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Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
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#Curiosidades: Saiba um pouco sobre os seguros pelo mundo

Se tem um tema que dominamos por aqui é o do mercado de seguros. 😉 Além do nosso DPVAT, muitos são os tipos oferecidos, como auto, residencial, saúde, e muitos outros já bem conhecidos. Se você não tem um desses, pelo menos já ouviu falar. Mas você sabia que existem alguns inusitados ou até mesmo com características bem específicas e diferentes da maioria? Vem com a gente conferir um pouco dessas opções! 🙂

Um seguro para os cãezinhos... perigosos
É isso mesmo: um seguro para cães perigosos, galera! Ele leva a sigla SOCAP (Seguro Obrigatório para Cães Perigosos) e já existe no Peru desde 2001. De acordo com a norma, os donos de cães considerados perigosos devem contratar um seguro de responsabilidade civil contra os danos que os seus animais podem causar a terceiros. Esse é o requisito básico para obter a licença de propriedade do bichinho! 🙂 A cobertura do seguro é anual e o benefício é para cada vítima.

Mas a gente sabe que lendo tudo isso, bate aquela curiosidade: o que é considerado um cão perigoso? De acordo com a lei que regula o regime jurídico de cães no Peru, são classificados dessa forma todos os animais da raça canina, híbrida ou cruzada American Pitbull Terrier; os que foram adestrados para lutas ou que tenham participado de alguma; e os que tenham antecedentes de agressividade contra as pessoas. 😮

Em caso de alguma ocorrência ou dano, o dono do cão deve comunicar à seguradora, por escrito, bem como à delegacia policial mais próxima, para que as investigações sejam iniciadas. 🙂 Já conhecia essa categoria de seguro?

Bolsa mais do que protegida
É, galera! Infelizmente, a violência está em todo lugar e são muitos os casos de assalto e furtos em todo o país. Pensando nisso, algumas empresas criaram o Seguro Bolsa Protegida, que dá direito à indenização para reposição de itens que costumamos carregar no dia a dia, como carteira, telefone celular, óculos de sol ou de grau, cosméticos, e perfumes.

Esse tipo de seguro tem se tornado cada vez mais comum e já é oferecido por, pelo menos, seis instituições financeiras e redes de lojas no Brasil. E há uma vantagem: ele costuma ter baixo custo! Na maioria dos casos, por uma mensalidade em torno de R$10 é possível garantir uma cobertura de até R$1.000 por pertences roubados ou furtados. Ah! Todos exigem o boletim de ocorrência, viu?! 😉

Seguro casamento: e por que não?
Um seguro para casamento sim, galera! Cada vez mais popular nos Estados Unidos, ele tem o objetivo de pagar despesas caso a cerimônia não possa ser realizada, seja por motivos de doença ou alguma catástrofe natural. 🙂

E como ele funciona? O que ele cobre? Deixa que a gente te explica! 😉 Ele cobre incidentes como incêndios, explosões, desabamento da estrutura montada e outros acidentes no espaço alugado para o evento, problemas com som, iluminação e decoração, danos no vestido da noiva, entre outras situações. Ah, e tem mais! O seguro para casamento também inclui cobertura para acidentes pessoais que possam ocorrer durante a festa de casamento.

Só lembrando...
Você não achou que a gente não ia falar um pouquinho sobre o Seguro DPVAT neste post, não é? O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de via Terrestre (DPVAT) foi criado em 1974 e é um seguro pago pelos proprietários de veículos do Brasil. 🙂

O Seguro DPVAT tem várias peculiaridades: tem como finalidade amparar todas as vítimas de acidentes de trânsito em território nacional, seja motorista, passageiro ou pedestre, sem necessidade de apuração de culpa. Ou seja, todo mundo recebe, até quem não tem veículo. São três tipos de cobertura previstas em Lei: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e suplementares (DAMS).

E para dar entrada? Além de ser gratuito e precisa da ajuda de terceiros. Basta reunir a documentação correta e completa e levá-la a um dos nossos pontos de atendimento espalhados pelo Brasil ou dar entrada diretamente pelo aplicativo “Seguro DPVAT”, disponível na Apple Store ou Google Play. 😉

É seguro para tudo que a gente possa imaginar, não é mesmo? Isso porque não falamos dos mais exóticos, mas esses a gente deixa para outro post! 😉 Curtiu? Comenta e compartilha com os amigos! Até a próxima!



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#DPVATExplica – Como declarar o Seguro DPVAT no Imposto de Renda

Ahhh, o início de ano! ❤ Época de férias, verão, Carnaval e... de fazer a Declaração Anual do Imposto de Renda (IR)! E muitas são as dúvidas que cercam esse momento. 😆 Mas como #EstamosAquiParaVocê, preparamos um conteúdo para responder a seguinte pergunta: como declarar a indenização recebida do #SeguroDPVAT na hora de acertar as contas com o Leão? Vem com a gente! 😉

Primeiramente...
É preciso entender: todo valor que você recebe como compensação por alguma perda precisa ser informado no Imposto de Renda. Nesse quesito, entram as indenizações pagas por seguradoras, como é o caso do Seguro DPVAT, ou provenientes de ações judiciais, por exemplo. 🙂

É benefício isento que fala?
É isso mesmo! O valor da indenização do Seguro DPVAT é um rendimento isento, ou seja, você não precisa pagar nenhum imposto sobre o ganho. E como o próprio nome diz, essa informação deve ser incluída na linha 26 (Outros) na parte de “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” do Imposto de Renda, de acordo com o que determina o Decreto nº 3.000/1999 e na Instrução Normativa RFB Nº 1.500/2014, Art. 11. 👍

Lembrando que...
Além do Seguro DPVAT, também entram nesse quesito itens como rendimento da caderneta de poupança, indenização de seguro por roubo e seguro-desemprego. Ah, e é sempre bom anotar: os valores das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT são de R$ 13.500 em caso de morte, até R$13.500 para invalidez permanente, e de até R$ 2.700 para reembolso de despesas médico-hospitalares, o DAMS.

Anotou tudo direitinho?! Agora é só preencher sua Declaração e ficar em dia! 🙂 E já sabe: suas dúvidas podem gerar outros posts, tipo esse. Deixe seu comentário e compartilhe nas redes sociais. 🙂 Até a próxima!


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Saiba mais sobre a evolução das placas de trânsito no Brasil

Se tem um assunto que não sai da boca dos brasileiros quando o assunto é trânsito são as Placas Mercosul. De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a nova placa já está presente em mais de 900 mil veículos no país. Mas você sabia que esta é a quinta vez que o modelo é mudado desde que foi criado, em 1901? Para entender melhor esse “troca-troca”, o post de hoje vai levar você por uma viagem pelos sistemas de placas de veículos que já foram adotados no Brasil. Bora? ;

Lá nos primórdios...
O primeiro sistema de placas brasileiras surgiu lááá em 1901, e foi usado por 40 anos. O modelo era bem diferente: podia ser das cores preta ou vermelha com caracteres brancos, e apenas uma sequência básica de números de 1 a 99999 precedida pelas letras P, para veículo particular, ou A, para veículo de aluguel. As sinalizações eram emitidas pelas prefeituras. Por isso, poderia facilmente haver placas iguais em cada um dos municípios brasileiros. Curioso, né?

A fase das placas numéricas...
A partir de 1941, o sistema evoluiu: as placas continuaram a ser emitidas pelos municípios com sequência numérica simples, mas a categoria do veículo era representada por... cores! Ou seja, a placa laranja, com números pretos, era usada por veículos particulares, e a vermelha, com números brancos, por veículos de aluguel e/ou frete. O nome do município de registro e a sigla do Estado foram incluídos no topo da placa para diferenciar os carros por localidade. Ah, e tinham também as placas traseiras! Elas possuíam só a sigla do Estado e a sequência de números. As placas de motos seguiram o mesmo estilo, mas eram ovais, e não retangulares.

...E das alfanumérica
Aí, em 1969, entraram as letras. As placas passaram a combinar um par de letras seguido por quatro números para veículos de quatro ou mais rodas, e três números para veículos de duas ou três rodas. Foi nesse momento que as placas finalmente passaram a ser registradas pelo Estado, e não mais pelo município. Assim, as combinações de letras eram distribuídas por região administrativa, evitando a repetição de placas dentro do estado. Ou seja, acabou a confusão! 🙂

O período do registro nacional
Esse é o sistema que usamos até hoje, galera! Ele começou a ser implementado em 1990, no Paraná, e foi sendo adotado aos poucos em cada Estado até ser totalmente implementado em 1999. As placas passaram a adotar um prefixo de três letras e uma sequência de quatro números – valendo também para motos – aumentando o número de combinações possíveis para mais de 150 milhões. E a cor? Mudou também! As placas passaram a ter o fundo cinza com caracteres pretos para veículos particulares e vermelho com caracteres brancos para veículos de aluguel. 😉

Chegamos em 2018... e vieram as Placas Mercosul
A última parada da nossa viagem é a Placa Mercosul, que surgiu a partir de um acordo entre o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) com os países do Mercosul com o objetivo de criar um sistema unificado entre esses países. E você já deve ter visto o novo modelo por aí: são brancas, com uma tarja azul na parte superior, onde fica o nome do país no qual o carro está registrado, e uma combinação alfanumérica com quatro letras e três números. As placas têm também a bandeira do Estado e o brasão de armas da cidade onde o veículo é registrado, com as categorias diferenciadas por cor dos caracteres. De acordo com o Ministério de Infraestrutura, a nova placa já está em vigor em sete Estados: Rio de Janeiro, o primeiro a adotar o modelo; Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, unidades da federação que migraram para o formato em dezembro de 2018.

Você imaginava que as placas teriam tanta história para contar? Bacana, né?! Então, curta, comente e compartilhe com os amigos! 🙂 Até a próxima! 😉




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Defeito de fabricação coloca em risco até quem não tem carro

No caso da indústria automobilística, montadora ou importadora, recall é quando proprietários de determinados veículos são convocados para que seja feita a checagem de um defeito grave que coloca em risco a vida dos ocupantes do veículo e demais pessoas. São defeitos do sistema de direção, freio, suspensão, motores que desligam inesperadamente e carros que aceleram sozinhos, entre outros.

Há poucos dias, uma matéria publicada pelo jornal Extra, do Rio de Janeiro, alertava que 56% dos proprietários de veículos com airbag da marca Takata não compareceram às concessionárias para fazer o devido reparo. Isto significa, só no Brasil, dois milhões de veículos circulando com risco de que o sistema abra inesperadamente, causando acidentes.

Lembramos, então, do livro, publicado há mais de 15 anos, intitulado “Recall: o que as montadoras não contam”, quando identificamos que, pelo menos 4 milhões de carros circulavam com defeito por não aderirem aos recalls. Na média, cerca de 50% dos proprietários não atendem à convocação. Em parte, por desleixo, porque tomam ciência, mas não levam o veículo na concessionária. Mas, na maioria dos casos, os proprietários sequer sabem que há um defeito grave. Os anúncios feitos pelas montadoras são limitados a poucos veículos de comunicação, apenas para atender ao código de defesa do consumidor.

Entretanto, o defeito de fabricação de um veículo não é apenas uma questão de consumo que envolve o risco de outras pessoas que circulam pelas ruas e estradas. Quando um ônibus tem um defeito grave, passageiros e demais usuários das vias não tem nenhuma relação de consumo com o fabricante ou concessionária que vendeu o veículo. Porém, podem morrer por causa do defeito.

Ciente de que há muito o que corrigir nos comunicados recall, no índice de comparecimento dos proprietários, além de investigações necessárias para identificar os defeitos graves, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) está trabalhando para aperfeiçoar esse sistema, ao menos de veículos e autopeças. Portanto, façam o recall sempre que necessário. Afinal, se dois milhões de proprietários não comparecem a convocação para a revisão de um item tão importante, que é o airbag, a situação é inaceitável. Recall é, acima de tudo, questão de segurança no trânsito.

Gostou do artigo? Clique aqui para conhecer o site do SOS Estradas, um programa que visa reduzir os acidentes e aumentar a segurança nas rodovias.



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Carnaval vai deixar, pelo menos, 300 mortos e 3 mil feridos nas estradas

No Carnaval de 2018, somente nas rodovias federais, 103 pessoas morreram e 24 ficaram feridas. Se considerarmos o somatório dos mortos e dos feridos nos acidentes das rodovias estaduais, o número de vítimas dobrou. Infelizmente, já podemos estimar o total de mortos e feridos que teremos nas rodovias brasileiras neste Carnaval. Em apenas 5 dias de folia, o número de vítimas fatais será entre 180 e 240 pessoas, e o de feridos, entre 2.800 e 3.300. Destes últimos, cerca de 20% costumam ser graves. A conta mortal será de, pelo menos, 300 óbitos.

É costume que a mídia fique mais focada nas mortes divulgadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), que devem variar entre 90 e 110 mortos. Com exceção do Estradas.com.br, praticamente ninguém faz um levantamento do total das vítimas considerando as vias federais e estaduais somadas. Quanto à estimativa de quantas pessoas que efetivamente morrem em decorrência do total dos acidentes, não temos o menor prazer em acertar anualmente essas previsões. Pelo contrário, lamentamos profundamente que isso ocorra. Mas o fato é que a sociedade parece anestesiada com esses números. É como se aceitássemos as mortes nesses períodos como inevitáveis. Depois do Carnaval, ficamos esperando o balanço das mortes no feriado da Páscoa, e assim passamos o ano contabilizando mortos e feridos.

Quem sabe o novo governo consiga mudar essa realidade. Mas, para isso, precisa conscientizar o alto escalão. Para aqueles que acreditam que as campanhas educativas vão mudar esse quadro, lamentamos informar que mudanças pela educação demoram décadas, e que nesse entretempo, continuaremos a enterrar as vítimas e produzir inválidos. Além do mais, quem tem habilitação já conhece as regras e já foi educado. O que funciona, de fato, é aplicar a lei com máximo rigor, punir os infratores, dar condições de trabalho para as polícias rodoviárias, e mostrar para a sociedade que as mortes no trânsito são inaceitáveis. Essa é a mensagem que o governo precisa passar.

E, por favor, é hora de parar com o discurso sobre a indústria da multa. O que temos é uma fábrica de infratores, cujo produto final são vidas de brasileiros perdidas todos os anos. É o “Bloco da Morte”, que desfila nas estradas e deixa um rastro de destruição. Não faça parte dessas estatísticas. Dirija com cuidado, seja paciente, respeite às normas, use o cinto de segurança, jamais viaje cansado, e transporte as crianças conforme a lei determina.

Gostou do artigo? Clique aqui para conhecer o site do SOS Estradas, um programa que visa reduzir os acidentes e aumentar a segurança nas rodovias.


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#DPVATEmNúmeros: um alerta sobre o trânsito durante o Carnaval

Dados do Seguro DPVAT mostram que, nos últimos cinco anos, os índices de acidentes de trânsito no período carnavalesco (de sexta-feira de Carnaval até a quarta-feira de Cinzas) têm diminuído. No ano passado, foram cerca de 3.200 acidentes já indenizados pelo Seguro DPVAT. Lá em 2014, esses números eram bem maiores e superavam os 10 mil. 😮 Mas o que podemos fazer para que eles sigam cada vez menores para este e os próximos anos? Separamos alguns destaques para refletirmos juntos. Vamos conferir? :)

O perfil dos condutores
Ahhh... os jovens!  Infelizmente, os condutores na faixa etária entre 18 e 34 anos lideram o ranking como principais vítimas no trânsito durante o Carnaval de 2018: 50% dos acidentes envolviam os mais novos. Outro ponto observado é que, nos acidentes ocorridos durante o Carnaval de 2018, 76% das indenizações pagas a motoristas foram para homens. Os números também mostram que quem está no volante é o tipo de vítima mais recorrente no Carnaval. É, galera, os condutores foram responsáveis por 65% das indenizações pagas entre 2014 e 2018. Por isso, aquelas dicas de sempre: usar o cinto de segurança, respeitar os limites de velocidade e, claro, não pegar no volante depois de consumir bebida alcoólica são atitudes que podem salvar a sua vida e a de milhares de pessoas. ❤

Um alerta aos motociclistas
É, galera! Se formos avaliar pelo tipo de veículo, a motocicleta aparece como o a maior causa dos acidentes nos últimos cinco anos. Só em 2018, foram 2.440 indenizações (cerca de 76% do total), sendo 81% das vítimas, motociclistas. Em 2014, esse número era ainda mais assustador: superava a marca de 8 mil indenizações! Vale ressaltar que usar o capacete e a roupa adequada, além de ter atenção redobrada aos pedestres, são fundamentais para trafegar nas ruas nesse período.

E os pedestres, hein?
Achou que não íamos falar dos foliões? Afinal de contas, eles são o centro das atenções nesse período por serem muitos pelas ruas desse Brasil. De acordo com os nossos dados, foram 1.627 indenizações pagas para acidentes envolvendo pedestres em 2014. Apesar do número ter caído para 439 em 2018, ainda é muita coisa, né? Então, já sabe: nada de andar pela rua distraído ou olhando o celular. 😉

Uma volta pelo Brasil
A gente sabe que as maiores festas de Carnaval se concentram no Nordeste e no Sudeste, e são justamente essas regiões que lideram o ranking de indenizações nos últimos cinco anos. Juntas, elas ultrapassaram a média de 2 mil casos indenizados! Já a Região Sul, totalizou 589 indenizações pagas, seguido por Centro-Oeste e o Norte, que concentram 294 indenizações.

Dias e horários com mais acidentes
A folia começa muito antes, mas o maior índice de acidentes entre 2014 e 2018 aconteceu nos sábados e domingos de Carnaval: foram mais de 40% das ocorrências. No ano passado, o período do anoitecer e parte da manhã foram os de maior número de acidentes, responsáveis por 22% e 24% das indenizações pagas, respectivamente.

O que não faltou foi número por aqui, né? É graças a eles que podemos entender melhor o universo do trânsito brasileiro e, claro, sinalizar onde é preciso investir ainda mais em conscientização e prevenção. Curtiu? Então deixe seu comentário por aqui e compartilhe com seus amigos!

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Cuidados com o trânsito durante o Carnaval

Faltam poucos dias para o início oficial do Carnaval, um dos períodos do ano mais amados pelos brasileiros! ♥ Seja caindo na folia ou pegando a estrada, a regra é clara, pessoal: com o aumento do trânsito de veículos, motoristas e pedestres precisam ter atenção redobrada. Os números não mentem e comprovam a imprudência, galera. No mesmo período do ano passado, o Seguro DPVAT indenizou mais de três mil vítimas de acidentes de trânsito em todo o país. 🙁 De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram 1.600 pessoas autuadas por embriaguez ao volante, 4.517 pelo não uso de cinto de segurança, e 690 multas por falta de uso de capacete. E o que podemos fazer para mudar esse cenário? Separamos algumas ações indispensáveis e que podem colaborar muito para a sua segurança no trânsito. 😉 Vem com a gente!

Para quem vai...
Não tem outro jeito, pessoal. Antes de viajar, é mais do que necessário fazer aquela revisão bacana no veículo. Isso já evita riscos ou inconvenientes no meio do trajeto e, claro, acidentes de trânsito. A principal dica: procure uma oficina com antecedência e, se possível, de confiança. E peça para darem uma olhada naqueles itens básicos de sempre: freios, suspensão, injeção eletrônica, carga de bateria, faróis e lanternas, palhetas dos limpadores, entre outros que você ache necessário.

Outra coisa fundamental é a organização pré-viagem! Tudo na vida exige um planejamento prévio, e na hora de viajar não seria diferente, né? E isso vai muito além da escolha do destino ou do melhor caminho para chegar até ele. Muitos motoristas se esquecem desse pequeno detalhe que faz uma grande diferença para o veículo e para quem dirige. Verificar se a habilitação é condizente com o veículo que você vai conduzir; checar se toda a documentação está regular, e se o condutor está em condições emocionais de dirigir fazem parte dessa organização para qualquer viagem mais longa. A quantidade de combustível necessária e a condição das estradas do caminho também precisam ser considerados.

E para quem fica...
Se você estará a pé pelos bloquinhos da cidade, esse recado também é para você! Pedestres devem se manter atentos e procurar atravessar a rua utilizando as faixas ou passarela. Se estiver com crianças, segure-as pelas mãos, principalmente próximo a ruas e avenidas mais movimentadas. Se precisar falar ao celular, seja por mensagem, ou por telefone, não faça isso enquanto estiver caminhando. Afinal, você precisa estar atento aos demais foliões e, claro, aos veículos que podem passar por você. 😉

Bebeu e vai dirigir? Essa aí é furada e já está mais do avisada, galera! Não é porque é período de festa que pode misturar álcool e direção. Essa é a causa de muitos acidentes nesse período. Além de infração grave, é um ato de irresponsabilidade que expõe pessoas inocentes a riscos desnecessários e danos irreversíveis.

Aliás, aposte no transporte público! Além de não pegar longos congestionamentos, você evita possíveis danos ao seu veículo. Caso você tenha ingerido qualquer quantidade de bebida alcoólica, não assuma a direção do veículo de jeito nenhum! Você pode eleger o motorista da rodada entre os seus amigos ou chamar um táxi ou motorista por aplicativo. E por falar nisso, não é porque você é o passageiro que não vai se proteger, né? Ao entrar no carro, já coloque o cinto de segurança.

E aí, curtiram nossas dicas? Então, anote tudo e curta muito esse Carnaval com segurança!


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#DPVATExplica: conheça as vantagens do modelo de gestão centralizada do Seguro DPVAT

Vocês já devem ter lido aqui no blog Viver Seguro no Trânsito, o quanto o Seguro DPVAT já foi aperfeiçoado desde a sua criação, em 1974. E uma dessas mudanças aconteceu em 2007, quando foi criado o formato de Consórcio, com a Seguradora Líder concentrando as operações do Seguro. Mas você sabe quais são as vantagens desse modelo? Foi pensando em tirar todas as suas dúvidas que criamos mais essa edição do #DPVATExplica! Vamos nessa? ;)

Por que a criação de um consórcio?
É bem simples, galera! Em 2007, foi construído um modelo de consórcio com uma seguradora líder centralizando as operações administrativas e judiciais do Seguro DPVAT, permitindo mais unidade à gestão e agilidade no atendimento à população. Qualquer seguradora autorizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) a operar no país no segmento de seguros de danos e/ou pessoas pode, facultativamente, aderir ao Consórcio de Operações do Seguro DPVAT, atualmente formado por 73 seguradoras consorciadas.

E o que mudou com esse modelo?
O modelo de operação do Seguro DPVAT vigente até 1986, quando a contratação era feita, diretamente, com Seguradoras e Corretores de livre escolha dos proprietários de veículos, tinha elevada inadimplência e baixa adesão, com milhares de demandas judiciais, tornando lento o processo de indenizações e não permitindo uma ofensiva eficaz contra os fraudadores.

Agora, qualquer vítima de acidentes de trânsito, e seus beneficiários, dê entrada no Seguro DPVAT em qualquer um dos quase 8 mil pontos de atendimento distribuídos pelo Brasil, sem necessidade de identificação dos envolvidos no acidente ou da seguradora responsável pela apólice. A rede de atendimento do Seguro DPVAT conta com agência dos Correios, corretores parceiros, ou uma das seguradoras que faz parte do Consórcio do Seguro DPVAT.

Isso ajudou no combate às fraudes?
Ajudou e muito, pessoal. Isso permitiu a adoção de políticas mais rígidas de combate às fraudes ao Seguro DPVAT. Aqui na Seguradora Líder, temos uma área inteirinha dedicada ao Combate às Fraudes, que é responsável por monitorar os processos envolvendo o pagamento do Seguro DPVAT a fim de detectar irregularidades. Conseguimos checar todos processos e submetê-los a modernas técnicas de verificação.

E aí, gostou da viagem pelo universo do modelo de gestão do Seguro DPVAT? É muita coisa que a gente nem imagina, né? ;) Deixe sua opinião aqui nos comentários. =)


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#BonsExemplos: O que está sendo feito para reduzir os acidentes de trânsito no país?


De acordo com dados da Seguradora Líder, de janeiro a novembro de 2018, foram pagas mais de 290 mil indenizações em todo o país. É fato, pessoal: os números só comprovam como pequenas atitudes, como exceder o limite de velocidade, dirigir sem cinto de segurança, avançar no sinal vermelho, e estacionar em local não permitido, podem ser algumas das razões para esse dado ainda ser tão alarmante. 😟

A boa notícia é que tem muita ação bacana sendo implementada no país voltada à educação e conscientização, prevenção de mortes e outros danos causados pelos acidentes de trânsito. Vamos conferir algumas delas? 😉

Diagnóstico das rodovias
Já falamos sobre a Operação Rodovida por aqui, mas a ideia é tão bacana que fazemos questão de reforçar, galera! Realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), tem o objetivo de intensificar a fiscalização no trânsito em períodos de maior circulação de veículos nas rodovias federais.

A PRF fez uma análise mais profunda dos acidentes que acontecem nas estradas do país, levando em conta a frequência, os horários e as causas dessas ocorrências. Assim, ficou mais fácil garantir que a fiscalização seja intensificada nestes percursos para coibir práticas perigosas como ultrapassagens irregulares, excesso de velocidade, consumo de álcool, atropelamento de pedestres e trânsito irregular de motocicletas. A próxima operação acontece no período do Carnaval, entre 22 de fevereiro e 9 de março de 2019. 😉

Mãos à obra
Sabiam que existe o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, o PNATRANS? É, galera! Essa sigla foi acrescentada ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e propõe um grande desafio aos órgãos de trânsito, transporte, saúde, justiça e educação pelos próximos dez anos: reduzir, no mínimo, pela metade o índice nacional de mortes nas rodovias! As metas foram determinadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e tem como objetivos melhorar a mobilidade urbana, promover a convivência harmoniosa entre condutores, pedestres e ciclistas, e, claro, preservar vidas, já que o trânsito é umas das principais causas de mortes de pessoas no mundo. 😟

“Drogômetro” em ação
É isso mesmo que você está pensando! Se a fiscalização foi intensificada pela Lei Seca, a tendência é o cerco se fechar ainda mais para os condutores infratores, galera. É que o Governo Federal quer atuar também para detectar o uso de outros tipos de drogas no trânsito. A ideia é verificar, por meio da saliva, a presença de entorpecentes. Esse tipo de fiscalização já é feita em países como Estados Unidos, França e Itália, mas, por aqui, ainda não há prazos para a implantação do “drogômetro”. E a gente seque de olho! 😉

Lupa nos transportes
Outra parceira importante nas fiscalizações de trânsito é a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). Por meio de fiscalizações nos serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros, a agência verifica se as empresas cumprem as normas técnicas previstas na legislação. 😊

Ufa, tem muita coisa sendo feita né, pessoal? Ainda bem! E você? Sabe de alguma ação bacana para reduzir acidentes de trânsito no seu Estado, município ou bairro, e quer compartilhar com a gente? Escreva aqui nos comentários! 😉 Juntos vamos mais longe, né? Até a próxima!😊


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Conheça as novas tecnologias para melhorar a segurança no trânsito

Já imaginou um mundo com carros cada vez mais inteligentes? A indústria automotiva já percebeu essa tendência e têm investido em funcionalidades para melhorar o conforto de quem dirige e, claro, a segurança no trânsito. O resultado foi exibido na edição 2019 do Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas, nos Estados Unidos, a maior feira de tecnologia de consumo do mundo, que foi invadida por novidades para o setor. Para te deixar por dentro de tudo, separamos algumas delas no post de hoje! Vamos conferir? 😉

Câmera de ré translúcida
Um dos destaques da CES 2019 foi o “XtraVue”, mecanismo que permite ao motorista ter uma visão de raio-X do carro e enxergar alguns perigos que não estão à vista. O sistema é composto por um conjunto de câmeras que permitem ver desde um congestionamento à frente para que o condutor opte por mudar de caminho, até enxergar com antecedência uma vaga para estacionar. Para isso, o dispositivo mescla informações de sensores internos e externos dos carros com dados armazenados na nuvem.
Confira o vídeo:

Instrutor virtual
Outro destaque da feira foi o assistente virtual que ajuda o motorista com dicas de condução. O sistema coloca um avatar no banco do passageiro, que é visto por meio de óculos de realidade aumentada. No futuro, a ideia é que um holograma da assistente virtual seja transportado para a cabine do carro. Já pensou? 😮
Confira o vídeo:

Cheiro de acordo com o humor
É isso mesmo! O conceito tem como ideia perceber o que o motorista está sentindo para deixar o ambiente mais agradável e animado. A tecnologia chamada de "Read Motion" faz uma leitura facial, além de considerar os batimentos cardíacos e a temperatura corpórea dos passageiros. A funcionalidade permite que o carro mude o cheiro do ambiente, e até mesmo esquentar ou resfriar a cabine.
Confira o vídeo:

É carro ou smartphone?
O "Digital Cockpit" é um painel totalmente digital para os passageiros do assento traseiro. Assim como faz um smartphone, o sistema pode ser totalmente customizado de acordo com o gosto do usuário. Por meio de câmeras, a inteligência artificial reconhece o passageiro ou motorista, e ajusta os bancos, a temperatura ambiente e até trilha sonora do carro de forma automática.
Confira o vídeo:

O post de hoje mostrou que tem muita gente pensando em soluções para melhorar a nossa experiência no trânsito. E você, o que achou dessas invenções? Compartilhe a sua opinião com a gente aqui nos comentários! 😉





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