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Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
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O que o trânsito tem a ver com a sua saúde?

Sinal vermelho para a saúde.png O O que o seu deslocamento diário tem a ver com a saúde? Muita coisa! E nesse post vamos esclarecer alguns pontos bem importantes para o seu bem-estar também no trânsito. Isso porque, segundo diferentes estudos, passar muito tempo na direção pode trazer diversos malefícios para a nossa saúde. Pesquisas indicam doenças como depressão, problemas na coluna e obesidade, por exemplo.

De acordo com uma avaliação realizada com 34 mil trabalhadores e feita pela empresa britânica VitalityHealth, em parceria com a Universidade de Cambridge, ficar horas no trânsito, seja ao volante ou no transporte público, deixa as pessoas mais propensas ao stress e à depressão, além de desencadear problemas no sono e na produtividade. Um cenário preocupante, não é mesmo?

Os resultados mostraram que aqueles que enfrentaram viagens com mais de uma hora de duração tinham 33% risco de depressão e 12% maior probabilidade de relatar stress relacionado ao trabalho. Além desses riscos, 46% mostraram tendência de dormir menos do que as sete horas de sono recomendadas por noite. Ou seja, a locomoção diária e a rotina influenciaram diretamente no resultado e desempenho no trabalho e em casa.

E a sua postura ao dirigir, como está?

Na hora de pegar o carro para o seu deslocamento diário, além da atenção e concentração total, é fundamental que o motorista tenha a postura correta. Este cuidado auxiliará o condutor a reagir mais rápido diante de imprevistos e a manter o controle do veículo. A posição incorreta ao volante, aliada à vibração do veículo, provoca fadiga muscular intensa que pode levar a lesões vertebrais graves, segundo especialistas da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).

Entre as dicas de ações que você pode e deve adotar para melhorar a postura estão: ajustar o assento corretamente, deixando três dedos de distância para que nervos e veias não sejam pressionados e não comprometam a circulação e manter a coluna totalmente em contato com o encosto, entre 100 e 120 graus de angulação, e as pernas quando em descanso com a planta do pé totalmente em contato com o piso do veículo.

Sedentarismo e obesidade

Atualmente, dois bilhões de pessoas estão acima do peso no mundo inteiro. Recentemente, uma pesquisa realizada na Europa monitorou cerca de 11 mil voluntários e obteve como um dos resultados preliminares que pessoas que dirigem carros são, em geral, 4kg mais pesadas que ciclistas! O sedentarismo provoca diversas doenças e pode matar, por isso, ser mais ativo e incluir atividades físicas diariamente são alternativas excelentes para quem costuma ficar muito tempo parado no trânsito.

Pequenas mudanças no dia a dia também podem ser poderosas na redução de eventos cardiovasculares, como o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC), segundo um estudo do Hospital Geral Leicester, no Reino Unido. Estacionar um pouco mais longe do trabalho, ir a pé até a padaria ou optar pelas escadas em vez do elevador, por exemplo, são algumas atitudes que podemos adotar. O aumento de 1,5km, em média, da mobilidade diária pode reduzir em 10% a chance de ocorrência de doenças cardíacas, especialmente em pacientes com fatores de risco graves, como o diabetes.

Que tal adotar essas dicas na sua rotina? ;)

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O que mudou no Seguro DPVAT em 2018?

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No final do ano passado, o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), determinou redução de 35% do valor do Seguro DPVAT a ser pago pelos proprietários de veículos. Essa foi a primeira grande mudança do Seguro para o ano de 2018.

A segunda mudança foi para os proprietários de veículos do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, que, agora, deverão emitir a guia referente ao DPVAT diretamente pelo site da Líder e realizar o pagamento, separado do IPVA, nos bancos credenciados. Nesse ano, também não há a possibilidade de parcelamento, já que os valores de um eventual parcelamento em três meses não atendem a um dos pontos definidos na Resolução CNSP nº 332/2015. O calendário de pagamento do DPVAT 2018 já está disponível no site da Seguradora Líder, bem como nos DETRANs de cada Estado.

Algumas regras, no entanto, permanecem as mesmas: o pagamento do prêmio do DPVAT deve ser feito no vencimento da cota única do IPVA e, no caso de veículos isentos do imposto, o vencimento se dará juntamente com o emplacamento ou no licenciamento anual. Por falar em licenciamento anual, manter o Seguro DPVAT em dia é obrigatório para conseguir licenciar seu veículo.

É essencial reforçar que o DPVAT é um seguro de caráter social que ampara e protege todas as vítimas de acidentes de trânsito, seja motorista, passageiro ou pedestre, sem necessidade de apuração da culpa, garantindo três tipos de indenizações: morte, com indenização de R$ 13.500,00; invalidez permanente, com indenização de até R$ 13.500,00; e reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS) em até R$ 2.700,00.

Como diz respeito a todos os brasileiros, inclusive quem não tem veículo, mas se beneficia da proteção deste seguro, além de garantir o pagamento, precisamos conhecer melhor sobre o produto e entender porque todos os brasileiros estão protegidos por este seguro do trânsito, o único do gênero no mundo.


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Novidades na Segurança Viária Nacional e Internacional

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Tem novidade na área e o trânsito será o principal beneficiado, pessoal! Você sabia que o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, o Pnatrans, já virou Lei? É isso mesmo! A Lei 13.614/18, que fala a respeito do plano, foi publicada na última sexta-feira (12) no Diário Oficial da União e entra em vigor 60 dias após a data da publicação.

A proposta visa reduzir pela metade o índice de mortes por grupos de habitantes ao longo dos próximos dez anos, além de reduzir o índice de mortos no trânsito por grupos de veículos. Ou seja, a ideia é diminuir a proporção de mortos em relação à população e em relação ao número de veículos de uma localidade. Bem legal, não é?

Para ficar por dentro de mais detalhes, a cada ano os conselhos de trânsito dos Estados e o Departamento de Polícia Rodoviária Federal enviarão ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) um relatório analítico sobre o cumprimento das metas fixadas para o ano anterior. Já no mês de setembro de cada ano, durante a Semana Nacional de Trânsito, as metas que a serem cumpridas no próximo exercício serão divulgadas. Todas as informações, assim como os detalhes dos dados levantados e das ações realizadas por tipo de via (federais, estaduais e municipais), ficarão à disposição do público na internet.

O Pnatrans é uma iniciativa fundamental frente o crescente número de acidentes com mortes no trânsito do país. Levando em consideração o fato que o trânsito já é a segunda causa de morte entre jovens brasileiros de 18 a 24 anos, cada vez mais, projetos com teor de prevenção de mortes anunciadas são apresentados no Congresso Nacional a fim de tentar reverter os tristes números das estatísticas nacionais.

Além disso, o plano está alinhado a “Declaração de Marrakesh – Dados Melhores Para Resultados Melhores”, que em outubro de 2017, elencou dez recomendações para que tenhamos dados mais precisos sobre os acidentes que tiram a vida de 1,3 milhão de pessoas todos os anos, deixam entre 20 e 50 milhões com ferimentos graves e são hoje a 10º causa de morte no mundo todo.

A mensagem que essa declaração quer passar é que a redução de acidentes e mortes no trânsito precisa de dados cada vez maiores e melhores. Conhecer as circunstâncias em que as fatalidades acontecem permite entender os fatores que contribuem para a ocorrência dos acidentes, sejam eles de ordem estrutural, veicular ou humana.

Destacamos abaixo alguns dos pontos levantados pela declaração:

• É fundamental identificar de forma clara quais são os dados necessários para a tomada de decisão. Um conjunto mínimo de dados para analisar a questão deve ser coletado.

• A falta de notificação de acidentes de trânsito é um desafio de proporções significativas que todos os países são convidados a solucionar. Isso exige, de um lado, melhorar a qualidade dos dados coletados pela polícia e, por outro, compará-los com aqueles gerados por outras fontes.

• Dados de fatalidades não são suficientes para compreender por completo os desafios da área de segurança viária. Informações sobre casos de injúria e ferimentos graves são importantes para que se tenha uma visão mais ampla do problema.

• Dados de segurança viária devem ser coletados em escala nacional e regional e analisados e publicados por uma agência nacional.

• Dados confiáveis são essenciais para entender a magnitude, avaliar e monitorar o desafio que a segurança viária representa, estabelecer metas ambiciosas e adequadas, planejar e implementar ações e mensurar sua eficácia.

Gostou de saber dessas novidades? Comenta aqui embaixo a sua opinião. ;)


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Você já ouviu falar sobre o seguro Carta Verde?

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Para quem vai viajar de carro, comprar automóveis nos países do Mercosul – Argentina, Paraguai ou Uruguai – ou mora em lugares que façam fronteira com esses países, como Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul, é bem importante conhecer o Seguro Carta Verde. Por isso, vamos falar e tirar dúvidas sobre ele, que é um seguro obrigatório e foi instituído em 1995 para viagens internacionais dentro do Mercosul. ;)

O funcionamento é semelhante ao nosso DPVAT e tem como objetivo cobrir indenizações por danos causados a terceiros, provocados por proprietários ou condutores de veículos de passeio em países do Mercosul, que não estejam em seu país de origem. Vale destacar que, ainda que o dono do automóvel tenha contratado um seguro auto com extensão de perímetro para a América do Sul, o Carta Verde é necessário. Esse tipo de seguro é obrigatório e possui documentação, coberturas e valores de garantias que são padrões para o Mercosul.

Cobertura Carta Verde

O Carta Verde cobre danos materiais e corporais causados a quem não esteja sendo transportado pelo veículo segurado, mas tenha sido impactado pelo acidente de alguma maneira. Os danos podem ser causados por intermédio do próprio veículo segurado, por objetos transportados ou, até mesmo, por reboque acoplado ao veículo que está protegido pelo Carta Verde.

Os limites de indenização do Seguro Carta Verde são estipulados em 40 mil dólares por pessoa (em casos de danos corporais, morte, despesas hospitalares ou invalidez permanente) e 20 mil dólares por terceiro (para casos de quaisquer danos materiais).

É importante saber também o que não é coberto pelo seguro. Mesmo que obrigatório para circular nos países do Mercosul, o Carta Verde não cobre todos os seus prejuízos. Por exemplo, um seguro Carta Verde não cobre os danos sofridos pelo veículo ou seu proprietário/condutor em caso de acidentes. Portanto, as coberturas do seguro são:

- Danos materiais causados a terceiros;
- Danos corporais (morte, invalidez permanente e despesas hospitalares) causados a terceiros;
- Honorários de advogado para o segurado e qualquer custo judicial.

E você sabe a diferença entre a Carta Verde e o DPVAT?

A Carta Verde é um seguro de responsabilidade civil, já o DPVAT é um seguro de caráter social para indenizar vítimas de acidentes de trânsito, independentemente do responsável.

Com o DPVAT todas as vítimas de acidentes de trânsito em todo o Brasil são amparadas e protegidas, seja motorista, passageiro ou pedestre, sem necessidade de apuração da culpa. Esses dois pontos já marcam bem a diferença entre os produtos, não? ;)

Gostou de conhecer outro seguro obrigatório que te protege em viagens de carro pelos países do Mercosul? Conta para gente o que achou! ;)


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Veja como imprimir o boleto do DPVAT


Alô, pessoal! Você sabia que os motoristas já podem imprimir a guia para o pagamento do Seguro DPVAT? É isso aí! E para os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, diferentemente do que ocorria nos anos anteriores, os boletos precisarão ser gerados diretamente no site da Seguradora Líder. É desses estados e quer saber como gerar os boletos? Continue acompanhando o nosso post. \o/ Antes de tudo, queremos te explicar um pouquinho mais sobre o pagamento, que deverá ser realizado na cota única do IPVA e, em caso de veículos isentos do imposto, junto com o emplacamento ou no momento do licenciamento anual. Por falar em licenciamento, a gente dá o recado esperto: a quitação do Seguro DPVAT é necessária para obtenção do documento de comprovação do licenciamento anual do veículo, que é de porte obrigatório, viu? ;) Para conferir em quais bancos seu pagamento poderá ser realizado, basta clicar aqui.

Outra informação importante é que o pagamento do Seguro não poderá ser parcelado em nenhum estado e para nenhuma categoria, pessoal. Isso porque os valores de um eventual parcelamento em três meses não atendem a um dos pontos definidos na Resolução CNSP nº 332/2015 (valor mínimo por parcela de R$ 70,00).

Ufa! É bastante informação, não é mesmo? Para simplificar, confira o passo a passo de como imprimir o boleto que preparamos especialmente para você aqui embaixo.

Entre no site da Seguradora Líder:



2- Preencha as informações sobre o Renavam, CPF ou CGC, placa, exercício (2018) e estado. Depois, clique no botão continuar.



3- Em seguida, aparecerá uma tela com o valor a ser pago, que você deve assinalar. Em seguida, clique na opção Gerar guia.



Pronto! A guia de pagamento pronta para a impressão surgirá na sua tela e você então só precisa definir a impressora. Se tiver alguma dúvida, é só falar com a gente aqui nos comentários. ;)






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Pagamento do Seguro DPVAT já pode ser realizado em todo o Brasil

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Atenção, pessoal! O calendário de pagamento do Seguro DPVAT para o exercício de 2018 já está disponível para todos os estados brasileiros. É importante ficar ligado nos prazos de vencimento do Seguro, que variam em cada estado, devido ao vencimento do IPVA. Mas uma coisa é certa: todos os proprietários de veículos precisam estar em dia com o pagamento para emitir o CRLV, documento de comprovação do licenciamento anual do veículo e de porte obrigatório. \o/

Esse ano, o pagamento do Seguro DPVAT conta com novidades para os proprietários de veículos, especialmente os do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Isso porque os motoristas destes estados deverão emitir a guia referente ao pagamento do DPVAT diretamente pelo site da Seguradora Líder e realizar o pagamento, separadamente do IPVA, nos bancos credenciados.

Outra novidade foi a redução do valor do prêmio em 35% em todo o Brasil, com exceção das motocicletas, motonetas e similares. Você pode conferir o valor por categoria clicando aqui. Com isso, não há a opção de parcelamento do Seguro DPVAT, cujo o pagamento deve ser feito somente à vista. Isso acontece porque, segundo a Resolução CNSP nº 332/2015, as parcelas devem ser de, no mínimo, R$ 70,00 e, com o reajuste, esse patamar mínimo não seria atingido por nenhuma categoria.

É importante falarmos que as regras para vencimento continuam sendo as mesmas, pessoal. Ou seja, o Seguro DPVAT vence na cota única do IPVA. No caso de veículos isentos do IPVA, o vencimento do prêmio à vista se dará juntamente com o emplacamento ou no momento do licenciamento anual.

Mas você sabe porque é importante realizar o pagamento do seu Seguro? Porque, além de garantir a sua proteção e a de mais de 200 milhões de brasileiros em caso de acidentes de trânsito, você colabora para a recuperação de vítimas de acidentes, além da realização de campanhas de educação no trânsito, já que parte dos recursos é destinada ao SUS (Sistema Único de Saúde) e ao Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Então, manter o Seguro em dia é um ato e tanto de cidadania! ;)

Ficou curioso para conferir os valores do Seguro DPVAT para esse ano? Basta clicar aqui.

Se ficar alguma dúvida em relação ao pagamento do Seguro no seu Estado, basta deixar seu comentário aqui embaixo. ;)


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É hora de retrospectiva!

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Você está por dentro das mudanças na legislação do trânsito brasileiro que foram decretadas no ano passado e começaram a valer em 2018? Se não, fica ligadinho no nosso post: aqui estão reunidas as principais mudanças que você precisa saber para começar o ano bem informado sobre as novas regras do trânsito nacional. ;) Vamos nessa?

Em maio de 2017, foi aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal, o Projeto de Lei que criou o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). O objetivo é reduzir em pelo menos 50% as mortes por acidentes de trânsito no prazo de dez anos, além de orientar ações e programas que visem a diminuição dos índices negativos do trânsito em todo o país.

Uma outra novidade bem bacana foi relativa à CNH. A "CNH digital", como está sendo chamada, até o início do mês que vem, já deve estar disponível em todos os DETRANs brasileiros. Armazenada no celular do motorista, ela terá o mesmo valor jurídico do documento em papel e cada Estado ou distrito ficará responsável por definir o seu custo. Além dela, o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), aquele que todo motorista recebe após o momento do licenciamento, também ganhará uma alternativa digital. De acordo com a norma, ele deverá ser implantado pelos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal até o final do ano que vem.

2018 também começou com mais uma mudança: agora pedestres e ciclistas também poderão ser multados. É isso mesmo! O DENATRAN definiu que o pedestre que ficar no meio da rua ou atravessar fora da faixa, da passarela ou passagem subterrânea, pagará multa de R$ 44,19. Já os ciclistas que andarem onde a circulação não for permitida ou guiarem de "forma agressiva", receberão multa de R$ 130,16, que é o valor de uma infração média de trânsito. Além da multa, a bicicleta poderá ser apreendida, como um carro.

Acha que acabou por aqui? Ainda não. A partir do final de abril, a punição para motoristas alcoolizados que provocarem morte no trânsito ficará ainda mais rígida. A possível pena irá passar de 2 a 4 anos de prisão para 5 a 8 anos. Com a mudança, a condenação não poderá mais ser substituída pela prestação de serviços comunitários.

A última novidade é a obrigatoriedade de instalação do sistema Isofix, que deverá ser item básico nos modelos inéditos de veículos lançados a partir desse ano. Com um encaixe próprio para a cadeirinha no banco traseiro, esse sistema dispensa o cinto de segurança. O mesmo vale para a obrigatoriedade do cinto de 3 pontos de fábrica em todas as posições nos modelos inéditos.

Gostou de saber todas essas novidades? Compartilhe com a gente a sua opinião. Esperamos por você nos comentários! ;)


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Riscos do tráfego pelo acostamento

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Neste período de férias e feriados, é comum ocorrerem grandes retenções nas estradas, seja por excesso de veículos ou em decorrência de algum acidente. Nessas horas, observamos algo muito frequente: os motoristas que trafegam pelo acostamento, contando com a impunidade e agindo como se fossem mais importantes que os demais usuários da rodovia. Frequentemente, o comportamento desses motoristas é ficar parado, forçando a passagem, isso quando não causam outros acidentes.

É importante termos sempre em mente que os acostamentos devem ser utilizados apenas em casos emergenciais, como para reparos mecânicos. Também é válido dizer que, no momento em que os veículos utilizarem os acostamentos, estes devem estar devidamente sinalizados, com o pisca-alerta sempre ligado. Além disso, o uso incorreto do acostamento é considerado infração gravíssima, com perda de 7 pontos na carteira, multa de R$ 574,00 e, em caso de ultrapassagem pelo acostamento, o valor da multa vai para R$ 957,00, podendo chegar a R$ 1.915,00, caso ocorra reincidência dentro do período de até de doze meses.

Os motoristas que trafegam pelo acostamento parecem se esquecer que vidas são perdidas em função da sua atitude porque, muitas vezes, a equipe de socorro não consegue chegar a tempo de atender as vítimas e, como sabemos, quanto mais rápido for o atendimento às vítimas graves de um acidente, maior é a chance de sobrevivência. Esse comportamento lamentável também contribui para outros acidentes, dentre os quais destaco o atropelamento de pedestres que eventualmente estejam fazendo uso desta faixa.

Por isso, quando o trânsito estiver parado ou com velocidade reduzida, o condutor responsável jamais deve trafegar no acostamento, sempre tendo em mente a segurança dos demais usuários da via. Ao entendermos que nossas ações no trânsito têm consequências, entenderemos que atitudes como trafegar pelo acostamento e atrapalhar a chegada dos socorristas, significam contribuir decisivamente para o aumento do índice de mortes no trânsito.

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Até 2020, pelo menos 400 mil brasileiros vão morrer no trânsito

No último mês de dezembro, foi aprovado no Congresso o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS) com metas de redução de índice de mortos no trânsito por grupo de habitantes e por grupo de veículos.

Todas as propostas para reduzir acidentes são importantes, mas devemos recordar que não são inéditas. Nos anos 90, por exemplo, tivemos o Programa de Redução de Acidentes (PARE) e, na década seguinte, foram divulgados vários estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) sobre os custos dos acidentes de trânsito.

Em 2011, o Brasil foi signatário de uma Resolução da ONU cuja intenção era reduzir as mortes pela metade até 2020. Era a chamada “Década de Ação pela Segurança no Trânsito”. Antes da assinatura dessa Resolução, no ano de 2010, 42.844 pessoas morreram em decorrência dos acidentes, o que significa que, para atingir essa meta, precisamos reduzir as mortes de 42 mil pessoas por ano para 21.000. Entretanto, considerando os dados das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT até novembro de 2017, fecharemos este ano com mais de 42 mil mortes. Aliás, os dados do Seguro não são referentes somente aos acidentes de 2017, mas também revelam a curva de crescimento que, infelizmente, confirma que o Brasil não cumprirá as metas da ONU.

É fato: falta muito para as propostas saírem do papel e chegarem ao mundo real. Nas rodovias federais, por exemplo, a Polícia Rodoviária Federal tem o mesmo efetivo de 1994 e vai ficar ainda menor com a antecipação das aposentadorias e falta de concursos. Nem mesmo a padronização das estatísticas de acidentes, o país conseguiu. No caso das rodovias federais, a PRF criou um padrão, mas cada polícia rodoviária estadual tem sua própria metodologia.

Portanto, o problema brasileiro não é falta de planos, muito menos de legislação, afinal, a nossa é uma das melhores do mundo. Nem mesmo podemos alegar falta de recursos, pois uma pequena redução de acidentes significa bilhões de economia para o país. O que falta é execução, cumprir metas, aplicação rigorosa da lei e a sociedade brasileira assumir que reduzir a violência no trânsito tem que ser uma prioridade.


Afinal, de 2011 até 2020, período da Década da ONU, pelo menos 400 mil brasileiros terão morrido no trânsito e cerca de 4 milhões serão vítimas de invalidez permanente. Será que esses números não são suficientes para entendermos o tamanho do problema?


Gostou do artigo? Clique aqui para conhecer o site do SOS Estradas, um programa que visa reduzir os acidentes e aumentar a segurança nas rodovias.

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Enfrente seu medo de dirigir

Você tem medo de dirigir ou conhece alguém que tenha? Então, fique ligadinho no nosso post. Por ser um ato complexo e que envolve diversas competências cognitivas, além de habilidades e atitudes, dirigir requer do motorista um nível considerável de maturidade emocional e capacidade intelectual, as quais lhe permitam interpretar estímulos e reagir estrategicamente enquanto conduz seu veículo. Sabe o que isso quer dizer? É bem simples: que as barreiras do medo devem ser transpassadas para que a pessoa se sinta confortável e pronta para dirigir.

Inerente a todo ser humano, o medo não é de todo ruim, sabia? Através dele, o indivíduo passa a ter mais cautela e cuidado. O medo se torna um problema quando paralisa uma pessoa, tornando-se, então, patológico e necessitando, dessa forma, de um tratamento especial. Mas não é para desanimar, viu? Qualquer pessoa pode ser capaz de desenvolver bem sua habilidade de conduzir um veículo, se aperfeiçoando através da prática.

Confira algumas dicas que separamos para você enfrentar o medo de dirigir:

Não pense muito. Se você tem medo de dirigir, certamente vai pensar muito antes de tomar a decisão de enfrentar o medo. Por isso, é importante apenas se sentir determinado e tomar a atitude. Desvie dos pensamentos negativos e catastróficos para que assim você não se boicote.

Se for a primeira vez que você decide iniciar o processo de aprendizagem, procure cercar-se de pessoas que te apoiem, te incentivem e que te ajudem a superar seus medos. Pessoas que nos fazem sentir bem são propulsoras e coadjuvantes do nosso sucesso. ;)

Seja resiliente e não desista fácil. Se errar, continue tentando, pois somente através do erro que você aprenderá e se aperfeiçoará.

Acredite em você! Como você pode acreditar que vai falhar se você tem toda capacidade possível para lidar com essa nova situação? E mesmo se não conseguir de primeira, poderá tentar outra vez e tentar quantas vezes for necessário, até sentir-se seguro. ;)

Aprenda a superar os pensamentos sabotadores! Se ainda bater aquela dúvida, tenha em mente todos os benefícios que você mesmo terá em dirigir. Faça uma lista de vantagens:

- Autonomia;

- Possibilidade de realizar viagens e passeios;

- Liberdade, em poder sair quando e como quiser;

-Qualidade de vida;

- Possibilidade de concorrer a cargos ou concursos que exijam ou necessitem de CNH.

Se mesmo assim você estiver com dificuldade de enfrentar seus medos, busque ajuda profissional! Existem psicólogos especializados que te ajudarão a trabalhar a questão. Outra dica é mudar de autoescola, às vezes um novo professor ou instituição proporcionará uma nova experiência, com resultados positivos. Tenha perto de você pessoas queridas, que queiram seu bem e te ajudem a passar por esse desafio.

Conhece alguém que já passou por isso? É você mesmo? Comenta aqui embaixo para a gente. ;)


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