquisa realizada pela Direção Geral de Tráfego (DGT), da Espanha, os idosos se tornam ainda mais vulneráveis quando na condição de pedestres. Alguns dos problemas enfrentados por eles nesta situação são distinguir a cor das luzes e perceber a velocidade efetiva dos veículos na via, isso sem contar no conjunto de obstáculos nas ruas, como a má conservação, por exemplo.

Direitos protegidos

Diante de tantos obstáculos para os idosos no trânsito é sempre importante ter boas notícias e uma delas está na legislação brasileira. O Estatuto do Idoso, por exemplo, estabelece a obrigatoriedade de destinação de 5% das vagas em estacionamento regulamentado de uso público para essa parcela da população. Para isso, é necessário que o idoso se identifique através de uma credencial no veículo. Então, já sabe: é preciso sempre respeitar as vagas preferenciais! ;)

Exemplo que vem de fora

Você já sabe que a gente gosta muito de bons exemplos por aqui, não é mesmo? ❤ No ano passado, o Japão, que passa por um processo de envelhecimento da sua população, desenvolveu um programa para evitar que os motoristas de mais idade se envolvam em acidentes. Nesse programa, os idosos frequentam uma autoescola, cujo objetivo é testar a velocidade de raciocínio e verificar reflexos. Quem for reprovado, vai para uma avaliação médica e pode ter a carteira suspensa. Você acha que isso daria certo aqui no Brasil? Deixe sua opinião nos comentários. =)

E aí, ficou curioso para saber mais? É só dar uma olhadinha na edição especial de Dez Anos do nosso Boletim Estatístico! Por lá, você fica por dentro de tudo o que aconteceu no trânsito brasileiro na última década. \o/ Esperamos por você nos comentários!



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Por dentro do Seguro DPVAT

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“E agora?”. Essa é a pergunta que costuma surgir logo após algo tão inesperado como os acidentes de trânsito. E é justamente para dar suporte nesses momentos que existe o Seguro DPVAT, pessoal! Para facilitar na hora de dar entrada no seu pedido, preparamos um passo a passo para você saber tudo sobre o DPVAT, o seguro do trânsito brasileiro. Confira aqui embaixo e, se ficar alguma dúvida, é só deixar um comentário. =)

Como dar entrada no Seguro?

Essa é uma das perguntas que a gente mais escuta por aqui e o procedimento é bem fácil, galera. Basta se dirigir a um dos nossos mais de 8 mil pontos de atendimento autorizados, que você encontra no site da Seguradora Líder, com a documentação referente ao tipo de indenização para o seu caso.

Evitando o “golpe do DPVAT”

Todo cuidado é pouco na hora de dar entrada no seu pedido, galera! É nessa hora que costumam surgir os chamados “atravessadores”, terceiros que se oferecem para recolher a sua documentação com a promessa de que você receberá a indenização mais rápido ou que o processo é burocrático. Muitas vezes, eles cobram parte do valor da indenização pelos serviços. Então, a boa é você mesmo ir até um ponto de atendimento e dar entrada na sua indenização. Todo o procedimento é gratuito! ♥

Documentação necessária

Mas qual é a documentação necessária? Bem, ela varia de acordo com o seu pedido de indenização, no entanto, a gente já pode adiantar a mais importante: o Boletim de Ocorrência, também conhecido como B.O. Ele mostra informações dos veículos e das pessoas envolvidas, bem como toda a dinâmica do acidente. Para conferir o restante dos documentos basta clicar nos links abaixo:

Morte

Invalidez Permanente

Reembolso de Despesas Médico-Hospitalares (DAMS)

Prazo para fazer o seu pedido

Em casos de morte, o prazo é de 3 anos, contados a partir da data do óbito. Em casos de reembolso de despesas médicas, o prazo é de 3 anos, contados a partir da data do acidente. E, nos casos de invalidez permanente, o prazo é de até 3 anos a contar da data da ciência da invalidez.

O que acontece depois que você dá entrada?

Depois de se dirigir a um ponto de atendimento, sua documentação é encaminhada para a Seguradora Líder, onde será analisada por uma equipe especializada. Ainda no ponto de atendimento você receberá o “número de sinistro”, que te permitirá acompanhar toda a movimentação do processo pelo próprio site da Seguradora, clicando aqui. Informação é o que não falta: em caso de alterações no seu processo, como pendência de documentos, além de uma mensagem no nosso site, chegará uma carta para você, chamada “aviso de sinistro”.

Prazo para pagamento

Se todos os documentos estiverem corretos, o pagamento será realizado, em conta corrente ou poupança do beneficiário, em 30 dias. Bem legal, não é? ;) Os valores atuais das indenizações do Seguro DPVAT, fixados pela Lei 6.194/1974, alterada pela Lei 11.482/2007, são os seguintes:

- Morte: R$ 13.500

- Invalidez Permanente: até R$ 13.500

- Reembolso de despesas médicas (DAMS): até R$ 2.700

E aí, já tem as informações necessárias para dar entrada no seu pedido de indenização do Seguro DPVAT? A gente lembra que você pode encontrar uma porção delas lá no site da Seguradora Líder, clicando aqui. Esperamos por você nos comentários! ;)


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Leituras obrigatórias sobre o Seguro DPVAT

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Paulo Amador, Jornalista

O modelo brasileiro de seguro obrigatório do trânsito, de proteção universal a vítimas de acidentes de trânsito, é uma modalidade de seguro de desenho nítido e acesso descomplicado. Para conhecer bem o Seguro DPVAT é essencial entender a singularidade dele e a realidade concreta de sua operação. Neste sentido, uma série de livros auxiliam a compreensão e indicamos a leitura de cada um deles abaixo.

Regulação do Seguro DPVAT – marco regulatório e econômico

Fundação Getúlio Vargas Direito Rio, 2017

Autores: Antônio José Maristrello Porto, Érica Diniz Oliveira, Joisa Campanher Dutra

Em linguagem acessível, o livro mostra a lógica da regulação do seguro obrigatório de trânsito no Brasil, abordando questões como as perspectivas jurídicas e econômicas relacionadas ao Seguro DPVAT. Além disso, a obra faz uma retrospectiva histórica, desde o nascimento do RECOVAT, mostrando a evolução do Seguro como instrumento regulatório capaz de reduzir riscos do trânsito.

DPVAT, um seguro em evolução

Editora Renovar, 2013

Autores: Luiz Tavares Pereira Filho, Ricardo Xavier, Nelson Eizirik, dentre outros

O livro apresenta as características e aperfeiçoamentos recentes do Seguro DPVAT e, em 2013 foi lançado cercado por muita expectativa. A razão é simples: na relação de autores da obra, além dos próprios administradores do seguro na época, estão juristas renomados, como o Ministro do STF, Luís Roberto Barroso, do ex-Ministro do STJ, Ruy Rosado de Aguiar Jr. e Nelson Eizirik. A pretensão é contribuir para o esclarecimento de questões controversas frequentemente discutidas em Tribunais.

Seguro DPVAT, à luz do código de defesa do consumidor

Editora Saraiva, 2013

Autor: Ivan de Oliveira Silva

Este livro é direcionado aos profissionais de Direito que precisam de acesso rápido a conteúdos acerca do Seguro DPVAT. Na obra, é possível encontrar questões ligadas desde a definição do contrato de seguro, passando por sua inserção no sistema jurídico brasileiro até as questões mais pragmáticas, como valores, cobertura e prazos prescricionais.

Seguro DPVAT

Editora JH Mizuno, 2013

Autor: Fabiana Fernandes de Godoy

O livro consiste em um manual prático e, assim como o título anterior de Ivan de Oliveira Silva, foi criado para os profissionais de Direito que ainda não tem familiaridade com os aspectos do Seguro DPVAT, trazendo parâmetros para a indenização deste seguro.

As leituras acima se impõem como necessárias para total compreensão do que consiste o Seguro DPVAT. Mas igualmente como exercício de inteligência e bom discernimento, esta modalidade de seguro é – nunca é demais repetir – uma das boas conquistas da cidadania brasileira.



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Uma viagem pelos Seguros Obrigatórios

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Muita gente só lembra deles no momento de realizar o pagamento ou quando um acidente acontece. Sabe do que estamos falando, pessoal? Dos seguros obrigatórios. E adivinha só: o Seguro DPVAT é um deles! 😍 Hoje, queremos te contar um pouco mais sobre como eles auxiliam em momentos complicados e inesperados, seja na terra, no mar ou no ar. Vamos juntos?

Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de via Terrestre (DPVAT)

A gente não poderia começar esse post de forma diferente, não é? Afinal, o Blog Viver Seguro no Trânsito é a casa do Seguro DPVAT! ;) Ele foi criado em 1974 e é um seguro pago pelos proprietários de veículos do Brasil e tem como finalidade amparar as vítimas de acidentes de trânsito em todo o território nacional, independentemente da apuração de culpados, através das coberturas por morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médico-hospitalares. Para saber mais sobre ele, é só ficar ligadinho aqui no nosso blog ou acessar o site da Seguradora Líder clicando aqui. Fica a dica! =)

Seguro Carta Verde

O Seguro Carta Verde é um seguro obrigatório para automóveis quando em viagem para países do Mercosul e cobre responsabilidade civil por danos pessoais e materiais causados a terceiros não transportados pelos veículos. Muita gente confunde este seguro com o DPVAT, mas a Carta Verde é um seguro de responsabilidade civil, enquanto o DPVAT é um seguro de caráter social para indenizar vítimas de acidentes de trânsito, independentemente do responsável, galera. ;)

Ah, outra informação bem importante é que ele deve ser pago antes mesmo do início da sua vigência, em data previamente acordada entre o proprietário do veículo e a seguradora de escolha. =)

Seguro de Responsabilidade Civil dos Transportadores

Você já sabe que os passageiros de um ônibus, por exemplo, contam com a cobertura do Seguro DPVAT, não é mesmo? Mas não é só isso! Eles também contam com o chamado Seguro de Responsabilidade Civil dos Transportadores. \o/ Criado em 1998, ele tem como objetivo indenizar as vítimas de acidentes no transporte coletivo interestadual e internacional de passageiros, sem prejuízo da cobertura do Seguro DPVAT e seu custo está discriminado nas respectivas apólices das empresas operadoras dos serviços. Uma informação bem bacana a respeito dele é que a sua garantia vigora durante todo o desenrolar da viagem, iniciando-se no embarque do passageiro no veículo e permanecendo durante todo o seu deslocamento pelas vias urbanas e rodovias.

Seguro Aeronáutico

Ao entrar em um avião, você já pensou que também está protegido? É o que acontece com o Seguro Aeronáutico, que oferece proteção contra os riscos do transporte aéreo, tais como danos ao casco do avião, reembolso de despesas ocorridas devido à acidentes e a chamada “responsabilidade civil” sobre passageiros, carga, tripulação, pessoas e bens no solo. Sua contratação é de responsabilidade das empresas aeronáuticas. Ufa... não precisa se preocupar quando for fazer aquela viagem dos sonhos, né? ;)

Seguro de Danos Pessoais de Embarcações ou suas Cargas (DPEM)

Você já viu seguros de transportes terrestres, aéreos... e no mar? Bem, no mar, o seguro obrigatório é o DPEM, que tem por finalidade dar cobertura de vida e acidentes pessoais a pessoas, transportadas ou não em acidentes decorrentes de embarcações ou suas cargas, sem importar que a embarcação esteja ou não em operação. Assim como o Seguro DPVAT, o DPEM conta com três coberturas: morte, invalidez e despesas médicas. É importante lembrarmos que, desde o primeiro semestre de 2017, o Seguro não é mais comercializado pelo mercado.

Mais do que uma obrigação, estar em dia com os seguros acima é um exercício de cidadania, que ajuda a proteger milhares de vidas em caso de acidentes ou eventuais danos. Tem algum outro seguro obrigatório que você conheça e não está nesta lista? Deixe seu comentário aqui embaixo: ele pode virar um post especial aqui no Blog Viver Seguro no Trânsito. Esperamos por você! ;)


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Experiência brasileira de combate ao uso de drogas por motoristas é ouvida na ONU

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Desde março de 2016, os motoristas das categorias C, D e E (habilitados para dirigir vans, ônibus e caminhões) são obrigados a fazer o exame toxicológico de larga janela, que permite detectar, através de uma pequena quantidade de cabelo, pelos ou unhas, se o condutor fez uso regular de drogas nos últimos 90 dias.

Primeira política pública de prevenção contra o uso de drogas por motoristas desde que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) entrou em vigor, a aplicação do exame toxicológico obteve resultados tão expressivos que a iniciativa brasileira foi apresentada, no dia 27 de abril, no evento “The Use of Technology to Promote Road Safety: The Brazilian Experience”, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque.

Pelo trabalho realizado pelo SOS Estradas ao longo dos anos, fui convidado a falar no evento sobre a dura realidade dos motoristas profissionais no Brasil, o que faz com que muitos apelem para as drogas a fim de suportar a jornada. Um dos pontos que destaquei foi o fato da obrigatoriedade da aplicação do exame ter feito com que mais de 1,2 milhão de motoristas profissionais não tivessem suas carteiras renovadas nos primeiros dois anos. Do total, cerca de 900 mil sequer pediram para mudar para a categoria B, que permite que eles dirijam um automóvel e, assim, evitem a necessidade do exame.

Essa prática é o que qualificamos como “positividade escondida”, que ocorre quando o motorista não comparece para renovar a carteira porque sabe que o exame vai detectar o uso regular de drogas nos últimos três meses. No entanto, existem poucas alternativas, dentre elas simplesmente desistir da profissão, esperar passar o efeito das drogas ou buscar tratamento para se livrar delas.

Os resultados obtidos pelo Brasil estão agora repercutindo mundialmente e o espaço oferecido pela ONU para o Governo Brasileiro apresentar essa política é o reconhecimento de que, quando o Estado e a iniciativa privada trabalham para o bem comum, é possível tornar o nosso país um bom exemplo. No combate ao uso de drogas por motoristas profissionais, o Brasil tem do que se orgulhar.


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