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Viver Seguro no Trânsito

Nós estamos fazendo nossa parte. E você?
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Especial Boletim Estatístico: Região Nordeste é campeã em acidentes de trânsito

Quando pensamos no Nordeste logo lembramos de belezas naturais, da culinária diferenciada, festas... mas você sabia que a região também é conhecida pelo elevado número de acidentes de trânsito? É isso que a estatística comprova. De acordo com o Boletim Estatístico de Junho, divulgado pela Seguradora Líder, do total de 169.018 indenizações pagas pelo Seguro DPVAT no primeiro semestre deste ano, 31% foram destinadas à região Nordeste, embora sua frota seja apenas a 3ª maior do país. 😨 Para entender as razões nas quais os acidentes são tão comuns nesta região, é preciso conhecer as condições do trânsito por lá. Por isso, nesse post, vamos te levar numa viagem pelo Nordeste. Aperte os cintos e vamos nessa! 😉👇

Raio-X das rodovias nordestinas

A Região Nordeste é composta por nove estados e tem uma área equivalente à da Mongólia: são mais de 1.554.291 km² de território, dentre os quais 37.550 km são rodovias. 😨 De acordo com a Confederação Nacional dos Transportes (CNT), 22% de toda essa extensão apresentam problemas como trincas, remendos, buracos e pavimento destruído, o que ajuda a explicar o fato da região concentrar tantos acidentes.😥

Impactos diretos no trânsito

Sabe onde o crescimento da frota tem mais impacto, pessoal? No trânsito! As consequências são longos engarrafamentos. De acordo com o TomTom Traffic, das quatro cidades com trânsito mais denso no país, três são do Nordeste: Salvador, Recife e Fortaleza. Ainda de acordo com dados da plataforma, um morador dessas regiões gasta duas horas e 11 minutos diariamente para fazer atividades corriqueiras, como se deslocar até o trabalho ou fazer compras. De impressionar!

Frota em constante crescimento

O que ajuda a explicar os impactos no trânsito é o fato de, nos últimos dez anos, o crescimento no número de indenizações pagas pelo Seguro DPVAT no Nordeste acompanhou o aumento da frota de veículos, pessoal. De acordo com o Boletim Especial “Dez anos de Trânsito”, divulgado pela Seguradora Líder em maio, somente na região, a frota passou de 7,2 milhões em 2008 para mais de 16,3 milhões no final do ano passado. Nesse número, o crescimento mais expressivo foi para a frota de motocicletas, cujo incremento chegou a 166%.😨

Uma preocupação que se estende para as motocicletas

E, por falar no aumento no número de motos, elas são uma verdadeira preocupação em todo o Brasil e, no Nordeste, essa realidade não é diferente, galera. 😍 Por lá, esse tipo de veículo representa 44% da frota na região, enquanto no restante do país, representa apenas 27%. E rola muito mais estatística triste sobre esse tipo de veículo: somente no primeiro semestre de 2018, foram 38.445 indenizações pagas por morte e invalidez permanente por acidentes envolvendo as motocicletas. 😔

E aí, ficou curioso para saber mais? É só dar aquela olhadinha na edição de junho do Boletim Estatístico da Seguradora Líder. Por lá, além de ficar por dentro da realidade do trânsito nordestino, te damos um panorama do que está acontecendo em todo o Brasil. 😉 Esperamos por você!



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#DPVATExplica: Saiba mais sobre a importância dos documentos para os beneficiários do Seguro DPVAT

Alô, galera, é melhor se preparar porque chegou a hora de mais um #DPVATExplica! Hoje, vamos te contar um pouquinho sobre a importância dos documentos na hora de dar entrada na sua indenização. Para isso, você vai embarcar numa jornada que vai desde aspectos da legislação até as ações que estamos promovendo para tornar o acesso a esse importante benefício social cada vez mais simples. Bora lá? 🤗

Por que a Seguradora Líder exige documentos para dar entrada na indenização?

A resposta é muito simples, galera: para assegurar que o pagamento seja em favor do legítimo beneficiário, evitando fraudes. 😉👍 Além disso, através dos documentos, conseguimos entender como o acidente de trânsito aconteceu e quais foram as suas respectivas consequências. Nesse sentido, destacamos a importância do Boletim de Ocorrência, documento obrigatório na hora de dar entrada e comum a todos os tipos de coberturas do Seguro DPVAT. Então, já sabe, apresentando os documentos corretos, todo mundo sai ganhando! 👍

O que estamos fazendo para simplificar os documentos?

Então, galera: a gente está trabalhando bastante para tornar o Seguro DPVAT cada vez mais fácil para você. ❤ Através do nosso Grupo de Trabalho (GT) de Simplificação de Documentos, já entregamos versões simplificadas dos principais documentos para dar entrada na sua indenização e tem muito mais novidade vindo por aí! No segundo semestre desse ano, por exemplo, a integração com o Sistema de Terceiros (STER) dos Correios com o SISDPVAT, sistema de regulação de sinistros da Seguradora Líder, viabilizará um atendimento ainda mais ágil, reduzindo, em nove dias, o tempo de regulação dos processos de sinistro. 😨

A transparência como princípio

A transparência é um dos principais valores da Seguradora Líder e está traduzida no nosso Portal da Integridade, que você acessa clicando aqui. Neste canal, toda a população tem acesso a informações e dados da Seguradora Líder, como as legislações relacionadas ao universo do Seguro DPVAT, em linguagem clara e objetiva. Não perca tempo e acesse agora mesmo! 😌

Por aqui, não tem nada que nos deixa mais felizes do que ver a indenização chegando ao seu legítimo beneficiário, especialmente em momentos tão complicados como os acidentes de trânsito. Para que isso ocorra da melhor forma possível, é importante que todos os documentos sejam entregues de forma correta já nos pontos de atendimento. Fica a dica!😉

Ah, a gente aproveita para lembrar que estamos aqui para te ajudar: tem alguma dúvida em relação aos documentos para dar entrada na sua indenização? É só falar com a gente aqui nos comentários. 😉


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Mulheres no trânsito: sinônimo de prudência e segurança

As mulheres estão mandando muito bem no trânsito! ❤ O que comprova são os dados divulgados pela Seguradora Líder no Boletim Estatístico Especial "Mulheres no Trânsito": em 2017, do total de quase 384 mil indenizações pagas pelo Seguro DPVAT, apenas 25% foram destinadas às mulheres, frente a 75% dos homens. 😧😨 E, para conferir tudinho desse Boletim, é só continuar acompanhando o nosso post! 😉

Carinho e cuidado, a gente vê por aqui

As mulheres tendem a ser mais atentas na direção ou nas ruas. =) Além disso, elas costumam respeitar mais as normas e leis de trânsito, como o uso do cinto de segurança e da cadeira infantil e isso reflete diretamente nos números, pessoal. De acordo com o Boletim Especial, em casos de acidentes de trânsito envolvendo morte, por exemplo, a diferença no pagamento das indenizações é ainda maior: 82% das vítimas são do sexo masculino. Bastante coisa, não é?

Mulher no volante, segurança constante

O menor risco associado à mulher ao volante também pode ser verificado pelas estatísticas referentes ao condutor do veículo, pessoal. Em 2017, apenas 7% das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT foram para motoristas do sexo feminino, contra 42% para motoristas do sexo masculino. É pra pensar!

Destaque para a região Sudeste

Uma das coisas mais legais sobre o Boletim Especial é que esse documento traz, de forma inédita, o número de indenizações pagas do Seguro DPVAT para mulheres por região. O destaque vai para a Região Sudeste onde, em 2017, o percentual de pagamentos por morte e por invalidez permanente chegou a 37% e 28%, respectivamente, ficando abaixo dos 42% de concentração de mulheres nesta região. Bastante coisa, não é? 😨

Reconhecimento pelo mercado segurador

Mas não é só a Seguradora Líder que pensa que as mulheres são mais prudentes no trânsito, galera! Algumas seguradoras do ramo "auto" criaram planos especiais para elas, que custam de 10% a 30% menos que para os homens. O motivo é que as condutoras se envolvem, em sua grande maioria, em acidentes pequenos, sem muita gravidade. 👍😉

O Boletim Estatístico Especial "Mulheres no Trânsito" nos ajuda a mostrar que as mulheres têm ganhado cada vez mais espaço no trânsito e que o preconceito não está com nada, pessoal. E você, também concorda que as mulheres são mais prudentes ao volante? Compartilha com a sua gente a sua opinião aqui nos comentários! Esperamos por você!



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Menos pressa para garantir mais segurança

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a infração mais cometida no trânsito brasileiro é o desrespeito aos limites de velocidade. L E, como por aqui gostamos bastante de dados, vamos te dar um exemplo prático: somente em 2016 foram aplicadas quase 2 milhões e 300 mil multas por excesso de velocidade nas rodovias federais. Bastante coisa, não é? 😥

Para falar dos perigos de não respeitar os limites de velocidade, reunimos nesse post algumas curiosidades sobre o tema, como a legislação brasileira, a relação dos excessos com o número de acidentes e as sanções aplicadas em caso de desrespeito. Continue ligado para conferir! 😉

O que diz a Legislação Brasileira?

Está no Código de Trânsito Brasileiro, também conhecido como CTB, a maior parte das regras que organiza o fluxo nas vias do nosso país, inclusive os limites de velocidade a serem adotados nas ruas, avenidas, rodovias e estradas, pessoal. O artigo 61 estipula o seguinte:

30 km/hVia Local – ruas de pequeno porte, com cruzamentos sem semáforo, pouco fluxo de trânsito e utilizadas normalmente para circulação local.

40 km/hVia Coletora – ruas que permitem o acesso e saída das vias arteriais, normalmente com semáforos e que permitem a circulação dentro de uma região da cidade.

60 km/hVia Arterial – avenidas com semáforos, cruzamentos e grande fluxo de trânsito, que ligam regiões de uma cidade.

60 km/hEstradas – vias não pavimentadas (terra, ferro, calçamento de pedras)

80 km/hVia de Trânsito Rápido – vias com diversas faixas, sem semáforos, sem trânsito de pedestres e com grande extensão.

110 km/hRodovias – automóveis, caminhonetes e motos em rodovias pavimentadas e asfaltadas. Os demais veículos devem seguir a 80 km/h.

Agora que você já está familiarizado com os limites de velocidade no nosso país, não tem desculpa para não cumpri-los, não é mesmo? 👍😁

Riscos explicados pela Física

Sabe o que ajuda a explicar os perigos do excesso de velocidade? A Física, galera! \o/ As velocidades mais altas estão diretamente relacionadas ao aumento da chance de mortes de pedestres e ciclistas em acidentes de trânsito. Quer um exemplo? Se um acidente ocorre com o carro a 30 km/h, a probabilidade de morte de pedestres e ciclistas é de 10%. Com o aumento de 10 km/h, indo para 40 km/h, a probabilidade aumenta para 30%. A progressão se torna ainda mais assustadora quando o veículo está a 50 km/h, onde a probabilidade de morte vai para 85%. O melhor é desacelerar, né? ✋

Mas o que acontece se desrespeitarmos os limites de velocidade?

Além de acidentes, desrespeitar os limites de velocidade acarreta multas que, desde 1º de novembro do ano passado, variam de R$ 130,16, quando a velocidade for superior à máxima em até 20% (mais a perda de 4 pontos na carteira) a R$ 880,41 (mais a perda de 7 pontos na carteira), quando a velocidade for superior à máxima em mais de 50%.

Como os limites de velocidade são estipulados?

Essa é uma curiosidade bastante frequente, pessoal! Em todo o país, a velocidade máxima de circulação dos veículos depende de estudos do órgão ou entidade de trânsito responsável pelo local. Essa análise, que visa à segurança dos usuários, leva em conta as peculiaridades geográficas de cada via e as condições de tráfego, como relevo, volume de uso, dentre outros fatores. Isso explica porque as zonas com escolas e interseções, por exemplo, tem um limite de velocidade bem menor. 😉

Como você pode ver, respeitar os limites de velocidade no trânsito tem uma influência enorme na segurança de todos aqueles que compartilham este espaço público, construído por pessoas. Então, que tal desacelerar e conviver de forma mais saudável, segura e harmônica nesse ambiente? Devagar e sempre, a gente chega longe! 🤗🤗🤗



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#DPVATExplica: quanto tempo tenho para dar entrada no Seguro DPVAT?

Um dos pontos mais importantes quando falamos sobre o Seguro DPVAT é o prazo prescricional para que as vítimas de acidentes de trânsito ou seus familiares possam acionar o benefício. E você, conhece os prazos e quando começa a ser contado? Se sua resposta foi não, continue ligadinho para acabar com todas as suas dúvidas! Se liga em mais uma edição do #DPVATExplica! ;)

Prazo prescricional

No mercado segurador existem muitas nomenclaturas e aqui na Seguradora Líder não é diferente! Por aqui, o prazo para dar entrada no Seguro DPVAT é o "prazo prescricional" e, desde janeiro de 2003, é de três anos. No entanto, ele varia de acordo com as coberturas do Seguro, que você vai ver aqui embaixo.

Em caso de morte e reembolso de despesas médico-hospitalares (DAMS)

Nas indenizações por morte, a contagem do prazo prescricional para pedir o Seguro é a partir do óbito da vítima. Já no caso de reembolso de despesas médico-hospitalares (DAMS), a contagem se inicia a partir da data do acidente. Não dá para esquecer esses prazos, não é? =)

Em caso de invalidez permanente

Opa, esse é um dos casos que a gente mais recebe questionamentos! Nas indenizações por invalidez permanente, a contagem do prazo prescricional se inicia a partir da data em que a vítima tomou conhecimento da sua invalidez permanente, comprovada através de um documento chamado Laudo Conclusivo do IML.

Ih, ficou com dúvida? Para entender o que isso significa, vamos imaginar a seguinte situação: uma pessoa sofreu um acidente de trânsito no dia 1 de janeiro de 2016 e ficou três meses em fisioterapia quando, então, comprovou-se a sequela, no dia 1 de março. Nesse caso, o prazo começa a ser contado a partir de 1 de março e não 1 de janeiro. ;)

Casos especiais

Como toda boa regra, o prazo prescricional tem uma exceção, galera! A diferença na contagem da prescrição ocorre apenas para o menor considerado "absolutamente incapaz", ou seja, aquele de 0 a 15 anos. Neste caso, em específico, o prazo tem início a partir de quando completam 16 anos, findando após 3 anos. ;)

E aí, gostou dessa edição do #DPVATExplica? A gente lembra que sua dúvida pode virar um post por aqui! Esperamos por você nos comentários. =)



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Quantas vezes você coloca sua vida em risco por semana?

Todos os dias nos preocupamos com a violência urbana e procuramos tomar cuidado, evitando lugares perigosos e práticas como expor celulares e relógios caros. É fato: naturalmente, estamos atentos a qualquer situação de risco.

Entretanto, nos esquecemos que todos os dias, também corremos risco de vida no trânsito. A violência no trânsito mata tanto quanto as armas, deixando muito mais vítimas com sequelas, inclusive, com invalidez permanente.

Praticamente todos os acidentes poderiam ser evitados caso refletíssemos mais sobre o valor da vida. Será que a pressa de correr entre os carros para chegar antes do outro lado ou acelerar para evitar o sinal vermelho é mais importante do que cuidarmos do nosso bem mais precioso?

Naturalmente, uma bala perdida pode nos surpreender, mas será que precisamos nos submeter à roleta russa da violência do trânsito com tanta frequência como fazemos diariamente?

Por isso, é importante refletir sobre o número de vezes na vida em que você, seus familiares e amigos já passaram por algum momento de risco no trânsito, seja como pedestre, condutor ou passageiro. Não há nada mais importante que viver e deixar viver. Urgente é viver, o resto pode esperar.

Gostou do artigo? Clique aqui para conhecer o site do SOS Estradas, um programa que visa reduzir os acidentes e aumentar a segurança nas rodovias.



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Por dentro da Cartilha “Seguro DPVAT: Legislação e Jurisprudência”

Aqui na Seguradora Líder queremos que você saiba tudo sobre o Seguro DPVAT. Afinal, ele foi feito para beneficiar você e mais de 207 milhões de brasileiros em caso de acidentes de trânsito. 😉 Uma das nossas novidades é o lançamento da Cartilha "Seguro DPVAT: Legislação e Jurisprudência", que traz orientações específicas sobre a aplicabilidade do direito à indenização do Seguro DPVAT de forma didática, mostrando, através de perguntas e respostas, as situações em que o pagamento é devido ou não.

Através desse documento, nosso objetivo é colaborar para a redução dos índices de judicialização do Seguro DPVAT e também garantir que você consiga receber seu benefício cada vez mais rápido. 😉

Ficou curioso? Então, continue ligadinho no nosso post para conferir alguns exemplos do que você vai encontrar por lá. 😍

Em casos onde a vítima no interior do veículo ou em motocicleta em trânsito é atingida por desmoronamento de terra, pedra desprendida, raios ou outros desastres da natureza, há indenização pelo Seguro DPVAT?

A resposta é não, pessoal. Nesse caso, os veículos envolvidos não terão sido os causadores dos danos, tendo apenas feito parte daquele cenário, ou em linguagem jurídica, sido "concausa passiva do evento". Essa mesma lógica pode ser aplicada nos casos onde postes ou árvores caem sobre um veículo ou motocicleta, sem que estes tenham provocado a queda. Você sabia disso? 😥

Sofri queda de um veículo. Tenho direito à indenização do Seguro DPVAT?

Depende, galera. Se a vítima caiu de um veículo parado/estacionado, não haverá cobertura pelo Seguro DPVAT, já que não houve participação ativa desse veículo. O mesmo critério se aplica quando a vítima, ao descer de veículo estacionado, inclusive de ônibus (coletivo) parado para embarque ou desembarque, sofre queda. No entanto, se a vítima sofre queda no interior de um ônibus provocada pelo movimento desse veículo – como no caso de frenagens ou manobras rápidas – ela tem direito ao Seguro DPVAT.

Em decorrência de um acidente de trânsito, uma vítima sofre danos estéticos (como cicatrizes) ou invalidez temporária. Há cobertura pelo Seguro DPVAT?

Esse é um questionamento que a gente vê muito por aqui, galera e a resposta é não, uma vez que a invalidez deve ser permanente. Por sua vez, a cicatriz não possui cobertura, já que é um dano estético.

E aí, gostou de saber dessas informações? Você pode conferir muitas outras situações clicando aqui. 😉 A gente aproveita para lembrar que, através da área "Perguntas Frequentes", do site da Seguradora Líder, você encontra respostas para outras dúvidas sobre o Seguro DPVAT. ❤


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Em que situações um estrangeiro pode recorrer ao Seguro DPVAT?

Paulo Amador - Jornalista e Escritor

A presença de milhões de turistas no território brasileiro vem gerando uma indagação, recorrente e oportuna, sobre a cobertura do Seguro DPVAT. Dessa forma, questionamentos como se um estrangeiro pode recorrer ao benefício se vier a sofrer um acidente dentro do Brasil e em quais situações o direito de ser indenizado ou reembolsado pode ser exigido vêm surgindo.

A resposta impõe, como pressupostos, uma tripla face de condições. Uma primeira é quanto à natureza do acidente de trânsito que gerou a pretensão à cobertura. Uma segunda é quanto à pessoa, ou seja, a eventual beneficiária do Seguro. E uma terceira, igualmente determinante, quanto ao lugar em que ocorreu o acidente de trânsito.

Quanto aos dois primeiros condicionantes, ou seja, a natureza do sinistro e a pessoa coberta, eles já figuram de modo claro e objetivo na Lei 6.194/74, legislação do Seguro DPVAT, tal como editada em sua forma original. No seu texto, ela dispõe sobre o "seguro obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de via Terrestre ou por sua carga, a pessoas transportadas ou não – o DPVAT". O Seguro, portanto, cobre danos pessoais de vítimas de trânsito, o que afasta, de imediato, qualquer tipo de possibilidade de se invocar sua cobertura à perda de bens ou objetos.

A Lei diz que, vítimas de acidentes de trânsito estão cobertas, não discriminando ninguém desde que tenha sido vítima de um acidente envolvendo um veículo automotor de via terrestre – em razão de sua nacionalidade. Neste caso, estão protegidos tanto os brasileiros quanto os estrangeiros que se encontrem na condição de vítima. O que irá definir o status de proteção – ou de exclusão – de pessoa, é tão somente o lugar do acidente, que necessariamente, precisa ser dentro do território brasileiro.

Mas, com múltiplas possibilidades de situações, é natural que surjam as dúvidas de situações particulares. Situações como, por exemplo, de um veículo estrangeiro que não esteja registrado no Brasil, na forma estabelecida pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), mas que esteja circulando dentro do território nacional no momento em que se envolve em um acidente com vítima. Vítima esta que tanto pode ser um brasileiro, como o próprio condutor, estrangeiro, ou seus eventuais passageiros, que estejam apenas trafegando em alguma via terrestre no Brasil.

Neste caso, por exemplo, buscamos a resposta na condição do veículo, encontrada na Resolução CNSP 332/15, que em seu Art. 1º, Parágrafo Único define, para fins da aplicação da Lei 6.194/74, que são veículos automotores de via terrestre aqueles sujeitos a registro e licenciamento, na forma estabelecida pelo Código Nacional de Trânsito. Este é o fundamento do direito à cobertura do Seguro: local do acidente – dentro do Brasil, nexo causal e consequências para a vítima (lesão, morte, incapacitação) e natureza mecânica do veículo envolvido no sinistro, que deve ser automotor e de via terrestre, licenciado no Brasil. Tudo muito simples, racionalmente normatizado, e aparentemente definitivo.

Em síntese, o estrangeiro tem direito a receber a indenização pelo Seguro DPVAT quando é vítima de um acidente ocorrido dentro do território nacional por veículo automotor sujeito a registro e a licenciamento, na forma estabelecida pelo Código Nacional de Trânsito (CTB). Igualmente, também tem cobertura um proprietário de um veículo automotor de via terrestre, emplacado e licenciado no Brasil, que venha a colidir com um veículo estrangeiro, dentro do território nacional.



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Fique por dentro das mudanças nos pontos de atendimento do Seguro DPVAT

O mês de julho começa com mudanças, galera! A partir de hoje, dia 2 de julho, os pontos de atendimento oficiais do Seguro DPVAT sofreram alterações. Continue acompanhando o nosso post para conferir os detalhes! 😉

Confira as mudanças

Os pontos de atendimento oficiais do Seguro DPVAT sofreram alterações, tendo em vista que os contratos, até então vigentes, de prestação de serviços com os Sindicatos dos Corretores de Seguros (Sincors) foram rescindidos, para se ajustarem às novas regras estabelecidas pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), entidade responsável por regular a gestão do Seguro DPVAT.

Com exceção do Rio de Janeiro, do Amapá, do Ceará, do Maranhão, do Rio Grande do Norte e do Tocantins, os Sincors não receberão mais pedidos de indenização do Seguro DPVAT. Mas a gente lembra que as seguradoras consorciadas, agências dos Correios e corretores parceiros estão aí para receber a documentação necessária! Clique aqui e dê uma olhadinha nos quase 8 mil pontos de atendimento oficiais da Seguradora Líder. Com certeza tem um bem pertinho de você. \o/

Onde posso consultar meu processo de indenização?

Opa, é muito fácil, pessoal! Todas as informações sobre o andamento dos processos de indenização devem ser consultadas através dos nossos canais de andamento oficiais, clicando aqui. \o/ E a gente lembra: se surgir alguma dúvida, estamos aqui para te ajudar! 😍

Dei entrada no meu processo pelo SINCOR e houve uma pendência de documentação. Para onde envio minha documentação complementar?

Não precisa se preocupar: em caso de pendências, a documentação complementar deve ser entregue nas agências dos Correios credenciadas. 😉 Confira a mais próxima da sua casa clicando aqui. É importante que a documentação seja envelopada, nas agências, com carta especial, identificada como "Postal DPVAT".

O prazo para pagamento da minha indenização será alterado?

Não! Após a entrega de toda a documentação correta, o prazo para pagamento das indenizações é de 30 dias, conforme previsto na Resolução 332, de 2015. Legal, não é? 😉

Dei entrada em um ponto de atendimento dos SINCORs e, até agora, não sei se houve algum pendenciamento no processo. Como posso obter mais informações?

Por aqui, temos uma série de canais de atendimento para tornar o nosso relacionamento cada vez mais próximo, como o SAC, através do número 0800 022 12 04, além das redes sociais oficiais do Seguro DPVAT, como o Facebook, o Instagram e o Twitter. 😉

E aí, gostou de ficar por dentro das novidades que estão rolando aqui na Seguradora Líder? Se sua resposta foi sim, é só continuar ligadinho aqui no Blog Viver Seguro no Trânsito. Esperamos por você nos comentários! ❤



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Como a Engenharia de Tráfego ajuda a melhorar o trânsito

Com o caos do trânsito das grandes cidades, a gente sabe que é difícil acreditar que existe toda uma ciência por trás do tráfego. Mas é isso aí, galera: cada pedacinho do trânsito da cidade é pensado e você é o elemento principal dessa circulação. 😉 Já ouviu falar em Engenharia de Tráfego ou em Engenharia do Trânsito? Se a sua resposta a essa pergunta for não, então, esse post é para você. Fique ligadinho! ❤

A Engenharia de Tráfego é um importante ramo da Engenharia no setor de transportes, prevista no Capítulo VIII do Código de Trânsito Brasileiro, o famoso CTB, em seu artigo 91. Em termos mais simples, trata-se de uma área que tenta solucionar questões que envolvem a operação, o planejamento e o controle do tráfego. É importante que o fluxo e a circulação de veículos e de pessoas aconteça de maneira segura e ágil, por isso, eles atuam em soluções para quando o trânsito está congestionado ou há interrupção do fluxo, garantindo segurança, comodidade e rapidez. Olha quanto amor nessa atividade! 😉

Como ela contribui para o trânsito brasileiro?

Uma das principais contribuições da Engenharia de Tráfego se reflete num problema super comum nas grandes cidades: a diminuição dos congestionamentos. 😉 Para isso, as cidades brasileiras contam com o chamado CET, sigla para Companhia de Engenharia do Tráfego. Os CETs são responsáveis por operar e implantar tecnologias para o controle de tráfego e, muitas vezes, contam com a ajuda da população que indica os lugares mais congestionados ou que apresentam algum tipo de interrupção. O resultado disso? Impacto positivo para todo mundo! ❤

O que tem a ver com a Legislação de Trânsito?

Todos os projetos e operações realizados pela Engenharia de Tráfego estão diretamente ligados à criação das regras de trânsito no país, pessoal. Quer saber como? As resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) são definidas em conjunto com diversas Câmaras Temáticas, compostas, em geral, por especialistas em Engenharia de Tráfego. E a gente sabe que, nada melhor do que especialistas para dizer o que o trânsito precisa, não é mesmo? 😉

Neste post, nosso objetivo é mostrar para você que a Engenharia de Tráfego, em conjunto com a educação e a fiscalização, sustenta o trânsito, proporcionando mais segurança nos deslocamentos. No entanto, não é somente essa área a responsável pela segurança dos condutores de veículos automotores e dos pedestres. É também necessário que todos tenham consciência ao se locomover nas vias, afinal, nós somos o trânsito. E aí, o que podemos fazer para tornar o trânsito melhor para todos, colaborando com o trabalho da Engenharia de Tráfego? Esperamos por você nos comentários! 👇



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