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Invalidez Permanente: entenda a cobertura e a internalização das análises médicas

Publicado em segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Newsletter - 27/08/2018 - 42ª Edição

Dar entrada no Seguro DPVAT na cobertura de invalidez permanente é possível quando, depois de concluído o tratamento médico, é constatada a impossibilidade de recuperação ou reabilitação da área afetada. A invalidez permanente, parcial ou total, precisa ser atestada em laudo definitivo indicando as sequelas. Uma tabela prevista em lei (Lei 6.194/1974, alterada pela Lei 11.482/2007) serve como base para calcular o valor da indenização, que varia de acordo com a gravidade da lesão e pode chegar a R$ 13.500. Em 2018, a média de pedidos de indenização negados por motivações como falta de sequela; pacientes ainda em tratamento; e por sequelas não indenizáveis chegou a cerca de 19%.

Até então realizadas com participação de uma prestadora de serviços externa, as atividades de revisão de perícia médica, análise e aprovação de pagamentos associados à invalidez permanente, que correspondem a mais de 70% das indenizações pagas, foram internalizadas no fim de 2017. Uma equipe da Seguradora Líder passou a responder pela análise de todo o processo, de ponta a ponta, permitindo o aprimoramento dos prazos de pagamento e garantindo indenizações mais justas.

De acordo com dados da Seguradora Líder, em dezembro de 2017, mês de implantação da internalização, cerca de 8,2% dos pedidos de indenização eram pagos sem a marcação de perícia médica. Em junho deste ano, esse percentual chegou a 16,4%. Ou seja, um crescimento de 100%. A análise para a liberação das indenizações é feita através da documentação apresentada pelo beneficiário ao fazer a solicitação que, no caso da invalidez permanente, inclui o laudo médico conclusivo.

O Superintendente de Operações da Seguradora Líder, Arthur Froés destaca que estando com a documentação completa e correta, a necessidade de solicitar perícia médica é reduzida. “Todos os sinistros avisados na cobertura de invalidez permanente e que chegam com a documentação médica completa, são analisados por uma equipe médica multidisciplinar, com o objetivo de decidir rapidamente qualquer tipo de questão associada aos acidentes de trânsito. É comum um leigo associar as lesões dos acidentes de trânsito às ortopédicas mas, na verdade, os acidentes causam todo o tipo de lesão, que precisam ser avaliadas por médicos das mais diferentes especialidades”, explica.

O time de médicos da Seguradora Líder, que trabalha nessas análises, inclui profissionais com pós-graduação em Perícia Médica, e especialidades como Medicina do Trabalho, Otorrinolaringologia, Odontologia, Ortopedia, Endocrinologia, Dermatologia, Gastroenterologia, Obstetrícia, Cardiologia, Hemodinâmica, Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, entre outras. Eles também têm experiências diversas no mercado de trabalho como, por exemplo, em emergências dos maiores hospitais públicos das grandes capitais do país, como professores universitários, auditores médicos, e peritos da Secretaria de Estado da Justiça (SEJUS) e Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ/RJ).

“É sempre importante reforçar também que, enquanto estiver em tratamento e tiver despesas na rede particular de saúde, a vítima pode pedir o reembolso desses gastos. A sigla DAMS (Despesa de Assistência Médica e Suplementares) identifica esse tipo de cobertura do Seguro DPVAT. Para ter direito à indenização, que pode chegar a R$ 2.700, quem sofreu o acidente precisa apresentar notas fiscais e recibos originais de serviços como cirurgias, exames, consultas e fisioterapia para receber o reembolso. Gastos com medicamentos também são elegíveis”, reforça Arthur Fróes.



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