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Violência do trânsito mineiro é destaque em matéria do Estado de Minas

Publicado em segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Newsletter - 16/09/2019 - 98ª Edição

Em matéria especial de página inteira, publicada no dia 02/09, o jornal Estado de Minas mostrou que o trânsito de Minas Gerais mata tanto quanto a violência urbana. Os dados do Seguro DPVAT foram apresentados juntamente com números da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais: nos últimos dois anos, foram registrados 7.061 homicídios no estado, ou seja, uma média de 9,6 pessoas que perderam a vida diariamente. Por outro lado, 6.649 acidentes ocorridos em 2017 e 2018 já foram indenizados pela Seguradora Líder no mesmo período, uma média de 9,1 vítimas fatais por dia.

A reportagem também destaca que tanto nos casos de violência urbana quanto de trânsito, os jovens são as principais vítimas. Pessoas entre 18 e 34 anos representaram 36,6% das ocorrências por morte indenizadas pelo Seguro DPVAT no Estado de Minas, enquanto nos homicídios, elas foram 56,2% das vítimas. Essa realidade também foi mostrada em um levantamento da Seguradora Líder divulgado na 79ª edição da newsletter Líder Informa.

Apesar de as mortes no trânsito e os assassinatos estarem praticamente no mesmo patamar, a reportagem do diário mineiro mostra que a carnificina em acidentes com carros, motos, ônibus e caminhões não desperta a mesma repercussão dos assassinatos, na avaliação da delegada Amanda de Menezes Curty, que é coordenadora de Educação de Trânsito do Departamento Estadual de Trânsito de Minas Gerais (Detran/MG). Segundo ela, há uma questão cultural que trata os óbitos no trânsito como uma falha, algo que não foi praticado com intenção. “As pessoas tendem a achar que foi fatalidade e geralmente tentam tirar a culpa, procurando alguma desculpa”, afirma a delegada. Esse cenário carece de uma mudança radical, segundo Amanda Curty. “As pessoas deveriam começar a se conscientizar que a morte no trânsito não é uma coisa fortuita. Ela acontece porque as pessoas têm parcela de contribuição sim. Não pode ser tratada como uma coisa inesperada”, acrescenta.

Para conferir a matéria na íntegra, clique aqui




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